Foram encontradas 40 questões.
Leia o Texto 03 para responder aos itens de 06 a 11.
TEXTO 03
Entrevista: Michael Pollan, o defensor da comida de vó
Por Mariana Weber
01 Michael Pollan criou uma das frases mais usadas hoje por quem se importa com saúde
02 alimentar: "Comida é aquilo que a sua avó chamaria de comida". Para o jornalista americano,
03 especializado em alimentação e que trava uma guerra contra_ comida industrializada, o mero
04 ato de cozinhar tem o poder de nos tornar mais saudáveis.
05 Autor de várias obras sobre o assunto, entre elas O Dilema do Onívoro, Pollan falou _
06 SUPER sobre seu livro Cozinhar - Uma História Natural da Transformação, em que vestiu o
07 avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento e também a importância de pilotar o
08 próprio fogão.
09 SUPER: A comida de muitas avós também tinha muito açúcar, gordura, sal e até
10 processados, como leite condensado. Somos nostálgicos sobre a comida do passado?
11 Em alguns casos, sim. De modo geral, havia menos produtos processados, mas farinha branca é
12 bastante usada desde 1870. Elas faziam comidas doces, como bolos, para ocasiões especiais. Já
13 as corporações ficam felizes de servir sobremesa toda noite. Há comidas muito atrativas, como
14 batatas fritas, que dão trabalho para fazer. Mas as companhias tomam simples comer isso todo
15 dia. No livro Regras da Comida, eu digo que você pode comer toda a junk food que puder
16 cozinhar. O ato de cozinhar regula a alimentação.
17 Como cozinhar nos transformou como espécie?
18 Sempre foi um mistério como desenvolvemos cérebros tão grandes e um sistema digestivo
19 menor. A mais interessante e persuasiva teoria diz que foi quando começamos _ cozinhar.
20 Comida cozida dá mais energia. O fogo começa o processo de digestão, além de remover
21 toxinas dos alimentos. Ele diminui a necessidade de mastigar, o que nos liberou tempo, e nos
22 fez mais sociais. Antes, os homens não se sentavam e compartilhavam o alimento. Assim,
23 tivemos que aprender os rudimentos da civilização, como dividir, esperar.
24 Se cozinhar nos tornou humanos, como deixar de cozinhar nos afeta?
25 Os países em que se cozinha mais têm menos obesidade. Quanto menos se cozinha, mais fast
26 food se consome. Em casa, as pessoas deixam de comer juntas. O adolescente come uma pizza
27 congelada; a mãe, uma salada; o pai, um pedaço de carne pré-preparada; as crianças comem
28 enquanto fazem outra atividade, como lição de casa ou TV. A vida familiar tende_ desunião.
29 E há mesmo um efeito na civilidade. Nas refeições, as crianças aprendem a arte de viver em
30 sociedade: a dividir, esperar a vez, discutir sem brigar.
31 Como reverter a tendência mundial de cozinhar menos?
32 Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha. Aprendo
33 tanto sobre a natureza ao manusear animais e plantas: aprendo sobre transformações, sobre
34 química, física, biologia. E também cultura, porque você está trabalhando com tradições. É um
35 dos jeitos mais intelectualmente absorventes de passar o tempo. Por que precisamos de
36 bactérias? Como transformar açúcar em álcool? Essas transformações são milagres, mas a
37 maioria não pensa sobre isso.
38 Ao mesmo tempo em que muita gente já não cozinha tanto nem se senta para comer em
39 família, um monte de fotos de comida é postada nas redes sociais ...
40 Esse contato não é tão íntimo. Não contempla a habilidade de conectar com todos os nossos
41 sentidos. As pessoas estão muito interessadas em comida e em cozinhar, mas não cozinham. É
42 uma cultura cio espectador, de ver mais do que fazer. A indústria prefere assim, pois pode fazer
43 por nós.
Fonte: https://supcr.abril.com.br/comportamento/entrevista-michael-pollan-o-dcfensor-da-comida-de-vo/. Acesso em O 1/09/2017. Adaptado e modificado.
Glossário:
Junk food - comida lixo; besteiras; expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico, com
níveis reduzidos de nutrientes.
Fast Jood - comida rápida; lanches.
