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Foram encontradas 177 questões.

2436142 Ano: 2012
Disciplina: Arquivologia
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
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Para organizar um arquivo, é necessário conhecer a nomenclatura dos elementos que fazem parte dele.
(MEDEIROS, João Bosco & HERNANDES, Sonia. Manual
da Secretária. Técnicas de Trabalho. Editora Atlas. São Paulo.)
Analise as expressões seguintes:
I. Acervo é o conjunto de documento de um arquivo.
II. Acesso é a possibilidade de consulta aos documentos de um arquivo.
III. Arquivista é o profissional de arquivo. Deve ter curso superior.
IV. Arquivologia é a ciência que trata dos arquivos públicos e suas especificações.
Marque SOMENTE a informações corretas.
 

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2436110 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
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Analise os dados do texto seguinte:
“São comunicações produzidas pelos membros de uma organização, desde que requeridos ou utilizados pelos administradores. Podem ser uma simples carta ou memorando ou, ainda, uma conferência, um quadro, um gráfico, uma tabela. Se ocorrer em conversa, ele será oral”.
Os dados do texto caracterizam:
 

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2435804 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
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Não basta ser competente, é preciso saber se relacionar no trabalho e fora dele. O que parece ser uma tarefa fácil, tem se tornado um desafio cada vez maior para os profissionais. A concorrência, as comunicações virtuais e as mudanças comportamentais criaram obstáculos para a chamada relação interpessoal. A pergunta é: como superálos para atingir equilíbrio nos relacionamentos? Essa e outras respostas são apontadas pela coach (treinadora) e consultora em recursos humanos.
(Por: Cristina Bresser Comunicadora
Visual. Certificate of Proficiency in English pela Cambridge University;
Certificação Internacional de Coaching pelo Integrated Coaching Institute;
Cursos de Mediação para atuar como Facilitadora na Resolução de
Conflitos; Técnicas de Negociação e Comunicação, Atendimento ao Cliente.)
O texto de Cristina Bresser permite ao leitor algumas reflexões, excetuando-se:
 

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2435377 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
O QUE É... DEMISSÃO
É cuidar da carreira em outra empresa e descobrir
que seus amigos do trabalho não eram tão amigos
assim.
No início de maio, o São Paulo Futebol Clube dispensou o técnico Oswaldo de Oliveira. Convidados a opinar sobre os potenciais substitutos, os conselheiros do clube elaboraram uma lista de 30 técnicos renomados. E nela não constava o nome do técnico do Cruzeiro, Wanderlei Luxemburgo. Numa entrevista ao UOL, o diretor de futebol do São Paulo, o senhor Carlos Augusto Barros e Silva, explicava por quê: "Há rejeição a ele no clube.
Acho ruim essa cultura dos técnicos de trocar de emprego durante a vigência de seus contratos". Traduzindo: em 2002, Luxemburgo havia pedido demissão do Palmeiras, apesar do prestígio de que gozava no clube e de um bom ambiente de trabalho. Mais adiante, na mesma entrevista, o senhor Carlos Augusto comentava a importância que qualquer técnico brasileiro daria a um possível convite para dirigir o São Paulo: "Da lista de 30 nomes, 20 estão empregados e aceitariam deixar seus clubes para vir para cá". Ou seja, nas próprias palavras do senhor diretor, a "cultura" de romper contratos em vigência não seria um empecilho para contratar um técnico que estivesse regularmente empregado em outro clube, mas seria vista como "ruim" caso um técnico resolvesse deixar o São Paulo pelo mesmo motivo. Isso é típico do futebol? Ao contrário.
O senhor diretor estava verbalizando uma opinião corrente no mercado de trabalho: ainda existem empresas que reagem emocionalmente
quando seus bons funcionários pedem demissão.
Se você está bem empregado e, de repente, recebe um convite melhor, certamente começará a pensar: "Como a empresa reagirá? Qual será o efeito de médio prazo em minha carreira?" E, caso você nunca tenha passado por uma situação dessas, acredite: um dia você passará. E as respostas, como você descobrirá (ou já descobriu), são: De cada dez "amigos do peito" de sua ex-empresa, nove mandarão dizer que estão em reunião quando você telefonar.
Quais nove você só irá descobrir depois de sair.
Palavras que você nunca ouvira, como "ingrato" ou "mercenário", passarão a acompanhar seu nome nas conversas de corredor.
Caso você vá para uma empresa concorrente, o termo usado para defini-lo será "traidor". Na melhor das hipóteses, seu nome deixará de ser mencionado, como se você nunca tivesse trabalhado ali.
A maioria de suas realizações pessoais será atribuída a outros ou ao sistema. Suas falhas serão amplificadas. O que antes era mérito vira culpa. Empresas que solicitarem informações sobre você irão esbarrar nas reticências: "Não, ele era um funcionário até que razoável, mas..."
Sua ex-empresa estará torcendo pelo seu fracasso. Ele será o melhor exemplo a ser usado internamente de que pedir demissão é um erro.
Vale chorar na saída, declarar amor eterno, tentar deixar as portas abertas? Bom, se fosse numa empresa profissional, manifestações sentimentais como essas não fariam nenhum sentido. Já para empresas emocionais, declarações do tipo "Eu adoraria ficar, mas tenho de ir" soam irremediavelmente falsas, quando não ofensivas. Logo, o melhor, sempre, é sair bem quietinho. Mas há uma última dica, a mais importante: nunca, em circunstância nenhuma, fale mal de sua ex empresa. Às vezes, o mercado de trabalho pode até emudecer. Mas jamais ficará surdo.
Max Gehringer é administrador de empresas e escritor, autor de
diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial.
Sobre a interpretação das ideias do texto, marque a afirmação incorreta.
 

