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Foram encontradas 340 questões.

2099733 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

De acordo com a Lei n.º 9.784/1999, julgue o item.

Na seara administrativa, a capacidade processual pressupõe a maioridade civil.

 

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2099732 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

Em relação aos princípios da Administração Pública, julgue o item.

O princípio da moralidade está vinculado ao princípio da legalidade, uma vez que se trata de um conceito específico, a ser definido em ato administrativo.

 

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2099731 Ano: 2021
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14
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Em relação à gestão de pessoas nas organizações, julgue o item.

O clima organizacional apresenta tantas variáveis divergentes que não pode ser medido com uma só ferramenta.

 

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2099730 Ano: 2021
Disciplina: Administração Geral
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

Julgue o item.

Pode-se compreender o fluxograma como o instrumento administrativo resultante da identificação, da análise, da ordenação e do agrupamento das atividades e dos recursos das empresas, incluindo-se o estabelecimento dos níveis de alçada e dos processos decisórios, que visa ao alcance dos objetivos estabelecidos pelos planejamentos das empresas.

 

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2099729 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

Os conjuntos numéricos classificam os números a partir de certas definições. Considerando essa informação, julgue o item.

A interseção entre o conjunto dos números racionais e o conjunto dos números inteiros é um conjunto vazio.

 

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2099728 Ano: 2021
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14
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Conforme a Lei n.º 11.788/2008, julgue o item.

Atividades como extensão, monitorias e iniciação científica na educação superior, desenvolvidas pelo estudante, não poderão ser equiparadas ao estágio obrigatório do curso.

 

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2099727 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

Em uma reunião de família, todas as pessoas presentes se abraçaram, totalizando 55 abraços. Cada pessoa abraçou uma única vez cada um dos outros familiares. Assuma-se que o abraço seja um cumprimento que envolve apenas duas pessoas.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item.

O número total de abraços é diretamente proporcional ao número de pessoas presentes.

 

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2099726 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

Texto para o item.

Não há fenômeno psicológico mais relevante para o homem comum do que as emoções, seja na vida normal, seja nos estados patológicos, tanto é que, em 1872, Charles Darwin dedicou um de seus livros ao estudo da expressão das emoções no homem e nos animais. Elas foram examinadas na filosofia grega, e filósofos mais recentes, como Espinoza e Descartes, trataram extensamente do assunto. Na literatura de ficção, assim como nos mitos, as emoções humanas desempenham papel central. É no patrimônio cultural, e não na introspecção, que escritores e filósofos colhem sua matéria-prima. A linguagem cotidiana do homem comum tem um conjunto de palavras que designam variações ou tipos de emoções. A cultura não apenas fornece os nomes de um conjunto de emoções. Oferece, também, um discurso sobre suas causas e consequências. Teria sido muito natural, portanto, que a construção da psicologia tivesse priorizado as emoções entre todos os seus assuntos, mas não foi isso que se verificou ao longo do século XX.

As emoções não são necessariamente conscientes. O cérebro foi projetado pela evolução para usar informações derivadas do ambiente e do próprio organismo a fim de regular, funcionalmente, o comportamento e o próprio corpo, e isso reúne aspectos cognitivos e emocionais, tais como aprendizagem com amor, ciúme e nojo.

O termo cognição é, às vezes, usado para se referir a um tipo de pensamento deliberado, voltado para a solução de um problema, como na matemática ou no jogo de xadrez, um pensamento frio, isento de paixão. Na perspectiva evolucionista, o conceito de cognição tem de
servir para todas as atividades cognitivas, quentes ou frias, e não para algum subconjunto de operações. As emoções, nessa perspectiva, podem ser compreendidas como forças impulsionadoras, moldadas pela seleção natural, que motivam o sujeito à ação, levando-o a fazer uso de suas capacidades cognitivas.

Assim como as estruturas físicas, as capacidades cognitivas e emocionais evoluíram para resolver problemas de significado adaptativo. Acrescenta-se a isso a compreensão funcional de que as emoções existem para levar o indivíduo a desejar as coisas que levaram os seus ancestrais hominídeos a serem bem-sucedidos em termos de aptidão abrangente (seleção no nível do gene, determinada pela sobrevivência de todos os indivíduos de dada população portadores desse gene) no ambiente de adaptação evolutiva (AAE) no qual eles viveram, cuja origem é estimada em mais de dois milhões de anos. Logo, o ser humano reage com alegria quando a busca de alvos biossociais significativos é bem-sucedida e reage com raiva ou tristeza quando é frustrada.

Angela Donato Oliva et al. Razão, emoção e ação em cena: a mente humana sob um olhar evolucionista. In: Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 22, n.º 1, jan./abr./2006, p. 53-62 (com adaptações).

A respeito das ideias do texto, julgue o item.

Depreende-se da leitura do texto que, na perspectiva evolucionista, as emoções suplantam a razão cognitiva.

 

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2099725 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

Texto para o item.

Não há fenômeno psicológico mais relevante para o homem comum do que as emoções, seja na vida normal, seja nos estados patológicos, tanto é que, em 1872, Charles Darwin dedicou um de seus livros ao estudo da expressão das emoções no homem e nos animais. Elas foram examinadas na filosofia grega, e filósofos mais recentes, como Espinoza e Descartes, trataram extensamente do assunto. Na literatura de ficção, assim como nos mitos, as emoções humanas desempenham papel central. É no patrimônio cultural, e não na introspecção, que escritores e filósofos colhem sua matéria-prima. A linguagem cotidiana do homem comum tem um conjunto de palavras que designam variações ou tipos de emoções. A cultura não apenas fornece os nomes de um conjunto de emoções. Oferece, também, um discurso sobre suas causas e consequências. Teria sido muito natural, portanto, que a construção da psicologia tivesse priorizado as emoções entre todos os seus assuntos, mas não foi isso que se verificou ao longo do século XX.

