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63330 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

É impossível pensar o mundo contemporâneo sem reconhecer-lhe uma das características mais marcantes e fundamentais: este é o período histórico no qual se opera a mais radical das revoluções já experimentadas pela humanidade, tanto em amplitude quanto em profundidade. Essa revolução caracteriza-se simultaneamente por uma série de avanços no conhecimento científico e pelo desenvolvimento imediato de aplicações desses novos conhecimentos à produção e à circulação de bens materiais e simbólicos. Convencionou-se denominá-la, portanto, revolução científica e tecnológica. Não se trata de um simples salto qualitativo no acúmulo de conhecimento humano, similar aos que ocorreram em outras épocas. O ritmo dessa acumulação ganhou nova velocidade, entrou em outro patamar, inusitado, uma vez que os avanços nas diferentes áreas interagem e potencializam a produção mais rápida ainda de novos conhecimentos. Nesse sentido, o que distingue a atual revolução de outros tantos definitivos marcos históricos, desde a sedentarização e a revolução na agricultura, é a tremenda rapidez, a agilidade e a amplitude das mudanças e transformações.

Vilma Figueiredo; Roberto Freire e Caetano E. P. de Araújo. Revolução científica e tecnológica. Brasília: UnB, 1997, p. 71-2 (com adaptações).

Julgue o próximo item, relativo à organização das ideias no texto.

A inserção do termo saltos imediatamente antes de “que ocorreram” manteria a coerência textual e explicitaria as relações de coesão entre os elementos do texto.

 

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63329 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

“Você não acha que, daqui um tempo, todo mundo vai depender de tecnologias digitais para gerenciar a vida?”

É claro que sim. Quem disser que não estará reproduzindo o discurso daquelas pessoas que eram contrárias às linhas férreas, por exemplo. Elas diziam que aquilo não era seguro, que era mais fácil lidar com carroças e cavalos. Isso não existe! Nós vivemos na era da informação e as nações que quiserem realmente estar nesse tempo devem colocar cada vez mais informações na rede. Não acredito que seja possível nos desligarmos dessa dependência tecnológica, ainda mais se nós realmente quisermos nos manter competitivos. O que nós precisamos fazer é nos preparar para essa onda tecnológica.

Robert Lentz. Entrevista ao Correio Braziliense, 25/3/2011 (com adaptações).

Com base nas ideias e nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

Além de manter a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, a inserção de uma vírgula logo após “não” tornaria mais clara a relação entre as ideias expressas no período, pois eliminaria a ambiguidade que nele ocorre.

 

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63328 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

“Você não acha que, daqui um tempo, todo mundo vai depender de tecnologias digitais para gerenciar a vida?”

É claro que sim. Quem disser que não estará reproduzindo o discurso daquelas pessoas que eram contrárias às linhas férreas, por exemplo. Elas diziam que aquilo não era seguro, que era mais fácil lidar com carroças e cavalos. Isso não existe! Nós vivemos na era da informação e as nações que quiserem realmente estar nesse tempo devem colocar cada vez mais informações na rede. Não acredito que seja possível nos desligarmos dessa dependência tecnológica, ainda mais se nós realmente quisermos nos manter competitivos. O que nós precisamos fazer é nos preparar para essa onda tecnológica.

Robert Lentz. Entrevista ao Correio Braziliense, 25/3/2011 (com adaptações).

Com base nas ideias e nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

As marcas que caracterizam a informalidade do discurso falado, ao serem inseridas em um discurso mais formal, como no texto acima, devem ser destacadas pelo emprego das aspas, tal como ocorre no período que inicia o texto.

 

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63327 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

“Você não acha que, daqui um tempo, todo mundo vai depender de tecnologias digitais para gerenciar a vida?”

É claro que sim. Quem disser que não estará reproduzindo o discurso daquelas pessoas que eram contrárias às linhas férreas, por exemplo. Elas diziam que aquilo não era seguro, que era mais fácil lidar com carroças e cavalos. Isso não existe! Nós vivemos na era da informação e as nações que quiserem realmente estar nesse tempo devem colocar cada vez mais informações na rede. Não acredito que seja possível nos desligarmos dessa dependência tecnológica, ainda mais se nós realmente quisermos nos manter competitivos. O que nós precisamos fazer é nos preparar para essa onda tecnológica.

