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Foram encontradas 38 questões.

1432311 Ano: 2010
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Para a administração das finanças públicas, existe um instrumento fundamental, que é o
 

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1431241 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Na gestão da despesa pública, existem três estágios que são executados na seguinte sequência:
 

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1412559 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Dentro das funções de Gestão de Pessoas, encontra-se a Seleção. Seleção é o processo pelo qual os candidatos ao cargo passam por triagem e entrevistas e uma decisão de contratação é tomada. Uma das maneiras de fazer a Seleção é por meio de Entrevistas, que podem ser divididas em três formatos gerais, quais sejam:
 

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1412477 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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As organizações de capital aberto devem apresentar relatórios anuais. Um desses relatórios “mostra ativos, passivos e patrimônio líquido ou direitos sobre os ativos e pode ser entendido como uma fotografia da posição financeira da empresa em determinado momento.” Este relatório é conhecido por
 

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1410684 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Um trabalhador gasta 1/5 de seu salário com educação, 1/6 com água, luz e telefone e 1/3 com aluguel. Todas estas despesas juntas somam R$ 2.100,00. Com essas informações, o salário deste trabalhador é:
 

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1409919 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Saiba como ajustar o relógio biológico e tirar proveito dos ritmos corporais
Juliana Vines
Seu relógio biológico está errado. E não adianta culpar o horário de verão. A culpa, segundo os especialistas em cronobiologia, é da luz elétrica e do despertador.
Hormônios seguem horários; tente entrar de acordo com eles
"Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador", afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza.
"Todas as funções orgânicas têm um ritmo de 24 horas e se ajustam ao dia e à noite", explica o professor Luiz Menna-Barreto, um dos coordenadores do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da USP.
Há hormônios que são mais produzidos durante o sono noturno. Dormir de dia não vale.
Estão nesse grupo a melatonina e o hormônio de crescimento, ambos com importantes funções reguladoras do metabolismo. Trocar o dia pela noite acaba sendo um fator de risco. A Organização Mundial da Saúde já incluiu distúrbios dos ritmos biológicos entre os fatores cancerígenos.
"Enfermeiras que trabalham à noite têm dez vezes mais chances de ter câncer de mama", diz o pesquisador John Fontenele Araujo, do Laboratório de Neurobiologia e Ritmicidade Biológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Como lobos
Um descompasso entre os ritmos também aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de obesidade.
"Pessoas com alterações no sono têm mudanças hormonais. Uma delas é a menor produção de leptina relacionada com a saciedade", afirma Eduardo Santos, professor de fisiologia da Universidade Federal de Goiás.
Deixando os hormônios de lado, a medicina indiana ayurveda diz que isso de estender a madrugada é contra a natureza humana.
"Não temos hábitos noturnos como lobos. Somos programados para viver de dia", diz Aderson da Rocha, médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda.
"Acordar de manhã junto com o nascer do sol é essencial para a prática do ioga."
A cronobiologia, que é o estudo desses ritmos fisiológicos, influencia até a prescrição de medicamentos. "Aproveitarmos essas informações para potencializar o efeito de um remédio ou aumentar o cuidado com uma doença", diz Amouny Mourad, farmacêutica membro do Conselho Regional de Farmácia de SP.
Quem sofre de hipertensão ou de asma, por exemplo, deve tomar remédios de longa duração porque a maior parte das crises acontece à noite.
Calma, não é preciso madrugar para estar em sintonia com os ritmos biológicos.
O grande problema, de acordo com os especialistas, é a falta de regularidade nos horários do sono, a longo prazo. Ou pior ainda: a privação do sono.
"O trabalho faz com que as pessoas durmam menos ou não controlem seus horários", afirma Claudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Além disso, apesar de os hormônios serem os mesmos, sempre há diferenças individuais que também precisam ser respeitadas .
Há pessoas de hábitos mais matutinos e as vespertinas, que funcionam mais tarde. No horário de verão, são essas que mais sofrem.
O pesquisador Leandro Duarte comprovou isso em sua tese. "O fato de iniciarmos nossas atividades no escuro e terminarmos com o dia ainda claro confunde o relógio biológico. Os vespertinos sentem desconforto durante todo esse período."
Os sinais da falta de sono são cansaço e tentativa de recuperar tudo no fim de semana. Sintomas comuns, nesses tempos em que sincronizar ritmos biológicos à agenda não é fácil para vespertinos nem para matutinos.
Mas é possível negociar com o cérebro, segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, colunista da Folha e professora da UFRJ.
"Nós podemos passar por cima do relógio biológico e escolhernossos próprios horários. A única coisa que não controlamos é o fato de que precisamos dormir todos os dias."
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/821114-saibacomo- ajustar-o-relogio-biologico-e-tirar-proveito-dos-ritmos-corporais.shtml>. Acesso em 01 dez. 2010.
A autora do texto reflete sobre a importância dos hormônios para se manter um corpo saudável. Quanto às atividades hormonais, conclui-se que
 