Preencha os parênteses com V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas. Nas afirmativas abaixo, seria mantida a relação de sentido semelhante à cio texto original se acrescentássemos:
( ) "Já que" antes de "O ato de cozinhar" (1. 16).
( ) "Porém," antes de "Quanto menos se cozinha" (1. 25).
( ) "Entretanto," antes de ''Nas refeições" (1. 29).
( ) "Na verdade," antes de "não cozinham" (1. 41).
Marque a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.
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TEXTO 03
Entrevista: Michael Pollan, o defensor da comida de vó
Por Mariana Weber
01 Michael Pollan criou uma das frases mais usadas hoje por quem se importa com saúde
02 alimentar: "Comida é aquilo que a sua avó chamaria de comida". Para o jornalista americano,
03 especializado em alimentação e que trava uma guerra contra_ comida industrializada, o mero
04 ato de cozinhar tem o poder de nos tornar mais saudáveis.
05 Autor de várias obras sobre o assunto, entre elas O Dilema do Onívoro, Pollan falou _
06 SUPER sobre seu livro Cozinhar - Uma História Natural da Transformação, em que vestiu o
07 avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento e também a importância de pilotar o
08 próprio fogão.
09 SUPER: A comida de muitas avós também tinha muito açúcar, gordura, sal e até
10 processados, como leite condensado. Somos nostálgicos sobre a comida do passado?
11 Em alguns casos, sim. De modo geral, havia menos produtos processados, mas farinha branca é
12 bastante usada desde 1870. Elas faziam comidas doces, como bolos, para ocasiões especiais. Já
13 as corporações ficam felizes de servir sobremesa toda noite. Há comidas muito atrativas, como
14 batatas fritas, que dão trabalho para fazer. Mas as companhias tomam simples comer isso todo
15 dia. No livro Regras da Comida, eu digo que você pode comer toda a junk food que puder
16 cozinhar. O ato de cozinhar regula a alimentação.
17 Como cozinhar nos transformou como espécie?
18 Sempre foi um mistério como desenvolvemos cérebros tão grandes e um sistema digestivo
19 menor. A mais interessante e persuasiva teoria diz que foi quando começamos _ cozinhar.
20 Comida cozida dá mais energia. O fogo começa o processo de digestão, além de remover
21 toxinas dos alimentos. Ele diminui a necessidade de mastigar, o que nos liberou tempo, e nos
22 fez mais sociais. Antes, os homens não se sentavam e compartilhavam o alimento. Assim,
23 tivemos que aprender os rudimentos da civilização, como dividir, esperar.
24 Se cozinhar nos tornou humanos, como deixar de cozinhar nos afeta?
25 Os países em que se cozinha mais têm menos obesidade. Quanto menos se cozinha, mais fast
26 food se consome. Em casa, as pessoas deixam de comer juntas. O adolescente come uma pizza
27 congelada; a mãe, uma salada; o pai, um pedaço de carne pré-preparada; as crianças comem
28 enquanto fazem outra atividade, como lição de casa ou TV. A vida familiar tende_ desunião.
29 E há mesmo um efeito na civilidade. Nas refeições, as crianças aprendem a arte de viver em
30 sociedade: a dividir, esperar a vez, discutir sem brigar.
31 Como reverter a tendência mundial de cozinhar menos?
32 Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha. Aprendo
33 tanto sobre a natureza ao manusear animais e plantas: aprendo sobre transformações, sobre
34 química, física, biologia. E também cultura, porque você está trabalhando com tradições. É um
35 dos jeitos mais intelectualmente absorventes de passar o tempo. Por que precisamos de
36 bactérias? Como transformar açúcar em álcool? Essas transformações são milagres, mas a
37 maioria não pensa sobre isso.
38 Ao mesmo tempo em que muita gente já não cozinha tanto nem se senta para comer em
39 família, um monte de fotos de comida é postada nas redes sociais ...
40 Esse contato não é tão íntimo. Não contempla a habilidade de conectar com todos os nossos
41 sentidos. As pessoas estão muito interessadas em comida e em cozinhar, mas não cozinham. É
42 uma cultura cio espectador, de ver mais do que fazer. A indústria prefere assim, pois pode fazer
43 por nós.
Fonte: https://supcr.abril.com.br/comportamento/entrevista-michael-pollan-o-dcfensor-da-comida-de-vo/. Acesso em O 1/09/2017. Adaptado e modificado.
