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Foram encontradas 40 questões.

2529843 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Segundo o Artigo 4º da Resolução Normativa CFA Nº 471, de 16 de outubro de 2015, são elegíveis o Administrador e o Tecnólogo que satisfaçam os seguintes requisitos na data do pedido de registro da chapa eleitoral da qual seja integrante, EXCETO:
 

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1420998 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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O COLECIONADOR DE PALAVRAS
Por: Chico Viana. Disponível em: http://revistalingua.com.br/textos/blogponta/o-colecionador-de-palavras-342472-1.asp Acesso em: 22 abr 2016
O hábito começou muito cedo. Dizia "papá" e "mãmã" com um prazer especial em jogar com as sílabas. "Pa... pá", "mã... mã" - os sons iam e voltavam até que ele os guardava para depois, quando quisesse, brincar de novo. Com o tempo foi juntando outros fonemas ("bu... bu", "pi... pi", "tó...tó"). Um dia teve febre e ouviu "dodói"; enamorou-se da palavra e ficou repetindo-a em seu delírio.
Cresceu e foi refinando as escolhas. Agora prestava atenção não apenas aos sons, mas também ao casamento que havia entre eles e o sentido. s vezes a união lhe parecia perfeita, como em "croque" (sentia o atrito de um fonema no outro), "bafo" (a palavra terminava num sopro) ou "empecilho" (pronunciar essa foi um obstáculo que venceu a duras penas).
Noutras vezes, achava que palavra e som eram como estranhos. "Erisipela", por exemplo. Ficaria bem para designar um metal precioso ("Usava um colar de erisipela legítima"), mas não para indicar uma doença. [...] Teve pena da tia por ela sofrer de uma doença cujo nome não combinava em nada com as ulcerações que havia em suas pernas.
Descompassos como esse lhe deram uma vaga ideia das incoerências do mundo. Havia palavras bonitas para coisas feias e palavras feias para coisas bonitas, assim como havia pessoas lindas com uma alma escura, e outras, de rosto nada atraente, com um espírito luminoso. O mais das vezes - foi aprendendo - o nome era uma falsa aparência das coisas. Isso não o levou a desistir da coleção, só que agora ele tinha um critério; passou a dividir as palavras conforme a semelhança que tinham com os objetos ou seres que designavam.
Agrupou de um lado, por exemplo, "sanfona", "crocodilo", "miosótis", "turmalina" (se bem que essa mais parecesse nome de mulher) - e do outro "presidente", "cadeira", "promotor", "recurso" (palavras que não excitavam a língua e que a gente, quando as ouvia, não tinha a curiosidade de saber o que significavam).
medida que envelhecia, tornava-se mais exigente com a sua coleção. Algumas palavras lhe pareciam insípidas, por isso ele resolveu esvaziar parte do baú. Uma das primeiras que jogou fora foi "jucundo", cuja hipocrisia não mais suportava (parecia designar algo triste, mas significava "alegre"). Trocou "jucundo" por "meditabundo", palavra mais honesta e de acordo com seu atual estado de espírito. Jogou fora também "vagar", "flanar", "leviano", e por pouco não se livrava de "paciente" ("prudência", que ia substituir a outra, aconselhou-o a esperar mais um pouco).
A coleção agora tinha pouquíssimos vocábulos, mas cada um pesava tanto que o homem não conseguia transportar o baú. Deixou-o embaixo da cama e nele foi inserindo, sem muito entusiasmo, as palavras que ainda o impressionavam (sabia que, se parasse de colecionar, morria). Um dos novos termos foi "achaque", que vagamente lhe soou como uma dança fúnebre de tribo africana (riu ao perceber que ainda tinha imaginação poética). Outro foi "próstata", que lhe pareceu o som de uma chicotada (ta-ta). E um dos últimos foi "tumor", que ele sem graça botou no lugar de "humor".
Depois que morreu, os amigos e parentes ficaram intrigados com aquele baú embaixo da cama. Abriram-no e nada encontraram em seu interior. "Ele era meio tantã", comentou a mulher. "Passava horas diante desse baú vazio." Resolveu guardá-lo, como lembrança, e aos poucos foi metendo nele os objetos inúteis da casa.
Chico Viana é doutor em Teoria Literária pela UFRJ, professor de português e redação e assina no site de “Língua” o blog “Na ponta do lápis”. www.chicoviana.com
Assinale a alternativa correta. “Ele era meio tantã”. Essa afirmação da mulher indica que:
 

