Foram encontradas 50 questões.
A obrigação acessória converte-se em obrigação principal relativamente à penalidade pecuniária (Art. 113, § 2º e § 3º, do Código Tributário Nacional Lei nº 5.172/66) quando o contribuinte:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dentre os pressupostos básicos da Contabilidade, o que considera a ocorrência do evento econômico como fator de registro de uma venda, em vez de considerar o momento do recebimento da transação para esse registro, é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sendo a evolução do patrimônio de uma entidade o que a contabilidade busca informar a seus usuários. Nesse contexto, o patrimônio compreende:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
2422001
Ano: 2011
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IBFC
Orgão: CRA-SP
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IBFC
Orgão: CRA-SP
Provas:
O ativo financeiro, de acordo com a Lei nº 4320/1964, é composto por:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para a questão leia o texto abaixo, de Zeca Baleiro.
Máquinas voadoras
O sonhos de voar nasce com o primeiro homem, assim como a ambição da arte
O sonhos de voar não começa com o compositor e cantor Biafra ("voar, voar, subir, subir, ir por onde for..."). Nem com Santos ¬Dumont ou os irmãos Wright. Tampouco com o padre Bartolomeu de Gusmão, pioneiro que deu os primeiros passos - digo, voos - no projeto de balão a gás, bem lá atrás, ainda no comecinho do século XVIII. Nem teve início com Ícaro, personagem da mitologia grega que voou com as asas de cera, mas não resistiu à tentação infantil (e demasiadamente humana) de se aproximar do Sol, e por isso teve as asas derretidas. O sonho de voar nasce com o primeiro homem, assim como a surgidos da insatisfação inerente a raça humana, do desejo de ir além de nosso pequeno destino.
Heróis que voam há às centenas no imaginário pop - do Super-Homem ao Homem-Aranha (ok, não voa, mas se pendura em teias do ar); do Homem-Pássaro ao Surfista Prateado (tá bem, não voa, mas surfa no éter). Há ainda os personagens que não voam, mas usam apetrechos para tal empreitada, e aqui é quase impossível não lembrar - com inevitável ternura - da família futurista criada nos anos 60 pelos gênios da animação William Hanna e Joseph Barbera: "Os Jetsons". Sucesso no Brasil entre os anos 60 e 80, o desenho da simpática família foi certeiro em suas despretensiosas "profecias". Pois os Jetsons locomoviam-se em esteiras rolantes, tinham uma robô como empregada doméstica e andavam em veículos que voavam a uma razoável altura. Todas, ideias hoje plausíveis e não tão absurdas assim. Também em "De Volta para o Futuro", Michael J. Fox subiu aos ares no seu Delorean, varando as eras num voo delirante - outra fantasia recorrente do homem, esta de se teletransportar de uma época a outra.
Não duvido que estejamos chegando perto de realizar algumas dessas antigas fantasias humanas. E o anúncio do projeto Matternet, um carro que voa, é a prova inconteste do avanço científico nesse departamento. O projeto surge com destinação assistencialista e começa a ser formatado - pasmem! - no Haiti, com apoio da vizinha República Dominicana. Segundo seus idealizadores, o propósito é ter acesso a áreas inóspita como a área rural africana e lugares devastados por catástrofes (como o próprio Haiti) para levar medicamentos e mantimentos aos necessitados. Prometem para 2012 uma versão aperfeiçoados do atual protótipo, que já tem experimentado seus primeiros rasantes.
Apesar do objetivo nobre, temo que a sanha industrial e consumista absorva o projeto. Já vislumbro assim - não eu exatamente, mas minha porção mais pessimista - um pequeno inferno congestionado a meia altura do solo, com motoristas voadores estressados querendo sair no braço sem pisar o chão. Imagino a cena de cinema americano de quinta: a Marginal Tietê tomada por carros planando a alguns palmos de nossa cabeça, pra lá e pra cá, num caos de arrepiar, ruidoso e ameaçador. Claro que não precisarão disputar espaço com helicópteros e aviões, que ocuparão faixas mais altas do espaço aéreo. E pensar que há cerca de 150 anos o poeta romântico baiano Castro Alves decretara que "a praça é do povo como o céu é do condor". A praça há tempos não é mais do povo. E o céu já parece ter outros donos.
A palavra "tampouco" (no primeiro parágrafo) estabelece relação de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A definição de pequenos aplicativos que fornecem funcionalidades específicas ao usuário, como por exemplo a previsão do tempo ou a cotação de moedas, é chamada de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
São modalidades de licitação, exceto:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No que se refere ao ingresso do Administrador nos cargos da Administração Pública, podemos afirmar corretamente que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Quanto às duas sentenças abaixo, podemos afirmar que referente à Internet:
- O IP é um número único, exclusivo, que identifica cada computador na rede, tal como um número de telefone.
- Um endereço IP é composto de uma sequência de 32 bits, divididos em 4 grupos de 8 bits cada (4 octetos)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Serão obrigatoriamente registrados nos Conselhos Regionais de Administração:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container