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Foram encontradas 100 questões.

3405984 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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O que é a camada de ozônio?

Em volta da Terra há uma frágil camada de um gás chamado ozônio (O3), que protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol. Na superfície terrestre, o ozônio contribui para agravar a poluição do ar das cidades e a chuva ácida. Mas, nas alturas da estratosfera (entre 25 e 30 km acima da superfície), é um filtro a favor da vida. Sem ele, os raios ultravioleta poderiam aniquilar todas as formas de vida no planeta.

Fonte: ess_ammmbenaascaammdda__ozonio/_brasileira/questoes_ambientais/camada_ozonio/

O surgimento de buracos na camada de ozônio favorece o aumento da incidência dos raios ultravioletas sobre a superfície terrestre. Esse fenômeno prejudica todos os seres vivos e pode causar doenças graves nos seres humanos. Assinale a alternativa que contém a principal doença humana decorrente desse processo:

 

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3405983 Ano: 2022
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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Analise os seguintes itens:

I. Vale descampado entre os rios Piquiri e Ivaí

II. Homenagem ao Governador da Província de São Paulo, no período de 1765 a 1775, Dom Luís António de Sousa Botelho e Mourão.

Está(ão) relacionado(s) ao nome do município de Campo Mourão, Estado do Paraná:

 

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3405982 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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Luís aplicou 60% de seu capital na previdência privada e o restante num fundo de investimento, pelo prazo de 1 ano. Nesse período, a previdência privada rendeu 8% e o fundo, 9%. Qual a taxa global de rendimento auferido por Luís nesse período?

 

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3405981 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Quando a minha esposa Beatriz perdeu a mãe, há seis anos, lembro que brigou com a funerária porque a equipe não tinha posto a roupa separada para a cerimônia. Não aceitou, não deixou passar. Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado.

Era para ser o melhor vestido. Aquele vestido creme de que Clara tanto gostava, que não causava erro, que a incentivava a rir com volúpia e desenvoltura com as mangas soltas.

Pode parecer bobagem, mas, para quem está enterrando a pessoa predileta de sua vida, todo detalhe é decisivo. Seria a última vez que enxergaria a sua mãe. Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre.

Beatriz preparou os cabelos, a maquiagem, como se fosse mãe de sua mãe. Foi uma dedicação extrema de espelho, devolvendo, num único ato, todos os momentos em que Clara fez meticulosamente as suas tranças na infância e na adolescência.

Era o último punhado de areia escoando na ampulheta. O resto dos grãos do café do tempo entre as duas, preso no coador de pano.

Ela trocou de papel com a mãe. Era a protetora, a que tirava alguma mancha da veste com a saliva, a que fixava a franja com os dedos, a que não se importava com o vexame do apego.

Velar é embalar o morto até dormir, sussurrando em seus ouvidos uma canção de ninar de conhecimento mútuo. É mais do que zelar pela aparência, é se preocupar em ser leal com os desejos de quem parte.

CARPINEJAR. Depois é nunca. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021. (Fragmento).

"Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre." Nesse contexto, a palavra destacada pode ser substituída pelos vocábulos a seguir, EXCETO por:

 

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3405980 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Quando a minha esposa Beatriz perdeu a mãe, há seis anos, lembro que brigou com a funerária porque a equipe não tinha posto a roupa separada para a cerimônia. Não aceitou, não deixou passar. Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado.

Era para ser o melhor vestido. Aquele vestido creme de que Clara tanto gostava, que não causava erro, que a incentivava a rir com volúpia e desenvoltura com as mangas soltas.

Pode parecer bobagem, mas, para quem está enterrando a pessoa predileta de sua vida, todo detalhe é decisivo. Seria a última vez que enxergaria a sua mãe. Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre.

Beatriz preparou os cabelos, a maquiagem, como se fosse mãe de sua mãe. Foi uma dedicação extrema de espelho, devolvendo, num único ato, todos os momentos em que Clara fez meticulosamente as suas tranças na infância e na adolescência.

Era o último punhado de areia escoando na ampulheta. O resto dos grãos do café do tempo entre as duas, preso no coador de pano.

