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1504817 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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As questões 17 e 18 referem-se aos dados abaixo:


Uma conta de luz de uma residência é dada pelo produto entre o consumo de energia em kWh (quilo-Watt hora) e o valor do kWh no período e, a esse valor são acrescidos os impostos. O gráfico mostra o consumo nos últimos 12 meses em uma residência e a tabela apresenta o valor do kWh em cada período.


enunciado 1504817-1


Período

Valor do kWh

Setembro – Outubro – Novembro

R$ 0,80

Dezembro – Janeiro – Fevereiro

R$ 0,75

Março – Abril – Maio

R$ 0,85

Junho – Julho – Agosto

R$ 0,90


O valor médio da conta de luz (sem impostos) nos meses de abril, maio e junho foi de:

 

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1504816 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

TEXTO 1

O PODER DA GENTILEZA


(1l) 1. Como você se inspirou para escrever “O Poder da Gentileza”?

Rosana Braga: Eu já tratava, desde 2003, do tema “Inteligência Afetiva”, que tem muito a ver com

essa capacidade de se relacionar harmoniosamente com as pessoas, sempre buscando compreender

melhor como se comunicar, de que forma ser claro e impor limites sem precisar ultrapassar os limites

(5l) da boa convivência. Sempre busquei, inclusive, mostrar o quanto a afetividade tem a ver com o

desenvolvimento da inteligência humana e de que forma isso contribui para nossa realização pessoal,

profissional e amorosa. Certo dia, pensando em como abordar esse tema de uma forma ainda mais

fácil, me veio uma percepção muito clara: o quanto temos “desaprendido” a acolher o outro, a ter

paciência, a compreender que cada um tem suas dificuldades, mas que todos nós desejamos apenas ser

(10l) felizes... e a palavra GENTILEZA me veio na hora! Comecei a pesquisar sobre o tema e fui

encontrando dados surpreendentes, o que me empolgou cada vez mais. Saí de “férias” por uns dias,

como sempre faço quando vou escrever, e o resultado foi este – o livro “O Poder da Gentileza”.


2. Para você, o que é gentileza?

Rosana Braga: Segundo minhas pesquisas e estudos, e também em minha opinião enquanto

(15l) consultora em relacionamentos, gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado e

meramente cumprir regras de etiqueta, porque, embora possamos (e devamos) aprender a ser gentil,

trata-se de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver

com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar

(20l) uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.


3. Por que nos esquecemos de ser gentis?

Rosana Braga: A rotina nos cega, costumo dizer. Pressionados por ideias equivocadas, que nos

pressionam a ter sempre mais, a cumprir prazos sem nos respeitarmos, a atingir metas que, muitas

(25l) vezes, não fazem parte de nossa missão de vida e daquilo em que acreditamos, tornamo-nos mais e

mais insensíveis. E nesta insensibilidade, vamos agindo e nos relacionando com as pessoas – mesmo

com aquelas que amamos – de forma menos gentil, mais apressada e mais automatizada, sem nos

darmos conta disso. É por isso, que a meu ver, ser gentil não pode depender do outro, não pode ser uma

moeda de troca, tem de ser uma escolha pessoal, um entendimento de que podemos fazer a nossa parte

(30l) e contribuir sim para um mundo melhor. Leonardo Boff tem uma frase maravilhosa que resume bem o que quero dizer: “Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais

delicadas e íntegras ações”.


4. Que benefícios a gentileza nos traz?

Rosana Braga: Ser gentil é extremamente benéfico quando se entende que a gentileza abre portas,

(35l) muda o rumo dos conflitos, facilita negociações, transforma humores, melhora as relações, enfim,

propicia inúmeras vantagens tanto na vida de quem é gentil quanto na de quem se permite receber

gentilezas. No ambiente de trabalho, por exemplo, é fato que as empresas têm preferido, cada vez mais,

profissionais dispostos a solucionar problemas e favorecer as conciliações. Afinal de contas,

competência técnica é oferecida em universidades de todo o país, mas habilidades humanas como a

(40l) gentileza são características escassas e muito benquistas no mundo atual.


5. Como a gentileza interfere no nosso dia a dia? Nas relações de trabalho, no amor, na família?

Rosana Braga: Como disse anteriormente, a gentileza facilita as relações. No livro, conto a

comovente história de vida do Profeta Gentileza, que viveu na cidade do Rio de Janeiro pregando a paz

entre as pessoas. Ele tinha uma frase que ilustra muito bem o que chamo de “poder” da gentileza:

(45l) GENTILEZA gera GENTILEZA. Do mesmo modo, o contrário também é verdadeiro. Ou seja,

grosserias geram grosserias e a gente sabe que ninguém gosta de ser tratado de forma grosseira. Em

minha palestra (com o mesmo título do livro), abordo os malefícios que a falta de gentileza causa em

nossa saúde física, emocional e mental. Para se ter uma ideia do quanto a gentileza interfere em nosso

dia a dia, basta notar: pessoas intolerantes, briguentas e pouco ou nada gentis geralmente sofrem de

(50l) enxaqueca, de gastrite, de ansiedade, de cansaço, de falta de criatividade, entre outras limitações.

