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1504767 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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TEXTO 1


O som dos sentimentos

Babi Dewett


1 ___ João Paulo tirou a mochila preta dos ombros e a colocou no chão, perto dos pés, e, ao lado dela,

apoiou a caixa dura e surrada de couro onde trazia seu violão. Respirou fundo, afastou os cabelos loiros

da testa, desgrudando-os um pouco do suor que escorria, e olhou para os lados analisando o lugar que

tinha escolhido para apresentar-se nos próximos meses. Era tão movimentado, que muita gente passava

5 sem notar o garoto de 19 anos alto, magro e desengonçado plantado no meio da calçada, já que não era o

único músico lá. Enquanto retirava seu instrumento da caixa, uma ou duas pessoas esbarravam na sua

mochila, mas João continuou focado em preparar-se, passando a correia do violão pelo ombro e afinando

as cordas.

___ Apesar de todo o barulho daquele espaço aberto e da quantidade de gente que passava apressada

10 por ali por causa do horário de almoço, sabia que seria um enorme desafio, mas seu plano era seguir em

frente. Não haveria público melhor que aquelas pessoas, que nem desconfiavam que eram consideradas

um público. Para João, aquele era um ritual de passagem, como havia sido para muitos outros estudantes

do Conservatório Musical, que ficava ali perto, na Avenida 9 de Julho.

___Atrás e acima do garoto, imponente, erguia-se o Museu de Arte de São Paulo, o famoso MASP.

15 Bonito e moderno, estava situado na avenida que tinha feito João se apaixonar pela capital paulistana

desde o primeiro dia que chegou à cidade para estudar música, dois anos antes, vindo de Belo Horizonte.

A fachada do museu parecia cenário de filme, e o enorme vão que existia entre suas duas gigantescas

pilastras vermelhas estava sempre cheio de gente. Era um ótimo lugar para o rapaz passar suas tardes

tocando, quando saía do Conservatório, depois das aulas da manhã.

20 ___ Ele achava triste ver que tantas pessoas corriam do metrô para os prédios comerciais, e dos

prédios para os ônibus ou para as ruas transversais, sem notar toda a beleza que a Avenida Paulista tinha

em seu concreto e seriedade. Mas João era apaixonado pelas pequenas coisas, pela beleza sutil dos

detalhes, e por isso mesmo gostava tanto de música. Os acordes, os sons, as notas e a maneira incrível

como a melodia exercia um poder imenso sobre as pessoas, não importando se músico ou ouvinte,

25 fascinavam o rapaz. Para ele, sons eram universais, e ele tinha certeza de que conseguiria mostrar isso ao

mundo, estudando muito e fazendo um ótimo trabalho no Conservatório.

___ Naquele início de tarde de um outono recém-chegado, no dia 22 de março, o primeiro acorde no

violão de madeira clara soou na grande avenida pelas mãos de João Paulo. Diante dele e de seu

instrumento, um pequeno pote para moedas era um convite para os passantes depositarem sua

30 contribuição. Ele estava decidido a arrecadar qualquer quantia em dinheiro, não para ele, mas para doar

para outras pessoas e, quem sabe, mudar suas vidas, por mais poético e impossível que isso pudesse

parecer.

___ Deixando-se levar por um sentimento maior de idealismo, pensando nas contribuições que viriam

e em sua paixão pela música, João Paulo começou a entoar “Blackbird”, dos Beatles. Sua voz não era

35 suave nem bonita, mas grave e até um pouco desafinada, porém ele conseguia emitir as notas e cantar

sem esforço. Ainda tentando se concentrar naquele novo “trabalho”, ficou mais calmo quando conseguiu

arrancar sorrisos de dois senhores engravatados que passavam e de uma moça que empurrava um

carrinho de bebê, e parou para ouvir. Foram poucos em sua plateia, mas quem sabe não seria mais fácil

depois de alguns dias?


