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De acordo com a Resolução CFBio nº17/93, nos Conselhos Regionais de Biologia, os quadros de especialistas serão constituídos por biólogos que, em uma ou mais áreas das ciências biológicas, tenham:
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De acordo com a resolução CFBio nº 03/96 é de competência do Biólogo realizar análise e controle de qualidade físico-química e microbiológica de águas, em empresas, desde que constem, em seu histórico escolar do curso de graduação e/ou pós-graduação, dentre outras, as seguintes matérias:
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Dentre as mídias abaixo, no que concerne à realização de backups de documentos utilizados em um PC que possua o MS Windows 7 instalado, a mais adequada a ser utilizada é:
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Com relação aos níveis de biossegurança, analise as afirmativas abaixo:
I - Consistem em combinações de práticas e técnicas de laboratório, equipamento de segurança e instalações de laboratório.
II - O diretor do laboratório é, especificamente e, primariamente, o responsável pela avaliação dos riscos e pela aplicação adequada dos níveis de biossegurança recomendados.
III - São considerados quatro níveis de biossegurança para laboratórios.
A alternativa que apresenta as afirmativas verdadeiras é:
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O novo código florestal, que dispõe sobre o controle do desmatamento, afirma que o órgão ambiental competente, tomando conhecimento do desmatamento em desacordo com o disposto nessa Lei, deverá embargar a obra ou atividade que deu causa ao uso alternativo do solo, propiciar a regeneração do meio ambiente e dar viabilidade à recuperação da área degradada, assim como o(a):
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De acordo com o novo código florestal, no art. 4º, considera-se Área de Preservação Permanente as faixas marginais de qualquer curso d'água natural de menos de 10 metros de largura, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima, em metros, de:
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A COISA MAIS PRECIOSA
Quando desembarquei do avião, ele esperava por mim, erguendo um pedaço de papelão em que se achava rabiscado o meu nome. Eu estava a caminho de uma conferência de cientistas e profissionais de televisão cujo objetivo, aparentemente inútil, era melhorar a apresentação da ciência na televisão. Os organizadores tinham gentilmente enviado um motorista.
– Você se importa se eu lhe perguntar uma coisa? – disse ele enquanto esperávamos pela minha mala.
Não, eu não me importava.
– Não é confuso ter o mesmo nome daquele cientista?
Levei um momento para compreender. Ele estava caçoando de mim? Finalmente, comecei a entender.
– Eu sou aquele cientista – respondi.
Ele fez uma pausa e depois sorriu.
– Desculpe. Eu tenho esse tipo de problema. Pensei que também fosse o seu. – Estendeu a mão. – Meu nome é William F. Buckley. (Bem, ele não era exatamente William F. Buckley, mas tinha o mesmo nome do famoso e polêmico entrevistador de TV, o que devia lhe render uma boa dose de zombarias bem-humoradas.)
Quando nos acomodamos no carro para a longa viagem, os limpadores de parabrisa batendo ritmicamente, ele me disse que estava contente por eu ser “aquele cientista” – tinha tantas perguntas a fazer sobre ciência. Eu me importaria?
Não, eu não me importaria.
E assim começamos a falar. Mas, como logo ficou claro, não foi sobre ciência que conversamos. Ele queria falar sobre extraterrestres congelados que definhavam na base da Força Aérea perto de San Antonio, sobre “canalização” (um modo de escutar o que se passa nas mentes dos mortos – pouca coisa, pelo visto), sobre cristais, as profecias de Nostradamus, astrologia, o sudário de Turin ... Ele introduzia cada um desses assuntos portentosos com um entusiasmo eufórico. E tive de desapontá-lo todas as vezes.
– As evidências são precárias – eu repetia. – Existe uma explicação muito mais simples.
De certa maneira, ele era bem informado. Conhecia as várias nuanças especulativas sobre, digamos, os “continentes afundados” de Atlântida e Lemuria. Sabia na ponta da língua as expedições submarinas que deviam estar partindo para descobrir as colunas derrubadas e os minaretes quebrados de uma outrora grande civilização, cujas ruínas só eram visitadas atualmente pelos peixes luminescentes do fundo do mar e por gigantescos monstros marinhos. Só que ... embora o oceano contenha muitos segredos, eu sabia que não existe nem sinal de confirmação oceanográfica ou geofísica para Atlântida e Lemuria. Pelo que a ciência pode afirmar, esses continentes jamais existiram. Já um pouco relutante a essa altura, eu lhe passei a informação.
Enquanto rodávamos pela chuva, podia vê-lo se tornar cada vez mais soturno. Eu não estava apenas negando alguma doutrina falsa, mas uma faceta preciosa de sua vida interior.
Porém, tanta coisa na ciência verdadeira é igualmente emocionante, mais misteriosa, um estímulo intelectual muito maior – além de estar bem mais perto da verdade. Ele sabia dos tijolos moleculares da vida que existem lá fora, no gás frio e rarefeito entre as estrelas? Tinha ouvido falar sobre as pegadas de nossos antepassados que foram encontradas em cinza vulcânica de 4 milhões de anos? E que dizer do Himalaia se erguendo quando a Índia se espatifou contra a Ásia? Ou da maneira pela qual os vírus, construídos como seringas hipodérmicas, introduzem furtivamente o seu DNA pelas defesas do organismo hospedeiro e subvertem o mecanismo reprodutivo das células?; ou da procura de inteligência extraterrestre pelo rádio?; ou da recém-descoberta antiga civilização de Elba que alardeava as virtudes da cerveja Elba? Não, ele não tinha ouvido falar. Como também não conhecia, nem mesmo vagamente, a indeterminação quântica, e reconhecia DNA apenas como três letras maiúsculas que frequentemente aparecem juntas.
O sr. “Buckley” – bom papo, inteligente, curioso – não tinha ouvido virtualmente nada sobre a ciência moderna. (...) Os nossos temas culturais, o nosso sistema educacional, os nossos meios de comunicação haviam traído esse homem. O que a sociedade permitia que escoasse pelos seus canais era principalmente simulacro e confusão. Nunca lhe ensinara como distinguir a ciência verdadeira da imitação barata. Ele não tinha ideia de como a ciência funciona.
(SAGAN, Carl. O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p.17-9)
“...embora o oceano contenha muitos segredos, eu sabia que não existe nem sinal de confirmação oceanográfica ou geofísica...”.
A reescritura que mantém o sentido original, do trecho acima é:
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O MS Windows 7 possui interface gráfica bastante amigável, com vários ícones intuitivos e autoexplicativos, facilitando muito a experiência do usuário.
Um desses ícones é
, que, quando acionado, abre:
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De acordo com a Resolução CFBio nº 227/2010, que dispõe sobre as atividades profissionais e as áreas de atuação do biólogo em Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde e Biotecnologia e Produção, pode-se afirmar que são áreas de atuação em:
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Em relação à Concessão de Termo de Responsabilidade Técnica para Biólogos, em análises clínicas, disposta na Resolução CFBio nº 12/93, pode-se afirmar que:
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