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Observe os dois períodos a seguir:
“Chegou ontem e já vendeu quase tudo”. (Texto I, linha 16)
“Ela poderia escolher uma boneca de presente e optou por um brinquedo de cor diferente da sua”. (Texto II, linhas 3-4)
A conjunção “e” que aparece nos dois trechos apresenta, respectivamente, sentido de
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Diversos são os recursos coesivos para evitar a repetição de palavras.
No trecho “Maria da Penha é uma biofarmacêutica cearense e foi casada com o professor universitário Marco Antônio Heredia Viveros. Em 1983, ela sofreu a primeira tentativa de assassinato quando levou um tiro nas costas enquanto dormia” (linhas 3-5), o sujeito “Maria da Penha” é substituído uma vez pelo pronome reto “ela” e três vezes pelo recurso da
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TEXTO II
O ARRANJO

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TEXTO III
VOZES – MULHERES

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TEXTO II
O ARRANJO


O trecho do texto I que NÃO se coaduna ao exposto no texto II é
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A passagem do texto I “A única coisa que peço é: esqueçam salário, esqueçam o resto. Esqueçam o mundo lá fora. O mundo de vocês agora é esta fazenda” (linhas 21-22) expressa a intenção do proprietário e dialoga de modo mais abrangente com o seguinte fragmento do texto II:
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TEXTO III
VOZES – MULHERES

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TEXTO II
PORÉM IGUALMENTE
É uma santa. Diziam os vizinhos. E D. Eulália apanhando.
É um anjo. Diziam os parentes. E D. Eulália sangrando.
Porém igualmente se surpreenderam na noite em que, mais bêbado que de costume, o marido, depois de surrála, jogou-a pela janela, e D. Eulália rompeu em asas o voo de sua trajetória.
COLASANTI, Marina. Um espinho de Marfim & outras histórias. Porto Alegre: L&PM, 1999. p. 44.
No trecho "É uma santa. Diziam os vizinhos" (linha 1), há duas orações.
Os sujeitos dessas orações podem ser classificados, respectivamente, como
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