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Foram encontradas 50 questões.

265959 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Uma das mais importantes revoluções que a internet proporcionou foi a disseminação do uso de e-mails como forma de envio/recebimento, desde uma simples correspondência entre duas pessoas até mesmo correspondências empresariais, corporativas, contendo ou não anexos de toda ordem. Sobre esta importante ferramenta, assinale a alternativa errada.
 

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264020 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Seguindo uma longa tradição de premiar ativistas por sua luta contra regimes totalitários, o Prêmio Nobel da Paz de 2010 foi conferido a um militante pela longa defesa de liberdades civis em seu país natal. Trata-se de:
 

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263977 Ano: 2010
Disciplina: Medicina
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Assinale a alternativa correta, de acordo com a Lei Federal nº 3.268.
 

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262128 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia atentamente o texto.
Adolfo e Berenice foram amantes quase a vida inteira. Fazia mais de trinta anos que estavam amigados. Estão os dois de noite assistindo à televisão quando em uma cena de novela aparece uma cerimônia de casamento: noiva, padrinho, marcha nupcial, etc. Emocionada, ela olha para Adolfo e diz:
— Olha, meu amor! Que coisa linda que é o casamento... Puxa vida, bem que a gente podia se casar, né?
- Xiii... nestas alturas da vida, quem é que vai querer a gente?
(iILARI, Rodolfo. Introdução à semântica. 2004)
Leia as afirmativas abaixo:
I. Em “a gente podia se casar”, a mulher pretende atribuir ao “se” o sentido de reciprocidade, sugerindo que os dois se casassem um com o ouro.
II. Em “a gente podia se casar”, o homem interpreta o “se” como pronome reflexivo, sugerindo que cada um deles procurasse uma pessoa para se casar.
III. Em "a gente podia se casar”, o “se” exerce a função de conjunção adversativa, sugerindo uma possibilidade remota de se casar.
IV. Em “a gente podia se casar", o “se” é uma partícula expletiva porque não desempenha nenhuma função e não tem nenhum significado semântico.
Está correto o que se afirma em:
 

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252425 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia o texto para responder a questão a seguir.
Bruxos, vampiros e avatares
Lya Luft
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo"
Cibernéticos e virtuais nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde — embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo. O que mais vem por aí, quanto podemos lidar com essas novidades, sem saber direito quais são as positivas, quanto servem para promover progresso ou para nos exterminar ao toque do botão de algum demente no poder? Exageradamente entregues a esses jogos cada dia inovados, vamos nos perder da nossa natureza real, o instinto? Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.
Sobre a sensação de onipotência que esse mundo novo nos confere, lembro a história deliciosa do aborígene que, contratado para guiar o cientista carregado de instrumentos refinados, disse-lhe: "Você e sua gente não são muito espertos, porque precisam de todas essas ferramentas simplesmente para andar no mato e observar os animais”.
Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade peio excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso, somos quase onipotentes, sem a maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência — e ainda podemos nos esconder no anonimato. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.
Relacionamentos pessoais começam bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Para crianças, esse universo extenso e invasivo pode ser uma grande escola, um mestre inesgotável, um salão de jogos divertido em que elas imediatamente se sentem à vontade, sem os limites dos adultos. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso.
Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.
Estimulante, múltiplo, tão rico, resta saber o que vamos fazer nesse novo mundo — ou o que ele vai fazer de nós. Quando soubermos, estaremos afixados nele como borboletas presas com alfinete debaixo da tampa de vidro ou vagalumes em potes de geleia vazios, naquelas noites de verão quando a infância era apenas aquela, inocente, que ainda espia sobre nossos ombros.
(Revista Veja, 17 de fevereiro de 2010)
Em: “Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais...”, o trecho em destaque da ideia de:
 

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252421 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia o texto para responder a questão a seguir.
Bruxos, vampiros e avatares
Lya Luft
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo"
Cibernéticos e virtuais nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde — embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo. O que mais vem por aí, quanto podemos lidar com essas novidades, sem saber direito quais são as positivas, quanto servem para promover progresso ou para nos exterminar ao toque do botão de algum demente no poder? Exageradamente entregues a esses jogos cada dia inovados, vamos nos perder da nossa natureza real, o instinto? Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.
Sobre a sensação de onipotência que esse mundo novo nos confere, lembro a história deliciosa do aborígene que, contratado para guiar o cientista carregado de instrumentos refinados, disse-lhe: "Você e sua gente não são muito espertos, porque precisam de todas essas ferramentas simplesmente para andar no mato e observar os animais”.
Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade peio excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso, somos quase onipotentes, sem a maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência — e ainda podemos nos esconder no anonimato. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.
Relacionamentos pessoais começam bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Para crianças, esse universo extenso e invasivo pode ser uma grande escola, um mestre inesgotável, um salão de jogos divertido em que elas imediatamente se sentem à vontade, sem os limites dos adultos. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso.
Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.
Estimulante, múltiplo, tão rico, resta saber o que vamos fazer nesse novo mundo — ou o que ele vai fazer de nós. Quando soubermos, estaremos afixados nele como borboletas presas com alfinete debaixo da tampa de vidro ou vagalumes em potes de geleia vazios, naquelas noites de verão quando a infância era apenas aquela, inocente, que ainda espia sobre nossos ombros.
(Revista Veja, 17 de fevereiro de 2010)
No enunciado: “Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados..”, a alternativa que justifica corretamente o uso dos dois pontos é:
 

