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Foram encontradas 629 questões.

2198875 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que um em cada cinco brasileiros é obeso (IMC maior que 30) e que mais da metade da população das capitais do País está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).

O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou que cerca de 65% da população reconhece a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditam que o peso possa realmente interferir na saúde.

Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais — incluindo-se a Organização Mundial da Saúde (OMS) — reconheceram a condição como um problema de saúde crônico, que necessita de tratamento específico a longo prazo.

Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso, mas não é o único.

“A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa o excesso de peso à falta de força de vontade para emagrecer. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo nos estágios iniciais, a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, o que facilita o surgimento de artrose no longo prazo.

Quando o indivíduo ingere mais calorias que a capacidade que o organismo tem de gastá-las, este reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambas favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

É preciso entender também que ganhar peso é algo natural. Sempre que se perde uma quantidade grande de peso, o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios que participam do ciclo do apetite e da saciedade. Por isso é importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Não haveria prejuízo da correção gramatical do texto caso fossem suprimidas as vírgulas que isolam o termo “talvez”

 

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2198874 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que um em cada cinco brasileiros é obeso (IMC maior que 30) e que mais da metade da população das capitais do País está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).

O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou que cerca de 65% da população reconhece a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditam que o peso possa realmente interferir na saúde.

Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais — incluindo-se a Organização Mundial da Saúde (OMS) — reconheceram a condição como um problema de saúde crônico, que necessita de tratamento específico a longo prazo.

Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso, mas não é o único.

“A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa o excesso de peso à falta de força de vontade para emagrecer. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo nos estágios iniciais, a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, o que facilita o surgimento de artrose no longo prazo.

Quando o indivíduo ingere mais calorias que a capacidade que o organismo tem de gastá-las, este reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambas favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

É preciso entender também que ganhar peso é algo natural. Sempre que se perde uma quantidade grande de peso, o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios que participam do ciclo do apetite e da saciedade. Por isso é importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso a forma verbal “está” estivesse flexionada na terceira pessoa do plural, dada a possibilidade prevista na gramática normativa de concordância do verbo com o elemento mais próximo, no caso, o substantivo “capitais”

 

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2198873 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que um em cada cinco brasileiros é obeso (IMC maior que 30) e que mais da metade da população das capitais do País está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).

O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou que cerca de 65% da população reconhece a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditam que o peso possa realmente interferir na saúde.

Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais — incluindo-se a Organização Mundial da Saúde (OMS) — reconheceram a condição como um problema de saúde crônico, que necessita de tratamento específico a longo prazo.

Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso, mas não é o único.

“A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa o excesso de peso à falta de força de vontade para emagrecer. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo nos estágios iniciais, a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, o que facilita o surgimento de artrose no longo prazo.

Quando o indivíduo ingere mais calorias que a capacidade que o organismo tem de gastá-las, este reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambas favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

É preciso entender também que ganhar peso é algo natural. Sempre que se perde uma quantidade grande de peso, o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios que participam do ciclo do apetite e da saciedade. Por isso é importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.

Os vocábulos “saúde” e “País” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

 

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2198872 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que um em cada cinco brasileiros é obeso (IMC maior que 30) e que mais da metade da população das capitais do País está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).

O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou que cerca de 65% da população reconhece a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditam que o peso possa realmente interferir na saúde.

Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais — incluindo-se a Organização Mundial da Saúde (OMS) — reconheceram a condição como um problema de saúde crônico, que necessita de tratamento específico a longo prazo.

Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso, mas não é o único.

“A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa o excesso de peso à falta de força de vontade para emagrecer. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo nos estágios iniciais, a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, o que facilita o surgimento de artrose no longo prazo.

Quando o indivíduo ingere mais calorias que a capacidade que o organismo tem de gastá-las, este reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambas favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

É preciso entender também que ganhar peso é algo natural. Sempre que se perde uma quantidade grande de peso, o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios que participam do ciclo do apetite e da saciedade. Por isso é importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.

De acordo com pesquisa realizada nos EUA, a maioria da população desse país desconhece os prejuízos à saúde advindos da obesidade.

 

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2198871 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que um em cada cinco brasileiros é obeso (IMC maior que 30) e que mais da metade da população das capitais do País está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).

O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou que cerca de 65% da população reconhece a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditam que o peso possa realmente interferir na saúde.

Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais — incluindo-se a Organização Mundial da Saúde (OMS) — reconheceram a condição como um problema de saúde crônico, que necessita de tratamento específico a longo prazo.

Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso, mas não é o único.

“A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa o excesso de peso à falta de força de vontade para emagrecer. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo nos estágios iniciais, a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, o que facilita o surgimento de artrose no longo prazo.

Quando o indivíduo ingere mais calorias que a capacidade que o organismo tem de gastá-las, este reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambas favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

É preciso entender também que ganhar peso é algo natural. Sempre que se perde uma quantidade grande de peso, o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios que participam do ciclo do apetite e da saciedade. Por isso é importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.

Conclui-se do penúltimo parágrafo que o autor do texto não recomenda os programas que prometem emagrecimento rápido.

 

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2198870 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que um em cada cinco brasileiros é obeso (IMC maior que 30) e que mais da metade da população das capitais do País está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).