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1409386 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Saiba como ajustar o relógio biológico e tirar proveito dos ritmos corporais
Juliana Vines
Seu relógio biológico está errado. E não adianta culpar o horário de verão. A culpa, segundo os especialistas em cronobiologia, é da luz elétrica e do despertador.
Hormônios seguem horários; tente entrar de acordo com eles
"Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador", afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza.
"Todas as funções orgânicas têm um ritmo de 24 horas e se ajustam ao dia e à noite", explica o professor Luiz Menna-Barreto, um dos coordenadores do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da USP.
Há hormônios que são mais produzidos durante o sono noturno. Dormir de dia não vale.
Estão nesse grupo a melatonina e o hormônio de crescimento, ambos com importantes funções reguladoras do metabolismo. Trocar o dia pela noite acaba sendo um fator de risco. A Organização Mundial da Saúde já incluiu distúrbios dos ritmos biológicos entre os fatores cancerígenos.
"Enfermeiras que trabalham à noite têm dez vezes mais chances de ter câncer de mama", diz o pesquisador John Fontenele Araujo, do Laboratório de Neurobiologia e Ritmicidade Biológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Como lobos
Um descompasso entre os ritmos também aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de obesidade.
"Pessoas com alterações no sono têm mudanças hormonais. Uma delas é a menor produção de leptina relacionada com a saciedade", afirma Eduardo Santos, professor de fisiologia da Universidade Federal de Goiás.
Deixando os hormônios de lado, a medicina indiana ayurveda diz que isso de estender a madrugada é contra a natureza humana.
"Não temos hábitos noturnos como lobos. Somos programados para viver de dia", diz Aderson da Rocha, médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda.
"Acordar de manhã junto com o nascer do sol é essencial para a prática do ioga."
A cronobiologia, que é o estudo desses ritmos fisiológicos, influencia até a prescrição de medicamentos. "Aproveitarmos essas informações para potencializar o efeito de um remédio ou aumentar o cuidado com uma doença", diz Amouny Mourad, farmacêutica membro do Conselho Regional de Farmácia de SP.
Quem sofre de hipertensão ou de asma, por exemplo, deve tomar remédios de longa duração porque a maior parte das crises acontece à noite.
Calma, não é preciso madrugar para estar em sintonia com os ritmos biológicos.
O grande problema, de acordo com os especialistas, é a falta de regularidade nos horários do sono, a longo prazo. Ou pior ainda: a privação do sono.
"O trabalho faz com que as pessoas durmam menos ou não controlem seus horários", afirma Claudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Além disso, apesar de os hormônios serem os mesmos, sempre há diferenças individuais que também precisam ser respeitadas .
Há pessoas de hábitos mais matutinos e as vespertinas, que funcionam mais tarde. No horário de verão, são essas que mais sofrem.
O pesquisador Leandro Duarte comprovou isso em sua tese. "O fato de iniciarmos nossas atividades no escuro e terminarmos com o dia ainda claro confunde o relógio biológico. Os vespertinos sentem desconforto durante todo esse período."
Os sinais da falta de sono são cansaço e tentativa de recuperar tudo no fim de semana. Sintomas comuns, nesses tempos em que sincronizar ritmos biológicos à agenda não é fácil para vespertinos nem para matutinos.
Mas é possível negociar com o cérebro, segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, colunista da Folha e professora da UFRJ.
"Nós podemos passar por cima do relógio biológico e escolhernossos próprios horários. A única coisa que não controlamos é o fato de que precisamos dormir todos os dias."
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/821114-saibacomo- ajustar-o-relogio-biologico-e-tirar-proveito-dos-ritmos-corporais.shtml>. Acesso em 01 dez. 2010.
No trecho "Pessoas com alterações no sono têm mudanças hormonais. Uma delas é a menor produção de leptina (relacionada com a saciedade)" está subentendido que
 

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1409013 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Paulo vai a um supermercado, com certa quantidade de dinheiro, para comprar feijão e tomate. Nesse supermercado, o quilo do feijão é R$ 4,00. Se ele comprar 4 kg de feijão lhe sobrará R$ 4,00. Por outro lado, com R$ 10,00 a mais que a quantidade disponível, ele consegue comprar 3 kg de feijão e 4 kg de tomate. Então o preço do quilo do tomate é
 

