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Foram encontradas 60 questões.

1426215 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
“Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.” Assinale a assertiva correta sobre o fragmento, retirado do texto.
 

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1426214 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
“Fui pressuroso ao telefone, DEPOIS DE enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.”

Na expressão em destaque no período, fica evidente uma relação de:
 

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1426185 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
De acordo como texto, é correto afirmar:
 

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1426184 Ano: 2013
Disciplina: Português
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Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
A expressão destacada em “Isso não se usa mais, rapaz, PROCURE SE ORIENTAR!” significa, no contexto, que é necessário:
 

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334693 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
Provas:
Existem várias maneiras de se realizar um shut down de um servidor de banco de dados PostgreSQL. O tipo de desligamento é controlado através de diferentes sinais enviados para o processomestre.

Um desses sinais, ao ser recebido pelo processo mestre, irá causar o repasse do sinal para os processos filhos e o término imediato do processo mestre. Todos os processos f i lhos serão imediatamente terminados após terem sido sinal izados. Além disso, o mecanismo de recuperação será disparado no próximo startup do servidor.

Aqual sinal o procedimento acima se refere?
 

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Questão presente nas seguintes provas
334692 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
Provas:
A cláusula NOT IDENTIFIED, quando usada no comando CREATE ROLE (papel) do Oracle, indica que:
 

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Questão presente nas seguintes provas
334690 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
Provas:
Qual comando abre um banco de dados Oracle em modo read/write?
 

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Questão presente nas seguintes provas
334689 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
Provas:
Os códigos de comandos ADABAS são compostos por dois caracteres (XY). O primeiro (X) é um caractere alfabético e o segundo (Y) é um caractere alfanumérico.

Qual alternativa contém comandosADABAS usados, respectivamente, para leitura sequencial de registros, recuperação de registros baseada em um critério de busca e inclusão de um novo registro em uma base de dados?
 

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Questão presente nas seguintes provas
334688 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
Provas:
O esquema relacional a seguir servirá de contexto
para as questões 44 e 45. Ele descreve um banco de
dados usado por uma universidade para guardar
informações sobre suas disciplinas, seus alunos e as
notas destes.

enunciado 334688-1
O coeficiente de rendimento (CR) de um aluno é a média das suas notas ponderada pelo número de créditos das disciplinas. Isto é:

CR=SUM(NOTA*NUM_CRED) / SUM(NUM_CRED)

Qual consulta permite exibir asmatrículas dos alunos cujos CRs são maiores do que 6,0?
 

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Questão presente nas seguintes provas
334687 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
Provas:
O esquema relacional a seguir servirá de contexto
para as questões 44 e 45. Ele descreve um banco de
dados usado por uma universidade para guardar
informações sobre suas disciplinas, seus alunos e as
notas destes.

enunciado 334687-1
Um aluno pode cursar uma mesma disciplina várias vezes,mas para ser aprovado a sua nota temque ser maior ou igual a 5,0.

Qual consulta permite exibir, uma única vez, os nomes dos alunos que ainda NÃO foram aprovados na disciplina cujo código é INF1111?
 

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