Magna Concursos

Foram encontradas 415 questões.

A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.

Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.

Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.

Uma das razões pelas quais o Brasil encontra dificuldades para expandir sua capacidade de produzir uma ciência de vanguarda situa-se na fragilidade do próprio sistema educacional. A escola de baixa qualidade dificilmente estimula talentos, espírito crítico e criatividade.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
83574 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.

Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.

Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.

A extraordinária ampliação da presença da iniciativa privada na educação superior brasileira, particularmente na segunda metade dos anos 90 da década passada, fez que a maior parte da pesquisa até então produzida nas universidades públicas migrasse para as instituições particulares.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
83573 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.

Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.

Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.

O sistema de pós-graduação existente no Brasil, desenvolvido ao longo das últimas décadas do século passado, coloca o país em destaque no conjunto das denominadas nações emergentes.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
83572 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.

Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.

Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.

Quando o texto menciona as dificuldades encontradas pelos cientistas brasileiros para “desenvolverem projetos de fronteira”, por certo se refere à ainda tímida relação entre os centros de pesquisa do Brasil com os de seus vizinhos do MERCOSUL.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
83571 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.

Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.

Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.

Cursos de pós-graduação stricto sensu, como citado no texto, correspondem aos conhecidos cursos de especialização, hoje muito em voga no país. Cursos de mestrado e de doutorado identificam a pós-graduação lato sensu.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.

Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.

Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.

O domínio do conhecimento é essencial a qualquer sociedade que, em tempos de uma economia globalizada e sistematicamente contingenciada pelas inovações tecnológicas, como a dos dias atuais, aspire à inserção internacional em bases não-subalternas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Com a palavra

Para o cidadão comum, que felizmente não precisa se atormentar com as minúcias do jargão informático, a explosão do texto passa despercebida, pois ela não usa papel. Vagas nuvens de elétrons viajando em alta velocidade substituíram o produto de árvores cortadas entregue por carteiros. Tal revolução não se limita apenas a agradar aos ecologistas ou a diminuir o tamanho dos lixões nas grandes metrópoles. Ela marca a maior mudança ocorrida nos meios de comunicação: as palavras foram desacopladas do papel.

É verdade que o texto, no alfabeto romano, continua sendo composto por 26 letras, como nos tempos de Horácio. Mas ele se libertou da opressão do papel, que o sepultava e distanciava. Hoje, ele se tornou tão pioneiro quanto a mais inebriante novidade da mídia eletrônica.

A reviravolta de hoje está produzindo uma transformação tão radical quanto a que a prensa tipográfica gerou meio milênio atrás. Para começar, estamos demolindo as fronteiras arbitrárias que separavam autor, editor e leitores. Essas categorias não existiam antes da invenção dos tipos móveis, e não sobreviverão a esta década. Tal qual os monges de outrora, que simultaneamente escreviam, editavam e liam, os surfistas da informação digital que hoje consultam bancos de dados eletrônicos desempenham rotineiramente as mesmas funções: pesquisam e selecionam, assimilam, editam e criam seu próprio texto. Só que instantaneamente, e em tempo real. Nos tempos de Gutenberg, o prelo deu vida aos textos e os difundiu, mas com o terrível ônus de torná-los formais e imutáveis — as palavras imobilizavam-se como insetos paleolíticos aprisionados no âmbar. Os leitores sabiam que, no máximo, podiam lê-las. Alterá-las, jamais.

P. Saffo. Veja 25 anos — reflexões para o
futuro. 1993, p. 158-9 (com adaptações).

A propósito da estrutura e das idéias do texto acima, julgue o item a seguir.

O texto é uma elegia ao papel, sem o qual não haveria texto escrito.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Com a palavra

Para o cidadão comum, que felizmente não precisa se atormentar com as minúcias do jargão informático, a explosão do texto passa despercebida, pois ela não usa papel. Vagas nuvens de elétrons viajando em alta velocidade substituíram o produto de árvores cortadas entregue por carteiros. Tal revolução não se limita apenas a agradar aos ecologistas ou a diminuir o tamanho dos lixões nas grandes metrópoles. Ela marca a maior mudança ocorrida nos meios de comunicação: as palavras foram desacopladas do papel.

É verdade que o texto, no alfabeto romano, continua sendo composto por 26 letras, como nos tempos de Horácio. Mas ele se libertou da opressão do papel, que o sepultava e distanciava. Hoje, ele se tornou tão pioneiro quanto a mais inebriante novidade da mídia eletrônica.

A reviravolta de hoje está produzindo uma transformação tão radical quanto a que a prensa tipográfica gerou meio milênio atrás. Para começar, estamos demolindo as fronteiras arbitrárias que separavam autor, editor e leitores. Essas categorias não existiam antes da invenção dos tipos móveis, e não sobreviverão a esta década. Tal qual os monges de outrora, que simultaneamente escreviam, editavam e liam, os surfistas da informação digital que hoje consultam bancos de dados eletrônicos desempenham rotineiramente as mesmas funções: pesquisam e selecionam, assimilam, editam e criam seu próprio texto. Só que instantaneamente, e em tempo real. Nos tempos de Gutenberg, o prelo deu vida aos textos e os difundiu, mas com o terrível ônus de torná-los formais e imutáveis — as palavras imobilizavam-se como insetos paleolíticos aprisionados no âmbar. Os leitores sabiam que, no máximo, podiam lê-las. Alterá-las, jamais.