Glossário:
Junk food - comida lixo; besteiras; expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico, com
níveis reduzidos de nutrientes.
Fast Jood - comida rápida; lanches.
Em "A mais interessante e persuasiva teoria" (l.19), o teimo "persuasiva" poderia ser substituído, sem mudança de sentido, por:
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TEXTO 03
Entrevista: Michael Pollan, o defensor da comida de vó
Por Mariana Weber
01 Michael Pollan criou uma das frases mais usadas hoje por quem se importa com saúde
02 alimentar: "Comida é aquilo que a sua avó chamaria de comida". Para o jornalista americano,
03 especializado em alimentação e que trava uma guerra contra_ comida industrializada, o mero
04 ato de cozinhar tem o poder de nos tornar mais saudáveis.
05 Autor de várias obras sobre o assunto, entre elas O Dilema do Onívoro, Pollan falou _
06 SUPER sobre seu livro Cozinhar - Uma História Natural da Transformação, em que vestiu o
07 avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento e também a importância de pilotar o
08 próprio fogão.
09 SUPER: A comida de muitas avós também tinha muito açúcar, gordura, sal e até
10 processados, como leite condensado. Somos nostálgicos sobre a comida do passado?
11 Em alguns casos, sim. De modo geral, havia menos produtos processados, mas farinha branca é
12 bastante usada desde 1870. Elas faziam comidas doces, como bolos, para ocasiões especiais. Já
13 as corporações ficam felizes de servir sobremesa toda noite. Há comidas muito atrativas, como
14 batatas fritas, que dão trabalho para fazer. Mas as companhias tomam simples comer isso todo
15 dia. No livro Regras da Comida, eu digo que você pode comer toda a junk food que puder
16 cozinhar. O ato de cozinhar regula a alimentação.
17 Como cozinhar nos transformou como espécie?
18 Sempre foi um mistério como desenvolvemos cérebros tão grandes e um sistema digestivo
19 menor. A mais interessante e persuasiva teoria diz que foi quando começamos _ cozinhar.
20 Comida cozida dá mais energia. O fogo começa o processo de digestão, além de remover
21 toxinas dos alimentos. Ele diminui a necessidade de mastigar, o que nos liberou tempo, e nos
22 fez mais sociais. Antes, os homens não se sentavam e compartilhavam o alimento. Assim,
23 tivemos que aprender os rudimentos da civilização, como dividir, esperar.
24 Se cozinhar nos tornou humanos, como deixar de cozinhar nos afeta?
25 Os países em que se cozinha mais têm menos obesidade. Quanto menos se cozinha, mais fast
26 food se consome. Em casa, as pessoas deixam de comer juntas. O adolescente come uma pizza
27 congelada; a mãe, uma salada; o pai, um pedaço de carne pré-preparada; as crianças comem
28 enquanto fazem outra atividade, como lição de casa ou TV. A vida familiar tende_ desunião.
29 E há mesmo um efeito na civilidade. Nas refeições, as crianças aprendem a arte de viver em
30 sociedade: a dividir, esperar a vez, discutir sem brigar.
31 Como reverter a tendência mundial de cozinhar menos?
32 Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha. Aprendo
33 tanto sobre a natureza ao manusear animais e plantas: aprendo sobre transformações, sobre
34 química, física, biologia. E também cultura, porque você está trabalhando com tradições. É um
35 dos jeitos mais intelectualmente absorventes de passar o tempo. Por que precisamos de
36 bactérias? Como transformar açúcar em álcool? Essas transformações são milagres, mas a
37 maioria não pensa sobre isso.
38 Ao mesmo tempo em que muita gente já não cozinha tanto nem se senta para comer em
39 família, um monte de fotos de comida é postada nas redes sociais ...
40 Esse contato não é tão íntimo. Não contempla a habilidade de conectar com todos os nossos
41 sentidos. As pessoas estão muito interessadas em comida e em cozinhar, mas não cozinham. É
42 uma cultura cio espectador, de ver mais do que fazer. A indústria prefere assim, pois pode fazer
43 por nós.
Fonte: https://supcr.abril.com.br/comportamento/entrevista-michael-pollan-o-dcfensor-da-comida-de-vo/. Acesso em O 1/09/2017. Adaptado e modificado.
Glossário:
Junk food - comida lixo; besteiras; expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico, com
níveis reduzidos de nutrientes.
Fast Jood - comida rápida; lanches.
De acordo com o que está exposto na entrevista lida, é INCORRETO afamar que:
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TEXTO 03
Entrevista: Michael Pollan, o defensor da comida de vó
Por Mariana Weber
01 Michael Pollan criou uma das frases mais usadas hoje por quem se importa com saúde
02 alimentar: "Comida é aquilo que a sua avó chamaria de comida". Para o jornalista americano,
03 especializado em alimentação e que trava uma guerra contra_ comida industrializada, o mero
04 ato de cozinhar tem o poder de nos tornar mais saudáveis.
05 Autor de várias obras sobre o assunto, entre elas O Dilema do Onívoro, Pollan falou _
06 SUPER sobre seu livro Cozinhar - Uma História Natural da Transformação, em que vestiu o
07 avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento e também a importância de pilotar o
08 próprio fogão.
09 SUPER: A comida de muitas avós também tinha muito açúcar, gordura, sal e até
10 processados, como leite condensado. Somos nostálgicos sobre a comida do passado?
11 Em alguns casos, sim. De modo geral, havia menos produtos processados, mas farinha branca é
12 bastante usada desde 1870. Elas faziam comidas doces, como bolos, para ocasiões especiais. Já
13 as corporações ficam felizes de servir sobremesa toda noite. Há comidas muito atrativas, como
14 batatas fritas, que dão trabalho para fazer. Mas as companhias tomam simples comer isso todo
15 dia. No livro Regras da Comida, eu digo que você pode comer toda a junk food que puder
16 cozinhar. O ato de cozinhar regula a alimentação.
17 Como cozinhar nos transformou como espécie?
18 Sempre foi um mistério como desenvolvemos cérebros tão grandes e um sistema digestivo
19 menor. A mais interessante e persuasiva teoria diz que foi quando começamos _ cozinhar.
20 Comida cozida dá mais energia. O fogo começa o processo de digestão, além de remover
21 toxinas dos alimentos. Ele diminui a necessidade de mastigar, o que nos liberou tempo, e nos
22 fez mais sociais. Antes, os homens não se sentavam e compartilhavam o alimento. Assim,
23 tivemos que aprender os rudimentos da civilização, como dividir, esperar.
24 Se cozinhar nos tornou humanos, como deixar de cozinhar nos afeta?
25 Os países em que se cozinha mais têm menos obesidade. Quanto menos se cozinha, mais fast
26 food se consome. Em casa, as pessoas deixam de comer juntas. O adolescente come uma pizza
27 congelada; a mãe, uma salada; o pai, um pedaço de carne pré-preparada; as crianças comem
28 enquanto fazem outra atividade, como lição de casa ou TV. A vida familiar tende_ desunião.
29 E há mesmo um efeito na civilidade. Nas refeições, as crianças aprendem a arte de viver em
30 sociedade: a dividir, esperar a vez, discutir sem brigar.
31 Como reverter a tendência mundial de cozinhar menos?
32 Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha. Aprendo
33 tanto sobre a natureza ao manusear animais e plantas: aprendo sobre transformações, sobre
34 química, física, biologia. E também cultura, porque você está trabalhando com tradições. É um
35 dos jeitos mais intelectualmente absorventes de passar o tempo. Por que precisamos de
36 bactérias? Como transformar açúcar em álcool? Essas transformações são milagres, mas a
37 maioria não pensa sobre isso.
38 Ao mesmo tempo em que muita gente já não cozinha tanto nem se senta para comer em
39 família, um monte de fotos de comida é postada nas redes sociais ...
40 Esse contato não é tão íntimo. Não contempla a habilidade de conectar com todos os nossos
41 sentidos. As pessoas estão muito interessadas em comida e em cozinhar, mas não cozinham. É
42 uma cultura cio espectador, de ver mais do que fazer. A indústria prefere assim, pois pode fazer
43 por nós.
Fonte: https://supcr.abril.com.br/comportamento/entrevista-michael-pollan-o-dcfensor-da-comida-de-vo/. Acesso em O 1/09/2017. Adaptado e modificado.
