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Foram encontradas 40 questões.

2308026 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Enunciado 3562734-1

Considerando-se apenas as temperaturas exibidas na manchete acima, é correto afirmar que, no Mato Grosso do Sul, ocorreu uma variação de temperatura (diferença entre a maior e a menor) de

 

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2308025 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de eliminar o coronavírus.

Material com micropartículas de prata será usado na confecção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.

Boa parte das pessoas já se acostumou com a rotina: tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa e já colocar tudo para lavar. Afinal, ninguém quer correr o risco de trazer o vírus escondido no tecido. Mas e se houvesse uma roupa especial, à prova de vírus? Foi isso o que os pesquisadores da USP e da UFSCar descobriram: um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus. O material é uma mistura de poliéster e algodão – que já estamos acostumados a usar do dia a dia – mas o truque está nas micropartículas de prata, que são colocadas na superfície do tecido. Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus.

A prata é uma velha conhecida da ciência e da medicina. Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias. Não se sabe com detalhes como ela atua, mas é provável que existam vários mecanismos envolvidos. Quando o átomo de prata entra em contato com o oxigênio, ele passa por um processo químico chamado oxidação, o que acaba liberando íons positivos de prata. Esses íons bloqueiam funções básicas de microrganismos, como reprodução e produção de energia. Eles podem danificar, por exemplo, o material genético da célula.

A Nanox, uma empresa de nanotecnologia sediada em São Carlos, já trabalhava com essas micropartículas. Antes da pandemia, o objetivo principal delas era eliminar fungos e bactérias que causam mau odor nas roupas. Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora. Com a chegada do coronavírus ao Brasil, eles se perguntaram se a ação antiviral não funcionaria, também, com o Sars-CoV-2.

Internet: <https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No trecho “Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora”, o pronome “isso” refere-se ao fato de que

 

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2308024 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de eliminar o coronavírus.

Material com micropartículas de prata será usado na confecção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.

Boa parte das pessoas já se acostumou com a rotina: tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa e já colocar tudo para lavar. Afinal, ninguém quer correr o risco de trazer o vírus escondido no tecido. Mas e se houvesse uma roupa especial, à prova de vírus? Foi isso o que os pesquisadores da USP e da UFSCar descobriram: um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus. O material é uma mistura de poliéster e algodão – que já estamos acostumados a usar do dia a dia – mas o truque está nas micropartículas de prata, que são colocadas na superfície do tecido. Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus.

A prata é uma velha conhecida da ciência e da medicina. Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias. Não se sabe com detalhes como ela atua, mas é provável que existam vários mecanismos envolvidos. Quando o átomo de prata entra em contato com o oxigênio, ele passa por um processo químico chamado oxidação, o que acaba liberando íons positivos de prata. Esses íons bloqueiam funções básicas de microrganismos, como reprodução e produção de energia. Eles podem danificar, por exemplo, o material genético da célula.

A Nanox, uma empresa de nanotecnologia sediada em São Carlos, já trabalhava com essas micropartículas. Antes da pandemia, o objetivo principal delas era eliminar fungos e bactérias que causam mau odor nas roupas. Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora. Com a chegada do coronavírus ao Brasil, eles se perguntaram se a ação antiviral não funcionaria, também, com o Sars-CoV-2.

Internet: <https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No trecho “Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias”, a forma verbal “há” é do verbo

 

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2308023 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de eliminar o coronavírus.

Material com micropartículas de prata será usado na confecção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.

Boa parte das pessoas já se acostumou com a rotina: tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa e já colocar tudo para lavar. Afinal, ninguém quer correr o risco de trazer o vírus escondido no tecido. Mas e se houvesse uma roupa especial, à prova de vírus? Foi isso o que os pesquisadores da USP e da UFSCar descobriram: um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus. O material é uma mistura de poliéster e algodão – que já estamos acostumados a usar do dia a dia – mas o truque está nas micropartículas de prata, que são colocadas na superfície do tecido. Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus.

A prata é uma velha conhecida da ciência e da medicina. Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias. Não se sabe com detalhes como ela atua, mas é provável que existam vários mecanismos envolvidos. Quando o átomo de prata entra em contato com o oxigênio, ele passa por um processo químico chamado oxidação, o que acaba liberando íons positivos de prata. Esses íons bloqueiam funções básicas de microrganismos, como reprodução e produção de energia. Eles podem danificar, por exemplo, o material genético da célula.