Sendo assim, o que podemos fazer de mais inteligente é tratar de praticar a gentileza quanto mais

conseguirmos. E isso é uma escolha antes de mais nada.


(Disponível em: www.rosanabraga.com.br/ Acesso em: 15/19/2015)



TEXTO 2


PROJETO REGISTRA GESTOS DE GENTILEZA DA POPULAÇÃO DE BELO HORIZONTE


(1l) Cada vez mais, com a correria do dia a dia, o tempo e a vontade de praticar a gentileza parecem gestos em extinção. Mas não estão!

Para provar isso, foi conduzida uma matéria em Minas Gerais que percorreu diversos bairros em busca de

exemplos de gentileza e encontrou muita gente amável com o próximo sem esperar nada em troca.

(5l) Após constatar isso, o site Estado Mineiro resolveu iniciar uma série sobre gentileza urbana, como parte do concurso “Prêmio Jornal na Escola” que vai agraciar os autores das três melhores redações sobre gentileza urbana.

São histórias como da artista plástica Estella Cruzmel, de 65, que molha as plantas e retira ervas daninhas do gramado diariamente. Inspiradas pelo gesto da vizinha, a funcionária pública Célia Ribeiro, de 72, e

(10l) Sônia Arantes, de 56, passaram a ajudá-la.

“Resolvemos ajudar, porque ela sozinha não dava conta de cuidar da praça”, diz Célia.

A artista também deixa livros sobre os bancos para quem quiser ler e, até mesmo, levar para casa. “Todos

os dias venho aqui passear e aproveito para ler.”, conta a diarista Cássia Ferreira, de 30 anos.

Outra história incrível é a do lanterneiro Odilon Rodrigues da Silva, de 50, que cultiva uma horta urbana.

(15l) “Ele planta uma sementinha do bem e não espera nada em troca”, diz Wilson Fernandes, de 58. É

possível colher pés de alface, couve, cana-caiana, laranja, mamão, tomates e manjericão frescos.

Aos 93 anos, Padre Augusto Padrão faz questão de parar para conversar com as pessoas. Dá atenção

especial às crianças. “Procuro ser gentil, e a maioria retribui”, diz.

O microempreendedor Carlos Henrique Barbosa, de 44, ajuda idosos e crianças a atravessar o

(20l) cruzamento entre Cristina e Viçosa. “Gentileza gera gentileza”, aposta.

Outra história maravilhosa é a das garis Creuza Ramos e Ana Xavier, que, depois de limpar as ruas do

entorno do Fórum Lafayette, oferecem café a quem passa no ponto de varrição da rua Guajajaras.

#BHmaisgentil

Os Diários Associados iniciam uma campanha de mobilização social. A meta é fazer de Belo Horizonte a

(25l) capital mais gentil do Brasil, sugerindo ações simples como distribuir sorrisos, não jogar lixo na rua,

desligar celulares nos cinemas, entre outras. Para isso basta usar a #BHmaisgentil.

“Gentileza urbana é um tema muito explorado na atualidade, mas queremos, de fato, enfatizar que essa

atitude vai além da cordialidade no trânsito e da civilidade nas ações. Queremos propor uma

transformação social. A escrita é o melhor meio para gerar esse processo, pois é pensando que

(30l) escrevemos e geramos conteúdo. E nada melhor que começar com os jovens, que são a grande mola

transformadora da sociedade”, diz Helivane Evangelista, diretora UniBH.



enunciado 1504816-1


(Disponível em: http://razoesparaacreditar.com/ser/projeto-registra-gestos-de-gentileza-da-populacao-de-bh Acesso 15/09/2015.)


RESPONDA S QUESTÕES DE 1 A 20 E TRANSCREVA AS RESPOSTAS CORRETAS PARA O CARTÃO-RESPOSTA

Em “[...] fui encontrando dados surpreendentes, o que me empolgou cada vez mais.” (Texto 1 - L. 10 e 11), a palavra destacada tem o mesmo valor morfológico que:

 

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1504815 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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As questões 17 e 18 referem-se aos dados abaixo:


Uma conta de luz de uma residência é dada pelo produto entre o consumo de energia em kWh (quilo-Watt hora) e o valor do kWh no período e, a esse valor são acrescidos os impostos. O gráfico mostra o consumo nos últimos 12 meses em uma residência e a tabela apresenta o valor do kWh em cada período.


enunciado 1504815-1


Período

Valor do kWh

Setembro – Outubro – Novembro

R$ 0,80

Dezembro – Janeiro – Fevereiro

R$ 0,75

Março – Abril – Maio

R$ 0,85

Junho – Julho – Agosto

R$ 0,90


Dadas as informações acima, e desconsiderando os impostos, podemos afirmar que:

 

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1504814 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

TEXTO 1

O PODER DA GENTILEZA


(1l) 1. Como você se inspirou para escrever “O Poder da Gentileza”?