Glossário:
Junk food - comida lixo; besteiras; expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico, com
níveis reduzidos de nutrientes.
Fast Jood - comida rápida; lanches.
A entrevista é um gênero textual presente em nosso cotidiano. A partir da leitura atenta ela entrevista "Michael Pollan, o defensor da comida ele vó", é possível dizer que:
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TEXTO 03
Entrevista: Michael Pollan, o defensor da comida de vó
Por Mariana Weber
01 Michael Pollan criou uma das frases mais usadas hoje por quem se importa com saúde
02 alimentar: "Comida é aquilo que a sua avó chamaria de comida". Para o jornalista americano,
03 especializado em alimentação e que trava uma guerra contra_ comida industrializada, o mero
04 ato de cozinhar tem o poder de nos tornar mais saudáveis.
05 Autor de várias obras sobre o assunto, entre elas O Dilema do Onívoro, Pollan falou _
06 SUPER sobre seu livro Cozinhar - Uma História Natural da Transformação, em que vestiu o
07 avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento e também a importância de pilotar o
08 próprio fogão.
09 SUPER: A comida de muitas avós também tinha muito açúcar, gordura, sal e até
10 processados, como leite condensado. Somos nostálgicos sobre a comida do passado?
11 Em alguns casos, sim. De modo geral, havia menos produtos processados, mas farinha branca é
12 bastante usada desde 1870. Elas faziam comidas doces, como bolos, para ocasiões especiais. Já
13 as corporações ficam felizes de servir sobremesa toda noite. Há comidas muito atrativas, como
14 batatas fritas, que dão trabalho para fazer. Mas as companhias tomam simples comer isso todo
15 dia. No livro Regras da Comida, eu digo que você pode comer toda a junk food que puder
16 cozinhar. O ato de cozinhar regula a alimentação.
17 Como cozinhar nos transformou como espécie?
18 Sempre foi um mistério como desenvolvemos cérebros tão grandes e um sistema digestivo
19 menor. A mais interessante e persuasiva teoria diz que foi quando começamos _ cozinhar.
20 Comida cozida dá mais energia. O fogo começa o processo de digestão, além de remover
21 toxinas dos alimentos. Ele diminui a necessidade de mastigar, o que nos liberou tempo, e nos
22 fez mais sociais. Antes, os homens não se sentavam e compartilhavam o alimento. Assim,
23 tivemos que aprender os rudimentos da civilização, como dividir, esperar.
24 Se cozinhar nos tornou humanos, como deixar de cozinhar nos afeta?
25 Os países em que se cozinha mais têm menos obesidade. Quanto menos se cozinha, mais fast
26 food se consome. Em casa, as pessoas deixam de comer juntas. O adolescente come uma pizza
27 congelada; a mãe, uma salada; o pai, um pedaço de carne pré-preparada; as crianças comem
28 enquanto fazem outra atividade, como lição de casa ou TV. A vida familiar tende_ desunião.
29 E há mesmo um efeito na civilidade. Nas refeições, as crianças aprendem a arte de viver em
30 sociedade: a dividir, esperar a vez, discutir sem brigar.
31 Como reverter a tendência mundial de cozinhar menos?
32 Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha. Aprendo
33 tanto sobre a natureza ao manusear animais e plantas: aprendo sobre transformações, sobre
34 química, física, biologia. E também cultura, porque você está trabalhando com tradições. É um
35 dos jeitos mais intelectualmente absorventes de passar o tempo. Por que precisamos de
36 bactérias? Como transformar açúcar em álcool? Essas transformações são milagres, mas a
37 maioria não pensa sobre isso.
38 Ao mesmo tempo em que muita gente já não cozinha tanto nem se senta para comer em
39 família, um monte de fotos de comida é postada nas redes sociais ...
40 Esse contato não é tão íntimo. Não contempla a habilidade de conectar com todos os nossos
41 sentidos. As pessoas estão muito interessadas em comida e em cozinhar, mas não cozinham. É
42 uma cultura cio espectador, de ver mais do que fazer. A indústria prefere assim, pois pode fazer
43 por nós.
Fonte: https://supcr.abril.com.br/comportamento/entrevista-michael-pollan-o-dcfensor-da-comida-de-vo/. Acesso em O 1/09/2017. Adaptado e modificado.
