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Foram encontradas 110 questões.

1420419 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca provocava uma bronca paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist , o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

Com relação às ideias expressas no texto, assinale a afirmativa correta:
 

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1420418 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca provocava uma bronca paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist , o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

De acordo com o texto, é correto afirmar que:
 

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1418580 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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Sobre os aplicativos do pacote BrOffice.org 2.4 (configuração padrão), analise:

I.
O BrOffice.org Writer é utilizado para criação e edição de textos.
II.
O BrOffice.org Calc não permite a exportação dos documentos produzidos para o formato PDF.
III.
No BrOffice.org Calc, a barra utilizada para digitar as fórmulas é denominada Linha de Entrada.
IV.
O BrOffice.org Draw é utilizado para criação e edição de apresentação de slides.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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895456 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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O software Windows Movie Maker (versão 5.1 – Windows XP) é utilizado para criação e edição de vídeos. Sobre esse aplicativo, analise:
I.
Permite a inserção de título e crédito no vídeo.
II.
Para salvar o projeto como arquivo de filme (vídeo), é necessário utilizar a opção salvar projeto.
III.
São efeitos de vídeo: alto contraste, aquarela, mancha e pixelizar.
IV.
Para adicionar imagens ao projeto deve-se importá-las para as coleções.
V.
Os clipes de áudio podem ser adicionados no modo de exibição StoryBoard. Estão INCORRETAS apenas as afirmativas:
 

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895455 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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Considere os seguintes aplicativos:

I.
Netscape.
II.
Opera.
III.
Internet Navigator.
IV.
Google Chrome.
V.
Android.
VI.
Safari.
VII.
GPS Navigator.
NÃO são considerados navegadores para Internet:
 

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895454 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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O aplicativo Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão), é um editor de texto utilizado por diversos usuários. Esse aplicativo permite a utilização de teclas de atalho que executam determinadas funções. Assinale o comando INCORRETO:
 

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895453 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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Os aplicativos do BR Office foram criados com a proposta do Software livre e são utilizados como aplicativos comerciais por várias empresas. Relacione os aplicativos do BR Office aos aplicativos correspondentes do pacote Office: 1. BrOffice.org Writer 2. BrOffice.org Calc 3. BrOffice.org Impress 4. BrOffice.org Base 5. BrOffice.org Draw
(  )
Não possui aplicativo correspondente.
(  )
Microsoft Office Access.
(  )
Microsoft Office Excel.
(  )
Microsoft Office Word.
(  )
Microsoft Office PowerPoint. A sequência está correta em:
 

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895452 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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O cabeçalho/rodapé é utilizado para a padronização de um documento, de forma que todas as páginas apresentem a mesma configuração em suas extremidades. Para inserir e configurar cabeçalho/rodapé no Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão), deve-se acessar a seguinte opção:
 

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895450 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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Backups são cópias de segurança dos dados de um computador. O Sistema Operacional Microsoft Windows XP possui um Assistente de Backup que permite ao usuário, de forma simples, realizar o procedimento de segurança. Com relação a tal aplicativo, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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895449 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: CREA-RJ
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A tecla de atalho no navegador Google Chrome para trabalhar em modo Tela Cheia é:
 

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