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1407370 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Todo Administrador deve executar atividades administrativas que, segundo pesquisa realizada por Henry Mintzberg, podem ser organizadas em dez papéis. Um papel é um conjunto de expectativas da organização a respeito do comportamento de uma pessoa. Os dez papéis foram divididos em três categorias, que são:
 

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1405719 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: COREN-GO
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Saiba como ajustar o relógio biológico e tirar proveito dos ritmos corporais
Juliana Vines
Seu relógio biológico está errado. E não adianta culpar o horário de verão. A culpa, segundo os especialistas em cronobiologia, é da luz elétrica e do despertador.
Hormônios seguem horários; tente entrar de acordo com eles
"Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador", afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza.
"Todas as funções orgânicas têm um ritmo de 24 horas e se ajustam ao dia e à noite", explica o professor Luiz Menna-Barreto, um dos coordenadores do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos da USP.
Há hormônios que são mais produzidos durante o sono noturno. Dormir de dia não vale.
Estão nesse grupo a melatonina e o hormônio de crescimento, ambos com importantes funções reguladoras do metabolismo. Trocar o dia pela noite acaba sendo um fator de risco. A Organização Mundial da Saúde já incluiu distúrbios dos ritmos biológicos entre os fatores cancerígenos.
"Enfermeiras que trabalham à noite têm dez vezes mais chances de ter câncer de mama", diz o pesquisador John Fontenele Araujo, do Laboratório de Neurobiologia e Ritmicidade Biológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Como lobos
Um descompasso entre os ritmos também aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de obesidade.
"Pessoas com alterações no sono têm mudanças hormonais. Uma delas é a menor produção de leptina relacionada com a saciedade", afirma Eduardo Santos, professor de fisiologia da Universidade Federal de Goiás.
Deixando os hormônios de lado, a medicina indiana ayurveda diz que isso de estender a madrugada é contra a natureza humana.
"Não temos hábitos noturnos como lobos. Somos programados para viver de dia", diz Aderson da Rocha, médico e presidente da Associação Brasileira de Ayurveda.
"Acordar de manhã junto com o nascer do sol é essencial para a prática do ioga."
A cronobiologia, que é o estudo desses ritmos fisiológicos, influencia até a prescrição de medicamentos. "Aproveitarmos essas informações para potencializar o efeito de um remédio ou aumentar o cuidado com uma doença", diz Amouny Mourad, farmacêutica membro do Conselho Regional de Farmácia de SP.
Quem sofre de hipertensão ou de asma, por exemplo, deve tomar remédios de longa duração porque a maior parte das crises acontece à noite.
Calma, não é preciso madrugar para estar em sintonia com os ritmos biológicos.
O grande problema, de acordo com os especialistas, é a falta de regularidade nos horários do sono, a longo prazo. Ou pior ainda: a privação do sono.
"O trabalho faz com que as pessoas durmam menos ou não controlem seus horários", afirma Claudia Moreno, professora da Faculdade de Saúde Pública da USP.
Além disso, apesar de os hormônios serem os mesmos, sempre há diferenças individuais que também precisam ser respeitadas .
Há pessoas de hábitos mais matutinos e as vespertinas, que funcionam mais tarde. No horário de verão, são essas que mais sofrem.
O pesquisador Leandro Duarte comprovou isso em sua tese. "O fato de iniciarmos nossas atividades no escuro e terminarmos com o dia ainda claro confunde o relógio biológico. Os vespertinos sentem desconforto durante todo esse período."
Os sinais da falta de sono são cansaço e tentativa de recuperar tudo no fim de semana. Sintomas comuns, nesses tempos em que sincronizar ritmos biológicos à agenda não é fácil para vespertinos nem para matutinos.
Mas é possível negociar com o cérebro, segundo a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, colunista da Folha e professora da UFRJ.
"Nós podemos passar por cima do relógio biológico e escolhernossos próprios horários. A única coisa que não controlamos é o fato de que precisamos dormir todos os dias."
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/821114-saibacomo- ajustar-o-relogio-biologico-e-tirar-proveito-dos-ritmos-corporais.shtml>. Acesso em 01 dez. 2010.
“‘Aumentamos a nossa noite ficando no computador e vendo TV, e diminuímos o tempo de sono com o despertador’, afirma o fisiologista Fernando Mazzilli Louzada, professor da Universidade Federal do Paraná.
O resultado é a dessincronização entre os ciclos fisiológicos e os da natureza”. Esse trecho ajuda a expressar a ideia de que, ao
 

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