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Foram encontradas 40 questões.

114738 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Assinale a alternativa correta:
 

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114737 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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O Conselho Federal de Técnicos de Administração, com sede em Brasília, Distrito Federal, terá por finalidade: I. Orientar e disciplinar o exercício da profissão de Técnico de Administração. II. Promover estudos e campanhas em prol da racionalização administrativa do País. III. Examinar, modificar e aprovar os regimentos internos dos Conselhos Regionais. IV. Dirimir dúvidas suscitadas nos Conselhos Regionais. A sequência correta é:
 

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114736 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Segundo a Lei 4.769/65, o exercício da profissão de Técnico de Administração é privativo: I. Dos bacharéis em Administração Pública ou de Empresas, diplomados no Brasil, em cursos regulares de ensino superior, oficial, oficializado ou reconhecido, cujo currículo seja fixado pelo Conselho Federal de Educação, nos termos da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961. II. Dos diplomados no exterior, em cursos regulares de Administração, após a revalidação do diploma no Ministério da Educação e Cultura, bem como dos diplomados, até à fixação do referido currículo, por cursos de bacharelado em Administração, devidamente reconhecidos. III. Dos diplomados no exterior, em cursos regulares de Administração, independente de revalidação do diploma no Ministério da Educação e Cultura, desde que, tenham seus currículos coerentes com os cursos de bacharelado em Administração, devidamente reconhecidos no território nacional. IV. Dos bacharéis em Administração Pública ou de Empresas, diplomados no Brasil, em quaisquer cursos de ensino superior, independente de reconhecimento oficial. A sequência correta é:
 

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114735 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Aos Membros dos Conselhos Federal e Regionais de Técnicos de Administração incumbe: I. Participar das sessões sem dar o seu voto. II. Relatar, matérias e processos, quando designados pelo Presidente. III. Integrar comissões e grupos de trabalho, quando designados pelo Presidente ou pelo Plenário. IV. Cumprir a Lei, o Regulamento, o Regimento Interno e as Resoluções do Conselho. A sequência correta é:
 

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114734 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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São princípios orçamentários todos os seguintes, EXCETO:
 

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114732 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Uma aplicação financeira é feita no regime dos juros simples com taxa de 3,5% ao mês. Qual seria o valor dos juros obtidos sabendo-se que um capital de $ 2.500,00 foi aplicado por cinco meses?
 

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114728 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Em uma empresa com 1.400 funcionários a razão entre homens e mulheres é de 3/4. Qual é o número de mulheres que trabalham nessa empresa?
 

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114727 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Quinze trabalhadores fazem 72 metros de um muro trabalhando 9 horas/dia durante 32 dias. Quantos dias são necessários para que sejam feitos 180 metros do muro com 18 operários trabalhando 8 horas/dia?
 

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114726 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Se uma mercadoria foi vendida por $ 6.600,00 com lucro de 20%, qual foi o lucro obtido pelo vendedor?
 

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114721 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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O COLECIONADOR DE PALAVRAS
Por: Chico Viana. Disponível em: http://revistalingua.com.br/textos/blogponta/o-colecionador-de-palavras-342472-1.asp Acesso em: 22 abr 2016
O hábito começou muito cedo. Dizia "papá" e "mãmã" com um prazer especial em jogar com as sílabas. "Pa... pá", "mã... mã" - os sons iam e voltavam até que ele os guardava para depois, quando quisesse, brincar de novo. Com o tempo foi juntando outros fonemas ("bu... bu", "pi... pi", "tó...tó"). Um dia teve febre e ouviu "dodói"; enamorou-se da palavra e ficou repetindo-a em seu delírio.
Cresceu e foi refinando as escolhas. Agora prestava atenção não apenas aos sons, mas também ao casamento que havia entre eles e o sentido. Às vezes a união lhe parecia perfeita, como em "croque" (sentia o atrito de um fonema no outro), "bafo" (a palavra terminava num sopro) ou "empecilho" (pronunciar essa foi um obstáculo que venceu a duras penas).
Noutras vezes, achava que palavra e som eram como estranhos. "Erisipela", por exemplo. Ficaria bem para designar um metal precioso ("Usava um colar de erisipela legítima"), mas não para indicar uma doença. [...] Teve pena da tia por ela sofrer de uma doença cujo nome não combinava em nada com as ulcerações que havia em suas pernas.
Descompassos como esse lhe deram uma vaga ideia das incoerências do mundo. Havia palavras bonitas para coisas feias e palavras feias para coisas bonitas, assim como havia pessoas lindas com uma alma escura, e outras, de rosto nada atraente, com um espírito luminoso. O mais das vezes - foi aprendendo - o nome era uma falsa aparência das coisas. Isso não o levou a desistir da coleção, só que agora ele tinha um critério; passou a dividir as palavras conforme a semelhança que tinham com os objetos ou seres que designavam.
Agrupou de um lado, por exemplo, "sanfona", "crocodilo", "miosótis", "turmalina" (se bem que essa mais parecesse nome de mulher) - e do outro "presidente", "cadeira", "promotor", "recurso" (palavras que não excitavam a língua e que a gente, quando as ouvia, não tinha a curiosidade de saber o que significavam).
À medida que envelhecia, tornava-se mais exigente com a sua coleção. Algumas palavras lhe pareciam insípidas, por isso ele resolveu esvaziar parte do baú. Uma das primeiras que jogou fora foi "jucundo", cuja hipocrisia não mais suportava (parecia designar algo triste, mas significava "alegre"). Trocou "jucundo" por "meditabundo", palavra mais honesta e de acordo com seu atual estado de espírito. Jogou fora também "vagar", "flanar", "leviano", e por pouco não se livrava de "paciente" ("prudência", que ia substituir a outra, aconselhou-o a esperar mais um pouco).
A coleção agora tinha pouquíssimos vocábulos, mas cada um pesava tanto que o homem não conseguia transportar o baú. Deixou-o embaixo da cama e nele foi inserindo, sem muito entusiasmo, as palavras que ainda o impressionavam (sabia que, se parasse de colecionar, morria). Um dos novos termos foi "achaque", que vagamente lhe soou como uma dança fúnebre de tribo africana (riu ao perceber que ainda tinha imaginação poética). Outro foi "próstata", que lhe pareceu o som de uma chicotada (ta-ta). E um dos últimos foi "tumor", que ele sem graça botou no lugar de "humor".
Depois que morreu, os amigos e parentes ficaram intrigados com aquele baú embaixo da cama. Abriram-no e nada encontraram em seu interior. "Ele era meio tantã", comentou a mulher. "Passava horas diante desse baú vazio." Resolveu guardá-lo, como lembrança, e aos poucos foi metendo nele os objetos inúteis da casa.
Chico Viana é doutor em Teoria Literária pela UFRJ, professor de português e redação e assina no site de “Língua” o blog “Na ponta do lápis”. www.chicoviana.com
Sobre a colocação pronominal, assinale a única alternativa totalmente INCORRETA:
 

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