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Assinale a alternativa que não apresenta pena(s) disciplinar(es) aos infratores da ética profissional prevista(s) no artigo 17 do Decreto Federal n.o 44.045/1958.
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Com base na Lei Federal n.o 3.268/1957, que dispõe sobre os Conselhos de Medicina e dá outras providências, assinale a alternativa correta.
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Conforme o Código de Ética Médica, assinale a alternativa correta acerca das vedações ao médico na relação com pacientes e familiares.
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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), assinale a alternativa incorreta com relação a pandemias.
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Conforme o Decreto n.o 20.931/1932, que regula e fiscaliza o exercício da medicina e estabelece penas, assinale a alternativa que não apresenta uma vedação ao médico.
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A respeito dos resultados da execução orçamentária, assinale a alternativa correta.
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| Casa das Cuecas Ltda. | Valores | Análise Vertical |
| Receita Operacional | 800 | |
| (-) Custo das Mercadorias Vendidas | (650) | |
| (=) Valor Bruto Gerado nas Operações | 150 | |
| (-) Depreciação | (10) | |
| (=) Valor Líquido | 140 | |
| (+) Receitas Financeiras | 10 | |
| (=) Valor Agregado | 150 | 100% |
| Distribuição do Valor Agregado | ||
| Empregados | (90) | 60% |
| Juros | (30) | 20% |
| Dividendos | (14) | 9,33% |
| Impostos | (6) | 4% |
| Valor Reinvestido | (10) | 6,67% |
José Carlos Marion. Análise das Demonstrações Contábeis. 4.a ed. Atlas: 2009.
Recebem o nome de demonstrações financeiras os diversos modelos de relatórios contábeis produzidos com o objetivo de atender às condições necessárias para a tomada de decisões a respeito de gastos e investimentos. Sendo assim, é correto afirmar que o modelo, com valores hipotéticos, apresentado acima corresponde a uma demonstração
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Considerando-se apenas as temperaturas exibidas na manchete acima, é correto afirmar que, no Mato Grosso do Sul, ocorreu uma variação de temperatura (diferença entre a maior e a menor) de
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de eliminar o coronavírus.
Material com micropartículas de prata será usado na confecção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.
Boa parte das pessoas já se acostumou com a rotina: tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa e já colocar tudo para lavar. Afinal, ninguém quer correr o risco de trazer o vírus escondido no tecido. Mas e se houvesse uma roupa especial, à prova de vírus? Foi isso o que os pesquisadores da USP e da UFSCar descobriram: um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus. O material é uma mistura de poliéster e algodão – que já estamos acostumados a usar do dia a dia – mas o truque está nas micropartículas de prata, que são colocadas na superfície do tecido. Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus.
A prata é uma velha conhecida da ciência e da medicina. Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias. Não se sabe com detalhes como ela atua, mas é provável que existam vários mecanismos envolvidos. Quando o átomo de prata entra em contato com o oxigênio, ele passa por um processo químico chamado oxidação, o que acaba liberando íons positivos de prata. Esses íons bloqueiam funções básicas de microrganismos, como reprodução e produção de energia. Eles podem danificar, por exemplo, o material genético da célula.
A Nanox, uma empresa de nanotecnologia sediada em São Carlos, já trabalhava com essas micropartículas. Antes da pandemia, o objetivo principal delas era eliminar fungos e bactérias que causam mau odor nas roupas. Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora. Com a chegada do coronavírus ao Brasil, eles se perguntaram se a ação antiviral não funcionaria, também, com o Sars-CoV-2.
Internet: <https://super.abril.com.br> (com adaptações).
No trecho “Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora”, o pronome “isso” refere-se ao fato de que
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Pesquisadores brasileiros desenvolvem tecido capaz de eliminar o coronavírus.
Material com micropartículas de prata será usado na confecção de máscaras de proteção e roupas hospitalares.
Boa parte das pessoas já se acostumou com a rotina: tirar a máscara e a roupa ao chegar em casa e já colocar tudo para lavar. Afinal, ninguém quer correr o risco de trazer o vírus escondido no tecido. Mas e se houvesse uma roupa especial, à prova de vírus? Foi isso o que os pesquisadores da USP e da UFSCar descobriram: um tecido que elimina microrganismos, incluindo o novo coronavírus. O material é uma mistura de poliéster e algodão – que já estamos acostumados a usar do dia a dia – mas o truque está nas micropartículas de prata, que são colocadas na superfície do tecido. Elas são capazes de inativar fungos, bactérias e vírus.
A prata é uma velha conhecida da ciência e da medicina. Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias. Não se sabe com detalhes como ela atua, mas é provável que existam vários mecanismos envolvidos. Quando o átomo de prata entra em contato com o oxigênio, ele passa por um processo químico chamado oxidação, o que acaba liberando íons positivos de prata. Esses íons bloqueiam funções básicas de microrganismos, como reprodução e produção de energia. Eles podem danificar, por exemplo, o material genético da célula.
A Nanox, uma empresa de nanotecnologia sediada em São Carlos, já trabalhava com essas micropartículas. Antes da pandemia, o objetivo principal delas era eliminar fungos e bactérias que causam mau odor nas roupas. Além da ação bactericida e fungicida, pesquisas indicavam que as partículas eliminavam alguns tipos de vírus também, mas isso não havia sido olhado a fundo até agora. Com a chegada do coronavírus ao Brasil, eles se perguntaram se a ação antiviral não funcionaria, também, com o Sars-CoV-2.
Internet: <https://super.abril.com.br> (com adaptações).
No trecho “Ela é usada há séculos em cirurgias para evitar a contaminação por bactérias”, a forma verbal “há” é do verbo
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