O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou que cerca de 65% da população reconhece a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditam que o peso possa realmente interferir na saúde.

Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais — incluindo-se a Organização Mundial da Saúde (OMS) — reconheceram a condição como um problema de saúde crônico, que necessita de tratamento específico a longo prazo.

Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso, mas não é o único.

“A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa o excesso de peso à falta de força de vontade para emagrecer. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo nos estágios iniciais, a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, o que facilita o surgimento de artrose no longo prazo.

Quando o indivíduo ingere mais calorias que a capacidade que o organismo tem de gastá-las, este reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambas favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

É preciso entender também que ganhar peso é algo natural. Sempre que se perde uma quantidade grande de peso, o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios que participam do ciclo do apetite e da saciedade. Por isso é importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.

Depreende-se da leitura do texto que uma das causas da obesidade é a falta de determinação do indivíduo para manter o peso ideal.

 

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2198869 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC

Levantamento recente do Ministério da Saúde mostra que um em cada cinco brasileiros é obeso (IMC maior que 30) e que mais da metade da população das capitais do País está com sobrepeso (IMC na faixa entre 25 e 29,9).

O problema, talvez, comece pela dificuldade em entender que a obesidade é uma doença crônica. Pesquisa recente realizada nos Estados Unidos da América (EUA) mostrou que cerca de 65% da população reconhece a obesidade como doença, mas apenas 54% dos entrevistados acreditam que o peso possa realmente interferir na saúde.

Em 2013, a American Medical Association, uma das organizações médicas mais influentes do mundo, decidiu classificar a obesidade como doença. Ao longo dos anos, outras entidades médicas internacionais — incluindo-se a Organização Mundial da Saúde (OMS) — reconheceram a condição como um problema de saúde crônico, que necessita de tratamento específico a longo prazo.

Em termos médicos, a obesidade é definida como um depósito de excesso de gordura que prejudica a saúde. O IMC é um dos parâmetros usados para diagnosticar se o indivíduo tem ou não excesso de peso, mas não é o único.

“A obesidade é uma doença multifatorial, em que fatores genéticos, metabólicos, sociais, psicológicos e ambientais estão envolvidos. Mas o indivíduo pensa, na maioria das vezes, que a culpa é somente dele, associa o excesso de peso à falta de força de vontade para emagrecer. Acha que remédio pode não ser a solução, que a cirurgia, em si, não tem serventia para ele. Então, dificilmente essa pessoa vai buscar ajuda médica”, analisa Walmir Coutinho, professor de endocrinologia da PUC-Rio e ex-presidente da Federação Mundial da Obesidade.

O excesso de peso pode não provocar sinais e sintomas antes de chegar aos graus 2 e 3, assim como ocorre com doenças como hipertensão e diabetes, cujos sintomas nem sempre aparecem nas fases iniciais. No entanto, mesmo nos estágios iniciais, a obesidade pode ter impactos na saúde, como sobrecarga da coluna e dos membros inferiores, o que facilita o surgimento de artrose no longo prazo.

Quando o indivíduo ingere mais calorias que a capacidade que o organismo tem de gastá-las, este reconhece que é hora de armazenar energia, principalmente na forma de gordura e de glicose. O excesso de ambas favorece o surgimento de diabetes, o aumento de triglicérides e a diminuição do nível do colesterol protetor (HDL).

É preciso entender também que ganhar peso é algo natural. Sempre que se perde uma quantidade grande de peso, o corpo vai tentar voltar ao que era antes, porque há vários hormônios que participam do ciclo do apetite e da saciedade. Por isso é importante ficar atento àqueles programas que prometem emagrecimento rápido. Eles não fazem bem para o organismo.

Entender os mecanismos envolvidos na obesidade pode ajudar as pessoas com tendência a ganhar peso a mudar hábitos, sentir menos culpa e buscar ajuda, caso necessário.

Internet: <www.drauziovarella.uol.com.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.

O objetivo principal do texto, estruturado em forma dissertativa, é informar o público leitor de que a obesidade é uma doença crônica, que requer tratamento específico de longo prazo.

 

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2199383 Ano: 2022
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC
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Acerca de administração orçamentária e financeira, julgue o item.

É no estágio da liquidação que ocorre o reconhecimento da despesa efetivamente incorrida, apropriando-se a despesa orçamentária, a débito, em contrapartida com a obrigação, a crédito, no sistema financeiro.

Questão Desatualizada

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2199054 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: QUADRIX
Orgão: CRM-SC
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Genealogy is a branch of history. It concerns family history, rather than the national or world history studied at school. It doesn't merely involve drawing a family tree, however — tracing your family history can also result in learning about your roots and identity. The Internet enables millions of people worldwide to access information about their family history, without great expense.

People who research their family history often remark that it's a fascinating hobby which reveals a lot about where they come from and whether they have famous ancestors. According to a survey involving 900 people who had researched their family history, the chances of discovering a celebrity in your past are one in ten. The survey also concluded that the further back you follow your family line, the more likely you are to find a relation who was much wealthier than you are. However, the vast majority of people who participated in the survey discovered they were better off than their ancestors.

FCE Handbook. Reproduced with permission from Cambridge English.

According to the text, judge the item.

In the second line, “rather than” is used to say that one thing is preferred to another or happens instead of another.

Questão Anulada e Desatualizada

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