(PIMENTA, Paula et al. Um ano inesquecível. 1ª edição. Belo Horizonte: Editora Gutenberg, 2015.)


TEXTO 2


Minha vida fora de série


Sally: A parte mais difícil de seguir em frente é não olhar pra trás. (Felicity)


1 ___ “Lembre-se de fazer um pedido antes de apagar as velas, Priscila!”

___ Minha mãe estava louca se achava que tinha alguma possibilidade de eu ter me esquecido da

melhor parte. Fechei os olhos para me concentrar melhor e falei: “Eu quero voltar pra São Paulo!”

___ “Ai, sua burra! Não pode falar o desejo em voz alta, senão não acontece!”

5___ “Marina! Será que nem na hora dos parabéns você para de implicar?”

___ “O pedido da Priscila não vai se realizar. Mas não porque ela o mencionou em voz alta.” E

virando-se para mim, com uma expressão meio triste e cansada, ela acrescentou: “Meu bem, já

discutimos isso umas 50 vezes. Nossa vida agora é aqui...”.

___ Subitamente, perdi o interesse pelo enorme bolo de brigadeiro que estava na minha frente. Sem

10 me preocupar em apagar as velas, saí pisando duro em direção ao meu quarto. Antes de bater a porta

com força, gritei que, se eu não podia voltar pra São Paulo, então eu não queria nada, pois coisa

nenhuma em Belo Horizonte tinha o poder de me fazer feliz!

___ Deitei-me na cama e comecei a me lembrar de como o meu aniversário do ano anterior havia

sido diferente. Eu tinha convidado todas as minhas amigas para nadar na minha casa, meu pai havia

15 feito um churrasco, e o dia não poderia ter sido mais feliz. Como eu gostaria de voltar no tempo...

___ Ouvi uma batida na porta e apenas mandei que a pessoa fosse embora. Era minha prima. Ela

entrou, fechou a porta atrás de si e se sentou na minha cama, sem me pedir minha permissão. Peguei

uma revista e comecei a folhear, pra que ela percebesse que eu não queria conversa.

___ “Pri...”, ela começou baixinho. “Sua mãe ficou triste... ela está quase chorando lá embaixo.”

20 _ “Agora você já tem 13 anos, não pode continuar agindo como um caramujo que se esconde na

concha a cada contrariedade!”

___ Isso fez com que eu fechasse a revista com força. Ela tinha conseguido me deixar ainda mais

brava.

___ “E você é muito adulta pra me dar conselhos, não é?”, eu disse, me levantando. “Quantos anos

25 você tem mesmo? Treze anos e nove meses, se me lembro bem?”

___ “Priscila, na verdade a idade não importa, mas sim o fato de que você deveria apoiar a sua mãe!

Você acha que não está sendo difícil pra ela também? Ela acabou de se separar do seu pai! Deve estar

sofrendo muito por causa disso! Não precisa também de uma filha mimada pra tornar as coisas ainda

mais complicadas pra ela nesse momento!”

30_ Eu sabia que minha mãe estava sofrendo. Ela fazia de tudo para esconder, mas eu a escutava

chorar trancada no quarto algumas vezes e reparava nos olhos inchados com os quais ela vinha

acordando todas as manhãs. Eu imaginava que ela devia estar chorando bastante de madrugada. Tudo o

que eu mais queria era poder aliviar esse sofrimento dela, mas eu estava tão infeliz também, que nem

conseguia fingir. E eu sabia que isso a deixava ainda mais triste.

35 _ “Mas por que ela tinha que resolver se mudar?”, eu me sentei. “Por que ela tinha que mudar a

nossa vida inteira? E por que ela não me deixou ficar lá com meu pai e meu irmão?”

