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Veja — O senhor é criticado por outros cientistas quando defende a possibilidade de vida em outros planetas. A descoberta da inexistência de micróbios em Marte alterou suas convicções?
Sagan — Essa questão é extremamente importante. Estamos sozinhos no universo ou há outros seres? Existem micróbios em outros mundos? E vida inteligente? Não há respostas fáceis, não basta pousar uma vez em Marte para saber se existem por lá uns seres esverdeados ou não. Como poderíamos, hoje, concluir que não há vida no resto do universo se existem 400 bilhões de sóis apenas na Via Láctea, a galáxia em que está a Terra, e se há pelo menos mais 100 bilhões de galáxias além da nossa? A química que produz a vida é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Por que seríamos tão privilegiados? O universo é três vezes mais velho que a Terra; devem existir, portanto, lugares em que houve mais tempo para a evolução biológica que em nosso planeta. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas é improvável.
Veja Especial 35 anos. Entrevista com Carl Sagan, em
abril de 1982, set./2003, p. 96 (com adaptações).
Considerando a entrevista mostrada no texto acima, julgue o item a seguir.
Na linha com destaque, “respostas fáceis” é complemento de “há”.
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Veja — O senhor é criticado por outros cientistas quando defende a possibilidade de vida em outros planetas. A descoberta da inexistência de micróbios em Marte alterou suas convicções?
Sagan — Essa questão é extremamente importante. Estamos sozinhos no universo ou há outros seres? Existem micróbios em outros mundos? E vida inteligente? Não há respostas fáceis, não basta pousar uma vez em Marte para saber se existem por lá uns seres esverdeados ou não. Como poderíamos, hoje, concluir que não há vida no resto do universo se existem 400 bilhões de sóis apenas na Via Láctea, a galáxia em que está a Terra, e se há pelo menos mais 100 bilhões de galáxias além da nossa? A química que produz a vida é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Por que seríamos tão privilegiados? O universo é três vezes mais velho que a Terra; devem existir, portanto, lugares em que houve mais tempo para a evolução biológica que em nosso planeta. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas é improvável.
Veja Especial 35 anos. Entrevista com Carl Sagan, em
abril de 1982, set./2003, p. 96 (com adaptações).
Considerando a entrevista mostrada no texto acima, julgue o item a seguir.
O sujeito oculto de “Estamos” tem como referentes o entrevistado, o entrevistador e os seres humanos da Terra, excluindo-se os demais.
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Veja — O senhor é criticado por outros cientistas quando defende a possibilidade de vida em outros planetas. A descoberta da inexistência de micróbios em Marte alterou suas convicções?
Sagan — Essa questão é extremamente importante. Estamos sozinhos no universo ou há outros seres? Existem micróbios em outros mundos? E vida inteligente? Não há respostas fáceis, não basta pousar uma vez em Marte para saber se existem por lá uns seres esverdeados ou não. Como poderíamos, hoje, concluir que não há vida no resto do universo se existem 400 bilhões de sóis apenas na Via Láctea, a galáxia em que está a Terra, e se há pelo menos mais 100 bilhões de galáxias além da nossa? A química que produz a vida é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Por que seríamos tão privilegiados? O universo é três vezes mais velho que a Terra; devem existir, portanto, lugares em que houve mais tempo para a evolução biológica que em nosso planeta. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas é improvável.
Veja Especial 35 anos. Entrevista com Carl Sagan, em
abril de 1982, set./2003, p. 96 (com adaptações).
Considerando a entrevista mostrada no texto acima, julgue o item a seguir.
Na linha em destaque, as relações coesivas seriam beneficiadas se o entrevistado iniciasse sua resposta com a palavra Esta.
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Veja — O senhor é criticado por outros cientistas quando defende a possibilidade de vida em outros planetas. A descoberta da inexistência de micróbios em Marte alterou suas convicções?
Sagan — Essa questão é extremamente importante. Estamos sozinhos no universo ou há outros seres? Existem micróbios em outros mundos? E vida inteligente? Não há respostas fáceis, não basta pousar uma vez em Marte para saber se existem por lá uns seres esverdeados ou não. Como poderíamos, hoje, concluir que não há vida no resto do universo se existem 400 bilhões de sóis apenas na Via Láctea, a galáxia em que está a Terra, e se há pelo menos mais 100 bilhões de galáxias além da nossa? A química que produz a vida é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Por que seríamos tão privilegiados? O universo é três vezes mais velho que a Terra; devem existir, portanto, lugares em que houve mais tempo para a evolução biológica que em nosso planeta. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas é improvável.
