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Uma paciente com vinte e sete anos de idade, servidora pública, procurou uma unidade de saúde por apresentar, havia quatro semanas, tosse seca associada a sudorese noturna, febre vespertina e perda de peso. O exame físico mostrou paciente com sinais de emagrecimento, afebril, eupneica e com ausculta respiratória revelando a presença de crepitações inspiratórias no ápice de pulmão direito.
Considerando o caso clínico acima, julgue o item seguinte.
A realização de PPD com resultado negativo descartará o diagnóstico de tuberculose na paciente em apreço.
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Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem a percepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento de programas abrangentes, integrados por medidas preventivas e de ampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno.
Um desses mitos sobre essas doenças é o de que não temos como nos prevenir, já que não existem vacinas para elas. Ao contrário, ações de promoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumento da cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir a ocorrência de várias doenças crônicas e a consequente mortalidade.
Jarbas Barbosa da Silva Júnior. Mitos e verdades sobre doenças crônicas. In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item, relativo à prevenção de doenças crônicas.
Alimentação pobre em fibras, com altos teores de gorduras e altos níveis calóricos, está relacionada a maior risco para o desenvolvimento de câncer de cólon.
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Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem a percepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento de programas abrangentes, integrados por medidas preventivas e de ampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno.
Um desses mitos sobre essas doenças é o de que não temos como nos prevenir, já que não existem vacinas para elas. Ao contrário, ações de promoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumento da cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir a ocorrência de várias doenças crônicas e a consequente mortalidade.
Jarbas Barbosa da Silva Júnior. Mitos e verdades sobre doenças crônicas. In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item, relativo à prevenção de doenças crônicas.
Em pacientes com hipertensão arterial e(ou) diabetes melito, a solicitação anual da avaliação sérica de ureia é a mais importante medida para a identificação precoce da doença renal.
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Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem a percepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento de programas abrangentes, integrados por medidas preventivas e de ampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno.
Um desses mitos sobre essas doenças é o de que não temos como nos prevenir, já que não existem vacinas para elas. Ao contrário, ações de promoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumento da cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir a ocorrência de várias doenças crônicas e a consequente mortalidade.
Jarbas Barbosa da Silva Júnior. Mitos e verdades sobre doenças crônicas. In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item, relativo à prevenção de doenças crônicas.
Não existe relação causal entre a síndrome da apneia e hipopneia do sono e a hipertensão arterial.
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Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem a percepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento de programas abrangentes, integrados por medidas preventivas e de ampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno.
Um desses mitos sobre essas doenças é o de que não temos como nos prevenir, já que não existem vacinas para elas. Ao contrário, ações de promoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumento da cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir a ocorrência de várias doenças crônicas e a consequente mortalidade.
Jarbas Barbosa da Silva Júnior. Mitos e verdades sobre doenças crônicas. In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item, relativo à prevenção de doenças crônicas.
A realização de mastectomia bilateral radical evita a incidência de câncer de mama em pacientes que têm histórico de fatores de risco familiares para essa doença.
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Alguns mitos sobre as doenças crônicas distorcem a percepção social da sua gravidade e retardam o fortalecimento de programas abrangentes, integrados por medidas preventivas e de ampliação do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno.
Um desses mitos sobre essas doenças é o de que não temos como nos prevenir, já que não existem vacinas para elas. Ao contrário, ações de promoção da saúde, de redução dos fatores de risco e de aumento da cobertura do diagnóstico precoce são capazes de prevenir a ocorrência de várias doenças crônicas e a consequente mortalidade.
Jarbas Barbosa da Silva Júnior. Mitos e verdades sobre doenças crônicas. In: Folha de S.Paulo, 25/4/2010 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item, relativo à prevenção de doenças crônicas.
A deficiência de vitamina C é a principal causa de cegueira evitável no mundo.
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Uma paciente de 45 anos de idade, assintomática, com índice de massa corporal igual a 28 kg/m2, sem outras alterações no exame físico, apresentou, durante check-up, valor de glicemia de jejum igual a 120 mg/dL. Posteriormente, essa paciente foi submetida a teste de sobrecarga com 75 g de glicose oral, cujo resultado é apresentado no quadro abaixo.
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teste de sobrecarga com 75 g de glicose oral |
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glicemia de jejum |
glicemia 2 horas (após sobrecarga) |
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130 mg/dL |
240 mg/dL |
Com base nas informações apresentadas acima, julgue o item que se segue.
Os dados laboratoriais permitem o diagnóstico de diabetes melito.
