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Escreva (V) para as alternativas corretas e (F) para alternativas erradas, no que diz respeito a alguns verbos presentes na charge.
A seguir, marque a alternativa correta.
( ) “desculpe”: o verbo está no modo imperativo.
( ) “notei”: o verbo está no pretérito imperfeito do modo indicativo.
( ) “tenho”: o verbo está na primeira pessoa do singular.
( ) “vou”: o verbo está no futuro do pretérito do modo indicativo.
( ) “vai”: o verbo está na terceira pessoa do singular.
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Marque a opção que classifica corretamente as formas nominais sublinhadas na charge:
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Em qual das alternativas abaixo os substantivos não são acrescidos de “es” para formarem o plural?
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Na chácara do Chico Bola a,
o que se procura
nunca se acha!
Quando chove muito,
o Chico brinca de barco,
porque a chácara vira arco.
Quando não chove nada,
Chico trabalha com a en ada
e logo se machuca
e fica de mão in ada.
Cecília Meireles
Marque a opção em que as consoantes completam adequadamente as lacunas no poema de Cecília Meireles, respectivamente:
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O modo subjuntivo expressa, exprime, revela dúvidas, hipóteses, possibilidades. Em qual das frases abaixo o verbo não está no subjuntivo?
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Marque a opção em que todas as palavras estão acentuadas corretamente:
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"O Menino Marrom"
Já falei dos seus dentes? Ihhh, vai começar outra longa conversa para explicar que não existem dentes absolutamente brancos. E realmente, não existem. Se você ficasse com a boca cheia de dentes brancos como a neve, você iria ficar ridículo, parecendo um vampiro sem presas.
Quando os dentes são o mais próximo do branco, a gente diz que eles são clarinhos. Aliás, até repete: “Clarinhos, clarinhos!”
Pois o menino marrom tinha os dentes claros, certinhos, certinhos. Pareciam teclas de um piano, sem as cáries (vocês sabem: os bemóis e os sustenidos são as cáries do piano).
Quando o menino ria, era aquela luz no meio do seu rosto marrom. O branco dos olhos diminuía, ficavam aqueles dois tracinhos assim, no lugar dos olhos: um traço de cada lado do nariz. Mas o brilho das duas jabuticabas permanecia.
Os cabelos eram enroladinhos e fofos. Pareciam uma esponja. Logo depois do banho, quando seus cabelos secavam, era um prazer ficar fazendo assim, com os dedos em gancho, fofando a cabecinha do menino marrom. Sempre achei que seus cabelos eram pretíssimos. Mas, um dia, um amigo, especialista em identificação do Instituto Félix Pacheco, me disse: “Não existem cabelos humanos absolutamente pretos, você sabia?”
Retirado da obra “O menino marrom”, de Ziraldo.
Qual das palavras abaixo, retiradas do texto "O Menino Marrom", não apresenta dígrafo?
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"O Menino Marrom"
Já falei dos seus dentes? Ihhh, vai começar outra longa conversa para explicar que não existem dentes absolutamente brancos. E realmente, não existem. Se você ficasse com a boca cheia de dentes brancos como a neve, você iria ficar ridículo, parecendo um vampiro sem presas.
Quando os dentes são o mais próximo do branco, a gente diz que eles são clarinhos. Aliás, até repete: “Clarinhos, clarinhos!”
Pois o menino marrom tinha os dentes claros, certinhos, certinhos. Pareciam teclas de um piano, sem as cáries (vocês sabem: os bemóis e os sustenidos são as cáries do piano).
Quando o menino ria, era aquela luz no meio do seu rosto marrom. O branco dos olhos diminuía, ficavam aqueles dois tracinhos assim, no lugar dos olhos: um traço de cada lado do nariz. Mas o brilho das duas jabuticabas permanecia.
Os cabelos eram enroladinhos e fofos. Pareciam uma esponja. Logo depois do banho, quando seus cabelos secavam, era um prazer ficar fazendo assim, com os dedos em gancho, fofando a cabecinha do menino marrom. Sempre achei que seus cabelos eram pretíssimos. Mas, um dia, um amigo, especialista em identificação do Instituto Félix Pacheco, me disse: “Não existem cabelos humanos absolutamente pretos, você sabia?”
Retirado da obra “O menino marrom”, de Ziraldo.
Na frase “Ihhh, vai começar outra longa conversa para explicar que não existem dentes absolutamente brancos”, a locução verbal destacada poderia ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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"O Menino Marrom"
Já falei dos seus dentes? Ihhh, vai começar outra longa conversa para explicar que não existem dentes absolutamente brancos. E realmente, não existem. Se você ficasse com a boca cheia de dentes brancos como a neve, você iria ficar ridículo, parecendo um vampiro sem presas.
Quando os dentes são o mais próximo do branco, a gente diz que eles são clarinhos. Aliás, até repete: “Clarinhos, clarinhos!”
Pois o menino marrom tinha os dentes claros, certinhos, certinhos. Pareciam teclas de um piano, sem as cáries (vocês sabem: os bemóis e os sustenidos são as cáries do piano).
Quando o menino ria, era aquela luz no meio do seu rosto marrom. O branco dos olhos diminuía, ficavam aqueles dois tracinhos assim, no lugar dos olhos: um traço de cada lado do nariz. Mas o brilho das duas jabuticabas permanecia.
Os cabelos eram enroladinhos e fofos. Pareciam uma esponja. Logo depois do banho, quando seus cabelos secavam, era um prazer ficar fazendo assim, com os dedos em gancho, fofando a cabecinha do menino marrom. Sempre achei que seus cabelos eram pretíssimos. Mas, um dia, um amigo, especialista em identificação do Instituto Félix Pacheco, me disse: “Não existem cabelos humanos absolutamente pretos, você sabia?”
Retirado da obra “O menino marrom”, de Ziraldo.
Qual das palavras abaixo, retiradas do texto “O Menino Marrom”, não está com as sílabas separadas corretamente?
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"O Menino Marrom"
Já falei dos seus dentes? Ihhh, vai começar outra longa conversa para explicar que não existem dentes absolutamente brancos. E realmente, não existem. Se você ficasse com a boca cheia de dentes brancos como a neve, você iria ficar ridículo, parecendo um vampiro sem presas.
Quando os dentes são o mais próximo do branco, a gente diz que eles são clarinhos. Aliás, até repete: “Clarinhos, clarinhos!”
Pois o menino marrom tinha os dentes claros, certinhos, certinhos. Pareciam teclas de um piano, sem as cáries (vocês sabem: os bemóis e os sustenidos são as cáries do piano).
Quando o menino ria, era aquela luz no meio do seu rosto marrom. O branco dos olhos diminuía, ficavam aqueles dois tracinhos assim, no lugar dos olhos: um traço de cada lado do nariz. Mas o brilho das duas jabuticabas permanecia.
Os cabelos eram enroladinhos e fofos. Pareciam uma esponja. Logo depois do banho, quando seus cabelos secavam, era um prazer ficar fazendo assim, com os dedos em gancho, fofando a cabecinha do menino marrom. Sempre achei que seus cabelos eram pretíssimos. Mas, um dia, um amigo, especialista em identificação do Instituto Félix Pacheco, me disse: “Não existem cabelos humanos absolutamente pretos, você sabia?”
Retirado da obra “O menino marrom”, de Ziraldo.
Os verbos que ligam o sujeito às suas características, qualidades ou ao seu estado são chamados verbos de ligação.
Assinale a oração em que o verbo sublinhado é de ligação.
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