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2435306 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7

A Constituição da Republica Federativa do Brasil de 1988, Seção II – DA SAÚDE – institui no Art. 199. Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.

§ 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.

§ 2º - É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos.

§ 3º - É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País, salvo nos casos previstos em lei.

§ 4º - A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como a coleta, processamento e transfusão de sangue e seus derivados, sendo vedado todo tipo de comercialização.

§ 5º Lei federal disporá sobre o regime jurídico e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 51, de 2006).

Marque SOMENTE os parágrafos que estabelecem correto sentido com o contexto do Art.199 “A assistência à saúde é livre à iniciativa privada.”

 

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Você é um fisioterapeuta que faz parte do GRUPO dos 5%?
Durante os meus 10 anos em sala de aula ensinando futuros fisioterapeutas percebo que Max Geringher está coberto de razão. Segue abaixo um texto muito importante aos fisioterapeutas. Este texto é muito interessante e por isso resolvi compartilhar ele com você. Ele fala sobre a lição dos 5%.
Vamos ao ensinamento: Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula pedindo um pouco mais de silêncio, mas ninguém daquela turma se preocupou em atendê-lo.
Com certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou muito, pois os alunos ignoraram a solicitação e continuaram firmes com a animada conversa dentro da sala de aula. Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e decidiu tomar uma atitude mais drástica.
Agora prestem atenção, porque eu vou falar isso uma única vez - disse, levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou em toda a sala e o professor continuou.
Desde que comecei a lecionar, isso já faz muito anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume; são medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil.
O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção, notarão que de cem professores, apenas cinco são aqueles que fazem a diferença; de cem garçons, apenas cinco são excelentes; de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.
É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranquilo, sabendo ter investido nos melhores.
Mas, infelizmente, não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo, será capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês, sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.
Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.
Não é preciso dizer que o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu, após aquele discurso, foi devastador. Aliás, essa observação tocou fundo em todos aqueles alunos, pois a partir dali, aquela turma teve um comportamento exemplar, em todas as aulas.
Hoje, certamente, há muitos que não lembram muita coisa destas aulas, mas a observação do professor, essa nunca mais esquecerão. Aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença na vida de muitos. De fato, podemos perceber que ele tinha razão e desde então,
a maioria de seus alunos, fizeram de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não haveria como saber quem estava indo bem ou não; só o tempo mostraria a qual grupo cada um pertenceria no futuro próximo.
A pergunta persiste: Você é um fisioterapeuta que faz parte do grupo dos 5%?
Max Gehringer é administrador de empresas e escritor, autor de diversos
livros sobre carreiras e gestão empresarial.
Sobre a estrutura, marque a afirmação incorreta.
 