Robert Lentz. Entrevista ao Correio Braziliense, 25/3/2011 (com adaptações).

Com base nas ideias e nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

Na argumentação formulada como resposta à indagação proposta no início do fragmento de texto acima, o entrevistado recorre à estratégia de se posicionar a respeito da pergunta feita, tal como se percebe no emprego da expressão “Não acredito”

 

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63326 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

“Você não acha que, daqui um tempo, todo mundo vai depender de tecnologias digitais para gerenciar a vida?”

É claro que sim. Quem disser que não estará reproduzindo o discurso daquelas pessoas que eram contrárias às linhas férreas, por exemplo. Elas diziam que aquilo não era seguro, que era mais fácil lidar com carroças e cavalos. Isso não existe! Nós vivemos na era da informação e as nações que quiserem realmente estar nesse tempo devem colocar cada vez mais informações na rede. Não acredito que seja possível nos desligarmos dessa dependência tecnológica, ainda mais se nós realmente quisermos nos manter competitivos. O que nós precisamos fazer é nos preparar para essa onda tecnológica.

Robert Lentz. Entrevista ao Correio Braziliense, 25/3/2011 (com adaptações).

Com base nas ideias e nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

O emprego do modo subjuntivo em “quiserem” revela que, na construção da textualidade, a intenção do autor do argumento é sugerir que há nações que resistem a “estar nesse tempo”

 

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63325 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

“Você não acha que, daqui um tempo, todo mundo vai depender de tecnologias digitais para gerenciar a vida?”

É claro que sim. Quem disser que não estará reproduzindo o discurso daquelas pessoas que eram contrárias às linhas férreas, por exemplo. Elas diziam que aquilo não era seguro, que era mais fácil lidar com carroças e cavalos. Isso não existe! Nós vivemos na era da informação e as nações que quiserem realmente estar nesse tempo devem colocar cada vez mais informações na rede. Não acredito que seja possível nos desligarmos dessa dependência tecnológica, ainda mais se nós realmente quisermos nos manter competitivos. O que nós precisamos fazer é nos preparar para essa onda tecnológica.

Robert Lentz. Entrevista ao Correio Braziliense, 25/3/2011 (com adaptações).

Com base nas ideias e nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

Com o emprego da primeira pessoa do plural, a partir da linha 9, o entrevistado estabelece a distinção argumentativa entre as pessoas da era da informação e da tecnologia — nós — e as pessoas contrárias às linhas férreas — “Elas”

 

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63324 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

“Você não acha que, daqui um tempo, todo mundo vai depender de tecnologias digitais para gerenciar a vida?”

É claro que sim. Quem disser que não estará reproduzindo o discurso daquelas pessoas que eram contrárias às linhas férreas, por exemplo. Elas diziam que aquilo não era seguro, que era mais fácil lidar com carroças e cavalos. Isso não existe! Nós vivemos na era da informação e as nações que quiserem realmente estar nesse tempo devem colocar cada vez mais informações na rede. Não acredito que seja possível nos desligarmos dessa dependência tecnológica, ainda mais se nós realmente quisermos nos manter competitivos. O que nós precisamos fazer é nos preparar para essa onda tecnológica.

Robert Lentz. Entrevista ao Correio Braziliense, 25/3/2011 (com adaptações).

Com base nas ideias e nas estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item que se segue.

O trecho “Quem disser (...) cavalos” apresenta, em forma narrativa, um episódio histórico que, comparado com o que ocorre atualmente, serve como argumento em favor da ideia de que será impossível “nos desligarmos dessa dependência tecnológica”

 

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63323 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

As revoluções industriais do século XIX deram corpo à ideia de “progresso infinito”. A fé no progresso linear e contínuo rimou com a fé indefectível na ciência e na tecnologia. O século XX, por sua vez, concluiu-se em prantos sem precedentes tanto por uma como pela outra. As técnicas engendradas pelo aumento dos conhecimentos criam, com efeito, não apenas novas potencialidades, como também riscos novos para a humanidade. Os desafios suscitados pelas tecnologias da informação e da comunicação não são pequenos. Durante as duas últimas décadas do século XX, essas tecnologias foram realmente alçadas à posição de instrumento de reordenação do mundo. Elas encarnam a promessa de saída de uma crise estrutural, econômica e política, diagnosticada como “de civilização”. O universo de redes tornou-se o emblema de uma nova sociedade cosmopolita e de uma economia chamada de conhecimento. A nova sociedade de redes favorecerá o advento de um mundo menos marcado pelos desequilíbrios sociais ou reforçará as desigualdades planetárias, criando excluídos da modernidade digital? É fundamental instituir políticas públicas que permitam ao cidadão construir e reconstruir, em torno desses novos instrumentos de comunicação, em combinação com os antigos, estoques de conhecimento que correspondam a suas necessidades e estejam em harmonia com suas culturas. A apropriação de novas técnicas informativas pressupõe absolutamente um diálogo entre as culturas.