___ No processo de separação de meus pais, eles dividiram tudo... inclusive os filhos e os animais de

estimação. Eu, o Biscoito, a Snow e o Biju viemos com minha mãe pra BH. O meu irmão, a Duna, o

Chico e o Pavarotti permaneceram com meu pai, em São Paulo. Esse acordo maluco, de dividir tudo,

40 podia muito bem funcionar pra eles, que quiseram parecer justos um com o outro, mas para mim

foi muito pior! [...] (Texto adaptado)


(PIMENTA, Paula. Minha vida fora de série: 1ª temporada. 7ª edição. Belo Horizonte: Gutenberg, 2013.)

Quanto à estrutura narrativa do Texto 1, todas as alternativas são verdadeiras, EXCETO:

 

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1504766 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte
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TEXTO 1


O som dos sentimentos

Babi Dewett


1 ___ João Paulo tirou a mochila preta dos ombros e a colocou no chão, perto dos pés, e, ao lado dela,

apoiou a caixa dura e surrada de couro onde trazia seu violão. Respirou fundo, afastou os cabelos loiros

da testa, desgrudando-os um pouco do suor que escorria, e olhou para os lados analisando o lugar que

tinha escolhido para apresentar-se nos próximos meses. Era tão movimentado, que muita gente passava

5 sem notar o garoto de 19 anos alto, magro e desengonçado plantado no meio da calçada, já que não era o

único músico lá. Enquanto retirava seu instrumento da caixa, uma ou duas pessoas esbarravam na sua

mochila, mas João continuou focado em preparar-se, passando a correia do violão pelo ombro e afinando

as cordas.

___ Apesar de todo o barulho daquele espaço aberto e da quantidade de gente que passava apressada

10 por ali por causa do horário de almoço, sabia que seria um enorme desafio, mas seu plano era seguir em

frente. Não haveria público melhor que aquelas pessoas, que nem desconfiavam que eram consideradas

um público. Para João, aquele era um ritual de passagem, como havia sido para muitos outros estudantes

do Conservatório Musical, que ficava ali perto, na Avenida 9 de Julho.

___Atrás e acima do garoto, imponente, erguia-se o Museu de Arte de São Paulo, o famoso MASP.

15 Bonito e moderno, estava situado na avenida que tinha feito João se apaixonar pela capital paulistana

desde o primeiro dia que chegou à cidade para estudar música, dois anos antes, vindo de Belo Horizonte.

A fachada do museu parecia cenário de filme, e o enorme vão que existia entre suas duas gigantescas

pilastras vermelhas estava sempre cheio de gente. Era um ótimo lugar para o rapaz passar suas tardes

tocando, quando saía do Conservatório, depois das aulas da manhã.

20 ___ Ele achava triste ver que tantas pessoas corriam do metrô para os prédios comerciais, e dos

prédios para os ônibus ou para as ruas transversais, sem notar toda a beleza que a Avenida Paulista tinha

em seu concreto e seriedade. Mas João era apaixonado pelas pequenas coisas, pela beleza sutil dos

detalhes, e por isso mesmo gostava tanto de música. Os acordes, os sons, as notas e a maneira incrível

como a melodia exercia um poder imenso sobre as pessoas, não importando se músico ou ouvinte,

25 fascinavam o rapaz. Para ele, sons eram universais, e ele tinha certeza de que conseguiria mostrar isso ao

mundo, estudando muito e fazendo um ótimo trabalho no Conservatório.

___ Naquele início de tarde de um outono recém-chegado, no dia 22 de março, o primeiro acorde no

violão de madeira clara soou na grande avenida pelas mãos de João Paulo. Diante dele e de seu

instrumento, um pequeno pote para moedas era um convite para os passantes depositarem sua

30 contribuição. Ele estava decidido a arrecadar qualquer quantia em dinheiro, não para ele, mas para doar

para outras pessoas e, quem sabe, mudar suas vidas, por mais poético e impossível que isso pudesse

parecer.