Ela trocou de papel com a mãe. Era a protetora, a que tirava alguma mancha da veste com a saliva, a que fixava a franja com os dedos, a que não se importava com o vexame do apego.

Velar é embalar o morto até dormir, sussurrando em seus ouvidos uma canção de ninar de conhecimento mútuo. É mais do que zelar pela aparência, é se preocupar em ser leal com os desejos de quem parte.

CARPINEJAR. Depois é nunca. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021. (Fragmento).

"Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre." O pronome "seus", no contexto em que foi inserido, faz referência a:

 

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3405979 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Quando a minha esposa Beatriz perdeu a mãe, há seis anos, lembro que brigou com a funerária porque a equipe não tinha posto a roupa separada para a cerimônia. Não aceitou, não deixou passar. Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado.

Era para ser o melhor vestido. Aquele vestido creme de que Clara tanto gostava, que não causava erro, que a incentivava a rir com volúpia e desenvoltura com as mangas soltas.

Pode parecer bobagem, mas, para quem está enterrando a pessoa predileta de sua vida, todo detalhe é decisivo. Seria a última vez que enxergaria a sua mãe. Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre.

Beatriz preparou os cabelos, a maquiagem, como se fosse mãe de sua mãe. Foi uma dedicação extrema de espelho, devolvendo, num único ato, todos os momentos em que Clara fez meticulosamente as suas tranças na infância e na adolescência.

Era o último punhado de areia escoando na ampulheta. O resto dos grãos do café do tempo entre as duas, preso no coador de pano.

Ela trocou de papel com a mãe. Era a protetora, a que tirava alguma mancha da veste com a saliva, a que fixava a franja com os dedos, a que não se importava com o vexame do apego.

Velar é embalar o morto até dormir, sussurrando em seus ouvidos uma canção de ninar de conhecimento mútuo. É mais do que zelar pela aparência, é se preocupar em ser leal com os desejos de quem parte.

CARPINEJAR. Depois é nunca. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021. (Fragmento).

Assinale a alternativa em que as letras grifadas têm o mesmo fonema:

 

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3405978 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Quando a minha esposa Beatriz perdeu a mãe, há seis anos, lembro que brigou com a funerária porque a equipe não tinha posto a roupa separada para a cerimônia. Não aceitou, não deixou passar. Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado.

Era para ser o melhor vestido. Aquele vestido creme de que Clara tanto gostava, que não causava erro, que a incentivava a rir com volúpia e desenvoltura com as mangas soltas.

Pode parecer bobagem, mas, para quem está enterrando a pessoa predileta de sua vida, todo detalhe é decisivo. Seria a última vez que enxergaria a sua mãe. Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre.

Beatriz preparou os cabelos, a maquiagem, como se fosse mãe de sua mãe. Foi uma dedicação extrema de espelho, devolvendo, num único ato, todos os momentos em que Clara fez meticulosamente as suas tranças na infância e na adolescência.

Era o último punhado de areia escoando na ampulheta. O resto dos grãos do café do tempo entre as duas, preso no coador de pano.

Ela trocou de papel com a mãe. Era a protetora, a que tirava alguma mancha da veste com a saliva, a que fixava a franja com os dedos, a que não se importava com o vexame do apego.

Velar é embalar o morto até dormir, sussurrando em seus ouvidos uma canção de ninar de conhecimento mútuo. É mais do que zelar pela aparência, é se preocupar em ser leal com os desejos de quem parte.

CARPINEJAR. Depois é nunca. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021. (Fragmento).

Assinale a alternativa em que a palavra retirada do texto apresenta o mesmo número de letras e fonemas:

 

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3405977 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Quando a minha esposa Beatriz perdeu a mãe, há seis anos, lembro que brigou com a funerária porque a equipe não tinha posto a roupa separada para a cerimônia. Não aceitou, não deixou passar. Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado.

Era para ser o melhor vestido. Aquele vestido creme de que Clara tanto gostava, que não causava erro, que a incentivava a rir com volúpia e desenvoltura com as mangas soltas.

Pode parecer bobagem, mas, para quem está enterrando a pessoa predileta de sua vida, todo detalhe é decisivo. Seria a última vez que enxergaria a sua mãe. Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre.