Rosana Braga: Eu já tratava, desde 2003, do tema “Inteligência Afetiva”, que tem muito a ver com

essa capacidade de se relacionar harmoniosamente com as pessoas, sempre buscando compreender

melhor como se comunicar, de que forma ser claro e impor limites sem precisar ultrapassar os limites

(5l) da boa convivência. Sempre busquei, inclusive, mostrar o quanto a afetividade tem a ver com o

desenvolvimento da inteligência humana e de que forma isso contribui para nossa realização pessoal,

profissional e amorosa. Certo dia, pensando em como abordar esse tema de uma forma ainda mais

fácil, me veio uma percepção muito clara: o quanto temos “desaprendido” a acolher o outro, a ter

paciência, a compreender que cada um tem suas dificuldades, mas que todos nós desejamos apenas ser

(10l) felizes... e a palavra GENTILEZA me veio na hora! Comecei a pesquisar sobre o tema e fui

encontrando dados surpreendentes, o que me empolgou cada vez mais. Saí de “férias” por uns dias,

como sempre faço quando vou escrever, e o resultado foi este – o livro “O Poder da Gentileza”.


2. Para você, o que é gentileza?

Rosana Braga: Segundo minhas pesquisas e estudos, e também em minha opinião enquanto

(15l) consultora em relacionamentos, gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado e

meramente cumprir regras de etiqueta, porque, embora possamos (e devamos) aprender a ser gentil,

trata-se de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver

com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar

(20l) uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.


3. Por que nos esquecemos de ser gentis?

Rosana Braga: A rotina nos cega, costumo dizer. Pressionados por ideias equivocadas, que nos

pressionam a ter sempre mais, a cumprir prazos sem nos respeitarmos, a atingir metas que, muitas

(25l) vezes, não fazem parte de nossa missão de vida e daquilo em que acreditamos, tornamo-nos mais e

mais insensíveis. E nesta insensibilidade, vamos agindo e nos relacionando com as pessoas – mesmo

com aquelas que amamos – de forma menos gentil, mais apressada e mais automatizada, sem nos

darmos conta disso. É por isso, que a meu ver, ser gentil não pode depender do outro, não pode ser uma

moeda de troca, tem de ser uma escolha pessoal, um entendimento de que podemos fazer a nossa parte

(30l) e contribuir sim para um mundo melhor. Leonardo Boff tem uma frase maravilhosa que resume bem o que quero dizer: “Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais

delicadas e íntegras ações”.


4. Que benefícios a gentileza nos traz?

Rosana Braga: Ser gentil é extremamente benéfico quando se entende que a gentileza abre portas,

(35l) muda o rumo dos conflitos, facilita negociações, transforma humores, melhora as relações, enfim,

propicia inúmeras vantagens tanto na vida de quem é gentil quanto na de quem se permite receber

gentilezas. No ambiente de trabalho, por exemplo, é fato que as empresas têm preferido, cada vez mais,

profissionais dispostos a solucionar problemas e favorecer as conciliações. Afinal de contas,

competência técnica é oferecida em universidades de todo o país, mas habilidades humanas como a

(40l) gentileza são características escassas e muito benquistas no mundo atual.


5. Como a gentileza interfere no nosso dia a dia? Nas relações de trabalho, no amor, na família?

Rosana Braga: Como disse anteriormente, a gentileza facilita as relações. No livro, conto a

comovente história de vida do Profeta Gentileza, que viveu na cidade do Rio de Janeiro pregando a paz

entre as pessoas. Ele tinha uma frase que ilustra muito bem o que chamo de “poder” da gentileza:

(45l) GENTILEZA gera GENTILEZA. Do mesmo modo, o contrário também é verdadeiro. Ou seja,

grosserias geram grosserias e a gente sabe que ninguém gosta de ser tratado de forma grosseira. Em

minha palestra (com o mesmo título do livro), abordo os malefícios que a falta de gentileza causa em

nossa saúde física, emocional e mental. Para se ter uma ideia do quanto a gentileza interfere em nosso

dia a dia, basta notar: pessoas intolerantes, briguentas e pouco ou nada gentis geralmente sofrem de

(50l) enxaqueca, de gastrite, de ansiedade, de cansaço, de falta de criatividade, entre outras limitações.