Glossário:
Junk food - comida lixo; besteiras; expressão pejorativa para alimentos com alto teor calórico, com
níveis reduzidos de nutrientes.
Fast Jood - comida rápida; lanches.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas com traço contínuo das linhas 03, 05, 19 e 28, na ordem em que aparecem.
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Leia o Texto 02 para responder ao item 05.
Com a proximidade do verão, um grupo de professores do CMSM, preocupado em manter a forma foi até a cantina da escola e solicitou a criação de uma receita de café da manhã que, ao mesmo tempo, nutrisse e não fosse muito calórica. Após muitas experiências, a Tia da Cantina inseriu no cardápio o "Ovo Mexido da Tia", cujos ingredientes são: ovo batido, presunto magro picado, queijo mozzarella picado e tomate picado.
TEXTO 02

Fonte: hllp://www.vidaplenaebemc.star.com.br/bem-cstar/al imentacao/ l 6-tabelas-e-piramides-a!imentare.s-para-referencia. Acesso cm 03/09/2017.
Com base na Nova Pirâmide Alimentar de Walter C. Willett, analise as afirmações feitas sobre o novo prato da cantina:
I. O "Ovo Mexido da Tia" contém apenas um ingrediente que pode ser consumido na maioria das refeições.
II. Se um professor comesse, no café da manhã, o "Ovo Mexido da Tia", ainda poderia comer ovo em mais uma refeição.
III. A maior parte dos ingredientes do "Ovo Mexido da Tia" encontram-se mais próximos do topo do que da base da pirâmide.
Está(ão) correta( s):
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Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 04.
TEXTO 01
"Ovo"
Luis Fernando Verissimo
01 Agora essa. Descobriram que ovo, afinal, não faz mal. Durante anos, nos aterrorizaram.
02 Ovos eram bombas de colesterol. Não eram apenas desaconselháveis, eram mortais. Você podia
03 calcular em dias o tempo de vida perdido cada vez que comia uma gema.
04 Cardíacos deviam desviar o olhar se um ovo fosse servido num prato vizinho: ver ovo fazia
05 mal. E agora estão dizendo que foi tudo um engano, o ovo é inofensivo. O ovo é incapaz de matar
06 uma mosca.
07 Sei não, mas me devem algum tipo de indenização. Não se renuncia a pouca coisa quando
08 se renuncia ao ovo frito. Dizem que pouca coisa é melhor do que ovo frito. A comparação é difícil.
09 Não existe nada comparável a uma gema deixada intacta em cima do arroz depois que a clara foi
10 comida, esperando o momento em que o garfo a romperá e ela se desmanchará, sim, se
11 desmanchará, e se espalhará pelo arroz como as gazelas douradas entre os lírios de Gileade nos
12 cantares de Salomão, sim, e você levará o arroz à boca e o saboreará até o último grão molhado,
13 sim, e depois ainda limpará o prato com pão. Ou existe e eu é que tenho andado na turma e1rnda.
14 O fato é que quero ser ressarcido de todos os ovos fritos que não comi nestes anos de medo inútil.
15 E os ovos mexidos, e os ovos quentes, e as omeletes babadas, e os toucinhos do céu, e, meu Deus,
16 os fios de ovos. Os fios de ovos que não comi para não morrer dariam várias voltas no globo.
17 Quem os trará de volta? E pensar que cheguei a experimentar ovo artificial, uma pálida paródia ele
18 ovo que, esta sim, deve ter me roubado algumas horas de vida a cada garfada infeliz. Ovo frito na
19 manteiga! O rendado marrom das bordas tostadas da clara, o amarelo provençal da gema ... Eu sei,
20 eu sei. Manteiga ainda não foi liberada. Mas é só uma questão de tempo.
fonte: http:/lvaralcomroupas.blo!!s.sapo.pt/30427.html. Acesso em 03/09/2017. Adaptado e modificado.
Considere o enunciado a seguir retirado cio texto:
"Não se renuncia a pouca coisa quando se renuncia ao ovo frito." (l. 07 e 08)
Está INCORRETA a afirmação de que:
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Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 04.
TEXTO 01
"Ovo"
Luis Fernando Verissimo
01 Agora essa. Descobriram que ovo, afinal, não faz mal. Durante anos, nos aterrorizaram.
02 Ovos eram bombas de colesterol. Não eram apenas desaconselháveis, eram mortais. Você podia
03 calcular em dias o tempo de vida perdido cada vez que comia uma gema.
