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O valor da expressão \( (-3)^²- (1/3)^² : 3^{-2}- 3^0 : 5^0 \) é

 

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931327 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP

Texto para responder a questão.

Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza.

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)

O termo “que” dos segmentos em destaque apresenta-se com classificação morfológica DIFERENTE dos demais em:

 

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931326 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Uma piscina olímpica é o tipo de piscina adequada para a prática de desportos olímpicos. O tamanho de uma piscina olímpica também é comumente utilizado – assim como um campo de futebol – como medida para definir a grandeza de outros espaços. A Federação Internacional de Natação estabelece as seguintes especificações para as piscinas olímpicas:

enunciado 931326-1
De acordo com os dados fornecidos, o volume de uma piscina olímpica é:
 

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931325 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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Chuva no ES desaloja famílias, causa quedas de árvores, barreiras, muros e prejuízos de Norte a Sul

A defesa civil apresentou o gráfico abaixo da quantidade de chuvas em milímetros nas cidades do Espírito Santo onde a chuva foi mais intensa nas últimas 24 horas entre as 18h de sexta-feira (1) e 18h de sábado (2).

(Disponível em: https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/chuva-no-es-desaloja-familias-causa-quedas-de-arvores-barreiras-muros-e-prejuizos-de-norte-a-sul.ghtml.)


enunciado 931325-1

Analisando o gráfico, o volume de chuva das cidades, em milímetro, de Afonso Cláudio, Serra, Vitória, Colatina, Vila Velha e Água Doce do Norte deu um somatório de

 

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931324 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP

Texto para responder a questão.

Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza.

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)

Pode-se afirmar que o segundo parágrafo do texto transcrito

 

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Na figura a seguir, a reta r representa o conjunto de todos o pares ordenados (x, y) que são solução da equação do primeiro grau y – ax = b. Os pontos A e C de r são dados respectivamente pelos pares ordenados (0, 2) e (3, 23).
enunciado 931323-1
De posse dessas informações qual das alternativas a seguir fornece corretamente o valor de a e de b, respectivamente?
 

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Nas figuras a seguir, uma esfera maciça é circunscrita em cada um dos cubos. Após a colocação das esferas os cubos serão completamente cheios com água.

enunciado 931322-1

Se o lado do cubo maior mede o dobro do lado do cubo menor, qual é a razão entre o volume de água necessário para encher o cubo maior em relação ao volume de água gasto para encher o cubo menor?

 

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Considere a figura a seguir:

enunciado 931321-1

Qual das letras representa um número racional?

 

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931318 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP
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O valor de \( { \large x^3 + 64 \over x^2} \) é um número inteiro. A quantidade de valores inteiros que x pode assumir é:
 

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931317 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: CRF-SP

Texto para responder a questão.

Por que é que morreram tantos remédios? Por que é que os remédios morrem? Tal é o problema. Não basta expô-lo; força é achar-lhe solução. Há de haver uma razão que explique tamanha ruína. Não se pode compreender que drogas eficazes no princípio de um século sejam inúteis ou insuficientes no fim dele. Tendo meditado sobre este ponto algumas horas longas, creio haver achado a solução necessária.

Esta solução é de ordem metafísica. A natureza, interessada na conservação da espécie humana, inspira a composição dos remédios, conforme a graduação patológica dos tempos. Já alguém disse, com grande sagacidade, que não há doenças, mas doentes. Isto que se diz dos indivíduos, cabe igualmente aos tempos, e a moléstia de um vi não é exatamente a de outro. Há modificações lentas, sucessivas, por modo que, ao cabo de um século, já a droga que a curou não cura; é preciso outra. Não me digam que, se isto é assim, a observação basta para dar a sucessão dos remédios. Em primeiro lugar, não é a observação que produz todas as modificações terapêuticas; muitas destas são de pura sugestão. Em segundo lugar, a observação, em substância, não é mais que uma sugestão refletida da natureza.

(Machado de Assis. Disponível em: http://www.cronicas.uerj.br/home/cronicas/machado/rio_de_janeiro/ano1893/19nov1893.html. Fragmento.)

O verbo haver possui inúmeras acepções, a forma apresentada na locução “Há de haver uma razão que explique tamanha ruína.” (1º§) está de acordo com a exigência linguística da norma culta da língua assim como em:

 

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