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Olha o pronome aí, gente!
Trata-se do pronome demonstrativo, aquele que não é respeitado nem por jornalistas, que não têm o direito de errar. Está na moda também o “neste momento”, no lugar de “agora”, que os ignorantes insistem em dizer “nesse momento”, que pode ser ontem ou 500 anos atrás.
LBP Eclético, People, Ano XV, n.º 142/2005, p. 18 (com adaptações).
Considerando as estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
O título do texto consiste em uma frase com valor exortativo, na qual desempenham função significativa a forma verbal no imperativo e a presença do vocativo.
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Olha o pronome aí, gente!
Trata-se do pronome demonstrativo, aquele que não é respeitado nem por jornalistas, que não têm o direito de errar. Está na moda também o “neste momento”, no lugar de “agora”, que os ignorantes insistem em dizer “nesse momento”, que pode ser ontem ou 500 anos atrás.
LBP Eclético, People, Ano XV, n.º 142/2005, p. 18 (com adaptações).
Considerando as estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
A análise lingüística do texto revela a presença de conclusão não-decorrente das premissas.
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Olha o pronome aí, gente!
Trata-se do pronome demonstrativo, aquele que não é respeitado nem por jornalistas, que não têm o direito de errar. Está na moda também o “neste momento”, no lugar de “agora”, que os ignorantes insistem em dizer “nesse momento”, que pode ser ontem ou 500 anos atrás.
LBP Eclético, People, Ano XV, n.º 142/2005, p. 18 (com adaptações).
Considerando as estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
No texto, a retirada da vírgula que aparece após o termo “jornalistas” acarreta mudança sintático-semântica na oração subseqüente. Ela deixa de ser explicativa e se torna restritiva.
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A cigarra e as formigas
Durante o inverno, as formigas trabalhavam para secar o grão úmido, quando uma cigarra, faminta, lhes pediu algo para comer. As formigas lhe perguntaram: “Por que, no verão, não reservaste também o teu alimento?”. E a cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois cantava, alegrando o mundo com minha melodia”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no verão, dança agora no inverno”.
Moral: Descuidar de certos trabalhos pode trazer tristeza e faltas.
Esopo. Fábulas – texto integral, São Paulo: Martin Claret, 2004, p. 161.
A partir da compreensão e análise do texto acima e dos conceitos que cercam o gênero “fábula”, julgue o item a seguir.
Inexistem, na fábula, marcas lingüísticas que denunciem julgamento das atitudes dos personagens pelo autor.
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A cigarra e as formigas
Durante o inverno, as formigas trabalhavam para secar o grão úmido, quando uma cigarra, faminta, lhes pediu algo para comer. As formigas lhe perguntaram: “Por que, no verão, não reservaste também o teu alimento?”. E a cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois cantava, alegrando o mundo com minha melodia”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no verão, dança agora no inverno”.
Moral: Descuidar de certos trabalhos pode trazer tristeza e faltas.
Esopo. Fábulas – texto integral, São Paulo: Martin Claret, 2004, p. 161.
A partir da compreensão e análise do texto acima e dos conceitos que cercam o gênero “fábula”, julgue o item a seguir.
Na construção dessa fábula, foram acionados dois campos semânticos opostos, que, trazidos para a época atual, representam o trabalho e o ócio. Ao primeiro correspondem os termos e as expressões: “trabalhavam”, “secar o grão úmido”, ‘rindo’; ao segundo, correspondem: “faminta”, ‘cantava’, ‘alegrando o mundo com minha melodia’.
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A cigarra e as formigas
Durante o inverno, as formigas trabalhavam para secar o grão úmido, quando uma cigarra, faminta, lhes pediu algo para comer. As formigas lhe perguntaram: “Por que, no verão, não reservaste também o teu alimento?”. E a cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois cantava, alegrando o mundo com minha melodia”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no verão, dança agora no inverno”.
Moral: Descuidar de certos trabalhos pode trazer tristeza e faltas.
Esopo. Fábulas – texto integral, São Paulo: Martin Claret, 2004, p. 161.
A partir da compreensão e análise do texto acima e dos conceitos que cercam o gênero “fábula”, julgue o item a seguir.
A presença do ensinamento moral nas fábulas esópicas — de que é exemplar a fábula A cigarra e as formigas — permite que sejam elas vistas como uma forma da arte de persuadir.
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A cigarra e as formigas
Durante o inverno, as formigas trabalhavam para secar o grão úmido, quando uma cigarra, faminta, lhes pediu algo para comer. As formigas lhe perguntaram: “Por que, no verão, não reservaste também o teu alimento?”. E a cigarra respondeu: “Não tinha tempo, pois cantava, alegrando o mundo com minha melodia”. E as formigas, rindo, disseram: “Pois bem, se cantavas no verão, dança agora no inverno”.
Moral: Descuidar de certos trabalhos pode trazer tristeza e faltas.
Esopo. Fábulas – texto integral, São Paulo: Martin Claret, 2004, p. 161.
A partir da compreensão e análise do texto acima e dos conceitos que cercam o gênero “fábula”, julgue o item a seguir.
A peculiaridade das fábulas reside fundamentalmente na apresentação direta de virtudes e defeitos do caráter humano, ilustrados pelo comportamento antropomórfico dos animais. Devido a tal caráter, a prosopopéia é figura de estilo recorrente nas fábulas.
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Texto
O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Julgue o seguinte item, a respeito da oração “E o faz” (início do terceiro parágrafo) e dos processos de coesão correlatos.
Analisada sintático-semanticamente, a oração apresenta: um sujeito subentendido, que é Cairu; um predicado verbal com verbo transitivo direto; e um objeto direto, que é o pronome “o”, que retoma o sentido de “O discurso cairuense”.
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Texto
O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Julgue o seguinte item, a respeito da oração “E o faz” (início do terceiro parágrafo) e dos processos de coesão correlatos.
Nessa oração, identifica-se, pela ordem: uma conjunção coordenativa, um pronome pessoal e um verbo vicário.
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Texto
O discurso cairuense particulariza-se, do ponto da organização formal e da estratégia teórico-ideológica, na articulação parlamentar.
Em linhas gerais, pode-se dizer que ele se caracteriza pelo relato simples e objetivo e pela análise dos problemas nacionais mais candentes da época.
E o faz dentro da melhor técnica, combinando o jogo da eloqüência com o exame meticuloso e realista das proposições que lhe são submetidas.
Usa a retórica de uma forma que convém ao estilo da casa, sem as palavras alçarem vôos insopitáveis, ao ambiente em que tramitam os projetos da política e da administração públicas, voltados para a dialética do concreto, para a gerência das circunstâncias tumultuadas ou desafiantes de problemas que emergem da sociedade brasileira: os econômicos, os políticos, os jurídicos, etc., numa complexidade que reclama o estudo detido, a discussão aberta e atualizada, por vezes a retrospectiva histórica. Mas sempre a demandar o senso real das coisas.
João Alfredo de Sousa Montenegro. O discurso autoritário de Cairu.
Brasília: Senado Federal, 2000, Coleção Brasil 500 anos, 2.ª ed., p. 235.
Julgue o seguinte item, a respeito da oração “E o faz” (início do terceiro parágrafo) e dos processos de coesão correlatos.
Tomando-se apenas a tipologia verbos de ação/verbos de estado, é correto afirmar que, em função anafórica, o verbo fazer substitui verbos de ação, e o ser, verbos de estado.
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