As emoções não são necessariamente conscientes. O cérebro foi projetado pela evolução para usar informações derivadas do ambiente e do próprio organismo a fim de regular, funcionalmente, o comportamento e o próprio corpo, e isso reúne aspectos cognitivos e emocionais, tais como aprendizagem com amor, ciúme e nojo.

O termo cognição é, às vezes, usado para se referir a um tipo de pensamento deliberado, voltado para a solução de um problema, como na matemática ou no jogo de xadrez, um pensamento frio, isento de paixão. Na perspectiva evolucionista, o conceito de cognição tem de
servir para todas as atividades cognitivas, quentes ou frias, e não para algum subconjunto de operações. As emoções, nessa perspectiva, podem ser compreendidas como forças impulsionadoras, moldadas pela seleção natural, que motivam o sujeito à ação, levando-o a fazer uso de suas capacidades cognitivas.

Assim como as estruturas físicas, as capacidades cognitivas e emocionais evoluíram para resolver problemas de significado adaptativo. Acrescenta-se a isso a compreensão funcional de que as emoções existem para levar o indivíduo a desejar as coisas que levaram os seus ancestrais hominídeos a serem bem-sucedidos em termos de aptidão abrangente (seleção no nível do gene, determinada pela sobrevivência de todos os indivíduos de dada população portadores desse gene) no ambiente de adaptação evolutiva (AAE) no qual eles viveram, cuja origem é estimada em mais de dois milhões de anos. Logo, o ser humano reage com alegria quando a busca de alvos biossociais significativos é bem-sucedida e reage com raiva ou tristeza quando é frustrada.

Angela Donato Oliva et al. Razão, emoção e ação em cena: a mente humana sob um olhar evolucionista. In: Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 22, n.º 1, jan./abr./2006, p. 53-62 (com adaptações).

A respeito das ideias do texto, julgue o item.

Do texto se deduz que, do ponto de vista da construção da psicologia, houve precariedade do estudo científico das emoções durante o século XX.

 

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2099724 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRP-14

Texto para o item.

Não há fenômeno psicológico mais relevante para o homem comum do que as emoções, seja na vida normal, seja nos estados patológicos, tanto é que, em 1872, Charles Darwin dedicou um de seus livros ao estudo da expressão das emoções no homem e nos animais. Elas foram examinadas na filosofia grega, e filósofos mais recentes, como Espinoza e Descartes, trataram extensamente do assunto. Na literatura de ficção, assim como nos mitos, as emoções humanas desempenham papel central. É no patrimônio cultural, e não na introspecção, que escritores e filósofos colhem sua matéria-prima. A linguagem cotidiana do homem comum tem um conjunto de palavras que designam variações ou tipos de emoções. A cultura não apenas fornece os nomes de um conjunto de emoções. Oferece, também, um discurso sobre suas causas e consequências. Teria sido muito natural, portanto, que a construção da psicologia tivesse priorizado as emoções entre todos os seus assuntos, mas não foi isso que se verificou ao longo do século XX.

As emoções não são necessariamente conscientes. O cérebro foi projetado pela evolução para usar informações derivadas do ambiente e do próprio organismo a fim de regular, funcionalmente, o comportamento e o próprio corpo, e isso reúne aspectos cognitivos e emocionais, tais como aprendizagem com amor, ciúme e nojo.

O termo cognição é, às vezes, usado para se referir a um tipo de pensamento deliberado, voltado para a solução de um problema, como na matemática ou no jogo de xadrez, um pensamento frio, isento de paixão. Na perspectiva evolucionista, o conceito de cognição tem de
servir para todas as atividades cognitivas, quentes ou frias, e não para algum subconjunto de operações. As emoções, nessa perspectiva, podem ser compreendidas como forças impulsionadoras, moldadas pela seleção natural, que motivam o sujeito à ação, levando-o a fazer uso de suas capacidades cognitivas.

Assim como as estruturas físicas, as capacidades cognitivas e emocionais evoluíram para resolver problemas de significado adaptativo. Acrescenta-se a isso a compreensão funcional de que as emoções existem para levar o indivíduo a desejar as coisas que levaram os seus ancestrais hominídeos a serem bem-sucedidos em termos de aptidão abrangente (seleção no nível do gene, determinada pela sobrevivência de todos os indivíduos de dada população portadores desse gene) no ambiente de adaptação evolutiva (AAE) no qual eles viveram, cuja origem é estimada em mais de dois milhões de anos. Logo, o ser humano reage com alegria quando a busca de alvos biossociais significativos é bem-sucedida e reage com raiva ou tristeza quando é frustrada.

Angela Donato Oliva et al. Razão, emoção e ação em cena: a mente humana sob um olhar evolucionista. In: Psicologia: Teoria e Pesquisa, v. 22, n.º 1, jan./abr./2006, p. 53-62 (com adaptações).

Julgue o item, relativo à estruturação linguística do texto.

Mantém a correção gramatical a substituição da expressão “é estimada em” pela expressão remonta a.

 

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