A Nanox, uma empresa de nanotecnologia sediada em São Carlos, já trabalhava com essas micropartículas. Antes da pandemia, o objetivo principal delas era eliminar fungos e bactérias que causam mau odor nas roupas. Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora. Com a chegada do coronavírus ao Brasil, eles se perguntaram se a ação antiviral não funcionaria, também, com o Sars-CoV-2.

Internet: <https://super.abril.com.br> (com adaptações).

No trecho “Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus”, o pronome “Elas” refere-se

 

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2308022 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de eliminar o coronavírus.

Material com micropartículas de prata será usado na confecção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.

Boa parte das pessoas já se acostumou com a rotina: tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa e já colocar tudo para lavar. Afinal, ninguém quer correr o risco de trazer o vírus escondido no tecido. Mas e se houvesse uma roupa especial, à prova de vírus? Foi isso o que os pesquisadores da USP e da UFSCar descobriram: um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus. O material é uma mistura de poliéster e algodão – que já estamos acostumados a usar do dia a dia – mas o truque está nas micropartículas de prata, que são colocadas na superfície do tecido. Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus.

A prata é uma velha conhecida da ciência e da medicina. Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias. Não se sabe com detalhes como ela atua, mas é provável que existam vários mecanismos envolvidos. Quando o átomo de prata entra em contato com o oxigênio, ele passa por um processo químico chamado oxidação, o que acaba liberando íons positivos de prata. Esses íons bloqueiam funções básicas de microrganismos, como reprodução e produção de energia. Eles podem danificar, por exemplo, o material genético da célula.

A Nanox, uma empresa de nanotecnologia sediada em São Carlos, já trabalhava com essas micropartículas. Antes da pandemia, o objetivo principal delas era eliminar fungos e bactérias que causam mau odor nas roupas. Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora. Com a chegada do coronavírus ao Brasil, eles se perguntaram se a ação antiviral não funcionaria, também, com o Sars-CoV-2.

Internet: <https://super.abril.com.br> (com adaptações).

De acordo com o trecho “um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus”,

 

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2308021 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de eliminar o coronavírus.

Material com micropartículas de prata será usado na confecção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.

Boa parte das pessoas já se acostumou com a rotina: tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa e já colocar tudo para lavar. Afinal, ninguém quer correr o risco de trazer o vírus escondido no tecido. Mas e se houvesse uma roupa especial, à prova de vírus? Foi isso o que os pesquisadores da USP e da UFSCar descobriram: um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus. O material é uma mistura de poliéster e algodão – que já estamos acostumados a usar do dia a dia – mas o truque está nas micropartículas de prata, que são colocadas na superfície do tecido. Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus.

A prata é uma velha conhecida da ciência e da medicina. Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias. Não se sabe com detalhes como ela atua, mas é provável que existam vários mecanismos envolvidos. Quando o átomo de prata entra em contato com o oxigênio, ele passa por um processo químico chamado oxidação, o que acaba liberando íons positivos de prata. Esses íons bloqueiam funções básicas de microrganismos, como reprodução e produção de energia. Eles podem danificar, por exemplo, o material genético da célula.

A Nanox, uma empresa de nanotecnologia sediada em São Carlos, já trabalhava com essas micropartículas. Antes da pandemia, o objetivo principal delas era eliminar fungos e bactérias que causam mau odor nas roupas. Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora. Com a chegada do coronavírus ao Brasil, eles se perguntaram se a ação antiviral não funcionaria, também, com o Sars-CoV-2.

Internet: <https://super.abril.com.br> (com adaptações).

Na passagem “tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa”, o trecho “ao chegar” poderia ser substituído por

 

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2308020 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Bolsonaro revoga decreto sobre privatização de postos de saúde do SUS

Decisão foi anunciada em rede social e, depois, publicada em edição extra do Diário Oficial. Entidades criticaram possibilidade de privatização.

O presidente Jair Bolsonaro revogou o decreto que autorizava o Ministério da Economia a realizar estudos sobre a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI).

A revogação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União. Antes, Bolsonaro anunciou a decisão em uma rede social.

“Temos atualmente mais de 4.000 UBS e 168 Unidades de Pronto-atendimento (UPA) inacabadas. Faltam recursos financeiros para a conclusão das obras, a aquisição de equipamentos e a contratação de pessoal”, disse Bolsonaro na postagem.

“O espírito do Decreto n.o 10.530, já revogado, visava ao término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”, prosseguiu.

“Obscuro”, “apressado” e “inconstitucional”: especialistas analisam decreto sobre privatização de postos de saúde do SUS.

Meia hora depois, Bolsonaro editou a publicação e adicionou mais um trecho, em que fala de uma possível reedição do decreto. “A simples leitura do Decreto em momento algum sinalizava para a privatização do SUS. Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto, ele poderá ser reeditado”, escreveu.

Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

No texto, as palavras “Obscuro”, “apressado” e “inconstitucional” são

 

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2308019 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Bolsonaro revoga decreto sobre privatização de postos de saúde do SUS

Decisão foi anunciada em rede social e, depois, publicada em edição extra do Diário Oficial. Entidades criticaram possibilidade de privatização.

O presidente Jair Bolsonaro revogou o decreto que autorizava o Ministério da Economia a realizar estudos sobre a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI).

A revogação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União. Antes, Bolsonaro anunciou a decisão em uma rede social.

“Temos atualmente mais de 4.000 UBS e 168 Unidades de Pronto-atendimento (UPA) inacabadas. Faltam recursos financeiros para a conclusão das obras, a aquisição de equipamentos e a contratação de pessoal”, disse Bolsonaro na postagem.

“O espírito do Decreto n.o 10.530, já revogado, visava ao término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”, prosseguiu.

“Obscuro”, “apressado” e “inconstitucional”: especialistas analisam decreto sobre privatização de postos de saúde do SUS.

Meia hora depois, Bolsonaro editou a publicação e adicionou mais um trecho, em que fala de uma possível reedição do decreto. “A simples leitura do Decreto em momento algum sinalizava para a privatização do SUS. Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto, ele poderá ser reeditado”, escreveu.

Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

A palavra “término”, é sinônima de

 

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2308018 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Bolsonaro revoga decreto sobre privatização de postos de saúde do SUS

Decisão foi anunciada em rede social e, depois, publicada em edição extra do Diário Oficial. Entidades criticaram possibilidade de privatização.

O presidente Jair Bolsonaro revogou o decreto que autorizava o Ministério da Economia a realizar estudos sobre a inclusão das Unidades Básicas de Saúde (UBS) dentro do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República (PPI).

A revogação foi publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União. Antes, Bolsonaro anunciou a decisão em uma rede social.

“Temos atualmente mais de 4.000 UBS e 168 Unidades de Pronto-atendimento (UPA) inacabadas. Faltam recursos financeiros para a conclusão das obras, a aquisição de equipamentos e a contratação de pessoal”, disse Bolsonaro na postagem.

“O espírito do Decreto n.o 10.530, já revogado, visava ao término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União”, prosseguiu.

“Obscuro”, “apressado” e “inconstitucional”: especialistas analisam decreto sobre privatização de postos de saúde do SUS.

Meia hora depois, Bolsonaro editou a publicação e adicionou mais um trecho, em que fala de uma possível reedição do decreto. “A simples leitura do Decreto em momento algum sinalizava para a privatização do SUS. Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto, ele poderá ser reeditado”, escreveu.

Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

No trecho “Faltam recursos financeiros para a conclusão das obras, a aquisição de equipamentos e a contratação de pessoal”, a forma verbal “Faltam” concorda com

 

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2308017 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-MS
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Prefeito de Teresina fala sobre vacina contra a covid: “estão politizando um assunto técnico”

Segundo a 21.ª etapa da vacina sorológica feita na capital, mortes tiveram redução significativa, o que indica uma melhora no tratamento dos pacientes.

O prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), disse que as pessoas estão “politizando um assunto técnico” com a discussão sobre a compra de uma vacina contra a covid-19. Isso porque, segundo ele, não há ainda previsão para o início da imunização e o assunto tem que ser discutido de forma técnica.

Ele disse ainda que é preciso ter cautela para não politizar o assunto, já que as perspectivas demandam paciência, com uma possibilidade de imunização apenas para daqui a um ano. Nacionalmente, o governo federal chegou a anunciar a compra de 46 milhões de doses e uma previsão de início de imunização para o primeiro semestre de 2021.

“Nenhuma foi ainda testada e aprovada, há dezenas de tentativas, mas ainda não se chegou a uma que dê conta da imunização. Na sequência, vai ter o processo de produção, distribuição. Dificilmente todo mundo vai estar vacinado até o fim do próximo ano. No cenário mais otimista, as pessoas com mais de sessenta anos de idade serão vacinadas no segundo semestre de 2021”, declarou.

Ele fez a avaliação durante a divulgação dos dados da 21.ª etapa sorológica. Segundo a pesquisa, a capital piauiense continua em tendência de queda ou estabilidade de diversos indicadores da covid-19, com destaque para as mortes, que tiveram redução significativa: 85% em relação ao pico da doença.

Internet: <https://g1.globo.com> (com adaptações).

Quanto à ortografia, a palavra “cautela”, presente no texto,

 

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