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Foram encontradas 60 questões.

334573 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
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enunciado 334573-1
Read the following information:

1. This chapter describes the contents of the support CD.

2. This chapter presents a description of the BIOS parameters.

3. This chapter presents a description of the jumpers and connectors on themotherboard.

The user can find the information above in themanual in the following chapters, respectively:
 

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334572 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
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enunciado 334572-1
Choose the only correct sentence, as far as the word INFORMATION is concerned.
 

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334570 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
Nos adjuntos adverbiais de meio ou instrumento, até há bempouco tempo só se admitia o acento indicativo de crase se houvesse ambiguidade na frase. Modernamente, porém, os gramáticos estão admitindo tal acento em qualquer circunstância. Dentre as alternativas abaixo, tendo sido usado ou não o acento grave, qual a frase que exemplifica essa afirmação?
 

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334567 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
A frase abaixo cujo tempo verbal em destaque é diferente de todos os demais é:
 

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334566 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
Em “[...] acho QUE fui finalmente desmascarado como colunista esportivo”, o QUE, morfologicamente, é:
 

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334565 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
enunciado 334569-1
Em todas as frases abaixo o termo destacado foi usado corretamente com valor anafórico, EXCETO:
 

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334557 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
Considere as seguintes afirmações sobre o período “Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo.”, transcrito do texto.

I. O período é composto por subordinação. A primeira oração (“Acordei suando ...”) é principal em relação à segunda (“... felizmente era apenas um pesadelo.”).

II. O período é composto por orações coordenadas assindéticas.

III. O vocábulo FELIZMENTE, iniciando a segunda oração, é uma conjunção coordenativa e funciona como conectivo.

Assinale a alternativa que aponta a(s) afirmativa(s) correta(s).
 

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334555 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA

Novos pesadelos informáticos

Outro dia, uma revista me descreveu como convicto “tecnófobo”, neologismo horrendo inventado para designar os que têm medo ou aversão aos progressos tecnológicos.Acho isso uma injustiça. Em 86, na Copa do México, eu já estava escrevendo (aliás, denúncia pública: este ano não vou à França, ninguém me chamou; acho que fui finalmente desmascarado como colunista esportivo) num computadorzinho arqueológico, movido a querosene, ou coisa semelhante. Era dos mais modernos em existência, no qual me viciei e que o jornal, depois de promessas falsas, me tomou de volta. [...]
Já no final de 86, era eu orgulhoso proprietário e operador de um possante Apple IIE (enhanced), com devastadores 140 kb de memória, das quais o programa para escrever comia uns 120. Mas eu continuava feliz, com meu monitor de fósforo verde e minha impressora matricial Emilia, os quais se transformaram em atração turística de Itaparica, tanto para nativos quanto para visitantes. Que maravilha, nunca mais ter de botar papel carbono na máquina ou ter de fazer correções a caneta – e eu, que sempre fui catamilhógrafo, apresentava um texto mais sujo do que as ruas da maioria de nossas capitais. Havia finalmente ingressado na Nova Era, estava garantido.
Bobagem, como logo se veria. Um ano depois, meu celebrado computador não só me matava de vergonha diante dos visitantes, como quebrava duas vezes por semana e eu, que não dirijo, pedia à minha heroica esposa que o levasse a Salvador, poderosíssima razão para minha conversão pétrea à indissolubilidade do matrimônio. [...]
[...] Mas ganhei um computador novo! Fui dormir felicíssimo, pensando em meu lapetope de última geração, cheio de todas as chinfras. Mas tudo durou pouco, porque um certo escritor amigo meu me telefonou.
–Alô! – disse o Zé Rubem do outro lado.
– Você tem tempo para mim? Digo isso porque, com seu equipamento obsoleto, não deve sobrar muito tempo, além do necessário para almoçar apressadamente.
– Ah-ah! – disse eu. – Desta vez, você se deu mal. Estou com um lapetope fantástico aqui.
– É mesmo? – respondeu ele. – Pentium II?
– Xá ver aqui. Não, Pentium simples, Pentium mesmo.
– Ho-ho-ho-ho! Ha-ha-ha-ha! Hi-hi-hi hi!
– O que foi, desta vez?
– Daqui a uns quatro meses, esse equipamento seu estará completamente obsoleto.
Isso não se usa mais, rapaz, procure se orientar!
– Como não se usa mais? Todos os micreiros amigos meus têm um Pentium.
– Todos os amigos, não. Eu, por exemplo, tenho um Pentium II. Isso... Ninguém tem Pentium II!
– Eu tenho. Mas não é grande coisa, aconselho você a esperar mais um pouco.
– Como, não é grande coisa? Entre todo mundo que eu conheço é só você tem um e agora vem me dizer que não é grande coisa.
– Você é um bom escritor, pode crer, digo isto com sinceridade. Quantos megahertz você tem nessa sua nova curiosidade?
– 132.
– Hah-ha-ha! Ho-ho-hihi!
– Vem aí o Merced, rapaz, o Pentium 7, não tem computador no mercado que possa rodar os programas para ele.
– E como você fica aí, dando risada?
– Eu já estou com o meu encomendado, 500 megahertz, por aí, nada que você possa entender.
– Mas, mas…
Acordei suando, felizmente era apenas um pesadelo. Meu amigo Zé Rubem, afinal de contas, estaria lá, como sempre, para me socorrer. Fui pressuroso ao telefone, depois de enfrentar mais senhas do que quem quer invadir os computadores do Pentágono.
– Alô, Zé! Estou de computador novo!
– Roda Windows 98? Tem chip Merced?
– Clic – fiz eu do outro lado.
( U B A L D O , J o ã o . D i s p o n í v e l e m . Consulta em 06/12/2012. Fragmento adaptado)
O fragmento transcrito que possui um exemplo de onomatopeia é:
 

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Questão presente nas seguintes provas
334691 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
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Um hospital possui um banco de dados para a marcação de cirurgias realizadas em suas dependências. O modelo conceitual desse banco de dados é o seguinte:

enunciado 334691-1

Sejam as seguintes afirmativas sobre o que está especificado nesse modelo:

I. A entidade Participante possui dois identificadores.

II. Uma cirurgia tem que ter pelo menos um médico como participante.

III. Uma cirurgia pode ser marcada mesmo que o paciente ainda não tenha sido definido.

Marque a alternativa correta em relação às afirmativas acima.
Questão Anulada

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292807 Ano: 2013
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FUNCAB
Orgão: CODATA
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Uma imobiliária administra vários imóveis destinados para aluguel. Alguns encontram-se alugados enquanto outros estão desocupados. Todos os clientes são cadastrados. Eles podem ser tanto proprietários como inquilinos de algum imóvel. Um imóvel pertence a pelo menos um proprietário, mas só pode estar alugado por umúnico cliente.

Qual modelo E-R representa com precisão as regras de negócio descritas no enunciado e irá minimizar a ocorrência de redundâncias em um banco de dados derivado desse modelo?
Questão Anulada

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