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Atualmente, o estado de Minas Gerais responde por 95% da produção de Ardósia no Brasil. Suponha que tal percentual se estenda à proveniência das placas de ardósia atualmente à venda no varejo brasileiro.
Diante de tal suposição, qual é a probabilidade de duas placas de ardósia à venda no varejo brasileiro serem ambas provenientes de estados diferentes de Minas Gerais?
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A figura mostra um pequeno tanque de vidro, com a forma de um paralelepípedo reto retângulo, cujas dimensões medem 60 cm x 40 cm x 40 cm. O tanque está disposto sobre uma superfície horizontal.

O tanque está parcialmente cheio com água, e o nível d´água está a 10 cm do fundo do tanque.
Se esse tanque for virado e colocado na vertical, apoiado na superfície sobre a sua face quadrada, então o nível d´água estará a uma distância do fundo do tanque que mede
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A tabela apresenta dados acerca da produção de rochas ornamentais, em tonelada (t), nos Estados da Região Sudeste do Brasil, em 2017, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Rochas Ornamentais (ABIROCHAS).
| Estado | Produção (t) |
|---|---|
| Espírito Santo | 3.400.000 |
| Minas Gerais | 1.900.000 |
| Rio de Janeiro | 20.000 |
| São Paulo | 80.000 |
A produção do Estado líder em produção excede a produção do estado vice-líder, em um percentual da produção do vice-líder mais próximo de
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A figura apresenta um paralelogramo ABCD no plano cartesiano xy. Cada vértice do paralelogramo situa a localização de uma antena no mapa de uma região. As coordenadas (x,y) das antenas presentes nos vértices A, B e C são A(-2,1), B(1,1) e C(3,3).

As coordenadas (x,y) da antena presente no vértice D são
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Após receber um desconto de 15%, o preço de um produto passou a ser R$44,20.
Se o desconto dado ao preço do produto tivesse sido de 25%, então o produto teria passado a custar
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Considere que o clima de uma região é subtropical úmido se, e somente se, o seu índice médio de pluviosidade anual (P) satisfaz 1450 mm ≤ \( P \) ≤ 1550 mm, e sua temperatura média (T) satisfaz 18°\( C \) ≤ \( T \) ≤ 22°\( C \).
Portanto, uma região cujo índice de pluviosidade anual seja 1520 mm terá um clima diferente do subtropical úmido se, e somente se, sua temperatura média (T) satisfizer
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O Centro de Pesquisas PeqGeo recebeu 7 projetos, sendo que cada um atua em apenas uma das 3 áreas de pesquisa, atualmente, em desenvolvimento naquele centro.
Após a distribuição de cada projeto para sua respectiva área, é certo que
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As questões da prova de Língua Portuguesa referem-se ao TEXTO a seguir:
A vida é selvagem
Ailton-Krenak
A vida é selvagem. Esse é um elemento essencial para um pensamento que tem me provocado: como a ideia de que a vida é selvagem poderia incidir sobre a produção do pensamento urbanístico hoje? É uma convocatória a uma rebelião do ponto de vista epistemológico, de colaborar com a produção de vida. Quando falo que a vida é selvagem, quero chamar a atenção para uma potência de existir que tem uma poética esquecida, abandonada pelas escolas, formadoras de profissionais que perpetuam a lógica de que a civilização é urbana, de que tudo fora das cidades é bárbaro, primitivo – e que a gente pode tacar fogo.
Como atravessar o muro das cidades? Quais possíveis implicações poderiam existir entre comunidades humanas que vivem na floresta e as que estão enclausuradas nas metrópoles? Pois se a gente conseguir fazer com que continuem existindo florestas no mundo, existirão comunidades dentro delas. Eu vi um número que a World Wide Fund for Nature (WWF) publicou em um relatório, dizendo que 1,4 bilhão de pessoas no mundo dependem da floresta, no sentido de ter uma economia ligada a ela. Não é a turma das madeireiras, não: é uma economia que supõe que os humanos que vivem ali precisam de floresta para viver.
A antropóloga Lux Vidal escreveu um trabalho muito importante sobre habitações indígenas, no qual relaciona materiais e conceitos que organizam a ideia de habitat equilibrado com o entorno, com a terra, o Sol, a Lua e as estrelas. Um habitat que está integrado ao cosmos, diferente desse implante que as cidades viraram no mundo. Aí eu me pergunto: como fazer a floresta existir em nós, em nossas casas, em nossos quintais? Podemos provocar o surgimento de uma experiência de florestania começando por contestar essa ordem urbana sanitária ao dizer: eu vou deixar o meu quintal cheio de mato, quero estudar a gramática dele. Como eu acho no meio do mato um ipê, uma peroba rosa, um jacarandá? E se eu tivesse um buritizeiro no quintal?