Sendo assim, o que podemos fazer de mais inteligente é tratar de praticar a gentileza quanto mais

conseguirmos. E isso é uma escolha antes de mais nada.


(Disponível em: www.rosanabraga.com.br/ Acesso em: 15/19/2015)



TEXTO 2


PROJETO REGISTRA GESTOS DE GENTILEZA DA POPULAÇÃO DE BELO HORIZONTE


(1l) Cada vez mais, com a correria do dia a dia, o tempo e a vontade de praticar a gentileza parecem gestos em extinção. Mas não estão!

Para provar isso, foi conduzida uma matéria em Minas Gerais que percorreu diversos bairros em busca de

exemplos de gentileza e encontrou muita gente amável com o próximo sem esperar nada em troca.

(5l) Após constatar isso, o site Estado Mineiro resolveu iniciar uma série sobre gentileza urbana, como parte do concurso “Prêmio Jornal na Escola” que vai agraciar os autores das três melhores redações sobre gentileza urbana.

São histórias como da artista plástica Estella Cruzmel, de 65, que molha as plantas e retira ervas daninhas do gramado diariamente. Inspiradas pelo gesto da vizinha, a funcionária pública Célia Ribeiro, de 72, e

(10l) Sônia Arantes, de 56, passaram a ajudá-la.

“Resolvemos ajudar, porque ela sozinha não dava conta de cuidar da praça”, diz Célia.

A artista também deixa livros sobre os bancos para quem quiser ler e, até mesmo, levar para casa. “Todos

os dias venho aqui passear e aproveito para ler.”, conta a diarista Cássia Ferreira, de 30 anos.

Outra história incrível é a do lanterneiro Odilon Rodrigues da Silva, de 50, que cultiva uma horta urbana.

(15l) “Ele planta uma sementinha do bem e não espera nada em troca”, diz Wilson Fernandes, de 58. É

possível colher pés de alface, couve, cana-caiana, laranja, mamão, tomates e manjericão frescos.

Aos 93 anos, Padre Augusto Padrão faz questão de parar para conversar com as pessoas. Dá atenção

especial às crianças. “Procuro ser gentil, e a maioria retribui”, diz.

O microempreendedor Carlos Henrique Barbosa, de 44, ajuda idosos e crianças a atravessar o

(20l) cruzamento entre Cristina e Viçosa. “Gentileza gera gentileza”, aposta.

Outra história maravilhosa é a das garis Creuza Ramos e Ana Xavier, que, depois de limpar as ruas do

entorno do Fórum Lafayette, oferecem café a quem passa no ponto de varrição da rua Guajajaras.

#BHmaisgentil

Os Diários Associados iniciam uma campanha de mobilização social. A meta é fazer de Belo Horizonte a

(25l) capital mais gentil do Brasil, sugerindo ações simples como distribuir sorrisos, não jogar lixo na rua,

desligar celulares nos cinemas, entre outras. Para isso basta usar a #BHmaisgentil.

“Gentileza urbana é um tema muito explorado na atualidade, mas queremos, de fato, enfatizar que essa

atitude vai além da cordialidade no trânsito e da civilidade nas ações. Queremos propor uma

transformação social. A escrita é o melhor meio para gerar esse processo, pois é pensando que

(30l) escrevemos e geramos conteúdo. E nada melhor que começar com os jovens, que são a grande mola

transformadora da sociedade”, diz Helivane Evangelista, diretora UniBH.



enunciado 1504814-1


(Disponível em: http://razoesparaacreditar.com/ser/projeto-registra-gestos-de-gentileza-da-populacao-de-bh Acesso 15/09/2015.)


RESPONDA S QUESTÕES DE 1 A 20 E TRANSCREVA AS RESPOSTAS CORRETAS PARA O CARTÃO-RESPOSTA

Observe: “[...] e encontrou muita gente amável com o próximo [...]” (Texto 2 - L. 4)

Há um termo com o mesmo valor sintático-semântico do termo destacado em:

 

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1504813 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

TEXTO 1

O PODER DA GENTILEZA


(1l) 1. Como você se inspirou para escrever “O Poder da Gentileza”?