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2434816 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
Observe a barra de ferramentas e identifique corretamente suas funções:
[ ] Enunciado 2879528-1
[ ] Enunciado 2879528-2
[ ] Enunciado 2879528-3
[ ] Enunciado 2879528-4
[ ] Enunciado 2879528-5
[ ] Enunciado 2879528-6
[ ] Enunciado 2879528-7
1. Estilo de Porcentagem - Aplica formato de porcentagem às células selecionadas.
2. Efeito Itálico - Ativa ou desativa o efeito itálico.
3. Tamanho - Altera o tamanho da fonte.
4. Diminui recuo - possibilita diminuir ou remover o recuo.
5. Bordas - Insere borda à célula selecionada ou ao intervalo selecionado.
6. Cor da Fonte - Formata o texto selecionado com a cor desejada.
7. Efeito Negrito - Ativa ou desativa o efeito negrito.
Marque a sequência correta.
 

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2434745 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
Provas:
As necessidades de planejamento estratégico dependem das oportunidades e ameaças de cada empresa. Um planejamento eficaz necessita de identificar essas oportunidades, compreender os recursos necessários para as gerir, conhecer a disponibilidade desses recursos e a capacidade de os obter.
(JORDAN, Hugues, CARVALHO DAS NEVES, João, RODRIGUES,
José A. O Controlo da Gestão - Ao serviço da estratégia e dos gestores,
8a edição, Áreas Editora, Lisboa, 2008.)
A utilidade do planejamento pode abranger os seguintes aspectos:
I. Analisar e gerir a mudança; melhorar os resultados da empresa.
II. Traçar as via de desenvolvimento coerente.
III. Permitir a integração da empresa.
IV. Instrumento de aprendizagem; instrumento de análise global.
Marque as informações que estão em conformidade com a “Utilidade do Plano Estratégico”.
 

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2434577 Ano: 2012
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
A terapia ocupacional para portadores de visão subnormal é um processo de tratamento que utiliza a atividade como recurso, possibilitando através dela viabilizar a expressão, a espontaneidade, o conhecimento das potencialidades e das limitações dos clientes durante suas ações.
Nesse sentido, a terapia ocupacional, através da atividade e do vínculo terapêutico, favorece ao indivíduo a expressão dos sentimentos, facilitando a elaboração e a melhora da autoestima; instrumentaliza o sujeito para o desenvolvimento de seu potencial, favorecendo o conhecimento de suas habilidades e promovendo conscientização de suas reais limitações e capacidades, promovendo, assim, a integração social.
(Por: Rita de Cássia Ietto Montilha. Terapeuta Ocupacional. Mestre em
Neurociências – Oftalmologia. Docente em educação Especial e Reabilitação
do Centro de Estudos e Pesquisas em reabilitação.) - (Texto adaptado)
Sobre “Material e métodos”, no contexto enunciado, analise as proposições seguintes:
I. O processo de tratamento da terapia ocupacional ocorre através de atendimento semanal, individual ou em grupo, de acordo com as necessidades de cada cliente, utilizando-se a atividade como recurso.
II. O caráter das atividades desenvolvidas é bastante amplo, podendo ser, entre outras, atividades expressivas, artísticas, artesanais, lúdicas, corporais, criação de adaptações etc.
III. O indivíduo com visão subnormal chega ao serviço de reabilitação não compreendendo muito bem o que significa a visão que apresenta, muitas vezes questiona seu diagnóstico e tenta quantificar em porcentagens o quanto ele vê.
IV. Durante o tratamento, na terapia ocupacional, tem-se a preocupação de que esse indivíduo perceba, através de suas ações, que é possível qualificar sua visão e não apenas quantificá-la e que, durante os atendimentos, ele terá oportunidade de vivenciar o uso de seu resíduo visual conhecendo seu potencial de uma forma mais clara.
V. Nesse tipo de atendimento, o terapeuta sente-se obrigado a inverter a ordem da anamnese, efetivando-a no final dos procedimentos, em razão da necessidade de observação detalhada dos procedimentos.
Estão corretas:
 

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2434071 Ano: 2012
Disciplina: Noções de Primeiros Socorros
Banca: CONCEPÇÃO
Orgão: CREFITO-7
Provas:

A avaliação e exame do estado geral de um acidentado de emergência clínica ou traumática é a segunda etapa básica na prestação dos primeiros socorros. Ela deve ser realizada simultaneamente ou imediatamente à "avaliação do acidente e proteção do acidentado".

(www.anvisa.gov.br/manual_primeiros_socorros.)

O exame deve ser rápido e sistemático, observando as seguintes prioridades, excetuando-se a que está incorreta.

 

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