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De acordo com o novo código florestal, no art. 4º, considera-se Área de Preservação Permanente as faixas marginais de qualquer curso d'água natural de menos de 10 metros de largura, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima, em metros, de:
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2435595
Ano: 2012
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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A grande vantagem de uma impressora de rede sobre uma impressora compartilhada é a:
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2435571
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
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- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosDefinição: Estrutura de Dados
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: ÁrvoreÁrvore Binária
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Fila
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de DadosEstrutura de Dados: Pilha
Em computadores que possuem um único núcleo de processamento, somente um aplicativo pode ser atendido por vez. Sendo assim, toda aplicação que requer tempo de processador é colocada na seguinte estrutura de dados:
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A COISA MAIS PRECIOSA
Quando desembarquei do avião, ele esperava por mim, erguendo um pedaço de papelão em que se achava rabiscado o meu nome. Eu estava a caminho de uma conferência de cientistas e profissionais de televisão cujo objetivo, aparentemente inútil, era melhorar a apresentação da ciência na televisão. Os organizadores tinham gentilmente enviado um motorista.
– Você se importa se eu lhe perguntar uma coisa? – disse ele enquanto esperávamos pela minha mala.
Não, eu não me importava.
– Não é confuso ter o mesmo nome daquele cientista?
Levei um momento para compreender. Ele estava caçoando de mim? Finalmente, comecei a entender.
– Eu sou aquele cientista – respondi.
Ele fez uma pausa e depois sorriu.
– Desculpe. Eu tenho esse tipo de problema. Pensei que também fosse o seu. – Estendeu a mão. – Meu nome é William F. Buckley. (Bem, ele não era exatamente William F. Buckley, mas tinha o mesmo nome do famoso e polêmico entrevistador de TV, o que devia lhe render uma boa dose de zombarias bem-humoradas.)
Quando nos acomodamos no carro para a longa viagem, os limpadores de parabrisa batendo ritmicamente, ele me disse que estava contente por eu ser “aquele cientista” – tinha tantas perguntas a fazer sobre ciência. Eu me importaria?
Não, eu não me importaria.
E assim começamos a falar. Mas, como logo ficou claro, não foi sobre ciência que conversamos. Ele queria falar sobre extraterrestres congelados que definhavam na base da Força Aérea perto de San Antonio, sobre “canalização” (um modo de escutar o que se passa nas mentes dos mortos – pouca coisa, pelo visto), sobre cristais, as profecias de Nostradamus, astrologia, o sudário de Turin ... Ele introduzia cada um desses assuntos portentosos com um entusiasmo eufórico. E tive de desapontá-lo todas as vezes.
– As evidências são precárias – eu repetia. – Existe uma explicação muito mais simples.
De certa maneira, ele era bem informado. Conhecia as várias nuanças especulativas sobre, digamos, os “continentes afundados” de Atlântida e Lemuria. Sabia na ponta da língua as expedições submarinas que deviam estar partindo para descobrir as colunas derrubadas e os minaretes quebrados de uma outrora grande civilização, cujas ruínas só eram visitadas atualmente pelos peixes luminescentes do fundo do mar e por gigantescos monstros marinhos. Só que ... embora o oceano contenha muitos segredos, eu sabia que não existe nem sinal de confirmação oceanográfica ou geofísica para Atlântida e Lemuria. Pelo que a ciência pode afirmar, esses continentes jamais existiram. Já um pouco relutante a essa altura, eu lhe passei a informação.
Enquanto rodávamos pela chuva, podia vê-lo se tornar cada vez mais soturno. Eu não estava apenas negando alguma doutrina falsa, mas uma faceta preciosa de sua vida interior.
Porém, tanta coisa na ciência verdadeira é igualmente emocionante, mais misteriosa, um estímulo intelectual muito maior – além de estar bem mais perto da verdade. Ele sabia dos tijolos moleculares da vida que existem lá fora, no gás frio e rarefeito entre as estrelas? Tinha ouvido falar sobre as pegadas de nossos antepassados que foram encontradas em cinza vulcânica de 4 milhões de anos? E que dizer do Himalaia se erguendo quando a Índia se espatifou contra a Ásia? Ou da maneira pela qual os vírus, construídos como seringas hipodérmicas, introduzem furtivamente o seu DNA pelas defesas do organismo hospedeiro e subvertem o mecanismo reprodutivo das células?; ou da procura de inteligência extraterrestre pelo rádio?; ou da recém-descoberta antiga civilização de Elba que alardeava as virtudes da cerveja Elba? Não, ele não tinha ouvido falar. Como também não conhecia, nem mesmo vagamente, a indeterminação quântica, e reconhecia DNA apenas como três letras maiúsculas que frequentemente aparecem juntas.
O sr. “Buckley” – bom papo, inteligente, curioso – não tinha ouvido virtualmente nada sobre a ciência moderna. (...) Os nossos temas culturais, o nosso sistema educacional, os nossos meios de comunicação haviam traído esse homem. O que a sociedade permitia que escoasse pelos seus canais era principalmente simulacro e confusão. Nunca lhe ensinara como distinguir a ciência verdadeira da imitação barata. Ele não tinha ideia de como a ciência funciona.