___ Deixando-se levar por um sentimento maior de idealismo, pensando nas contribuições que viriam

e em sua paixão pela música, João Paulo começou a entoar “Blackbird”, dos Beatles. Sua voz não era

35 suave nem bonita, mas grave e até um pouco desafinada, porém ele conseguia emitir as notas e cantar

sem esforço. Ainda tentando se concentrar naquele novo “trabalho”, ficou mais calmo quando conseguiu

arrancar sorrisos de dois senhores engravatados que passavam e de uma moça que empurrava um

carrinho de bebê, e parou para ouvir. Foram poucos em sua plateia, mas quem sabe não seria mais fácil

depois de alguns dias?


(PIMENTA, Paula et al. Um ano inesquecível. 1ª edição. Belo Horizonte: Editora Gutenberg, 2015.)


TEXTO 2


Minha vida fora de série


Sally: A parte mais difícil de seguir em frente é não olhar pra trás. (Felicity)


1 ___ “Lembre-se de fazer um pedido antes de apagar as velas, Priscila!”

___ Minha mãe estava louca se achava que tinha alguma possibilidade de eu ter me esquecido da

melhor parte. Fechei os olhos para me concentrar melhor e falei: “Eu quero voltar pra São Paulo!”

___ “Ai, sua burra! Não pode falar o desejo em voz alta, senão não acontece!”

5___ “Marina! Será que nem na hora dos parabéns você para de implicar?”

___ “O pedido da Priscila não vai se realizar. Mas não porque ela o mencionou em voz alta.” E

virando-se para mim, com uma expressão meio triste e cansada, ela acrescentou: “Meu bem, já

discutimos isso umas 50 vezes. Nossa vida agora é aqui...”.

___ Subitamente, perdi o interesse pelo enorme bolo de brigadeiro que estava na minha frente. Sem

10 me preocupar em apagar as velas, saí pisando duro em direção ao meu quarto. Antes de bater a porta

com força, gritei que, se eu não podia voltar pra São Paulo, então eu não queria nada, pois coisa

nenhuma em Belo Horizonte tinha o poder de me fazer feliz!

___ Deitei-me na cama e comecei a me lembrar de como o meu aniversário do ano anterior havia

sido diferente. Eu tinha convidado todas as minhas amigas para nadar na minha casa, meu pai havia

15 feito um churrasco, e o dia não poderia ter sido mais feliz. Como eu gostaria de voltar no tempo...

___ Ouvi uma batida na porta e apenas mandei que a pessoa fosse embora. Era minha prima. Ela

entrou, fechou a porta atrás de si e se sentou na minha cama, sem me pedir minha permissão. Peguei

uma revista e comecei a folhear, pra que ela percebesse que eu não queria conversa.

___ “Pri...”, ela começou baixinho. “Sua mãe ficou triste... ela está quase chorando lá embaixo.”

20 _ “Agora você já tem 13 anos, não pode continuar agindo como um caramujo que se esconde na

concha a cada contrariedade!”

___ Isso fez com que eu fechasse a revista com força. Ela tinha conseguido me deixar ainda mais

brava.

___ “E você é muito adulta pra me dar conselhos, não é?”, eu disse, me levantando. “Quantos anos

25 você tem mesmo? Treze anos e nove meses, se me lembro bem?”

___ “Priscila, na verdade a idade não importa, mas sim o fato de que você deveria apoiar a sua mãe!

Você acha que não está sendo difícil pra ela também? Ela acabou de se separar do seu pai! Deve estar

sofrendo muito por causa disso! Não precisa também de uma filha mimada pra tornar as coisas ainda

mais complicadas pra ela nesse momento!”

30_ Eu sabia que minha mãe estava sofrendo. Ela fazia de tudo para esconder, mas eu a escutava

chorar trancada no quarto algumas vezes e reparava nos olhos inchados com os quais ela vinha

acordando todas as manhãs. Eu imaginava que ela devia estar chorando bastante de madrugada. Tudo o

que eu mais queria era poder aliviar esse sofrimento dela, mas eu estava tão infeliz também, que nem

conseguia fingir. E eu sabia que isso a deixava ainda mais triste.

