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Foram encontradas 50 questões.

2502221 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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Conforme a Portaria Nº 1.052/MS/SVS, de 29 de dezembro de 1998, diversos documentos são necessários para habilitar a empresa a exercer a atividade de transporte de produtos farmacêuticos e farmoquímicos, sujeitos à vigilância sanitária. Assinale, dentre as alternativas seguinte, aquela que indica documento NÃO necessário.
 

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2497061 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
No que se refere à concordância verbal, assinale a alternativa na qual, conforme a norma culta, se apresenta incorreta.
 

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2496853 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2496448 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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Conforme define o Código de Saúde do Maranhão (Lei Complementar 39/1998), considera-se infração sanitária, para os fins desta Lei, a desobediência ou inobservância do disposto em normas legais, regulamentares e outras que, por qualquer forma, se destinem a preservar a saúde. No caso de cometimento de infração sanitária, uma das penas prevista é a pena de multa, sendo a pena de multa graduada de acordo com a gravidade da infração e a condição econômica do infrator, será aplicada mediante processo administrativo. A pena de multa consiste no pagamento de valores correspondentes a Unidades Fiscais de Referência (UFIRs), ou a outro indexador que venha a substituí-las, sendo:
 

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2496233 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
As regras ortográficas na Língua Portuguesa não têm uma lógica única. Tal fato leva à grafia equivocada de palavras.
Assinale, dentre as alternativas seguinte, aquela que, conforme a norma culta, apresenta palavra(s) grafada(s) indevidamente.
 

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2496193 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A Fase Farmacêutica estuda a dissolução e desintegração do medicamentos no organismo. Sabe-se que a forma farmacêutica influencia diretamente na velocidade de absorção dos medicamentos. Marque a alternativa que representa as formas farmacêuticas que serão absorvidas mais lentamente no organismo, respectivamente:
 

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2495991 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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Conforme prescreve a Portaria 344 SVS/MS, que dispõe sobre Orientações para Dispensação de Medicamentos Sujeitos a Controle Especial, esses medicamentos são, conforme sua denominação, integrantes de Listas, devidamente definidas na citada Portaria 344 SVS/MS. Nas alternativas seguintes são postas denominações de medicamentos e, ao lado de cada um, a Lista ao qual está integrada. Assinale aquela que faz essa associação de forma INCORRETA.
 

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2495634 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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No que se refere ao gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, esses resíduos têm que ser segregados, ou seja, deve-se proceder a separação dos resíduos no momento e local de sua geração, de acordo com as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos e processado o acondicionamento, que consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo.
Se um desses recipientes de acondicionamento é destinado ao acondicionamento de culturas e estoques de microrganismos resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os hemoderivados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética, os mesmos pertencem ao
 

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2495062 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A penicilina foi o primeiro antibiótico a ser utilizado clinicamente em 1941 e até hoje é considerado o menos tóxico. Todos os antibióticos beta-lactâmicos possuem o mesmo mecanismo de ação. Indique a alternativa correspondente ao mecanismo de ação dessa classe de antibióticos.
 

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2494501 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
Analise os termos grifados no texto seguinte, que fala de jogadores de xadrez e dama, sendo o responsável por eles, um professor de nome Mário.
Os meninos estavam cada vez mais aplicados. Pouco depois começaram a jogar dama e xadrez, e aí, acabou a brincadeira. No entanto, o jogador estava chateado, foi dormir. Deixa o menino dormir sossegado, Prof. Mário.
Assinale qual dos termos sublinhados no texto que não funciona como sujeito.
 

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