P. Saffo. Veja 25 anos — reflexões para o
futuro. 1993, p. 158-9 (com adaptações).

A propósito da estrutura e das idéias do texto acima, julgue o item a seguir.

As características do texto escrito, segundo o texto, mudaram: antes os textos, eram mortos, isto é, não circulavam, eram imóveis; a seguir, continuaram mortos, ou seja, ficavam no papel, ainda imutáveis e formais; mas começaram a circular em grande número, a serem lidos; hoje, são copiados do computador por todos, o que fere os direitos do autor.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Com a palavra

Para o cidadão comum, que felizmente não precisa se atormentar com as minúcias do jargão informático, a explosão do texto passa despercebida, pois ela não usa papel. Vagas nuvens de elétrons viajando em alta velocidade substituíram o produto de árvores cortadas entregue por carteiros. Tal revolução não se limita apenas a agradar aos ecologistas ou a diminuir o tamanho dos lixões nas grandes metrópoles. Ela marca a maior mudança ocorrida nos meios de comunicação: as palavras foram desacopladas do papel.

É verdade que o texto, no alfabeto romano, continua sendo composto por 26 letras, como nos tempos de Horácio. Mas ele se libertou da opressão do papel, que o sepultava e distanciava. Hoje, ele se tornou tão pioneiro quanto a mais inebriante novidade da mídia eletrônica.

A reviravolta de hoje está produzindo uma transformação tão radical quanto a que a prensa tipográfica gerou meio milênio atrás. Para começar, estamos demolindo as fronteiras arbitrárias que separavam autor, editor e leitores. Essas categorias não existiam antes da invenção dos tipos móveis, e não sobreviverão a esta década. Tal qual os monges de outrora, que simultaneamente escreviam, editavam e liam, os surfistas da informação digital que hoje consultam bancos de dados eletrônicos desempenham rotineiramente as mesmas funções: pesquisam e selecionam, assimilam, editam e criam seu próprio texto. Só que instantaneamente, e em tempo real. Nos tempos de Gutenberg, o prelo deu vida aos textos e os difundiu, mas com o terrível ônus de torná-los formais e imutáveis — as palavras imobilizavam-se como insetos paleolíticos aprisionados no âmbar. Os leitores sabiam que, no máximo, podiam lê-las. Alterá-las, jamais.

P. Saffo. Veja 25 anos — reflexões para o
futuro. 1993, p. 158-9 (com adaptações).

A propósito da estrutura e das idéias do texto acima, julgue o item a seguir.

Na história, o texto escrito passou por fases de transformação. A transformação da escrita, conforme expressa na linha em destaque, está corretamente representada abaixo.

Enunciado 3344217-1

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
83566 Ano: 2003
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com a palavra

Para o cidadão comum, que felizmente não precisa se atormentar com as minúcias do jargão informático, a explosão do texto passa despercebida, pois ela não usa papel. Vagas nuvens de elétrons viajando em alta velocidade substituíram o produto de árvores cortadas entregue por carteiros. Tal revolução não se limita apenas a agradar aos ecologistas ou a diminuir o tamanho dos lixões nas grandes metrópoles. Ela marca a maior mudança ocorrida nos meios de comunicação: as palavras foram desacopladas do papel.

É verdade que o texto, no alfabeto romano, continua sendo composto por 26 letras, como nos tempos de Horácio. Mas ele se libertou da opressão do papel, que o sepultava e distanciava. Hoje, ele se tornou tão pioneiro quanto a mais inebriante novidade da mídia eletrônica.

A reviravolta de hoje está produzindo uma transformação tão radical quanto a que a prensa tipográfica gerou meio milênio atrás. Para começar, estamos demolindo as fronteiras arbitrárias que separavam autor, editor e leitores. Essas categorias não existiam antes da invenção dos tipos móveis, e não sobreviverão a esta década. Tal qual os monges de outrora, que simultaneamente escreviam, editavam e liam, os surfistas da informação digital que hoje consultam bancos de dados eletrônicos desempenham rotineiramente as mesmas funções: pesquisam e selecionam, assimilam, editam e criam seu próprio texto. Só que instantaneamente, e em tempo real. Nos tempos de Gutenberg, o prelo deu vida aos textos e os difundiu, mas com o terrível ônus de torná-los formais e imutáveis — as palavras imobilizavam-se como insetos paleolíticos aprisionados no âmbar. Os leitores sabiam que, no máximo, podiam lê-las. Alterá-las, jamais.

P. Saffo. Veja 25 anos — reflexões para o
futuro. 1993, p. 158-9 (com adaptações).

A propósito da estrutura e das idéias do texto acima, julgue o item a seguir.

Na linha com destaque, no trecho “o prelo deu vida aos textos”, o autor se refere à imobilidade dos textos manuscritos.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas