Foram encontradas 270 questões.
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Estariam preservados os sentidos e a correção gramatical do texto caso se suprimisse a vírgula empregada após “famílias”
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “envolve” estivesse flexionada na terceira pessoa do plural, para concordar com todos os núcleos do sujeito da oração, que é composto: “a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções”.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
o emprego da preposição presente em “nos quais se inclui” justifica-se pela regência do verbo incluir.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Dadas as relações coesivas do segundo parágrafo do texto, é correto afirmar que, na linha, em “especialmente os de ordem emocional”, o termo “os” está empregado em referência a “fator”.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na estrutura sintática “e as dificuldades, mais suportáveis”, o emprego da vírgula indica a omissão do verbo da oração — e as dificuldades ficam mais suportáveis.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Na linha, o emprego do acento indicativo de crase em “à desmotivação” justifica-se pela regência do termo “relacionadas” e pela presença do artigo definido feminino que determina o substantivo “desmotivação”.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.
Infere-se da leitura do texto que os indivíduos que não desenvolvem a inteligência emocional estão fadados ao insucesso profissional.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.
No último parágrafo, o de conclusão do texto, a autora retoma, com outras palavras, a ideia apresentada no primeiro parágrafo, o de introdução.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.
Entende-se da leitura do texto que as discussões coletivas de aspectos interpessoais no ambiente de trabalho impedem os adoecimentos dos colaboradores e, consequentemente, reduzem o absenteísmo nas organizações.
Provas
Inúmeras vezes, durante a vida profissional, as pessoas lamentam as dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho e, em grande parte das situações, as dificuldades estão relacionadas, mais do que à desmotivação com as tarefas, a alguém: ao chefe ou gestor, a colegas de trabalho ou a subordinados. Tais dificuldades contribuem enormemente para a insatisfação no trabalho, o adoecimento, o absenteísmo e podem comprometer a produtividade.
Raras são as oportunidades de disponibilização de espaço coletivo de discussão do aspecto interpessoal no ambiente de trabalho e, quando isso ocorre, o trabalho fica menos árduo e as dificuldades, mais suportáveis, além de essa circunstância funcionar como fator de proteção contra adoecimentos, especialmente os de ordem emocional.
Por mais difícil que seja o relacionamento humano, uma vez que as pessoas são diferentes umas das outras, agem e reagem de maneiras distintas diante das situações, é de suma importância desenvolver e ampliar a capacidade de relacionar-se. O investimento nas relações interpessoais, na vida pessoal e no ambiente de trabalho, inclui aceitação das diferenças, respeito mútuo, habilidade de ouvir, empatia, cooperação, valorização do trabalho em equipe, entre outros aspectos, nos quais se inclui o bom relacionamento consigo mesmo.
Aprender a relacionar-se consigo mesmo envolve a busca de autoconhecimento e a ampliação da consciência dos próprios sentimentos, pensamentos e emoções. Esse aprendizado é desenvolvido em diversas etapas e de diversas formas, ao longo da vida, em um trajeto temporal próprio, e requer especialmente o desenvolvimento da inteligência emocional. Entretanto, o aspecto emocional do ser humano tem sido negligenciado através dos tempos, a começar pelas famílias, que, em geral, não se preocupam com a educação emocional das crianças. Normalmente, os pais se preocupam em oferecer uma educação social embasada em regras de comportamento e conduta. Do mesmo modo, na escola, prioriza-se a formação intelectual das crianças em detrimento do aspecto emocional (felizmente, hoje em dia, algumas escolas têm se dado conta da importância da alfabetização emocional para o aprendizado e para a formação integral das crianças).
Em obra publicada em 1983, Howard Gardner distinguiu um espectro de inteligência com sete variedades: a inteligência acadêmica padrão (dividida em vivacidade verbal e raciocínio lógico-matemático), aptidão espacial, gênio cinestésico, dom musical e inteligência pessoal (dividida em aptidões interpessoais e aptidão intrapsíquica).
Esse conceito de inteligências múltiplas mostra que a inteligência é composta por aspectos intelectuais e aspectos não intelectuais. E foram os aspectos não intelectuais da inteligência — a inteligência pessoal —, que Daniel Goleman, psicólogo PhD da Universidade de Harvard, pesquisou. Ele foi o responsável por popularizar o conceito de inteligência emocional ao redor do mundo, ao escrever seu livro Inteligência Emocional, em 1986, sendo considerado o “pai da inteligência emocional”.
Segundo Goleman, a consciência das emoções é fator essencial para o desenvolvimento da inteligência global do indivíduo e é a inteligência emocional a maior responsável pelo sucesso ou insucesso dos indivíduos. Em seu livro, ele mostra como a incapacidade de lidar com as próprias emoções pode influenciar negativamente a vida pessoal e laboral de um indivíduo e dificultar sobremaneira suas relações interpessoais.
O especialista aponta que a maioria das situações de trabalho e da vida é envolvida por relacionamentos entre as pessoas. Isso significa que pessoas com bom relacionamento humano têm mais chances de alcançar o sucesso. Assim, uma empresa ou instituição sadia e de sucesso é aquela que promove a habilitação técnica e, principalmente, a capacitação interpessoal ou socioemocional de suas equipes de trabalho.
Karina Gil. Inteligência emocional: como anda a sua? Internet: <www.tjdft.jus.br> (com adaptações).
Com relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item.
No texto, cuja estrutura é dissertativa, menciona-se a importância de se considerar a inteligência emocional no processo de formação integral do indivíduo e no ambiente de trabalho.
Provas
Caderno Container