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Foram encontradas 220 questões.

2541067 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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As comunicações oficiais respeitam a formalidade, pois os assuntos tratados apresentam caráter formal, assim é necessário o uso correto de determinados pronomes de tratamento, que apresentam certas peculiaridades. Em relação aos tratamentos Senhor e Senhora, considere a resposta correta referente a sua classificação.
 

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2540977 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Em relação as disposições constantes na Lei n° 9.784/1999, no que se refere ao recurso administrativo e da revisão, marque a alternativa correta:
 

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2540957 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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A criação formal de órgãos, bem como a sua extinção, depende de lei, sendo privativa do chefe do poder executivo a iniciativa de lei que vise a criação ou a extinção de órgãos da administração pública no âmbito desse poder. Marque a alternativa que apresente o conceito de classificação de órgãos autônomos.
 

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2540953 Ano: 2017
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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De acordo com a Lei n° 8.234/1991, são atividades privativas do nutricionista, exceto:

 

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2540949 Ano: 2017
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Vários são os tipos de classificação de materiais determinados em função das informações gerenciais desejadas pelo gestor de materiais. Marque a alternativa correta sobre a classificação de materiais:

 

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2540942 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Muitas questões que afetam o relacionamento no ambiente de trabalho podem ser melhor conduzidas pelo desenvolvimento de competências interpessoais. Esse desenvolvimento exige a aquisição e o aperfeiçoamento de certas habilidades. Marque a resposta que apresenta uma dessas habilidades:
 

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2540917 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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Quando ligamos o computador ou notebook pela primeira vez, qual o ícone que encontramos na área de trabalho?
 

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2540875 Ano: 2017
Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
“Algumas embalagens são fabricadas com polímeros produzidos principalmente a partir de derivados do petróleo ou carvão e possuem algumas vantagens como: processabilidade, maquinabilidade, transparência e viabilidade econômica entre outras.”
(GAVA, Altanir Jaime. et al. 2008)
Nesse sentido, estas características são da seguinte embalagem:
 

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2540861 Ano: 2017
Disciplina: Nutrição
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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A população brasileira, nas últimas décadas, experimentou grandes transformações sociais que resultaram em mudanças no seu padrão de saúde e consumo alimentar. Essas transformações acarretaram impacto na diminuição da pobreza e exclusão social e, consequentemente, da fome e desnutrição. Por outro lado, observa-se aumento vertiginoso do excesso de peso em todas as camadas da população, apontando para um novo cenário de problemas relacionados à alimentação e nutrição.
Disponível em: (http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_alimentacao_nutricao.pdf/ Acesso em 29 jan. 2018).
A Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN), aprovada no ano de 1999, integra os esforços do Estado brasileiro, que por meio de um conjunto de políticas públicas propõe:
 

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2540858 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: CRN-7
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
A GRANDE GUERRA
As árvores sempre amaram os homens, desde o princípio dos tempos. Confessam este amor sem parar, as horas todas do dia. Mesmo quando a luz se retira e elas desaparecem de nossa vista, continuam a dizer que nos amam, fazendo perfume para a nossa noite e música para os nossos sonhos.
Mas as árvores não são apenas os maiores artistas que existem; são também os mais sábios cientistas. Se a gente lotasse o Mineirão de cientistas, os cem mil sábios ali reunidos saberiam muito menos do que uma árvore. E a mais profunda e indispensável ciência da árvore é transformar veneno em ar puro.
Muito poucos homens, por incrível que pareça, entendem a língua das árvores. Um em mil? Talvez nem isso. Um dia, por causa dessa ignorância, reunidos numa sala fechada, os homens declararam guerra às árvores.
Observados hoje, depois que tudo aconteceu, os motivos alegados parecem ridículos. Há arvores demais no mundo, diziam. – Já começam a invadir nossas terras. – Melhor enfrentá-las e transformá-las em objetos úteis: casas, móveis, navios, lenha. – Não podemos é permanecer de braços cruzados. – O progresso exige que acabemos com as árvores.
Argumentos, de fato, ridículos; mas os argumentos a favor de todas as outras guerras são muito parecidos, depois de vistos (como se diz) à luz da história.
Foram mobilizados facões, machados, serrotes. O mais terrível guerreiro era um que ama o combate por si mesmo, capaz de lutar indiferentemente pelo bem e pelo mal, capaz de cozinhar para o homem, sem que esse gesto simpático signifique bondade; em outra oportunidade, esse mesmo guerreiro poderá destruir sem remorso a humanidade inteira. Seu nome é Fogo.
E a guerra começou. As árvores, que também não entendem a língua dos homens, apesar de amá-los, continuaram em paz, a fazer o que sempre fazem: sombra, flores, frutos, desenhos, poesia. E a transformar veneno em oxigênio.
Foi uma guerra feia e covarde. Todos os homens, quase todos (com exceção das pessoas de ouvido fino, que entendem a língua dos vegetais), entraram na luta de extermínio. Quem não pertencia a um exército regular, punha o machado no ombro e saía de manhã para brigar sozinho. Os mais humildes, que nem dispunham de machadinha, armavam-se de fósforo ou isqueiro. Até as crianças, as mais assanhadas e menos inteligentes, participavam da guerra, e da maneira mais diabólica: construíam balões que, levados pelo vento, causavam perdas incalculáveis ao doce e inocente inimigo.
Essa guerra foi iniciada na era da civilização, há algumas centenas de anos, quando o homem aprendeu a fazer navios ligeiros, pontes sólidas, casas confortáveis e catedrais belíssimas.
Foi iniciada e jamais teve trégua, prosseguindo até o dia de hoje, auxiliada agora pelas armas modernas, como a serra elétrica e o trator.
Desarmadas, ou armadas apenas de boa vontade, as árvores opuseram uma única resistência: foram criando outras árvores, tantas quanto podiam no furor da batalha, na esperança de que, findas as hostilidades, outras plantas crescessem e continuassem a fazer oxigênio, sombra, flores, frutos, perfume, desenhos e poesia.
Mas acontece o seguinte: como imensas florestas já tombaram na luta, dando lugar a amplidões estéreis, o número de árvores em nosso tempo é insignificante. O número de homens, pelo contrário, tornou-se (como dizem) uma verdadeira explosão.
Assim, para dizer tudo em poucas palavras, a vitória dos homens contra as árvores está muito próxima. No ritmo que vamos, em pouco tempo não ficará uma floresta em pé.
Há um único problema: estamos enfrentando agora novos inimigos, aqueles que aparecem quando as árvores morrem: os riachos e os rios estão secando-se de sede, atormentando os homens; os temporais adoidados destroem as plantações, atormentando os homens; os animais desaparecem, atormentando os homens; a terra arrebenta-se e não presta mais para nada, atormentando os homens; o sol queima as sementeiras e castiga toda a criação, atormentando os homens. Em vez de dar música nas ramagens, a ventania dá vento; em lugar de perfume, aspiramos o fumo das máquinas; em troca de poesia, vamos entrando cada vez mais por uma paisagem sem flores, sem pássaros, sem verde. E já estamos sentindo falta de ar.
Superpovoada de homens e despovoada de árvores, a própria Terra, a única que possuímos, chega ao fim e aos poucos morre.
Resultado final: as árvores perdem a guerra e os homens ganham o inferno.
Paulo Mendes Campos. A grande guerra. In: . Balé do Pato e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1998. v.2
Em “As árvores, que também não entendem a língua dos homens (...)”, a palavra destacada assume função de:
 

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