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1419764 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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O COLECIONADOR DE PALAVRAS
Por: Chico Viana. Disponível em: http://revistalingua.com.br/textos/blogponta/o-colecionador-de-palavras-342472-1.asp Acesso em: 22 abr 2016
O hábito começou muito cedo. Dizia "papá" e "mãmã" com um prazer especial em jogar com as sílabas. "Pa... pá", "mã... mã" - os sons iam e voltavam até que ele os guardava para depois, quando quisesse, brincar de novo. Com o tempo foi juntando outros fonemas ("bu... bu", "pi... pi", "tó...tó"). Um dia teve febre e ouviu "dodói"; enamorou-se da palavra e ficou repetindo-a em seu delírio.
Cresceu e foi refinando as escolhas. Agora prestava atenção não apenas aos sons, mas também ao casamento que havia entre eles e o sentido. s vezes a união lhe parecia perfeita, como em "croque" (sentia o atrito de um fonema no outro), "bafo" (a palavra terminava num sopro) ou "empecilho" (pronunciar essa foi um obstáculo que venceu a duras penas).
Noutras vezes, achava que palavra e som eram como estranhos. "Erisipela", por exemplo. Ficaria bem para designar um metal precioso ("Usava um colar de erisipela legítima"), mas não para indicar uma doença. [...] Teve pena da tia por ela sofrer de uma doença cujo nome não combinava em nada com as ulcerações que havia em suas pernas.
Descompassos como esse lhe deram uma vaga ideia das incoerências do mundo. Havia palavras bonitas para coisas feias e palavras feias para coisas bonitas, assim como havia pessoas lindas com uma alma escura, e outras, de rosto nada atraente, com um espírito luminoso. O mais das vezes - foi aprendendo - o nome era uma falsa aparência das coisas. Isso não o levou a desistir da coleção, só que agora ele tinha um critério; passou a dividir as palavras conforme a semelhança que tinham com os objetos ou seres que designavam.
Agrupou de um lado, por exemplo, "sanfona", "crocodilo", "miosótis", "turmalina" (se bem que essa mais parecesse nome de mulher) - e do outro "presidente", "cadeira", "promotor", "recurso" (palavras que não excitavam a língua e que a gente, quando as ouvia, não tinha a curiosidade de saber o que significavam).
medida que envelhecia, tornava-se mais exigente com a sua coleção. Algumas palavras lhe pareciam insípidas, por isso ele resolveu esvaziar parte do baú. Uma das primeiras que jogou fora foi "jucundo", cuja hipocrisia não mais suportava (parecia designar algo triste, mas significava "alegre"). Trocou "jucundo" por "meditabundo", palavra mais honesta e de acordo com seu atual estado de espírito. Jogou fora também "vagar", "flanar", "leviano", e por pouco não se livrava de "paciente" ("prudência", que ia substituir a outra, aconselhou-o a esperar mais um pouco).
A coleção agora tinha pouquíssimos vocábulos, mas cada um pesava tanto que o homem não conseguia transportar o baú. Deixou-o embaixo da cama e nele foi inserindo, sem muito entusiasmo, as palavras que ainda o impressionavam (sabia que, se parasse de colecionar, morria). Um dos novos termos foi "achaque", que vagamente lhe soou como uma dança fúnebre de tribo africana (riu ao perceber que ainda tinha imaginação poética). Outro foi "próstata", que lhe pareceu o som de uma chicotada (ta-ta). E um dos últimos foi "tumor", que ele sem graça botou no lugar de "humor".
Depois que morreu, os amigos e parentes ficaram intrigados com aquele baú embaixo da cama. Abriram-no e nada encontraram em seu interior. "Ele era meio tantã", comentou a mulher. "Passava horas diante desse baú vazio." Resolveu guardá-lo, como lembrança, e aos poucos foi metendo nele os objetos inúteis da casa.
Chico Viana é doutor em Teoria Literária pela UFRJ, professor de português e redação e assina no site de “Língua” o blog “Na ponta do lápis”. www.chicoviana.com
Sobre ideias que podem ser confirmadas pelo texto, leia com atenção as proposições a seguir. Depois assinale a alternativa que contenha a análise totalmente correta sobre as mesmas. I. Ele acostumou-se, desde cedo, a ouvir e repetir palavras, concentrando-se em seus sons. II. Ele não só ouvia e repetia palavras, como também analisava a relação que elas tinham com seus sentidos. III. Ele só se interessava por palavras que tinham semelhança com o objeto ou ser que nominavam; e eram apenas essas que ele guardava. IV. O hábito de guardar palavras o acompanhou por toda a vida, mas o passar dos anos tornou-o menos seletivo.
 

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114779 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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O que durante muito tempo em administração foi uma barreira ao processo de tomada de decisão, que era a obtenção de dados para extração de informações e consequente obtenção de conhecimento, hoje não mais o é. Ao contrário, a grande dificuldade do momento tecnológico atual reside na separação de dados úteis daqueles que não são verdadeiros ou não servem aos propósitos dos processos decisórios. Neste sentido, o estudo da “Inteligência de Negócio” ou Business Intelligence é fundamental ao Administrador para que o mesmo desenvolva habilidade na manipulação de dados, obtenção de informações e, consequentemente na orientação da redução do nível de erro inerente ao processo decisório. Partindo-se dos conceitos de modelagem dimensional de dados utilizados em BI, ao fato de sairmos de um nível mais alto da hierarquia e buscarmos informações mais detalhadas em níveis menores dentro de uma mesma dimensão, dar-se-á o nome de:
 

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114778 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
Provas:
Usando-se do conceito de certificados digitais, a Receita Federal do Brasil tem exigido, para a transferência de alguns arquivos empresariais ao fisco, a obtenção, por parte do administrador responsável pela empresa, de um certificado comercial apropriados para assinaturas digitais, criptografia e controle de acesso em transações onde uma prova de identidade deve ser exigida. Estes certificados, usualmente emitidos na forma de tokens ou cartões são certificados:
 

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114777 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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No Microsoft Excel, a função NPER retorna o número de períodos para investimento de acordo com pagamentos constantes e periódicos e uma taxa de juros constante. São argumentos constantes da função NPER todos os seguintes, EXCETO:
 

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114776 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
Provas:
Em uma impressora laser colorida padrão, serão encontrados cilindros de toner em todas as cores abaixo, EXCETO:
 

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114775 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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O novo navegador web introduzido pela Microsoft em seu sistema operacional Windows 10 é o:
 

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114774 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Qual dos números IP´s abaixo pertence a uma classe IP privada, usualmente configurada para uso em redes privativas de empresas?
 

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114771 Ano: 2016
Disciplina: Economia
Banca: IESES
Orgão: CRA-SC
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Dentre os fundos de investimento apresentados, qual apresenta menor risco e menor retorno?
 

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