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Foram encontradas 111 questões.

3700883 Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Em uma rede de computadores, o dispositivo, também chamado de concentrador, que possui várias portas (entradas) para conectar os cabos de rede de cada computador e que apenas retransmite sinais para todos os dispositivos conectados a ele, sem qualquer inteligência de roteamento ou escolha de caminho é o
 

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3700882 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Assinale a alternativa que contém a funcionalidade principal do recurso “Notas de Rodapé” do Microsoft Word 2019.
 

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3700881 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Durante a estreia do segundo filme da franquia Entre Mordidas e Uivos, foi realizada uma pesquisa entre os presentes no cinema para saber quem participava dos dois fã-clubes criados por conta da história: um dedicado ao vampiro Eduardo e outro ao lobisomem Jacó. No total, 64 pessoas disseram fazer parte do fãclube de Eduardo, 81 afirmaram participar do fã-clube de Jacó, 39 disseram participar dos dois, e, curiosamente, 4 pessoas declararam não fazer parte de nenhum dos dois fã-clubes. Sabendo que todos os presentes responderam à pesquisa, assinale o número total de pessoas que estavam no cinema naquela ocasião.
 

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3700880 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Em uma fazenda há apenas galinhas e vacas. Sabe-se que o número de galinhas é o dobro do número de vacas e que, ao todo, há 80 patas. Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de vacas na fazenda.
 

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3700879 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Assinale a alternativa que apresenta a negação da proposição lógica “Algum alienígena não tem antenas”.
 

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3700878 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Assinale a alternativa que apresenta uma proposição logicamente equivalente a “Se Pierre comprou um croissant, então Émile comprou uma baguete”.
 

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3700877 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Gael tem um saquinho com jujubas de cinco cores: 10 amarelas, 8 azuis, 15 roxas, 12 vermelhas e 15 verdes. Ele irá pegar uma jujuba do saquinho sem olhar. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a probabilidade de Gael pegar uma jujuba vermelha.
 

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3700876 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Assinale a alternativa que apresenta vocativo em formato compatível com o preconizado pelo Manual de Redação da Presidência da República.
 

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3700875 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Texto para a questão.

Quem nunca se deparou com alguma antiga anotação e se frustrou por não conseguir entender a própria

caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

com o conteúdo, retendo-o em nossa memória por mais tempo.

Internet:https://g1.globo.com/ (com adaptações).

Considerando as relações coesivas estabelecidas no texto, assinale a alternativa que associa, corretamente, uma expressão empregada no texto e o termo que ela retoma, respectivamente.
 

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3700874 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Texto para a questão.

Quem nunca se deparou com alguma antiga anotação e se frustrou por não conseguir entender a própria

caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

com o conteúdo, retendo-o em nossa memória por mais tempo.

Internet:https://g1.globo.com/ (com adaptações).

Assinale a alternativa cuja frase apresenta o verbo “esquecer” com o mesmo sentido em que ele está empregado no seguinte trecho do texto: “estamos esquecendo como escrever à mão!” (linha 2).
 

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