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Foram encontradas 50 questões.

1322573 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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O MS-Word 2007, assim como suas versões anteriores, possui o recurso de estilos de formatação. Com relação e este recurso, assinale a alternativa correta.
 

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1318977 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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O Windows XP possui um utilitário chamado Gerenciador de dispositivos, que ao ser aberto permite ao usuário visualizar todos os componentes de hardware de seu computador. Sobre o Gerenciador de dispositivos, assinale a alternativa errada.
 

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1314404 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Durante os últimos dias, a França foi palco de várias manifestações de protesto contra medidas tomadas pelo governo de Nicolas Sarkozy. Diversos setores do país entraram em greve, criando uma situação de desordem nacional. A principal medida contra a qual protestam os cidadãos franceses e o(a):
 

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1304457 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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De acordo com o art. 50º da Resolução CFM nº 1.897, é incorreto afirmar que caberá recurso, no prazo de 30 (trinta) dias:
 

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1295597 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia o texto para responder a questão a seguir.
Bruxos, vampiros e avatares
Lya Luft
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo"
Cibernéticos e virtuais nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde — embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo. O que mais vem por aí, quanto podemos lidar com essas novidades, sem saber direito quais são as positivas, quanto servem para promover progresso ou para nos exterminar ao toque do botão de algum demente no poder? Exageradamente entregues a esses jogos cada dia inovados, vamos nos perder da nossa natureza real, o instinto? Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.
Sobre a sensação de onipotência que esse mundo novo nos confere, lembro a história deliciosa do aborígene que, contratado para guiar o cientista carregado de instrumentos refinados, disse-lhe: "Você e sua gente não são muito espertos, porque precisam de todas essas ferramentas simplesmente para andar no mato e observar os animais”.
Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade peio excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso, somos quase onipotentes, sem a maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência — e ainda podemos nos esconder no anonimato. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.
Relacionamentos pessoais começam bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Para crianças, esse universo extenso e invasivo pode ser uma grande escola, um mestre inesgotável, um salão de jogos divertido em que elas imediatamente se sentem à vontade, sem os limites dos adultos. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso.
Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.
Estimulante, múltiplo, tão rico, resta saber o que vamos fazer nesse novo mundo — ou o que ele vai fazer de nós. Quando soubermos, estaremos afixados nele como borboletas presas com alfinete debaixo da tampa de vidro ou vagalumes em potes de geleia vazios, naquelas noites de verão quando a infância era apenas aquela, inocente, que ainda espia sobre nossos ombros.
(Revista Veja, 17 de fevereiro de 2010)
Relacione a 1ª coluna com a 2ª de acordo com o conteúdo semântico e assinale a alternativa que contenha a sequência correta.
(1) Cibernéticos ( ) Encarnação de um deus
(2) Turbilhão ( ) Piratas digitais
(3) Hackers ( ) Poderosos
(4) Onipotentes ( ) Excita violentamente
(5) Avatares ( ) Condutores, controladores
 

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330709 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Assinale a alternativa que contém uma característica que não é atribuída ao Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará, por força de seu Regimento interno.
 

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330080 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia o texto para responder a questão a seguir.
Bruxos, vampiros e avatares
Lya Luft
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo"
Cibernéticos e virtuais nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde — embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo. O que mais vem por aí, quanto podemos lidar com essas novidades, sem saber direito quais são as positivas, quanto servem para promover progresso ou para nos exterminar ao toque do botão de algum demente no poder? Exageradamente entregues a esses jogos cada dia inovados, vamos nos perder da nossa natureza real, o instinto? Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.
Sobre a sensação de onipotência que esse mundo novo nos confere, lembro a história deliciosa do aborígene que, contratado para guiar o cientista carregado de instrumentos refinados, disse-lhe: "Você e sua gente não são muito espertos, porque precisam de todas essas ferramentas simplesmente para andar no mato e observar os animais”.
Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade peio excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso, somos quase onipotentes, sem a maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência — e ainda podemos nos esconder no anonimato. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.
Relacionamentos pessoais começam bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Para crianças, esse universo extenso e invasivo pode ser uma grande escola, um mestre inesgotável, um salão de jogos divertido em que elas imediatamente se sentem à vontade, sem os limites dos adultos. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso.
Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.
Estimulante, múltiplo, tão rico, resta saber o que vamos fazer nesse novo mundo — ou o que ele vai fazer de nós. Quando soubermos, estaremos afixados nele como borboletas presas com alfinete debaixo da tampa de vidro ou vagalumes em potes de geleia vazios, naquelas noites de verão quando a infância era apenas aquela, inocente, que ainda espia sobre nossos ombros.
(Revista Veja, 17 de fevereiro de 2010)
No fragmento: “Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território...”, “se" exerce a função de:
 

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315212 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Em 2010, o Brasil realiza um novo censo demográfico após 10 anos. Nesse censo, trata-se de conhecer não apenas a quantidade da população brasileira, mas também suas condições de vida em diversos aspectos, a fim inclusive de orientar melhor o direcionamento das políticas sociais. O órgão público brasileiro responsável diretamente pelo censo é o:
 

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312111 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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De acordo com o Decreto Federal nº 44.045, de 19 de julho de 1958, que aprova o Regulamento do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Medicina, é incorreto afirmar que:
 

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311495 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Os itens abaixo são afirmações sobre alguns recursos ou características do MS-Power Point 2007.
I. Um slide mestre é um arquivo modelo que contém as definições relativas às configurações de página de uma apresentação.
II. Um hiperlink pode ser uma conexão de um slide para outro slide da mesma apresentação.
III.Nativamente, não é possível adicionar um filme digital de um DVD a uma apresentação, mas suplementos de terceiros permitem a execução de DVDs durante uma apresentação.
Está correto o que se afirma em:
 

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