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83598 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Muitas foram as legislações e investidas políticas para um modelo de reforma agrária que atendesse aos interesses da população rural brasileira. As análises da realidade rural brasileira foram sempre contaminadas por interesses econômicos classistas ou por perspectivas ideológicas sectárias que produziram ou interpretações simplistas, que propugnavam soluções tipo “passe de mágica”, ou revolucionárias, que aspiravam a mudança da ordem política vigente. Outra característica dessas análises é a separação da questão agrária da questão agrícola. Essa visão esquizofrênica perdura, como se as ações de política agrícola não interessassem aos beneficiários da reforma agrária.

Danilo Nolasco C. Marinho. Risco de tragédias indesejáveis.
In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 48 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir, relacionados à questão da terra no Brasil.

Nos dias de hoje, o Brasil possui uma das maiores áreas agricultáveis do mundo, sem falar que é aquele que detém o maior potencial de expansão da fronteira agrícola.

 

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Muitas foram as legislações e investidas políticas para um modelo de reforma agrária que atendesse aos interesses da população rural brasileira. As análises da realidade rural brasileira foram sempre contaminadas por interesses econômicos classistas ou por perspectivas ideológicas sectárias que produziram ou interpretações simplistas, que propugnavam soluções tipo “passe de mágica”, ou revolucionárias, que aspiravam a mudança da ordem política vigente. Outra característica dessas análises é a separação da questão agrária da questão agrícola. Essa visão esquizofrênica perdura, como se as ações de política agrícola não interessassem aos beneficiários da reforma agrária.

Danilo Nolasco C. Marinho. Risco de tragédias indesejáveis.
In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 48 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir, relacionados à questão da terra no Brasil.

Definida no texto como “visão esquizofrênica” da realidade, a distinção entre questão agrária e agrícola atende a interesses específicos. Assim, falar em questão agrária corresponderia aos interesses de fazendeiros e empresários rurais, logo uma visão política de direita; já a questão agrícola seria uma posição de esquerda, correspondendo à demanda dos trabalhadores não-proprietários de terra.

 

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83596 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Muitas foram as legislações e investidas políticas para um modelo de reforma agrária que atendesse aos interesses da população rural brasileira. As análises da realidade rural brasileira foram sempre contaminadas por interesses econômicos classistas ou por perspectivas ideológicas sectárias que produziram ou interpretações simplistas, que propugnavam soluções tipo “passe de mágica”, ou revolucionárias, que aspiravam a mudança da ordem política vigente. Outra característica dessas análises é a separação da questão agrária da questão agrícola. Essa visão esquizofrênica perdura, como se as ações de política agrícola não interessassem aos beneficiários da reforma agrária.

Danilo Nolasco C. Marinho. Risco de tragédias indesejáveis.
In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 48 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item a seguir, relacionados à questão da terra no Brasil.

De uma forma geral, desde os anos 50 do século passado os projetos de lei relativos à reforma agrária não suscitavam grandes debates no Congresso Nacional, despojados que estavam do caráter ideológico que a questão passou a ter na atualidade.

 

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83595 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

O sentimento de insegurança que, no atual cenário da economia mundial tem assaltado os trabalhadores, não deriva da dificuldade para a obtenção do emprego nem da garantia da renda a ser auferida, já que salário não se vincula à produtividade e ao lucro da empresa, mas em garantir a manutenção do posto de trabalho.

 

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83594 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

A OMS, citada no texto, integra o sistema das Nações Unidas, sendo um de seus órgãos especializados mais conhecidos, como são os casos, por exemplo, da UNESCO, do UNICEF e da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

 

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Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Quando o texto fala em “estratégias de sobrevivência no limite do desespero”, para mencionar o caso brasileiro, possivelmente se refere às diversas modalidades de trabalho informal que se multiplicam pelo país, ou seja, aquele em que o trabalhador, embora munido de uma carteira profissional devidamente assinada, aceita submeter-se a salário aviltante.

 

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83592 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Ao mesmo tempo em que a economia aprofunda seu processo de mundialização, a questão do desemprego ganha contornos mundiais. Na Europa, as diversas formas de reação — algumas, aliás, de inegável inspiração fascista — aos imigrantes também é reflexo da disputa por postos de trabalho em um contexto de escassez.

 

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83591 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Os baixos índices de crescimento da economia brasileira, fenômeno que adquiriu feições expressivas a partir de meados da década passada, é fator decisivo para a redução dos postos de trabalho e, conseqüentemente, do aumento do número de desempregados no país.

 

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Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Infere-se do texto que, em face das condições impostas pela atual economia globalizada, sustentada pela sofisticação da tecnologia e voltada para um mercado mundial de acentuada competitividade, os trabalhadores — independentemente dos países a que pertençam — costumam apresentar reações comportamentais bastante semelhantes.

 

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83589 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

No atual estágio da economia mundial, cada vez mais dependente das inovações tecnológicas, a crescente necessidade de se encontrar mão-de-obra abundante e barata leva as grandes corporações transnacionais a montar seus empreendimentos em vários locais do planeta.

 

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