Rosana Braga: Eu já tratava, desde 2003, do tema “Inteligência Afetiva”, que tem muito a ver com

essa capacidade de se relacionar harmoniosamente com as pessoas, sempre buscando compreender

melhor como se comunicar, de que forma ser claro e impor limites sem precisar ultrapassar os limites

(5l) da boa convivência. Sempre busquei, inclusive, mostrar o quanto a afetividade tem a ver com o

desenvolvimento da inteligência humana e de que forma isso contribui para nossa realização pessoal,

profissional e amorosa. Certo dia, pensando em como abordar esse tema de uma forma ainda mais

fácil, me veio uma percepção muito clara: o quanto temos “desaprendido” a acolher o outro, a ter

paciência, a compreender que cada um tem suas dificuldades, mas que todos nós desejamos apenas ser

(10l) felizes... e a palavra GENTILEZA me veio na hora! Comecei a pesquisar sobre o tema e fui

encontrando dados surpreendentes, o que me empolgou cada vez mais. Saí de “férias” por uns dias,

como sempre faço quando vou escrever, e o resultado foi este – o livro “O Poder da Gentileza”.


2. Para você, o que é gentileza?

Rosana Braga: Segundo minhas pesquisas e estudos, e também em minha opinião enquanto

(15l) consultora em relacionamentos, gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado e

meramente cumprir regras de etiqueta, porque, embora possamos (e devamos) aprender a ser gentil,

trata-se de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver

com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar

(20l) uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.


3. Por que nos esquecemos de ser gentis?

Rosana Braga: A rotina nos cega, costumo dizer. Pressionados por ideias equivocadas, que nos

pressionam a ter sempre mais, a cumprir prazos sem nos respeitarmos, a atingir metas que, muitas

(25l) vezes, não fazem parte de nossa missão de vida e daquilo em que acreditamos, tornamo-nos mais e

mais insensíveis. E nesta insensibilidade, vamos agindo e nos relacionando com as pessoas – mesmo

com aquelas que amamos – de forma menos gentil, mais apressada e mais automatizada, sem nos

darmos conta disso. É por isso, que a meu ver, ser gentil não pode depender do outro, não pode ser uma

moeda de troca, tem de ser uma escolha pessoal, um entendimento de que podemos fazer a nossa parte

(30l) e contribuir sim para um mundo melhor. Leonardo Boff tem uma frase maravilhosa que resume bem o que quero dizer: “Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais

delicadas e íntegras ações”.


4. Que benefícios a gentileza nos traz?

Rosana Braga: Ser gentil é extremamente benéfico quando se entende que a gentileza abre portas,

(35l) muda o rumo dos conflitos, facilita negociações, transforma humores, melhora as relações, enfim,

propicia inúmeras vantagens tanto na vida de quem é gentil quanto na de quem se permite receber

gentilezas. No ambiente de trabalho, por exemplo, é fato que as empresas têm preferido, cada vez mais,

profissionais dispostos a solucionar problemas e favorecer as conciliações. Afinal de contas,

competência técnica é oferecida em universidades de todo o país, mas habilidades humanas como a

(40l) gentileza são características escassas e muito benquistas no mundo atual.


5. Como a gentileza interfere no nosso dia a dia? Nas relações de trabalho, no amor, na família?

Rosana Braga: Como disse anteriormente, a gentileza facilita as relações. No livro, conto a

comovente história de vida do Profeta Gentileza, que viveu na cidade do Rio de Janeiro pregando a paz

entre as pessoas. Ele tinha uma frase que ilustra muito bem o que chamo de “poder” da gentileza:

(45l) GENTILEZA gera GENTILEZA. Do mesmo modo, o contrário também é verdadeiro. Ou seja,

grosserias geram grosserias e a gente sabe que ninguém gosta de ser tratado de forma grosseira. Em

minha palestra (com o mesmo título do livro), abordo os malefícios que a falta de gentileza causa em

nossa saúde física, emocional e mental. Para se ter uma ideia do quanto a gentileza interfere em nosso

dia a dia, basta notar: pessoas intolerantes, briguentas e pouco ou nada gentis geralmente sofrem de

(50l) enxaqueca, de gastrite, de ansiedade, de cansaço, de falta de criatividade, entre outras limitações.

Sendo assim, o que podemos fazer de mais inteligente é tratar de praticar a gentileza quanto mais

conseguirmos. E isso é uma escolha antes de mais nada.


(Disponível em: www.rosanabraga.com.br/ Acesso em: 15/19/2015)



TEXTO 2


PROJETO REGISTRA GESTOS DE GENTILEZA DA POPULAÇÃO DE BELO HORIZONTE


(1l) Cada vez mais, com a correria do dia a dia, o tempo e a vontade de praticar a gentileza parecem gestos em extinção. Mas não estão!

Para provar isso, foi conduzida uma matéria em Minas Gerais que percorreu diversos bairros em busca de

exemplos de gentileza e encontrou muita gente amável com o próximo sem esperar nada em troca.

(5l) Após constatar isso, o site Estado Mineiro resolveu iniciar uma série sobre gentileza urbana, como parte do concurso “Prêmio Jornal na Escola” que vai agraciar os autores das três melhores redações sobre gentileza urbana.

