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Foram encontradas 120 questões.

77725 Ano: 2006
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Com relação ao processo legislativo, julgue o item que se segue.

No Senado Federal, cada legislatura tem a duração de oito anos.

 

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77724 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

Em “não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo”, o sujeito, nas duas orações, reporta-se a “um príncipe prudente”, sujeito explícito da oração anterior.

 

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77723 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

Entende-se da leitura do texto que mais vale um príncipe ser temido que amado, porém ele deve cuidar para que o temor de seus súditos não se transforme em ódio.

 

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77722 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

Estariam garantidos a correção gramatical e o sentido original do texto caso o trecho “Enfim, não depende do príncipe ser amado” fosse assim reescrito: Enfim isso não depende de o príncipe ser amado.

 

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77721 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

A expressão “ao passo que” pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido e para a correção gramatical do período, pela conjunção enquanto.

 

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77720 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

A forma verbal “fazeis” e o pronome pessoal “vos” são, correta e adequadamente, empregados, na redação oficial, em concordância com a forma de tratamento Vossa Excelência, em situações de alta formalidade em que se deseje demonstrar respeito a uma autoridade.

 

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77719 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

As aspas são empregadas no texto para marcar o uso de discurso direto.

 

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Questão presente nas seguintes provas
77718 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

Em “ávidos de lucro”, a preposição “de” poderia ser substituída pela preposição por, sem prejuízo das regras de regência nominal.

 

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77717 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Mais vale ser amado que temido, ou temido que amado?

O melhor consistiria em ser amado e temido, mas isso é difícil. Então, é mais seguro ser temido. Por quê? Há várias razões para isso. Em primeiro lugar, os homens são geralmente “ingratos, inconstantes, dissimulados, trêmulos em face dos perigos e ávidos de lucro; enquanto lhes fazeis bem, são dedicados; oferecem-vos o sangue, os bens, a vida, os filhos, enquanto o perigo se apresenta remotamente, mas quando este se aproxima, bem depressa se esquivam”. Ai do príncipe que confiasse exclusivamente em todas as amizades pagas em prodigalidades, “em breve estaria perdido”! Além disso, os homens receiam muito menos ofender aquele que se faz amar do que aquele que se faz temer. O vínculo do amor, rompem-no ao sabor do próprio interesse, ao passo que o temor sustenta-se por um medo do castigo, que jamais os abandona. Enfim, não depende do príncipe ser amado, os homens “amam a seu bel-prazer”; mas dele depende ser temido, os homens “temem conforme quer o príncipe”. Ora, um príncipe prudente deve basear-se não no que depende de outrem, mas no que depende de si mesmo.

Ser temido, aliás, em nada significa ser odiado; o ódio dos súditos — como seu desprezo — é grave; nele não se deve incorrer. Porque todas as fortalezas que o príncipe odiado possuir contra os súditos não o salvarão de suas conjurações.

Jean-Jacques Chevalier. O príncipe. In: As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Tradução de Lydia Cristina. 7.ª ed., Rio de Janeiro: Agir, 1995, p. 37-8 (com adaptações).

Referentemente às idéias e às estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

De acordo com o texto, as ações de um dirigente determinam o temor de seus subordinados a ele.

 

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77716 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O desenvolvimento de graus mais altos de governabilidade em um contexto de legitimidade política depende tanto da construção de uma ordem democrática estável quanto da constituição de uma série de instituições estáveis e idôneas que intermedeiem, por um lado, a opinião pública amorfa e manipulável e os interesses privados e setoriais capazes de mobilizá-la e, por outro, o Estado. Estas instituições são necessárias não somente do lado da sociedade civil, como os partidos políticos, os meios de comunicação de massa, as associações profissionais e sindicais, os grupos de interesses organizados etc., como também do lado do Estado, através da constituição de um funcionalismo público motivado e cioso de suas responsabilidades, de um Poder Judiciário zeloso de sua competência e independência, e assim por diante.

Simon Schwartzman. Bases do autoritarismo brasileiro. Prefácio da

3.ª ed. revisada e ampliada. São Paulo: Campus, 1988 (com adaptações).

Considerando os sentidos e as estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item subseqüente.

O verbo intermediar está empregado na forma subjuntiva; de acordo com a prescrição gramatical, a forma correta da conjugação desse verbo, na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, é intermediam.

 

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