Veja Especial 35 anos. Entrevista com Carl Sagan, em
abril de 1982, set./2003, p. 96 (com adaptações).
Considerando a entrevista mostrada no texto acima, julgue o item a seguir.
Os vocábulos “inexistência”, “esverdeados” e “improvável” assemelham-se pela estrutura básica: prefixo, radical, sufixo.
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Veja — O senhor é criticado por outros cientistas quando defende a possibilidade de vida em outros planetas. A descoberta da inexistência de micróbios em Marte alterou suas convicções?
Sagan — Essa questão é extremamente importante. Estamos sozinhos no universo ou há outros seres? Existem micróbios em outros mundos? E vida inteligente? Não há respostas fáceis, não basta pousar uma vez em Marte para saber se existem por lá uns seres esverdeados ou não. Como poderíamos, hoje, concluir que não há vida no resto do universo se existem 400 bilhões de sóis apenas na Via Láctea, a galáxia em que está a Terra, e se há pelo menos mais 100 bilhões de galáxias além da nossa? A química que produz a vida é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Por que seríamos tão privilegiados? O universo é três vezes mais velho que a Terra; devem existir, portanto, lugares em que houve mais tempo para a evolução biológica que em nosso planeta. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas é improvável.
Veja Especial 35 anos. Entrevista com Carl Sagan, em
abril de 1982, set./2003, p. 96 (com adaptações).
Considerando a entrevista mostrada no texto acima, julgue o item a seguir.
Ao responder à pergunta do entrevistador, Sagan também faz perguntas cujas respostas estão implícitas no texto. As perguntas estão corretamente relacionadas às respectivas respostas no quadro a seguir.
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1. Estamos sozinhos no universo? |
Não. |
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2. (Ou) há outros seres? |
Provavelmente |
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3. Como poderíamos, hoje, concluir que não há vida no resto do universo se existem 400 bilhões de sóis apenas na Via Láctea, a galáxia em que está a Terra, e se há pelo menos mais 100 bilhões de galáxias além da nossa? |
Não poderíamos. |
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4. Por que seríamos tão privilegiados? |
Porque somos |
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Veja — O senhor é criticado por outros cientistas quando defende a possibilidade de vida em outros planetas. A descoberta da inexistência de micróbios em Marte alterou suas convicções?
Sagan — Essa questão é extremamente importante. Estamos sozinhos no universo ou há outros seres? Existem micróbios em outros mundos? E vida inteligente? Não há respostas fáceis, não basta pousar uma vez em Marte para saber se existem por lá uns seres esverdeados ou não. Como poderíamos, hoje, concluir que não há vida no resto do universo se existem 400 bilhões de sóis apenas na Via Láctea, a galáxia em que está a Terra, e se há pelo menos mais 100 bilhões de galáxias além da nossa? A química que produz a vida é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Por que seríamos tão privilegiados? O universo é três vezes mais velho que a Terra; devem existir, portanto, lugares em que houve mais tempo para a evolução biológica que em nosso planeta. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível, mas é improvável.
Veja Especial 35 anos. Entrevista com Carl Sagan, em
abril de 1982, set./2003, p. 96 (com adaptações).
Considerando a entrevista mostrada no texto acima, julgue o item a seguir.
Os argumentos que Sagan usa para defender sua tese são: o contato com Marte, a quantidade de sóis da Via Láctea, a quantidade de galáxias no Universo, a velhice da Terra.
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O caráter provisório da ciência
Apesar do rigor do método científico, não convém concluir que a ciência é um conhecimento certo e definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações e ampliações necessárias conforme surgem fatos novos, ou quando são inventados outros instrumentos.
Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein desmentiu a concepção clássica newtoniana de que a luz se propaga em linha reta. A hipótese de que os raios luminosos, ao passarem próximo do Sol, sofreriam um desvio, foi confirmada por observações durante o eclipse solar de 1919.