São histórias como da artista plástica Estella Cruzmel, de 65, que molha as plantas e retira ervas daninhas do gramado diariamente. Inspiradas pelo gesto da vizinha, a funcionária pública Célia Ribeiro, de 72, e

(10l) Sônia Arantes, de 56, passaram a ajudá-la.

“Resolvemos ajudar, porque ela sozinha não dava conta de cuidar da praça”, diz Célia.

A artista também deixa livros sobre os bancos para quem quiser ler e, até mesmo, levar para casa. “Todos

os dias venho aqui passear e aproveito para ler.”, conta a diarista Cássia Ferreira, de 30 anos.

Outra história incrível é a do lanterneiro Odilon Rodrigues da Silva, de 50, que cultiva uma horta urbana.

(15l) “Ele planta uma sementinha do bem e não espera nada em troca”, diz Wilson Fernandes, de 58. É

possível colher pés de alface, couve, cana-caiana, laranja, mamão, tomates e manjericão frescos.

Aos 93 anos, Padre Augusto Padrão faz questão de parar para conversar com as pessoas. Dá atenção

especial às crianças. “Procuro ser gentil, e a maioria retribui”, diz.

O microempreendedor Carlos Henrique Barbosa, de 44, ajuda idosos e crianças a atravessar o

(20l) cruzamento entre Cristina e Viçosa. “Gentileza gera gentileza”, aposta.

Outra história maravilhosa é a das garis Creuza Ramos e Ana Xavier, que, depois de limpar as ruas do

entorno do Fórum Lafayette, oferecem café a quem passa no ponto de varrição da rua Guajajaras.

#BHmaisgentil

Os Diários Associados iniciam uma campanha de mobilização social. A meta é fazer de Belo Horizonte a

(25l) capital mais gentil do Brasil, sugerindo ações simples como distribuir sorrisos, não jogar lixo na rua,

desligar celulares nos cinemas, entre outras. Para isso basta usar a #BHmaisgentil.

“Gentileza urbana é um tema muito explorado na atualidade, mas queremos, de fato, enfatizar que essa

atitude vai além da cordialidade no trânsito e da civilidade nas ações. Queremos propor uma

transformação social. A escrita é o melhor meio para gerar esse processo, pois é pensando que

(30l) escrevemos e geramos conteúdo. E nada melhor que começar com os jovens, que são a grande mola

transformadora da sociedade”, diz Helivane Evangelista, diretora UniBH.



enunciado 1504813-1


(Disponível em: http://razoesparaacreditar.com/ser/projeto-registra-gestos-de-gentileza-da-populacao-de-bh Acesso 15/09/2015.)


RESPONDA S QUESTÕES DE 1 A 20 E TRANSCREVA AS RESPOSTAS CORRETAS PARA O CARTÃO-RESPOSTA

Em “Após constatar isso [...]” (Texto 2- L. 5), o termo destacado refere-se à / ao(s):

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504812 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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Para decorar a cozinha de sua casa, uma pessoa deseja colocar uma faixa de azulejos decorativos em toda a extensão de uma das paredes da cozinha.

Para obter um melhor acabamento, serão utilizados somente azulejos inteiros.

Sabendo que existe rejunte de 0,4cm entre dois azulejos e que a decoração começa e termina com azulejos, é correto afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504811 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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Um site de compras coletivas oferece um cupom de crédito de R$70,00 pelo valor de R$40,00 para um determinado restaurante da cidade.

Para compras acima de R$100,00, este site ainda dá um desconto de 20% na compra.

Pedro comprou 4 (quatro) cupons neste site e foi ao restaurante.

Sabe-se que a diferença, entre o valor do produto comprado e o seu crédito adquirido neste cupom, deverá ser paga diretamente no restaurante e, o valor total do cupom deverá ser gasto em uma única visita (não haverá troco ou crédito).

A taxa de serviço (10%) é opcional e poderá ser cobrada sobre o valor original.

O valor original da conta foi de R$350,00.

Como Pedro optou em pagar a taxa de serviço e utilizar todos os cupons adquiridos, podemos afirmar que o total gasto por ele foi de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504810 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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Sobre o texto abaixo, responda às questões 13 e 14.

Um professor fez uma viagem de moto. Na primeira parte desta viagem, ele andou com sua moto a uma velocidade média de 30m/s (metros por segundo) durante uma hora e meia. Após isso, ele ficou parado durante 13’38’’ para tomar um café. Na segunda parte, ele pilotou por 53’47’’ a uma velocidade média de 95km/h. Parou para abastecer. Esta parada durou sete minutos. Por fim, na última parte da viagem, ele gastou 43’30’’, até chegar ao seu destino.

