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A ruína do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou após um incêndio, em maio de 2018, revela um problema crônico no Brasil: o deficit de moradia. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), revela que subiu 1,4% o número de invasões no País entre 2016 e 2017. São 145 mil domicílios nessa situação, ante 143 mil em 2015. Faltam no País 6,3 milhões de domicílios, segundo levantamento feito em 2015 pela Fundação João Pinheiro (FJP).

Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.

Esclarecemos que a verba à que nos referimos acima diz respeito ao pagamento dos serviços tercerizados de limpeza e conservação contratados por este Conselho.

 

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A ruína do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou após um incêndio, em maio de 2018, revela um problema crônico no Brasil: o deficit de moradia. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), revela que subiu 1,4% o número de invasões no País entre 2016 e 2017. São 145 mil domicílios nessa situação, ante 143 mil em 2015. Faltam no País 6,3 milhões de domicílios, segundo levantamento feito em 2015 pela Fundação João Pinheiro (FJP).

Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.

Referente as propostas que receberam os valores totais, informamos que não há necessidade de devolução dos referidos saldos desde que seja aplicado para o mesmo componente e dirigida exclusivamente à mesma entidade contemplada.

 

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A ruína do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou após um incêndio, em maio de 2018, revela um problema crônico no Brasil: o deficit de moradia. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), revela que subiu 1,4% o número de invasões no País entre 2016 e 2017. São 145 mil domicílios nessa situação, ante 143 mil em 2015. Faltam no País 6,3 milhões de domicílios, segundo levantamento feito em 2015 pela Fundação João Pinheiro (FJP).

Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“o deficit de residências é usado” por utiliza-se o deficit de residências.

 

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Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“sendo que já foram entregues” por já tendo sido entregues.

 

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A ruína do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou após um incêndio, em maio de 2018, revela um problema crônico no Brasil: o deficit de moradia. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), revela que subiu 1,4% o número de invasões no País entre 2016 e 2017. São 145 mil domicílios nessa situação, ante 143 mil em 2015. Faltam no País 6,3 milhões de domicílios, segundo levantamento feito em 2015 pela Fundação João Pinheiro (FJP).

Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“isso vai continuar acontecendo” por o problema de falta de moradia persistirá.

 

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Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“foi” por o.

 

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Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

Internet: <www.correiobraziliense.com.br> (com adaptações).

Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“que é necessária a” por a necessidade de.

 

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A ruína do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou após um incêndio, em maio de 2018, revela um problema crônico no Brasil: o deficit de moradia. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), revela que subiu 1,4% o número de invasões no País entre 2016 e 2017. São 145 mil domicílios nessa situação, ante 143 mil em 2015. Faltam no País 6,3 milhões de domicílios, segundo levantamento feito em 2015 pela Fundação João Pinheiro (FJP).

Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

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Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“tem se acentuado” por tem acentuado-se.

 

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Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

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Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“havia” por faziam.

 

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Marco da arquitetura modernista, o prédio construído na década de 1960 estava ocupado pelos sem-teto do Movimento de Luta Social por Moradia havia seis anos. Cerca de 170 famílias viviam no local. São Paulo é recordista no ranking do deficit habitacional: falta 1,3 milhão de residências. Completam a lista Minas Gerais (575 mil), Bahia (461 mil), Rio de Janeiro (460 mil) e Maranhão (392 mil).

Ao todo, cerca de 33 milhões de brasileiros não têm onde morar, segundo relatório do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos. Mesmo com iniciativas do governo federal, como o programa Minha Casa Minha Vida, o problema tem se acentuado. Especialistas em habitação traduzem os números: a falta de moradia aumenta o número de invasões e de população favelada — o índice chegou a 11,4 milhões, segundo o Censo 2010 do IBGE.

Karina Figueiredo, mestre em política social, explica que é necessária a implementação de política pública de habitação. “Hoje, temos o aumento da população, uma crise que aumentou o desemprego e um mercado imobiliário inacessível. O Minha Casa Minha Vida conseguiu avançar, mas não foi suficiente. O número de famílias que não consegue custear o aluguel ou o pagamento das parcelas de seu imóvel popular aumentou”, conclui.

Para o professor de arquitetura e urbanismo Luiz Alberto de Campo Gouveia, da Universidade de Brasília (UnB), a falta de moradia não é um problema novo. “A diferença entre a necessidade das pessoas em habitar e a capacidade de adquirir moradia sempre foi grande. O maior problema é a renda. Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel, isso vai continuar acontecendo”, pondera.

Em 2018, o Ministério das Cidades destacou que, nos últimos nove anos, foram investidos R$ 4 bilhões em construção de moradias. “Foram contratadas 5,1 milhões de unidades habitacionais, sendo que já foram entregues 3,7 milhões até março deste ano”, segundo nota da pasta.

Segundo o governo, o deficit de residências é usado como referência para a formulação de políticas públicas e estudos na área habitacional.

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No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

A oração “Enquanto os salários não permitirem a compra de imóvel” expressa, em relação à oração subsequente, circunstância de concessão.

 

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