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Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado
7 Novembro 2019
Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número
de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial
Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781
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de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial
Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
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Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
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Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
sustentável.
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Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
sustentável.
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I. “Anacrônicos” e “políticas” são acentuadas pelo mesmo motivo.
II. “Tributários” é acentuada por ser oxítona terminada em O(s).
III. “Regulatórios” é acentuada por conter um hiato na última sílaba.
IV. Somente “anacrônicos” é uma palavra acentuada por ser proparoxítona.
V. “Tributários e “regulatórios” são paroxítonas acentuadas por terminarem em ditongo crescente.
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Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781
I. “Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação ...”
II. “Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de injustiça”.
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7 Novembro 2019
Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número
de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial
Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781
I. “Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro”.
II. “O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo”.
III. “. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores mesmos estão pressionando”.
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Progresso para alcançar desenvolvimento sustentável está seriamente afetado
7 Novembro 2019
Metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados de saúde; mulheres enfrentam discriminação e o número
de pessoas com fome aumenta no mundo, diz secretário-geral da ONU, António Guterres, em artigo de opinião para o jornal Financial
Times.
Ao redor do mundo, cidadãos tomam as ruas para protestar contra o aumento do custo de vida e a real ou irreal percepção de
injustiça. Eles sentem que a economia não funciona – e em alguns casos, têm razão. Um foco restrito no crescimento, independentemente
dos custos verdadeiros e de suas consequências, está levando a uma catástrofe climática, a uma perda de confiança nas instituições e
a uma falta de fé no futuro.
Os 17 Objetivos foram acordados por todos os líderes mundiais, em 2015, para responder a desafios como pobreza,
desigualdade, crise climática, degradação ambiental, paz e justiça no prazo de até 2030.
E houve progressos, nesses quatro anos, desde a adoção dos Objetivos. A pobreza extrema e a mortalidade infantil estão
diminuindo. O acesso à energia e ao trabalho decente cresce. Mas, grosso modo, nós estamos seriamente longe do alvo. A fome está
aumentando, metade da população mundial não tem acesso à educação e a cuidados básicos de saúde e as mulheres enfrentam
discriminação e desvantagem em todas as partes.
Uma razão para o progresso hesitante é a falta de financiamento. Os recursos públicos de governos simplesmente não são
suficientes para financiar a erradicação da pobreza, melhorar a educação das meninas e mitigar o impacto da mudança climática.
Precisamos de investimentos privados para preencher esta lacuna. Por isso, a ONU está cooperando com o setor financeiro.
Este é um momento crítico para os negócios e para o setor de finanças e as relações deles com as políticas públicas.
Em primeiro lugar, o comércio precisa de políticas de investimento a longo prazo, que sirvam à sociedade e não somente aos
acionistas.
Isto já começa a acontecer quando alguns dos maiores fundos de pensão cortam combustíveis fósseis de seus portfólios. E mais
de 130 bancos com US$ 74 trilhões de ativos subscrevem-se aos Princípios para Bancos Responsáveis, que foram idealizados em
colaboração com a ONU.
Eles representam um compromisso, sem precedentes, com estratégias empresariais alinhadas aos objetivos globais, ao Acordo
de Paris para prevenir aumento das temperaturas, e com práticas de bancos que criam uma prosperidade compartilhada. Eu apelo a
todas as instituições que se somem a esta transformação.
Em segundo lugar: estamos encontrando novas formas para o setor privado investir em crescimento e desenvolvimento
sustentáveis. Em outubro, 30 líderes de empresas multinacionais lançaram os Investidores Globais para a Aliança de Desenvolvimento
Sustentável, na ONU.
Os maiores executivos da Bolsa de Valores de Johannesburgo e da Allianz estavam entre aqueles que se comprometeram,
publicamente, a agirem como agentes de mudança em suas companhias e mais além. Eles já estão apoiando grandes investimentos de
infraestrutura sustentável incluindo projetos de energia limpa e acessível na África, na Ásia e na América Latina, além do uso de
instrumentos financeiros inovadores para mobilizar bilhões de dólares para segurança alimentar e energia renovável.
Eu espero que todos os líderes de negócios possam seguir esse exemplo, investindo na economia do futuro. Uma economia
verde, de matriz limpa, que forneça empregos decentes e que melhore a vida das pessoas no longo prazo.
Em terceiro lugar: pedimos a todos os líderes de negócio que façam mais que investimentos verdes, que também pressionem
para uma mudança de políticas.
Em muitos casos, as empresas já mostram o caminho. A sustentabilidade faz sentido nos negócios, pois os consumidores
mesmos estão pressionando. Um investidor descreveu o financiamento sustentável como uma “megatendência”.
Alguns governos estão atrasados neste processo, relutantes em mudar sistemas anacrônicos regulatórios, tributários e de
políticas. Relatórios trimestrais desencorajam investimentos de longo prazo. E os deveres fiduciários de investidores precisam ser
atualizados para incluir maiores questões e considerações de sustentabilidade.
Precisamos que líderes empresariais utilizem sua enorme influência para fazerem avançar o crescimento e as oportunidades
inclusivas. Nenhum negócio pode ignorar este esforço, e não existe sequer nenhum objetivo global que não possa ser beneficiado pelo
investimento do setor privado.
É, ao mesmo tempo, uma questão de ética e de bom negócio investir no desenvolvimento sustentável e equitativo. Portanto, a
liderança do mundo corporativo pode fazer toda a diferença para criar um futuro de paz, de estabilidade e prosperidade em um planeta
sustentável.
António Guterres é secretário-geral das Nações Unidas.
https://news.un.org/pt/story/2019/11/1693781
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3903172
Ano: 2025
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: Darwin
Orgão: CREA-PB
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: Darwin
Orgão: CREA-PB
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A Resolução CONFEA nº 1.121/2019 dispõe sobre o registro
de pessoa jurídica nos Conselhos Regionais de Engenharia e
dá outras providências. De acordo com essa resolução,
assinale a alternativa que apresenta corretamente as pessoas
jurídicas obrigadas ao registro.
( ) Matriz.
( ) Filial, sucursal, agência ou escritório de representação, somente quando em unidade de federação distinta daquela onde há o registro da matriz e no caso da atividade exceder 120 (cento e vinte) dias.
( ) Grupo empresarial com personalidade jurídica e que seja constituído por mais de uma empresa com personalidade jurídica.
( ) Pessoa jurídica estrangeira autorizada por qualquer poder federal a funcionar no território nacional.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche as lacunas corretamente.
( ) Matriz.
( ) Filial, sucursal, agência ou escritório de representação, somente quando em unidade de federação distinta daquela onde há o registro da matriz e no caso da atividade exceder 120 (cento e vinte) dias.
( ) Grupo empresarial com personalidade jurídica e que seja constituído por mais de uma empresa com personalidade jurídica.
( ) Pessoa jurídica estrangeira autorizada por qualquer poder federal a funcionar no território nacional.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche as lacunas corretamente.
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Com base na Resolução CONFEA nº 1.137/23 que dispõe
sobre Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, o Acervo
Técnico-profissional e o acervo operacional e dá outras
providências, marque o item correto com relação ao
cancelamento da ART.
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