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3902921 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Darwin
Orgão: CREA-PB
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Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado
7 Novembro 2019
        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Aponte o item em que a regência verbal está corretamente analisada, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa e o contexto do texto.
 

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3902920 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Darwin
Orgão: CREA-PB
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Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado
7 Novembro 2019
        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
“A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes”. Sobre o processo de formação das palavras destacadas no trecho, é correto afirmar que
 

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7 Novembro 2019
        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Em “...pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas”, a oração em destaque exerce função sintática de
 

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        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
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Assinale a alternativa em que a frase, retirada do texto, apresenta a voz verbal corretamente classificada.
 

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        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Sobre a acentuação gráfica das palavras destacadas em “Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas”, é correto afirmar que
I. “Anacrônicos” e “políticas” são acentuadas pelo mesmo motivo.
II. “Tributários” é acentuada por ser oxítona terminada em O(s).
III. “Regulatórios” é acentuada por conter um hiato na última sílaba.
IV. Somente “anacrônicos” é uma palavra acentuada por ser proparoxítona.
V. “Tributários e “regulatórios” são paroxítonas acentuadas por terminarem em ditongo crescente.
 

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        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Em relação à função morfológica exercida pela partícula A (s) presente nas orações a seguir, pode-se atestar que
I. “Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação ...”
II. “Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça”.
 

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7 Novembro 2019
        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Observe as orações a seguir e os elementos coesivos que as conectam, depois indique a alternativa que apresenta o sentido correto que os conectivos estão expressando.
I. “Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro”.
II. “O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo”.
III. “. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando”.
 

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3902914 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Darwin
Orgão: CREA-PB
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Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado
7 Novembro 2019
        Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial Times.
        Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e a uma falta de fé no futuro.
        Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza, desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
        E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam discriminação e desvantagem em todas as partes.
        Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
        Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro. Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
        Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos acionistas.
        Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em colaboração com a ONU.
        Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a todas as instituições que se somem a esta transformação.
        Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento Sustentável, na ONU.
        Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram, publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
        Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
        Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem para uma mudança de políticas.
        Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
        Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
        Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo investimento do setor privado.
        É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781 
Qual é a principal preocupação ou o tema central abordado por António Guterres no texto apresentado?
 

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3903172 Ano: 2025
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: Darwin
Orgão: CREA-PB
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A Resolução CONFEA nº 1.121/2019 dispõe sobre o registro de pessoa jurídica nos Conselhos Regionais de Engenharia e dá outras providências. De acordo com essa resolução, assinale a alternativa que apresenta corretamente as pessoas jurídicas obrigadas ao registro.
( ) Matriz.
( ) Filial, sucursal, agência ou escritório de representação, somente quando em unidade de federação distinta daquela onde há o registro da matriz e no caso da atividade exceder 120 (cento e vinte) dias.
( ) Grupo empresarial com personalidade jurídica e que seja constituído por mais de uma empresa com personalidade jurídica.
( ) Pessoa jurídica estrangeira autorizada por qualquer poder federal a funcionar no território nacional.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche as lacunas corretamente.
Questão Anulada

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3903171 Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Darwin
Orgão: CREA-PB
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Com base na Resolução CONFEA nº 1.137/23 que dispõe sobre Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, o Acervo Técnico-profissional e o acervo operacional e dá outras providências, marque o item correto com relação ao cancelamento da ART.
Questão Anulada

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