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3700873 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Texto para a questão.

Quem nunca se deparou com alguma antiga anotação e se frustrou por não conseguir entender a própria

caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

com o conteúdo, retendo-o em nossa memória por mais tempo.

Internet:https://g1.globo.com/ (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita que é gramaticalmente correta e mantém o sentido do seguinte trecho do texto: “desenvolvida pelos sumérios no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio.” (linhas 7-8).
 

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3700872 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Texto para a questão.

Quem nunca se deparou com alguma antiga anotação e se frustrou por não conseguir entender a própria

caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

com o conteúdo, retendo-o em nossa memória por mais tempo.

Internet:https://g1.globo.com/ (com adaptações).

Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto, a preposição “com” (linha 40) poderia ser substituída por
 

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3700871 Ano: 2025
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Quem nunca se deparou com alguma antiga anotação e se frustrou por não conseguir entender a própria

caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

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A expressão “À medida que” (linha 34) transmite ideia de
 

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3700870 Ano: 2025
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Quem nunca se deparou com alguma antiga anotação e se frustrou por não conseguir entender a própria

caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

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Na pergunta que inicia o texto, o sujeito da forma verbal “frustrou”
 

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Quem nunca se deparou com alguma antiga anotação e se frustrou por não conseguir entender a própria

caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

com o conteúdo, retendo-o em nossa memória por mais tempo.

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Ao comparar a escrita à mão com a digitação, o autor defende que
 

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caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

com o conteúdo, retendo-o em nossa memória por mais tempo.

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De acordo com o texto, o acontecimento histórico que fez a escrita à mão deixar de ser a única forma de registrar a linguagem foi
 

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caligrafia? A triste verdade: estamos esquecendo como escrever à mão!

Escrever à mão está entre as técnicas culturais mais importantes da evolução humana. Milhares de anos atrás,

as informações eram esculpidas em argila ou pedra, ou escritas com tinta em folhas de palmeira, pergaminho ou

papiro. Até a invenção da imprensa, a escrita à mão era a única maneira de registrar a linguagem em qualquer meio

que fosse.

A escrita mais antiga de que se tem conhecimento tem cerca de 5 mil a 6 mil anos: desenvolvida pelos sumérios

no atual Iraque, a escrita cuneiforme era utilizada na administração do comércio. Essa escrita pictórica consistia em

cerca de 900 pictogramas e ideogramas, ou seja, símbolos e sinais que eram riscados em tábuas de argila úmida com

pedaços de madeira. Com o tempo, essa "caligrafia" evoluiu para várias fontes e também para nosso alfabeto

moderno.

Ao contrário da fala, a escrita antigamente era reservada apenas a uma minoria: a nobreza, os intelectuais e os

comerciantes. O fato de tantas pessoas saberem ler e escrever hoje em dia é resultado da introdução da escolaridade

obrigatória no século XX.

Nestes tempos virtuais, nós nos limitamos a digitar em computadores e smartphones e, quando muito,

fazemos uma lista de compras ou poucas outras anotações à mão. Raramente — ou com certa relutância — nos

comunicamos por meio de canetas e papel, enquanto a comunicação por e-mails, mensagens de texto ou —

sobretudo entre os mais jovens — por mensagens de voz virou a regra.

Em plena era digital, agora nos parece extremamente tedioso escrever um texto mais longo à mão. Para que

um cartão de aniversário ou uma carta sejam escritos de forma particularmente bela, é necessário dedicar toda nossa

concentração.

Desde crianças, aprendemos a escrever à mão da forma mais correta e ordenada possível. Embora todas as

crianças aprendam as mesmas letras, a escrita de cada um é sempre muito particular. Durante a adolescência e o

início da fase adulta, nossa caligrafia costuma mudar significativamente, mas depois disso ela permanece

praticamente a mesma para a maioria das pessoas — cada um desenvolve uma caligrafia única.

Mas sem prática e controle, a caligrafia só tende a piorar. Problemas de caligrafia são há muito um problema

da sociedade como um todo, e não apenas dos estudantes, como muitas vezes se supõe. A caligrafia correta e legível,

afinal, passa por uma verificação na escola.

Ainda assim, a Associação Alemã de Educação e Formação vem há anos reclamando do declínio das

habilidades de escrita e do aumento dos déficits motores entre crianças em idade escolar. De acordo com o Estudo

sobre o desenvolvimento, os problemas e as intervenções na questão da caligrafia (STEP 2022), cada vez mais crianças

estão tendo dificuldades para escrever de forma rápida e legível. E os lockdowns e a prática de ensino domiciliar

durante a pandemia do coronavírus só pioraram a situação.

À medida que as pessoas envelhecem, durante a adolescência e no início da idade adulta, a caligrafia tende a

se tornar cada vez mais ilegível — também por causa da falta de prática e controle.

Digitar em um teclado é imbatível, especialmente para textos mais longos, pois a estrutura do texto pode ser

alterada conforme desejado. A correção automática também elimina erros banais, tornando a escrita mais rápida,

mais legível e menos cansativa.

A escrita à mão, por outro lado, desafia o cérebro mais do que a digitação e, portanto, promove o aprendizado.

Além disso, ao se escrever, o cérebro compara a escrita resultante com modelos aprendidos das letras e palavras e

ajusta a posição dos dedos em tempo real. Olhos e cérebro monitoram constantemente se os dedos estão segurando

a caneta corretamente, aplicando a quantidade certa de pressão, e se claras linhas são criadas ao escrever. Isso requer

uma coordenação muito precisa entre os processos visuais e motores. É essa combinação de informação visual e

processamento de informação que promove o aprendizado.

De fato, a escrita à mão é mais lenta do que a digitação, mas isso não é necessariamente uma desvantagem. A

lentidão natural nos obriga a processar informações de forma mais intensiva.

Resumimos o que ouvimos ou pensamos com mais clareza, destacamos palavras-chave ou citações concisas,

às vezes usamos setas ou marcadores para estabelecer conexões e, geralmente, nos envolvemos mais intensamente

com o conteúdo, retendo-o em nossa memória por mais tempo.

Internet:https://g1.globo.com/ (com adaptações).

Com base nas ideias veiculadas no texto, assinale a alternativa correta.
 

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3700866 Ano: 2025
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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A respeito da Resolução CFMV n.º 1177/2017, que enquadra as entidades obrigadas ao registro ou cadastro no Sistema CFMV/CRMVs, assinale a alternativa correta.
 

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3700865 Ano: 2025
Disciplina: Veterinária
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Segundo a Resolução CFMV n.º 1.330/2020, que aprova o Código de Processo Ético-Profissional no âmbito do Sistema CFMV/CRMVs, assinale a alternativa correta.
 

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3700864 Ano: 2025
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Ibest
Orgão: CRMV-ES
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Com base na Lei n.º 12.514/2011, que trata das contribuições devidas aos conselhos profissionais em geral, assinale a alternativa correta.
 

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