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2485240 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
Nas alternativas seguintes, uma palavra é formada pelo processo denominado hibridismo.
 

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2485119 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
Ainda sobre concordância verbal, assinale, dentre as alternativas seguintes, aquela que se apresenta INCORRETA.
 

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2485117 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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Com a aprovação da Lei 9.787/99, de 10/2/99, foram criadas as condições para a implantação de medicamentos genéricos com a finalidade de oferecer à população medicamentos de melhor qualidade, mais seguros e eficazes, comprovados através da realização de testes de qualidade.
De acordo com a legislação vigente sobre os medicamentos genéricos analise os itens a seguir e marque a alternativa que indica a sequência correta.
I. Medicamento genérico é aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, do medicamento de referência registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo sempre ser identificado por nome do princípio ativo.
II. As aquisições de medicamentos, sob qualquer modalidade de compra, e as prescrições médicas e odontológicas de medicamentos, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS adotarão obrigatoriamente a Denominação Comum Brasileira (DCB) ou, na sua falta, a denominação pelo nome comercial.
III. Medicamento de referência é intercambiável com o medicamento genérico.
IV. Medicamento similar é intercambiável com o medicamento de referência, no entanto, não é intercambiável com o medicamento genérico.
 

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2485012 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A Secretária de Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde aprovou a Portaria MS/SNVS nº 272, de 8 abril de 1998 que estabelece os requisitos mínimos exigidos para a Terapia de Nutrição Parenteral em unidades hospitalares. Sobre a Portaria que rege a Terapia de Nutrição Parenteral marque a INCORRETA.
 

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2484618 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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É vedado na propaganda ou publicidade de medicamentos anunciar um medicamento como novo, depois de transcorridos
 

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2484345 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A indústria farmacêutica disponibiliza no mercado um grande número de especialidades farmacêuticas, em diversas concentrações e apresentações, o que dificulta a escolha do mais adequado e pode ocasionar a aquisição de produtos com a mesma finalidade, resultando em desperdícios para a instituição. A padronização de medicamentos em hospitais busca selecionar os medicamentos que contemplam as necessidades terapêuticas da população que se deseja atender. Marque a alternativa que não corresponde a um dos objetivos da padronização de medicamentos.
 

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2484073 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
Zé Pedro, torcedor do Corisabbá, time de futebol de Floriano, no Sul do Piauí, conversando com um amigo, assim falou:
– Eu assisti o jogo do Corisabbá e constatei que o time contratou novos jogadores.
Na proposição acima, observa-se vício(s) de linguagem. Assinale, dentre as alternativas seguintes, aquela que aponta o(s) vício(s) notados na proposição.
 

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2482481 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A prescrição, assim como a dispensação, envolve questões de cunho legal, técnico e clínico, resultando no documento legal pelo qual se responsabilizam quem prescreve e quem dispensa o medicamento, estando ambos sujeitos à legislação de controle e às ações de vigilância sanitária. Sobre a RDC nº 20, de 05 de maio de 2011 que dispõe sobre o controle de medicamentos à base de substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição, isoladas ou em associação está CORRETO afirmar:
 

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2482285 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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Em qual guia (ou aba) do MS-POWERPOINT 2013, encontra-se o botão comparar Enunciado 2775584-1:
 

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2481233 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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O termo “Biodisponibilidade” é bastante utilizado para comparar os medicamentos de referência com os genéricos. Marque a alternativa que melhor define esse termo:
 

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