04 Cardíacos deviam desviar o olhar se um ovo fosse servido num prato vizinho: ver ovo fazia
05 mal. E agora estão dizendo que foi tudo um engano, o ovo é inofensivo. O ovo é incapaz de matar
06 uma mosca.
07 Sei não, mas me devem algum tipo de indenização. Não se renuncia a pouca coisa quando
08 se renuncia ao ovo frito. Dizem que pouca coisa é melhor do que ovo frito. A comparação é difícil.
09 Não existe nada comparável a uma gema deixada intacta em cima do arroz depois que a clara foi
10 comida, esperando o momento em que o garfo a romperá e ela se desmanchará, sim, se
11 desmanchará, e se espalhará pelo arroz como as gazelas douradas entre os lírios de Gileade nos
12 cantares de Salomão, sim, e você levará o arroz à boca e o saboreará até o último grão molhado,
13 sim, e depois ainda limpará o prato com pão. Ou existe e eu é que tenho andado na turma e1rnda.
14 O fato é que quero ser ressarcido de todos os ovos fritos que não comi nestes anos de medo inútil.
15 E os ovos mexidos, e os ovos quentes, e as omeletes babadas, e os toucinhos do céu, e, meu Deus,
16 os fios de ovos. Os fios de ovos que não comi para não morrer dariam várias voltas no globo.
17 Quem os trará de volta? E pensar que cheguei a experimentar ovo artificial, uma pálida paródia ele
18 ovo que, esta sim, deve ter me roubado algumas horas de vida a cada garfada infeliz. Ovo frito na
19 manteiga! O rendado marrom das bordas tostadas da clara, o amarelo provençal da gema ... Eu sei,
20 eu sei. Manteiga ainda não foi liberada. Mas é só uma questão de tempo.
fonte: http:/lvaralcomroupas.blo!!s.sapo.pt/30427.html. Acesso em 03/09/2017. Adaptado e modificado.
Podemos interagir e nos comunicar com outras pessoas em diversas situações comunicativas. Algumas delas vão exigir o emprego da língua formal e outras, o da língua informal, com gírias e regionalismos, por exemplo. Nessas situações comunicativas, a posição do pronome em relação ao verbo é uma das questões a que devemos atentar. Leia os fragmentos a seguir retirados do texto:
I. " ... esperando o momento em que o garfo a romperá e ela se desmanchará ... " (l. 10)
II. " ... você levará o arroz à boca e o saboreará até o último grão molhado ... " (l. 12)
III. "Quem os trará de volta?" (1. 17)
Assinale a alternativa que traz a afirmação correta sobre os pronomes destacados e sua relação com o texto em que se encontram.
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Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 04.
TEXTO 01
"Ovo"
Luis Fernando Verissimo
01 Agora essa. Descobriram que ovo, afinal, não faz mal. Durante anos, nos aterrorizaram.
02 Ovos eram bombas de colesterol. Não eram apenas desaconselháveis, eram mortais. Você podia
03 calcular em dias o tempo de vida perdido cada vez que comia uma gema.
04 Cardíacos deviam desviar o olhar se um ovo fosse servido num prato vizinho: ver ovo fazia
05 mal. E agora estão dizendo que foi tudo um engano, o ovo é inofensivo. O ovo é incapaz de matar
06 uma mosca.
07 Sei não, mas me devem algum tipo de indenização. Não se renuncia a pouca coisa quando
08 se renuncia ao ovo frito. Dizem que pouca coisa é melhor do que ovo frito. A comparação é difícil.
09 Não existe nada comparável a uma gema deixada intacta em cima do arroz depois que a clara foi
10 comida, esperando o momento em que o garfo a romperá e ela se desmanchará, sim, se
11 desmanchará, e se espalhará pelo arroz como as gazelas douradas entre os lírios de Gileade nos
12 cantares de Salomão, sim, e você levará o arroz à boca e o saboreará até o último grão molhado,
13 sim, e depois ainda limpará o prato com pão. Ou existe e eu é que tenho andado na turma e1rnda.