35 _ “Mas por que ela tinha que resolver se mudar?”, eu me sentei. “Por que ela tinha que mudar a

nossa vida inteira? E por que ela não me deixou ficar lá com meu pai e meu irmão?”

___ No processo de separação de meus pais, eles dividiram tudo... inclusive os filhos e os animais de

estimação. Eu, o Biscoito, a Snow e o Biju viemos com minha mãe pra BH. O meu irmão, a Duna, o

Chico e o Pavarotti permaneceram com meu pai, em São Paulo. Esse acordo maluco, de dividir tudo,

40 podia muito bem funcionar pra eles, que quiseram parecer justos um com o outro, mas para mim

foi muito pior! [...] (Texto adaptado)


(PIMENTA, Paula. Minha vida fora de série: 1ª temporada. 7ª edição. Belo Horizonte: Gutenberg, 2013.)

O Título do Texto 1, “O som do sentimento”, faz referência à vontade que João Paulo tem de ajudar o próximo e a sua paixão pela música. Assinale a alternativa cuja passagem retirada do texto demonstra essa afirmação:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504765 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

Em um conjunto com cinco números: a1, a2, a3, a4 e a5, sabe-se que a média aritmética dos três primeiros é igual a 15 e a média aritmética dos dois últimos é igual a 10. Se a4 = a5, a2 = 15 e a3 = 2.a1, então identifique a alternativa que apresenta a moda desse conjunto de números.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504764 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

O gráfico representa o resultado de uma prova aplicada em uma turma do CMBH. Identifique a alternativa que apresenta o inteiro mais próximo da média aritmética das notas dos alunos desta turma.

enunciado 1504764-1

Fonte: Diário de Classe.

 

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1504763 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

Ao entrarem na sala de aula, os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental do CMBH encontram três quadrados desenhados no quadro. O quadrado ABCD possuía 80 cm de perímetro, o quadrado EFGH possuía uma diagonal com 300 mm de comprimento e o quadrado IJKL possuía uma área com 3,24 dm2 .

Compare os quadrados e identifique a alternativa correta.

 

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1504762 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

As caixas de leite sofrem variações das medidas para facilitar a estocagem, o manuseio, a economia de papel, entre outras finalidades.

Encontramos a caixa A com as seguintes dimensões aproximadas: 6 cm x 9 cm x 18,6 cm e outra caixa B com as seguintes dimensões aproximadas: 7,1 cm x 7,1 cm x 19,9 cm.

Identifique a alternativa correta.

 

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1504761 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer, o “Gênio das Formas”, nasceu e faleceu na cidade do Rio de Janeiro (15/12/1907 - 05/12/2012).

Engenheiro arquiteto, reconhecido pela beleza, ousadia e leveza de seus projetos nacionais e internacionais.

A Igreja e o Museu da Pampulha, a Casa do Baile e a Cidade Administrativa Presidente Tancredo de Almeida Neves, em Belo Horizonte são marcas da sua genialidade.

Identifique a alternativa correta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504760 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

Seja o quadrilátero ABCD inscrito numa circunferência de raio r, tal que seu ângulo interno !$ \hat A !$ meça 150° e que os ângulos internos !$ \hat B !$ e !$ \hat D !$ sejam congruentes.

Nessas condições, a razão entre a medida da soma de suas diagonais !$ (\overline{AC} + \overline{BD}) !$ e o comprimento da circunferência que o inscreve é dada por:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504759 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

Seja um retângulo ABCD, cuja base !$ \overline{AB} !$ B mede 18 cm, conforme se vê na figura abaixo. M é o ponto médio de !$ \overline{CD} !$. O triângulo ABM é equilátero.

Nessas condições, o segmento !$ \overline{AP} !$ mede:

Enunciado 1504759-1

 

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Questão presente nas seguintes provas
1504758 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Belo Horizonte
Orgão: Col.Mil. Belo Horizonte

Sobre os quadriláteros, assinale a alternativa correta:

 

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