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Um paciente de 30 anos de idade relatou, durante a consulta médica, ter apresentado, nos seis meses anteriores àconsulta, mais de quinze episódios mensais de cefaleiaholocraniana, bilateral, em aperto, de intensidade leve a moderada, não-pulsátil. Relatou, ainda, que os sintomas não apresentavam piora nem o impediam de realizar suas atividades físicas rotineiras. A duração da cefaléia, segundo ele, era de trinta a sessenta minutos.Além disso, havia melhora com o uso de analgésicos comuns (dipirona, por exemplo). O paciente negou outras doenças, assim como o uso regular de medicações, exceto analgésicos comuns. O exame físico mostrou bom estado geral, pressão arterial = 110 mmHg × 75 mmHg e frequência cardíaca = 60 bpm. Ao exame segmentar (inclusive o neurológico), não foram observadas anormalidades.
Considerando o caso clínico acima, julgue o item subsecutivo.
A principal hipótese diagnóstica, nesse caso, é cefaleia em salvas.
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Um paciente de 30 anos de idade relatou, durante a consulta médica, ter apresentado, nos seis meses anteriores àconsulta, mais de quinze episódios mensais de cefaleiaholocraniana, bilateral, em aperto, de intensidade leve a moderada, não-pulsátil. Relatou, ainda, que os sintomas não apresentavam piora nem o impediam de realizar suas atividades físicas rotineiras. A duração da cefaléia, segundo ele, era de trinta a sessenta minutos.Além disso, havia melhora com o uso de analgésicos comuns (dipirona, por exemplo). O paciente negou outras doenças, assim como o uso regular de medicações, exceto analgésicos comuns. O exame físico mostrou bom estado geral, pressão arterial = 110 mmHg × 75 mmHg e frequência cardíaca = 60 bpm. Ao exame segmentar (inclusive o neurológico), não foram observadas anormalidades.
Considerando o caso clínico acima, julgue o item subsecutivo.
Os ataques agudos de cefaleia desse paciente devem ser inicialmente tratados com oxigênioterapia inalatória (8 L/min), associada a sumatriptano ou ergotamina.
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Considerando o caso clínico acima relatado, julgue o item a seguir.
Um homem de 25 anos de idade procurou atendimento médico em unidade de pronto-socorro informando que, há quatro dias, tendo apresentado febre, cefaleia associada à dor retroorbitária, mal-estar geral, náuseas e um episódio de vômito e dor abdominal, havia sido atendido em uma unidade básica de saúde, tendo sido medicado com sintomáticos, ocasião em que obteve melhora do quadro. Relatou, ainda, que havia procurado o pronto-socorro porque seus sintomas pioraram, tendo passado a apresentar vários episódios de vômitos associados a intensa dor abdominal difusa. Informou também que, há 10 dias, havia feito viagem para o interior do estado de São Paulo. O exame físico mostrou paciente em regular estado geral, corado, anictérico, acianótico, desidratado +2/+4; com temperatura axilar de 39 ºC; pressão arterial (PA) em posição deitada = 100 mmHg × 70 mmHg e na posição de pé = 80 mmHg × 50 mmHg; frequência cardíaca de 110 bpm; peso corporal = 60 kg; prova do laço positiva; ritmo cardíaco regular e taquicárdico, em 2 tempos, sem sopros; pulmões limpos; abdome doloroso à palpação profunda, principalmente em hipocôndrio direito; ruídos hidroaéreos presentes e diminuídos; fígado palpável a 3 cm da borda costal direita, doloroso à palpação; ausência de dor à descompressão brusca; presença de submacicez móvel à percussão; exame neurológico sem alterações. Seus exames complementares apresentaram os seguintes resultados: hemograma — hemoglobina = 12,5 g/dL; hematócrito = 50%; leucócitos totais = 980/mm3, com contagem diferencial de leucócitos sem anormalidades; contagem de plaquetas = 51.000/mm3; exame sumário de urina (EAS) — piócitos: ausentes; hemácias: 700.000/mm3; muco (++); células epiteliais: (++); proteínas: (+); hemoglobina: (++); ultrassonografia de abdome mostrou presença de grande quantidade de líquido em cavidade abdominal; vesícula biliar distendida com conteúdo anecoico, sem cálculos. Diante desse quadro, considerou-se caso suspeito de dengue.
Considerando o caso clínico acima relatado, julgue o item a seguir.
Segundo o Ministério da Saúde do Brasil, esse paciente deve ser classificado como pertencente ao grupo B e seu manejo terapêutico deve ser feito em nível ambulatorial.
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