No trecho “eu vou deixar o meu quintal cheio de mato, quero estudar a gramática dele”, observa-se o uso de uma linguagem
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As questões da prova de Língua Portuguesa referem-se ao TEXTO a seguir:
A vida é selvagem
Ailton-Krenak
A vida é selvagem. Esse é um elemento essencial para um pensamento que tem me provocado: como a ideia de que a vida é selvagem poderia incidir sobre a produção do pensamento urbanístico hoje? É uma convocatória a uma rebelião do ponto de vista epistemológico, de colaborar com a produção de vida. Quando falo que a vida é selvagem, quero chamar a atenção para uma potência de existir que tem uma poética esquecida, abandonada pelas escolas, formadoras de profissionais que perpetuam a lógica de que a civilização é urbana, de que tudo fora das cidades é bárbaro, primitivo – e que a gente pode tacar fogo.
Como atravessar o muro das cidades? Quais possíveis implicações poderiam existir entre comunidades humanas que vivem na floresta e as que estão enclausuradas nas metrópoles? Pois se a gente conseguir fazer com que continuem existindo florestas no mundo, existirão comunidades dentro delas. Eu vi um número que a World Wide Fund for Nature (WWF) publicou em um relatório, dizendo que 1,4 bilhão de pessoas no mundo dependem da floresta, no sentido de ter uma economia ligada a ela. Não é a turma das madeireiras, não: é uma economia que supõe que os humanos que vivem ali precisam de floresta para viver.
A antropóloga Lux Vidal escreveu um trabalho muito importante sobre habitações indígenas, no qual relaciona materiais e conceitos que organizam a ideia de habitat equilibrado com o entorno, com a terra, o Sol, a Lua e as estrelas. Um habitat que está integrado ao cosmos, diferente desse implante que as cidades viraram no mundo. Aí eu me pergunto: como fazer a floresta existir em nós, em nossas casas, em nossos quintais? Podemos provocar o surgimento de uma experiência de florestania começando por contestar essa ordem urbana sanitária ao dizer: eu vou deixar o meu quintal cheio de mato, quero estudar a gramática dele. Como eu acho no meio do mato um ipê, uma peroba rosa, um jacarandá? E se eu tivesse um buritizeiro no quintal?
Assinale a opção que indica corretamente o sentido da conjunção destacada em “pois se a gente conseguir fazer com que continuem existindo florestas no mundo, existirão comunidades dentro delas”.
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As questões da prova de Língua Portuguesa referem-se ao TEXTO a seguir:
A vida é selvagem
Ailton-Krenak
A vida é selvagem. Esse é um elemento essencial para um pensamento que tem me provocado: como a ideia de que a vida é selvagem poderia incidir sobre a produção do pensamento urbanístico hoje? É uma convocatória a uma rebelião do ponto de vista epistemológico, de colaborar com a produção de vida. Quando falo que a vida é selvagem, quero chamar a atenção para uma potência de existir que tem uma poética esquecida, abandonada pelas escolas, formadoras de profissionais que perpetuam a lógica de que a civilização é urbana, de que tudo fora das cidades é bárbaro, primitivo – e que a gente pode tacar fogo.
Como atravessar o muro das cidades? Quais possíveis implicações poderiam existir entre comunidades humanas que vivem na floresta e as que estão enclausuradas nas metrópoles? Pois se a gente conseguir fazer com que continuem existindo florestas no mundo, existirão comunidades dentro delas. Eu vi um número que a World Wide Fund for Nature (WWF) publicou em um relatório, dizendo que 1,4 bilhão de pessoas no mundo dependem da floresta, no sentido de ter uma economia ligada a ela. Não é a turma das madeireiras, não: é uma economia que supõe que os humanos que vivem ali precisam de floresta para viver.
A antropóloga Lux Vidal escreveu um trabalho muito importante sobre habitações indígenas, no qual relaciona materiais e conceitos que organizam a ideia de habitat equilibrado com o entorno, com a terra, o Sol, a Lua e as estrelas. Um habitat que está integrado ao cosmos, diferente desse implante que as cidades viraram no mundo. Aí eu me pergunto: como fazer a floresta existir em nós, em nossas casas, em nossos quintais? Podemos provocar o surgimento de uma experiência de florestania começando por contestar essa ordem urbana sanitária ao dizer: eu vou deixar o meu quintal cheio de mato, quero estudar a gramática dele. Como eu acho no meio do mato um ipê, uma peroba rosa, um jacarandá? E se eu tivesse um buritizeiro no quintal?
No trecho “A antropóloga Lux Vidal escreveu um trabalho muito importante”, a função sintática do termo destacado é
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