14 O fato é que quero ser ressarcido de todos os ovos fritos que não comi nestes anos de medo inútil.
15 E os ovos mexidos, e os ovos quentes, e as omeletes babadas, e os toucinhos do céu, e, meu Deus,
16 os fios de ovos. Os fios de ovos que não comi para não morrer dariam várias voltas no globo.
17 Quem os trará de volta? E pensar que cheguei a experimentar ovo artificial, uma pálida paródia ele
18 ovo que, esta sim, deve ter me roubado algumas horas de vida a cada garfada infeliz. Ovo frito na
19 manteiga! O rendado marrom das bordas tostadas da clara, o amarelo provençal da gema ... Eu sei,
20 eu sei. Manteiga ainda não foi liberada. Mas é só uma questão de tempo.
fonte: http:/lvaralcomroupas.blo!!s.sapo.pt/30427.html. Acesso em 03/09/2017. Adaptado e modificado.
Substituir um termo por outro de sentido aproximado, em diferentes contextos de uso da língua, é uma atividade recorrente em nosso dia a dia. Devemos sempre atentar para os efeitos ele sentido que nossas escolhas promovem, a fim de não produzirmos significados indesejados em nossas produções. É importante treinarmos esse exercício de substituição! Então, observe o enunciado retirado do texto:
"O fato é que quero ser ressarcido de todos os ovos fritos que não comi nestes anos de medo inútil." (I. 14)
A palavra destacada, "ressarcido", pode ser substih1ída, efetuando as alterações que se fizerem necessárias no enunciado, sem prejuízo cio efeito ele sentido no contexto em que se encontra, por:
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Leia o Texto 01 para responder aos itens de 01 a 04.
TEXTO 01
"Ovo"
Luis Fernando Verissimo
01 Agora essa. Descobriram que ovo, afinal, não faz mal. Durante anos, nos aterrorizaram.
02 Ovos eram bombas de colesterol. Não eram apenas desaconselháveis, eram mortais. Você podia
03 calcular em dias o tempo de vida perdido cada vez que comia uma gema.
04 Cardíacos deviam desviar o olhar se um ovo fosse servido num prato vizinho: ver ovo fazia
05 mal. E agora estão dizendo que foi tudo um engano, o ovo é inofensivo. O ovo é incapaz de matar
06 uma mosca.
07 Sei não, mas me devem algum tipo de indenização. Não se renuncia a pouca coisa quando
08 se renuncia ao ovo frito. Dizem que pouca coisa é melhor do que ovo frito. A comparação é difícil.
09 Não existe nada comparável a uma gema deixada intacta em cima do arroz depois que a clara foi
10 comida, esperando o momento em que o garfo a romperá e ela se desmanchará, sim, se
11 desmanchará, e se espalhará pelo arroz como as gazelas douradas entre os lírios de Gileade nos
12 cantares de Salomão, sim, e você levará o arroz à boca e o saboreará até o último grão molhado,
13 sim, e depois ainda limpará o prato com pão. Ou existe e eu é que tenho andado na turma e1rnda.
14 O fato é que quero ser ressarcido de todos os ovos fritos que não comi nestes anos de medo inútil.
15 E os ovos mexidos, e os ovos quentes, e as omeletes babadas, e os toucinhos do céu, e, meu Deus,
16 os fios de ovos. Os fios de ovos que não comi para não morrer dariam várias voltas no globo.
17 Quem os trará de volta? E pensar que cheguei a experimentar ovo artificial, uma pálida paródia ele
18 ovo que, esta sim, deve ter me roubado algumas horas de vida a cada garfada infeliz. Ovo frito na
19 manteiga! O rendado marrom das bordas tostadas da clara, o amarelo provençal da gema ... Eu sei,
20 eu sei. Manteiga ainda não foi liberada. Mas é só uma questão de tempo.
fonte: http:/lvaralcomroupas.blo!!s.sapo.pt/30427.html. Acesso em 03/09/2017. Adaptado e modificado.
Os docentes do CMSM são admiradores assumidos da obra de Luís Fernando Veríssimo. Ao ler o texto "Ovo" desse autor, um professor do 9° ano selecionou-o para sua Avaliação de Estudo (AE). Ajude o professor a fazer o gabarito de sua avaliação, marcando a alternativa que traz a afirmação correta sobre o texto ele Veríssimo.
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