Mesmo o clássico conceito de determinismo, que admitia uma rigorosa causalidade entre os fenômenos, sofreu um duro golpe com as descobertas da física quântica no começo do século XX. O estudo do átomo levou à formulação do princípio da incerteza, segundo o qual é impossível determinar simultaneamente e com igual precisão a localização e a velocidade de um elétron.
M. L. de Aranha e M. H. P. Martins. Temas de Filosofia.
São Paulo: Moderna, s/d, p. 101 (com adaptações).
A respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
Da mesma forma que as palavras “elétron” e elétrons são acentuadas, acentuam-se, pela mesma regra, hífen e hífens.
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O caráter provisório da ciência
Apesar do rigor do método científico, não convém concluir que a ciência é um conhecimento certo e definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações e ampliações necessárias conforme surgem fatos novos, ou quando são inventados outros instrumentos.
Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein desmentiu a concepção clássica newtoniana de que a luz se propaga em linha reta. A hipótese de que os raios luminosos, ao passarem próximo do Sol, sofreriam um desvio, foi confirmada por observações durante o eclipse solar de 1919.
Mesmo o clássico conceito de determinismo, que admitia uma rigorosa causalidade entre os fenômenos, sofreu um duro golpe com as descobertas da física quântica no começo do século XX. O estudo do átomo levou à formulação do princípio da incerteza, segundo o qual é impossível determinar simultaneamente e com igual precisão a localização e a velocidade de um elétron.
M. L. de Aranha e M. H. P. Martins. Temas de Filosofia.
São Paulo: Moderna, s/d, p. 101 (com adaptações).
A respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
No texto, a explicitação do modo como “a localização e avelocidade de um elétron” são determinadas, no “princípio da incerteza”, é feita por meio da coordenação de dois adjuntos adverbiais.
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O caráter provisório da ciência
Apesar do rigor do método científico, não convém concluir que a ciência é um conhecimento certo e definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações e ampliações necessárias conforme surgem fatos novos, ou quando são inventados outros instrumentos.
Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein desmentiu a concepção clássica newtoniana de que a luz se propaga em linha reta. A hipótese de que os raios luminosos, ao passarem próximo do Sol, sofreriam um desvio, foi confirmada por observações durante o eclipse solar de 1919.
Mesmo o clássico conceito de determinismo, que admitia uma rigorosa causalidade entre os fenômenos, sofreu um duro golpe com as descobertas da física quântica no começo do século XX. O estudo do átomo levou à formulação do princípio da incerteza, segundo o qual é impossível determinar simultaneamente e com igual precisão a localização e a velocidade de um elétron.
M. L. de Aranha e M. H. P. Martins. Temas de Filosofia.
São Paulo: Moderna, s/d, p. 101 (com adaptações).
A respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
As ações de passar e de confirmar, expressas no período das linhas em destaque, são atribuídas a “raios luminosos” e “observações”, respectivamente.
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O caráter provisório da ciência
Apesar do rigor do método científico, não convém concluir que a ciência é um conhecimento certo e definitivo, pois ela avança em contínuo processo de investigação que supõe alterações e ampliações necessárias conforme surgem fatos novos, ou quando são inventados outros instrumentos.
Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos que desenvolveram técnicas para aplicá-las de maneira mais precisa. No século XX, a teoria da relatividade de Einstein desmentiu a concepção clássica newtoniana de que a luz se propaga em linha reta. A hipótese de que os raios luminosos, ao passarem próximo do Sol, sofreriam um desvio, foi confirmada por observações durante o eclipse solar de 1919.
Mesmo o clássico conceito de determinismo, que admitia uma rigorosa causalidade entre os fenômenos, sofreu um duro golpe com as descobertas da física quântica no começo do século XX. O estudo do átomo levou à formulação do princípio da incerteza, segundo o qual é impossível determinar simultaneamente e com igual precisão a localização e a velocidade de um elétron.
M. L. de Aranha e M. H. P. Martins. Temas de Filosofia.
São Paulo: Moderna, s/d, p. 101 (com adaptações).
A respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o item a seguir.
A oração “Por exemplo, nos séculos XVIII e XIX, as leis de Newton foram reformuladas por diversos matemáticos” contém um agente da passiva.
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