Beatriz preparou os cabelos, a maquiagem, como se fosse mãe de sua mãe. Foi uma dedicação extrema de espelho, devolvendo, num único ato, todos os momentos em que Clara fez meticulosamente as suas tranças na infância e na adolescência.

Era o último punhado de areia escoando na ampulheta. O resto dos grãos do café do tempo entre as duas, preso no coador de pano.

Ela trocou de papel com a mãe. Era a protetora, a que tirava alguma mancha da veste com a saliva, a que fixava a franja com os dedos, a que não se importava com o vexame do apego.

Velar é embalar o morto até dormir, sussurrando em seus ouvidos uma canção de ninar de conhecimento mútuo. É mais do que zelar pela aparência, é se preocupar em ser leal com os desejos de quem parte.

CARPINEJAR. Depois é nunca. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021. (Fragmento).

Em relação à separação silábica das palavras, é CORRETO afirmar que:

 

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3405976 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Quando a minha esposa Beatriz perdeu a mãe, há seis anos, lembro que brigou com a funerária porque a equipe não tinha posto a roupa separada para a cerimônia. Não aceitou, não deixou passar. Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado.

Era para ser o melhor vestido. Aquele vestido creme de que Clara tanto gostava, que não causava erro, que a incentivava a rir com volúpia e desenvoltura com as mangas soltas.

Pode parecer bobagem, mas, para quem está enterrando a pessoa predileta de sua vida, todo detalhe é decisivo. Seria a última vez que enxergaria a sua mãe. Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre.

Beatriz preparou os cabelos, a maquiagem, como se fosse mãe de sua mãe. Foi uma dedicação extrema de espelho, devolvendo, num único ato, todos os momentos em que Clara fez meticulosamente as suas tranças na infância e na adolescência.

Era o último punhado de areia escoando na ampulheta. O resto dos grãos do café do tempo entre as duas, preso no coador de pano.

Ela trocou de papel com a mãe. Era a protetora, a que tirava alguma mancha da veste com a saliva, a que fixava a franja com os dedos, a que não se importava com o vexame do apego.

Velar é embalar o morto até dormir, sussurrando em seus ouvidos uma canção de ninar de conhecimento mútuo. É mais do que zelar pela aparência, é se preocupar em ser leal com os desejos de quem parte.

CARPINEJAR. Depois é nunca. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021. (Fragmento).

Assinale a alternativa em que todas as palavras contenham dígrafo:

 

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3405975 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: CODUSA
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TEXTO 01

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 01 a 10.

Quando a minha esposa Beatriz perdeu a mãe, há seis anos, lembro que brigou com a funerária porque a equipe não tinha posto a roupa separada para a cerimônia. Não aceitou, não deixou passar. Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado.

Era para ser o melhor vestido. Aquele vestido creme de que Clara tanto gostava, que não causava erro, que a incentivava a rir com volúpia e desenvoltura com as mangas soltas.

Pode parecer bobagem, mas, para quem está enterrando a pessoa predileta de sua vida, todo detalhe é decisivo. Seria a última vez que enxergaria a sua mãe. Seria a imagem derradeira, a que arderia os seus olhos de lágrimas quentes para sempre.

Beatriz preparou os cabelos, a maquiagem, como se fosse mãe de sua mãe. Foi uma dedicação extrema de espelho, devolvendo, num único ato, todos os momentos em que Clara fez meticulosamente as suas tranças na infância e na adolescência.

Era o último punhado de areia escoando na ampulheta. O resto dos grãos do café do tempo entre as duas, preso no coador de pano.

Ela trocou de papel com a mãe. Era a protetora, a que tirava alguma mancha da veste com a saliva, a que fixava a franja com os dedos, a que não se importava com o vexame do apego.

Velar é embalar o morto até dormir, sussurrando em seus ouvidos uma canção de ninar de conhecimento mútuo. É mais do que zelar pela aparência, é se preocupar em ser leal com os desejos de quem parte.

CARPINEJAR. Depois é nunca. 1ª ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2021. (Fragmento).

"Bateu o pé, a boca, para que honrasse o planejado." No contexto do trecho, o verbo honrar pode ser substituído, sem alteração de sentido, pelo verbo:

 

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