Considerando que este professor iniciou sua viagem às 7h 35’, é correto afirmar que ele chegou ao seu destino às:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504809 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

TEXTO 1

O PODER DA GENTILEZA


(1l) 1. Como você se inspirou para escrever “O Poder da Gentileza”?

Rosana Braga: Eu já tratava, desde 2003, do tema “Inteligência Afetiva”, que tem muito a ver com

essa capacidade de se relacionar harmoniosamente com as pessoas, sempre buscando compreender

melhor como se comunicar, de que forma ser claro e impor limites sem precisar ultrapassar os limites

(5l) da boa convivência. Sempre busquei, inclusive, mostrar o quanto a afetividade tem a ver com o

desenvolvimento da inteligência humana e de que forma isso contribui para nossa realização pessoal,

profissional e amorosa. Certo dia, pensando em como abordar esse tema de uma forma ainda mais

fácil, me veio uma percepção muito clara: o quanto temos “desaprendido” a acolher o outro, a ter

paciência, a compreender que cada um tem suas dificuldades, mas que todos nós desejamos apenas ser

(10l) felizes... e a palavra GENTILEZA me veio na hora! Comecei a pesquisar sobre o tema e fui

encontrando dados surpreendentes, o que me empolgou cada vez mais. Saí de “férias” por uns dias,

como sempre faço quando vou escrever, e o resultado foi este – o livro “O Poder da Gentileza”.


2. Para você, o que é gentileza?

Rosana Braga: Segundo minhas pesquisas e estudos, e também em minha opinião enquanto

(15l) consultora em relacionamentos, gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado e

meramente cumprir regras de etiqueta, porque, embora possamos (e devamos) aprender a ser gentil,

trata-se de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver

com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar

(20l) uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.


3. Por que nos esquecemos de ser gentis?

Rosana Braga: A rotina nos cega, costumo dizer. Pressionados por ideias equivocadas, que nos

pressionam a ter sempre mais, a cumprir prazos sem nos respeitarmos, a atingir metas que, muitas

(25l) vezes, não fazem parte de nossa missão de vida e daquilo em que acreditamos, tornamo-nos mais e

mais insensíveis. E nesta insensibilidade, vamos agindo e nos relacionando com as pessoas – mesmo

com aquelas que amamos – de forma menos gentil, mais apressada e mais automatizada, sem nos

darmos conta disso. É por isso, que a meu ver, ser gentil não pode depender do outro, não pode ser uma

moeda de troca, tem de ser uma escolha pessoal, um entendimento de que podemos fazer a nossa parte

(30l) e contribuir sim para um mundo melhor. Leonardo Boff tem uma frase maravilhosa que resume bem o que quero dizer: “Não serão nossos gritos a fazer a diferença e sim a força contida em nossas mais

delicadas e íntegras ações”.


4. Que benefícios a gentileza nos traz?

Rosana Braga: Ser gentil é extremamente benéfico quando se entende que a gentileza abre portas,

(35l) muda o rumo dos conflitos, facilita negociações, transforma humores, melhora as relações, enfim,

propicia inúmeras vantagens tanto na vida de quem é gentil quanto na de quem se permite receber

gentilezas. No ambiente de trabalho, por exemplo, é fato que as empresas têm preferido, cada vez mais,

profissionais dispostos a solucionar problemas e favorecer as conciliações. Afinal de contas,

competência técnica é oferecida em universidades de todo o país, mas habilidades humanas como a

(40l) gentileza são características escassas e muito benquistas no mundo atual.


5. Como a gentileza interfere no nosso dia a dia? Nas relações de trabalho, no amor, na família?

Rosana Braga: Como disse anteriormente, a gentileza facilita as relações. No livro, conto a

comovente história de vida do Profeta Gentileza, que viveu na cidade do Rio de Janeiro pregando a paz

entre as pessoas. Ele tinha uma frase que ilustra muito bem o que chamo de “poder” da gentileza:

(45l) GENTILEZA gera GENTILEZA. Do mesmo modo, o contrário também é verdadeiro. Ou seja,

grosserias geram grosserias e a gente sabe que ninguém gosta de ser tratado de forma grosseira. Em

minha palestra (com o mesmo título do livro), abordo os malefícios que a falta de gentileza causa em

nossa saúde física, emocional e mental. Para se ter uma ideia do quanto a gentileza interfere em nosso

dia a dia, basta notar: pessoas intolerantes, briguentas e pouco ou nada gentis geralmente sofrem de

(50l) enxaqueca, de gastrite, de ansiedade, de cansaço, de falta de criatividade, entre outras limitações.

Sendo assim, o que podemos fazer de mais inteligente é tratar de praticar a gentileza quanto mais

conseguirmos. E isso é uma escolha antes de mais nada.