A. Mattelart. Diversidade cultural e mundialização. Trad. Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2005, p. 9-10 (com adaptações).

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item seguinte.

Ao empregar o futuro do presente do indicativo em “favorecerá” e “reforçará”, o autor faz uma previsão de duas características que distinguirão da sociedade atual a “nova sociedade”

 

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63322 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

As revoluções industriais do século XIX deram corpo à ideia de “progresso infinito”. A fé no progresso linear e contínuo rimou com a fé indefectível na ciência e na tecnologia. O século XX, por sua vez, concluiu-se em prantos sem precedentes tanto por uma como pela outra. As técnicas engendradas pelo aumento dos conhecimentos criam, com efeito, não apenas novas potencialidades, como também riscos novos para a humanidade. Os desafios suscitados pelas tecnologias da informação e da comunicação não são pequenos. Durante as duas últimas décadas do século XX, essas tecnologias foram realmente alçadas à posição de instrumento de reordenação do mundo. Elas encarnam a promessa de saída de uma crise estrutural, econômica e política, diagnosticada como “de civilização”. O universo de redes tornou-se o emblema de uma nova sociedade cosmopolita e de uma economia chamada de conhecimento. A nova sociedade de redes favorecerá o advento de um mundo menos marcado pelos desequilíbrios sociais ou reforçará as desigualdades planetárias, criando excluídos da modernidade digital? É fundamental instituir políticas públicas que permitam ao cidadão construir e reconstruir, em torno desses novos instrumentos de comunicação, em combinação com os antigos, estoques de conhecimento que correspondam a suas necessidades e estejam em harmonia com suas culturas. A apropriação de novas técnicas informativas pressupõe absolutamente um diálogo entre as culturas.

A. Mattelart. Diversidade cultural e mundialização. Trad. Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2005, p. 9-10 (com adaptações).

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item seguinte.

Dadas as relações de coerência do texto, o termo “nova sociedade cosmopolita” deve ser interpretado como sinônimo textual de “universo de redes”

 

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63321 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Correios

As revoluções industriais do século XIX deram corpo à ideia de “progresso infinito”. A fé no progresso linear e contínuo rimou com a fé indefectível na ciência e na tecnologia. O século XX, por sua vez, concluiu-se em prantos sem precedentes tanto por uma como pela outra. As técnicas engendradas pelo aumento dos conhecimentos criam, com efeito, não apenas novas potencialidades, como também riscos novos para a humanidade. Os desafios suscitados pelas tecnologias da informação e da comunicação não são pequenos. Durante as duas últimas décadas do século XX, essas tecnologias foram realmente alçadas à posição de instrumento de reordenação do mundo. Elas encarnam a promessa de saída de uma crise estrutural, econômica e política, diagnosticada como “de civilização”. O universo de redes tornou-se o emblema de uma nova sociedade cosmopolita e de uma economia chamada de conhecimento. A nova sociedade de redes favorecerá o advento de um mundo menos marcado pelos desequilíbrios sociais ou reforçará as desigualdades planetárias, criando excluídos da modernidade digital? É fundamental instituir políticas públicas que permitam ao cidadão construir e reconstruir, em torno desses novos instrumentos de comunicação, em combinação com os antigos, estoques de conhecimento que correspondam a suas necessidades e estejam em harmonia com suas culturas. A apropriação de novas técnicas informativas pressupõe absolutamente um diálogo entre as culturas.

A. Mattelart. Diversidade cultural e mundialização. Trad. Marcos Marcionilo. São Paulo: Parábola, 2005, p. 9-10 (com adaptações).

Com relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item seguinte.

Nas relações de coesão do texto, o pronome “Elas” refere-se a “essas tecnologias” , expressão que retoma, por sua vez, “tecnologias da informação e da comunicação”

 

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