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É tarefa do assistente de alunos realizar, junto aos estudantes, abordagens educativas que reflitam sobre os processos de internalização de valores na família, na escola e na sociedade, e busquem a transformação de posturas preconceituosas para a construção de um convívio respeitoso entre os alunos. Ao lidar com situações escolares de preconceito nas relações entre os estudantes, a atuação do assistente de alunos, numa perspectiva educacional crítica, deve privilegiar as estratégias de
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Se antes havia por exemplo um inspetor que tinha funções de vigia para que os estudantes não transgredissem as normas escolares, agora há um assistente, que adquire um perfil mais democrático e humanizado, contribuindo para a humanização escolar e fortalecimento do vínculo entre escola e estudante.
CABRAL, G. O. A dimensão educativa do assistente de alunos: o papel desse profissional na formação do corpo discente da escola. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/65497/1/Gabriela%20de%20Oliveira%20Cabral.pdf. Acesso em: 28 mar. 2022.
Ao analisarmos a afirmação do autor, podemos dizer que
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A escola não pode simplesmente ser pensada em separado da sociedade. Pelo contrário, ela é uma das instituições sociais mais centrais do mundo moderno e contemporâneo e, neste sentido, é orientada pelas mesmas ideologias, os objetivos e as formas de relacionamento entre indivíduos e grupos que vigoram no seu entorno.
Gênero e diversidade na escola: formação de professores/as em gênero, sexualidade, orientação sexual e relações étnico-raciais. Rio de Janeiro: Cepesc; Brasília: SPM, 2009. Caderno de Atividades, p. 189 (adaptado).
Assim, a escola atenta às questões sociais do seu tempo precisa, por exemplo,
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O estudo do desenvolvimento humano procura compreender o sujeito em sua totalidade e colabora sinalizando que existem causas por trás de comportamentos prejudiciais ou agressivos da criança e do adolescente. Isso porque o desenvolvimento humano é formado por quatro pilares ou aspectos que estão interligados.
BOCK, A.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M. L. Psicologias:
uma introdução ao estudo da psicologia. 14. ed. São Paulo: Saraiva, 2008.
Conforme os autores, relacione os aspectos do desenvolvimento humano, indicados na primeira coluna, à descrição correspondente, na segunda coluna:
1 - Aspecto físico-motor
2 - Aspecto intelectual
3 - Aspecto afetivo/emocional
4 - Aspecto social
( ) Refere-se à capacidade cognitiva do ser humano, ou seja, à capacidade de pensamento, raciocínio.
( ) Engloba a maturação do corpo e da mente, ou seja, o crescimento orgânico.
( ) Relaciona-se a reações e posturas relativas às vivências em sociedade.
( ) Abrange a capacidade de integrar experiências e emoções construindo seus sentimentos, incluindo a sexualidade.
A sequência correta é
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A ênfase de Vygotski na função do social aponta para a importância das experiências coletivas na vida da criança. Quando, no entanto, a integração ou inclusão social da criança com deficiência torna-se enfraquecida, prejudica-se o possível desenvolvimento de formas compensatórias das estruturas superiores do pensamento.
Educação em Foco: Revista de Educação,
Juiz de Fora (MG): Faculdade de Educação/Centro Pedagógico UFJF, v. 4, n. 2. p. 43, 1999.
De acordo com o pensamento do autor mencionado no texto, a inclusão social do estudante com necessidades especiais na escola ocorre quando ele
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A escola é um local onde os estudantes passam, em média, um terço do dia, sendo comum acidentes acontecerem. Nesse sentido, estudantes, professores e funcionários devem estar preparados para providências emergenciais e práticas de primeiros socorros, assim como para a prevenção de acidentes. Em relação aos aspectos legais e sociais sobre prevenção de acidentes no ambiente escolar, foram feitas as afirmativas a seguir:
I. A criança e o adolescente têm direito à proteção, à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
II. Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança ferida ou em grave e iminente perigo; ou não pedir, nesses casos, o socorro da autoridade pública é passível de pena.
III. Foi instituído em 2015, pelo Decreto nº 6.286, o Programa Saúde na Escola (PSE). 4
IV. Crianças e adolescentes têm a primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias.
Estão corretas
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Muitas intoxicações ocorrem pela ingestão de agentes tóxicos, líquidos ou sólidos. O grau de intoxicação varia com a toxicidade da substância e com a dose ingerida. De uma maneira geral, as seguintes substâncias encontram-se entre as que mais frequentemente provocam acidentes tóxicos: alimentos estragados ou que sofreram contaminação química; produtos de limpeza; remédios sedativos e hipnóticos; plantas venenosas; alucinógenos e narcóticos; bebidas alcoólicas; inseticidas, raticidas, formicidas; soda cáustica; derivados de petróleo; ácidos, álcalis, fenóis.
Manual de primeiros socorros. Rio de Janeiro. Fundação Oswaldo Cruz, 2003. p. 173 (adaptado).
Se a vítima da intoxicação estiver consciente, pode-se provocar vômitos em caso de ingestão de
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As principais causas de acidentes com as crianças na escola estão relacionadas à prática de esportes, recreação e mesmo à distribuição dos equipamentos do ambiente escolar (corredores, escadas, rampas, laboratórios, elevadores etc.). Na adoção de condutas preventivas para evitar ou diminuir a ocorrência dos acidentes, o assistente de alunos deve considerar como essencial para o seu trabalho
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O uso precoce e o abuso de drogas lícitas e ilícitas costumam ser motivos de preocupação entre profissionais da educação e entre responsáveis dos estudantes. Os danos neuroquímicos e sociais entre crianças e adolescentes já vêm sendo relatados em estudos publicados em revistas científicas e médicas. Por essa razão, a escola precisa refletir e adotar estratégias para lidar com essa realidade.
No Brasil, as drogas mais usadas pela população em geral são
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Em 2004, o levantamento epidemiológico realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID), em estudantes de educação básica, comprovou a presença de psicotrópicos nas escolas e uma tendência de iniciação precoce, na faixa etária de 10-12 anos.
GALDURÓZ, J.C.F. et al. V Levantamento sobre o uso de drogas entre estudantes do ensino fundamental e médio em 27 capitais brasileiras. São Paulo: CEBRID, 2004.
O ato de prevenir o uso de drogas nas escolas admite três níveis de intervenção: primária, secundária e terciária. Na prevenção primária, o objetivo é
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