(Disponível em: www.rosanabraga.com.br/ Acesso em: 15/19/2015)



TEXTO 2


PROJETO REGISTRA GESTOS DE GENTILEZA DA POPULAÇÃO DE BELO HORIZONTE


(1l) Cada vez mais, com a correria do dia a dia, o tempo e a vontade de praticar a gentileza parecem gestos em extinção. Mas não estão!

Para provar isso, foi conduzida uma matéria em Minas Gerais que percorreu diversos bairros em busca de

exemplos de gentileza e encontrou muita gente amável com o próximo sem esperar nada em troca.

(5l) Após constatar isso, o site Estado Mineiro resolveu iniciar uma série sobre gentileza urbana, como parte do concurso “Prêmio Jornal na Escola” que vai agraciar os autores das três melhores redações sobre gentileza urbana.

São histórias como da artista plástica Estella Cruzmel, de 65, que molha as plantas e retira ervas daninhas do gramado diariamente. Inspiradas pelo gesto da vizinha, a funcionária pública Célia Ribeiro, de 72, e

(10l) Sônia Arantes, de 56, passaram a ajudá-la.

“Resolvemos ajudar, porque ela sozinha não dava conta de cuidar da praça”, diz Célia.

A artista também deixa livros sobre os bancos para quem quiser ler e, até mesmo, levar para casa. “Todos

os dias venho aqui passear e aproveito para ler.”, conta a diarista Cássia Ferreira, de 30 anos.

Outra história incrível é a do lanterneiro Odilon Rodrigues da Silva, de 50, que cultiva uma horta urbana.

(15l) “Ele planta uma sementinha do bem e não espera nada em troca”, diz Wilson Fernandes, de 58. É

possível colher pés de alface, couve, cana-caiana, laranja, mamão, tomates e manjericão frescos.

Aos 93 anos, Padre Augusto Padrão faz questão de parar para conversar com as pessoas. Dá atenção

especial às crianças. “Procuro ser gentil, e a maioria retribui”, diz.

O microempreendedor Carlos Henrique Barbosa, de 44, ajuda idosos e crianças a atravessar o

(20l) cruzamento entre Cristina e Viçosa. “Gentileza gera gentileza”, aposta.

Outra história maravilhosa é a das garis Creuza Ramos e Ana Xavier, que, depois de limpar as ruas do

entorno do Fórum Lafayette, oferecem café a quem passa no ponto de varrição da rua Guajajaras.

#BHmaisgentil

Os Diários Associados iniciam uma campanha de mobilização social. A meta é fazer de Belo Horizonte a

(25l) capital mais gentil do Brasil, sugerindo ações simples como distribuir sorrisos, não jogar lixo na rua,

desligar celulares nos cinemas, entre outras. Para isso basta usar a #BHmaisgentil.

“Gentileza urbana é um tema muito explorado na atualidade, mas queremos, de fato, enfatizar que essa

atitude vai além da cordialidade no trânsito e da civilidade nas ações. Queremos propor uma

transformação social. A escrita é o melhor meio para gerar esse processo, pois é pensando que

(30l) escrevemos e geramos conteúdo. E nada melhor que começar com os jovens, que são a grande mola

transformadora da sociedade”, diz Helivane Evangelista, diretora UniBH.



enunciado 1504809-1


(Disponível em: http://razoesparaacreditar.com/ser/projeto-registra-gestos-de-gentileza-da-populacao-de-bh Acesso 15/09/2015.)


RESPONDA S QUESTÕES DE 1 A 20 E TRANSCREVA AS RESPOSTAS CORRETAS PARA O CARTÃO-RESPOSTA

Observe: “Procuro sempre ser gentil, e a maioria retribui [...]” (Texto 2- L. 18)

O verbo retribuir é transitivo no sentido de gratificar, dar retribuição. No contexto da frase, entretanto, este verbo:

 

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1504808 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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Sobre o texto abaixo, responda às questões 13 e 14.

Um professor fez uma viagem de moto. Na primeira parte desta viagem, ele andou com sua moto a uma velocidade média de 30m/s (metros por segundo) durante uma hora e meia. Após isso, ele ficou parado durante 13’38’’ para tomar um café. Na segunda parte, ele pilotou por 53’47’’ a uma velocidade média de 95km/h. Parou para abastecer. Esta parada durou sete minutos. Por fim, na última parte da viagem, ele gastou 43’30’’, até chegar ao seu destino.

Para medir a velocidade utilizamos a razão entre as medidas de distância e de tempo. Sabemos que é possível realizar mudanças de unidades a fim de representar melhor cada situação.

Fazendo as conversões de unidades, podemos afirmar que a distância percorrida na primeira parte da viagem foi de:

 

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