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Julgue os itens 19 e 20, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Ressaltamos na oportunidade, que o presente Projeto representa medida importante à institucionalizar instrumentos de gestão voltado para a melhoria das técnicas de manejo animal no campo e, consequentemente, da saúde dos rebanhos.
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
Internet: <http://www.revistaeterinaria.com.br/> (com adaptações).
Julgue os itens 17 e 18, que consistem em propostas de reescrita para trechos destacados do texto, no que se refere à correção gramatical e à manutenção das ideias do texto.
“a mastite é a doença mais comum e sua principal característica é a inflamação da glândula mamária” (linhas de 12 a 14): a mastite é a doença mais comum, cuja a principal característica é a inflamação da glândula mamária
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
Internet: <http://www.revistaeterinaria.com.br/> (com adaptações).
Julgue os itens 17 e 18, que consistem em propostas de reescrita para trechos destacados do texto, no que se refere à correção gramatical e à manutenção das ideias do texto.
“Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença mais comum” (linhas 12 e 13): Entre as doenças que atingem o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a mais comum
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
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Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue os itens de 14 a 16.
“proveniente” (linha 15) por provinda
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
Internet: <http://www.revistaeterinaria.com.br/> (com adaptações).
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue os itens de 14 a 16.
“a ser acometido por” (linha 4) por a
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
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Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 13.
A forma verbal “incluem-se” (linha 40) está empregada na voz passiva pronominal e poderia ser corretamente substituída por estão incluídos.
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
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Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 13.
Estaria mantida a correção gramatical do texto, mas não o seu sentido original, caso se suprimisse, no segmento “todos os profissionais envolvidos no processo” (linhas 35 e 36) o artigo definido “os”.
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
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Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 13.
Na linha 19, as vírgulas empregadas após “bovina” e “babesiose” separam termos coordenados em uma enumeração.
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
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Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 13.
O emprego da vírgula após “animais” (linha 9) justifica-se por separar oração adjetiva explicativa.
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
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Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 13.
O emprego da preposição “de”, em “de que o rebanho bovino está sujeito” (linhas 3 e 4), justifica-se pela regência do verbo da oração antecedente.
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