(SAGAN, Carl. O mundo assombrado pelos demônios. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p.17-9)
“...embora o oceano contenha muitos segredos, eu sabia que não existe nem sinal de confirmação oceanográfica ou geofísica...”.
A reescritura que mantém o sentido original, do trecho acima é:
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ENVIRONMENTAL POLLUTION
Environmental pollution is contamination of air, water and land from man-made waste. Pollution leads to depletion of the ozone layer, global warming and climate change. Air pollution is the release of chemicals and particles into the atmosphere. Water pollution includes surface runoff, leakage into groundwater, liquid spills, wastewater discharge and littering. If toxins are spilled on the ground or if an underground storage tank leaks, soil can become contaminated. Well known contaminants include herbicides and pesticides. Toxic waste, often in chemical form, is waste material. It pollutes the natural environment and contaminates groundwater.
Other types of pollution include ocean pollution and noise pollution. Environmental pollution can have a deadly effect on humans and ecosystems. For example, cigarette smoke, including second-hand smoke, causes cancer, emphysema, stroke and heart attack. Drinking water can become contaminated by untreated sewage, rashes and skin problems occur due to oil spills, while excessive noise can cause hearing loss. The U.S. Environmental Protection Agency (EPA) was established in 1970 to put a limit on the amount of pollutants in the air. Congress passed the Clean Air Act in 1963, the Noise Control Act in 1972 and the Clean Water Act in 1977. Pollution is a bigger concern in other parts of the world, especially developing countries. Time Magazine reported in 2007 that the most polluted spots in the world included China, India, Peru and Russia.
(Adaptação de: http://www.chicagotribune.com/topic/
environmental-issues/environmental-pollution/06005000.topic)
Observando o contexto em que aparece no texto, considera-se um substantivo contável:
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De acordo com a boa técnica orçamentária, as despesas relativas ao consumo de energia elétrica devem ser integralmente compromissadas, no início do exercício financeiro, por meio de emissão de empenho do tipo:
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Dize-me os teus genes que te direi quem és
No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação que define quem você é: qual a cor dos seus olhos, da pele, dos cabelos, qual o seu sexo, qual a sua altura. Esses armazéns de informação são chamados de "genes" e a parte da biologia que estuda os genes é a genética. Ninguém tem exatamente os mesmos genes, a não ser gêmeos idênticos.
O interessante é que cada espécie animal tem seu código genético, o conjunto de genes que define as características da espécie. Nós e os chimpanzés temos um código genético quase idêntico: apenas 2% de diferença! Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência: nós somos geneticamente muito parecidos com os macacos. Por outro lado, esses 2% de diferença no código genético são muito importantes. Afinal, nós não passamos a vida trepando em árvores e os macacos não estudam Biologia.
As mutações que transformam as características de uma espécie (tamanho do pescoço da girafa, por exemplo) ocorrem nos genes e são causados por fatores externos, como a radioatividade de algum mineral ou uma reação química. Elas são completamente acidentais e raras vezes são úteis. Em geral, o ser mutante morre cedo ou nem chega a nascer. Mas, quando uma mutação é útil, o animal mutante sobrevive melhor e transmite sua informação genética aos filhotes. Aos poucos, a espécie inteira se transforma, o que pode demorar muito tempo. Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas se transformassem em seres humanos como nós.
Hoje, sabemos exatamente onde encontrar a informação genética das espécies. Uma grande parte do nosso código genético já foi estudada e arquivada num projeto internacional chamado Genoma Humano. Essas descobertas irão revolucionar a medicina do futuro: apoiada em uma nova ciência – a Engenharia Genética – ela poderá curar, por meio de modificações diretas nos genes, muitas doenças que hoje afligem milhões de pessoas. O século XXI, o seu século, será o século da genética, que, aliada a descobertas na Física, na Química e na Engenharia, irá transformar profundamente nossas vidas.
(GLEISER, Marcelo in: Livro do Cientista)
“... os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas...”
No fragmento em destaque, o pronome relativo exerce, na oração que introduz, função sintática de:
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Em relação à ART – Anotação de Responsabilidade Técnica – analise as afirmativas abaixo:
I - Para efetuar a ART, o biólogo deverá estar em dia com suas obrigações junto ao CRBio e ter currículo efetivamente realizado.
II - A ART deverá ser requerida no CRBio em cuja jurisdição se encontra o objeto do trabalho.
III - Constarão da Certidão de Acervo Técnico do biólogo todas as suas ARTs independente de terem sido encerradas.
IV - Toda a atividade profissional realizada por biólogo, no período de 28 de junho de 1980 até a presente data, poderá ser submetida à ART retroativa, para fins de integração do Acervo Técnico do Biólogo.
A alternativa que apresenta as afirmativas verdadeiras é:
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A abordagem da ecologia organizacional traz a perspectiva ecossistêmica para a leitura da dinâmica organizacional.
Nesse sentido, a relação com o ambiente:
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2434870
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CEPUERJ
Orgão: CRBio-2
Provas:
À capacidade de um programa obter mais espaço de memória em tempo de execução para armazenar novos objetos e liberar o espaço não mais necessário é dado o nome de:
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Cadernos
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