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Foram encontradas 50 questões.

310788 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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De acordo com o art. 8º da Resolução do CFM nº 1.897, é incorreto afirmar que, do julgamento do relatório de sindicância, poderá resultar:
 

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309329 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Segundo a Constituição Federal do Brasil, a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedece a princípios. Marque C para CERTO e E para ERRADO e escolha a alternativa correta.

( ) A legalidade faz parte desses princípios.

( ) O baixo custo faz parte desses princípios.

( ) A publicidade faz parte desses princípios.

( ) A impessoalidade faz parte desses princípios.

 

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303025 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Com relação ao MS-Excel 2007, leia as afirmações abaixo e assinale a correta.
 

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301312 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Analise o item abaixo, extraído do art. 37º, item II da Constituição Federal do Brasil, e marque a alternativa que, corretamente, preenche as lacunas.

"A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em ___________ de provas ou de provas e __________, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo _____________ declarado em lei de livre nomeação e exoneração”.

 

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299921 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Dos direitos e deveres fundamentais da Constituição Federal do Brasil, constam os termos abaixo, exceto:

 

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299031 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, a organização político-administrativa federal compreende:

 

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278933 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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A gestão de uma entidade pública deve dar acentuada importância para o atendimento ao público. Sobre o tema, analise os itens a seguir e escolha a alternativa correta.
I. Os entes públicos, por não terem fins lucrativos, não disponibilizam em sites o “fale conosco", pois, por sua natureza, buscam o atendimento presencial.
lI. Para um bom atendimento é preciso, apenas, sorriso, educação e cordialidade para com o cliente.
III. Para atender bem o cliente, o atendimento não pode ser inferior a 30 minutos.
 

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278630 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia o texto para responder a questão a seguir.
Bruxos, vampiros e avatares
Lya Luft
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo"
Cibernéticos e virtuais nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde — embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo. O que mais vem por aí, quanto podemos lidar com essas novidades, sem saber direito quais são as positivas, quanto servem para promover progresso ou para nos exterminar ao toque do botão de algum demente no poder? Exageradamente entregues a esses jogos cada dia inovados, vamos nos perder da nossa natureza real, o instinto? Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.
Sobre a sensação de onipotência que esse mundo novo nos confere, lembro a história deliciosa do aborígene que, contratado para guiar o cientista carregado de instrumentos refinados, disse-lhe: "Você e sua gente não são muito espertos, porque precisam de todas essas ferramentas simplesmente para andar no mato e observar os animais”.
Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade peio excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso, somos quase onipotentes, sem a maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência — e ainda podemos nos esconder no anonimato. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.
Relacionamentos pessoais começam bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Para crianças, esse universo extenso e invasivo pode ser uma grande escola, um mestre inesgotável, um salão de jogos divertido em que elas imediatamente se sentem à vontade, sem os limites dos adultos. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso.
Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.
Estimulante, múltiplo, tão rico, resta saber o que vamos fazer nesse novo mundo — ou o que ele vai fazer de nós. Quando soubermos, estaremos afixados nele como borboletas presas com alfinete debaixo da tampa de vidro ou vagalumes em potes de geleia vazios, naquelas noites de verão quando a infância era apenas aquela, inocente, que ainda espia sobre nossos ombros.
(Revista Veja, 17 de fevereiro de 2010)
Leia os enunciados abaixo.
"... quais são as positivas...”
"... sobre a sensação...”
"... dias aconteceu.”
As palavras em negrito são, respectivamente:
 

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278600 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia o texto para responder a questão a seguir.
Bruxos, vampiros e avatares
Lya Luft
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo"
Cibernéticos e virtuais nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde — embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo. O que mais vem por aí, quanto podemos lidar com essas novidades, sem saber direito quais são as positivas, quanto servem para promover progresso ou para nos exterminar ao toque do botão de algum demente no poder? Exageradamente entregues a esses jogos cada dia inovados, vamos nos perder da nossa natureza real, o instinto? Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.
Sobre a sensação de onipotência que esse mundo novo nos confere, lembro a história deliciosa do aborígene que, contratado para guiar o cientista carregado de instrumentos refinados, disse-lhe: "Você e sua gente não são muito espertos, porque precisam de todas essas ferramentas simplesmente para andar no mato e observar os animais”.
Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade peio excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso, somos quase onipotentes, sem a maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência — e ainda podemos nos esconder no anonimato. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.
Relacionamentos pessoais começam bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Para crianças, esse universo extenso e invasivo pode ser uma grande escola, um mestre inesgotável, um salão de jogos divertido em que elas imediatamente se sentem à vontade, sem os limites dos adultos. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso.
Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.
Estimulante, múltiplo, tão rico, resta saber o que vamos fazer nesse novo mundo — ou o que ele vai fazer de nós. Quando soubermos, estaremos afixados nele como borboletas presas com alfinete debaixo da tampa de vidro ou vagalumes em potes de geleia vazios, naquelas noites de verão quando a infância era apenas aquela, inocente, que ainda espia sobre nossos ombros.
(Revista Veja, 17 de fevereiro de 2010)
Assinale a alternativa correta.
 

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271106 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Considere as afirmações abaixo.
I. Compete ao CRM/PA, como órgão supervisor da ética médica e, ao mesmo tempo, fiscalizador, normatizador, disciplinador e julgador da atividade profissional médica, zelar por todos os meios ao seu alcance, pelo perfeito desempenho ético da Medicina, por adequadas condições de trabalho, pela valorização do profissional médico e pelo bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente e de acordo com os preceitos do Código de Ética Médica vigente.
II. O Corpo de Conselheiros é composto pelos Conselheiros Efetivos e Suplentes, eleitos pela Assembleia Geral, na forma da lei e normas suplementares, com mandato de 5 (cinco) anos, a título honorífico, e domiciliado no Pará, sendo permitida a reeleição.
III. Das atividades do Corpo de Conselheiros participarão os Conselheiros Efetivos, bem como os Suplentes, quando convocados pelo Presidente do CRM/PA para compor as Câmaras de Julgamento de Sindicâncias, quando houver necessidade de serviço.
De acordo com o Regimento Interno do Conselho Federal de Medicina do Estado do Pará, é correto afirmar que:
 

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