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250989 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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O MS Internet Explorer em sua versão 8 tem diversos recursos que facilitam a navegação, a segurança, a privacidade etc. Leia as afirmações seguintes sobre alguns dos recursos deste navegador.
I. Com o filtro SmartScreen ativado, sem pre que você acessar um site ou tentar baixar um arquivo considerado inseguro, uma tela de alerta aparece e dá alternativas para você.
II. A Navegação InPrivate proporciona anonimato na internet. Isso significa que os sites não podem identificá-Io por meio de seu endereço da Web e qualquer coisa que você faça ou insira em um site não pode ser gravada por ele.
III. Quando uma aba é aberta e partir de outra, a nova aba é colocada próxima à aba de origem e codificada com uma cor para que você possa ver rapidamente quais abas têm o conteúdo relacionado.
Está correto o que se afirma em:
 

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246072 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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Leia o texto para responder a questão a seguir.
Bruxos, vampiros e avatares
Lya Luft
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo"
Cibernéticos e virtuais nadamos num rio de novidades e nos consideramos moderníssimos. Um turbilhão de recursos trazidos pela ciência, pela tecnologia, nos atrai ou confunde. Se somos mais velhos, nos faz crer que jamais pegaremos esse bonde — embora ele seja para todos os que se dispuserem a nele subir, não necessariamente para ser campeões ou heróis.
A tecnologia abre territórios fascinantes, e ameaça nos controlar: se pensarmos um pouco, sentiremos medo. O que mais vem por aí, quanto podemos lidar com essas novidades, sem saber direito quais são as positivas, quanto servem para promover progresso ou para nos exterminar ao toque do botão de algum demente no poder? Exageradamente entregues a esses jogos cada dia inovados, vamos nos perder da nossa natureza real, o instinto? Viramos homens e mulheres pós-modernos, sem saber o que isso significa; somos cibernéticos, somos twitteiros e blogueiros, mas não passamos disso. E, se não formos muito equilibrados, vamos nos transformar em hackers, e o mundo que exploda.
Sobre a sensação de onipotência que esse mundo novo nos confere, lembro a história deliciosa do aborígene que, contratado para guiar o cientista carregado de instrumentos refinados, disse-lhe: "Você e sua gente não são muito espertos, porque precisam de todas essas ferramentas simplesmente para andar no mato e observar os animais”.
Não vamos regredir: a civilização anda segundo seu próprio arbítrio. Mas, como quase todas as coisas, seus produtos criam ambiguidade peio excesso de aberturas e pelo receio diante do novo, que precisa ser domesticado, para se tornar nosso servo útil. As possibilidades do mundo virtual são quase infinitas. Sua sedução é intensa. Tão enganador quanto fascinante, no que tange à comunicação. Imenso, variado, assustador, rumoroso, ameaçador e frio, porque impessoal. Nesse mundo difuso, somos quase onipotentes, sem a maior responsabilidade, pois cada ação nem sempre corresponde a uma consequência — e ainda podemos nos esconder no anonimato. Criam-se sérias questões morais e éticas não resolvidas nesse território: através da mesma ferramenta que nos abre universos e nos comunica com o outro, caluniamos e somos caluniados, ameaçamos e somos ameaçados, nos despersonalizamos, nos entregamos a atividades estranhas, algumas perversas; espiamos, espreitamos, maldizemos amigos e desconhecidos, odiamos celebridades, cortamos a cabeça de quem se destaca porque se torna objeto de inveja e ressentimento, escutamos mensagens sombrias e cumprimos, talvez, ordens sinistras.
Relacionamentos pessoais começam bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real, dos bares, festas e trabalho, faculdade e escola. Para crianças, esse universo extenso e invasivo pode ser uma grande escola, um mestre inesgotável, um salão de jogos divertido em que elas imediatamente se sentem à vontade, sem os limites dos adultos. Mas pode ser a estrada dos pedófilos, a alcova dos doentes, ou a passagem sobre o limite do natural e lúdico para o obsessivo e perverso.
Como quase tudo neste mundo nosso, duplo é o gume: comunicar-se é positivo, mas sinais feitos na sombra, sem verdadeiro nome nem rosto, podem acabar em fantasmáticas perseguições e males. Singularmente, mas de maneira muito significativa, enquanto estamos velozes e espertos no computador, criando mundos virtuais, e jogando jogos cada vez mais complexos, buscamos o nevoeiro desse anonimato e, na época das maiores inovações, curtimos voar com bruxos em suas vassouras, namorar vampiros e inventar avatares que vão de engraçados a sinistros.
Estimulante, múltiplo, tão rico, resta saber o que vamos fazer nesse novo mundo — ou o que ele vai fazer de nós. Quando soubermos, estaremos afixados nele como borboletas presas com alfinete debaixo da tampa de vidro ou vagalumes em potes de geleia vazios, naquelas noites de verão quando a infância era apenas aquela, inocente, que ainda espia sobre nossos ombros.
(Revista Veja, 17 de fevereiro de 2010)
Em: “Relacionamentos pessoais começam e terminam, bem ou mal, nesse campo virtual — não muito diferente do mundo real...”, as palavras e expressões em destaque exercem, respectivamente, a função de:
 

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245095 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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O ex-deputado federal Plínio de Arruda Sampaio foi candidato à Presidência da República este ano pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). O candidato obteve a quarta posição no pleito, alcançando mais de 800 mil votos. Qual das, seguintes propostas foi defendida por Plínio de Arruda Sampaio durante esta campanha presidencial?
 

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241519 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-PA
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As eleições presidenciais de 2010 trouxeram para os meios de comunicação brasileiros um tema controverso: o aborto. Permitida em diversos países do mundo, no Brasil a prática do aborto é tipificada como crime, salvo em duas exceções. Tais exceções são:
 

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