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Foram encontradas 274 questões.

1314043 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
A Empresa X, em 31/12/17, apresentou as seguintes contas com seus respectivos saldos:
Contas Saldos
Veículos R$ 65.000
Clientes R$ 185.000
Resultado Positivo da Equivalência Patrimonial R$ 12.400
Depreciação do Período R$ 23.400
Receita Bruta de Vendas R$ 460.800
Mercadorias em Estoque R$ 18.000
Receita Financeira R$ 4.200
Custo das Mercadorias Vendidas R$ 222.700
(Obs: não considerar incidência de tributos.)
A partir das informações anteriores, o Valor Adicionado a Distribuir é de:
 

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1313414 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
A Lei Complementar nº 116, de 31/07/2003, dispõe sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN, de competência dos Municípios e do Distrito Federal, e dá outras providências. Considerando o disposto em referida Lei, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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1312471 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
Antes do desenvolvimento da indústria química, no final do século XIX e início do século XX, somente substâncias obtidas de fontes naturais estavam disponíveis para várias finalidades, como: tratamento de doenças, tingimento de tecidos e fabricação de produtos de limpeza e perfumes. As propriedades medicinais das frutas cítricas eram conhecidas desde o século XVI; porém, a estrutura da vitamina C e o seu princípio ativo só foram determinados em 1933. Com o desenvolvimento da química orgânica, foi possível determinar as estruturas daqueles compostos. Uma vez conhecida a estrutura, os químicos tentam produzir o composto por meio de reações. Em muitos casos, atualmente, é mais barato e mais fácil sintetizar uma substância do que extraí-la de uma fonte natural.
(Usberco e Salvador, 2009.)
Sobre as reações orgânicas, é INCORRETO afirmar que:
 

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1312342 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
A maioria das reações ocorre em solução aquosa. As modificações químicas, em geral, não chegam a se completar totalmente; em vez disso se aproximam de um estado no equilíbrio dinâmico. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. O pH de uma solução de !$ NaC_2H_3O_2 !$ 0,03 M é 10,9.
II. O pOH de uma solução de !$ Na_2S !$ 0,20 M é 0,77.
III. Um tampão foi preparado misturando-se 100 mL de uma solução de !$ NH_3 !$ 0,30 M e 150 mL de uma solução de !$ NH_4Cl !$ 0,15 M. O pH, após adicionados 0,020 mol de !$ H^+ !$, foi igual a 8,6.
Dados: !$ K_a \, _{ácido \, acético} !$ = 1,8 x 10–5;
!$ K_b \, _{amoníaco} !$ = 1,8 x 10–5;
!$ K_{a1} \, _{ ácido \, sulfídrico} !$ = 1,1 x 10–7;
!$ K_{a2} \, _{ ácido \, sulfídrico} !$ = 1,0 x 10–14; e,
log 4,1 = 0,6; log 1,7 = 0,23; log 4,2 = 0,62.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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As redes sociais aproximam as pessoas, mas geram
impactos ambientais negativos
Ser um consumidor consciente implica em reconhecer que tudo o que fazemos, invariavelmente, gera algum tipo de impacto e, por isso, é fundamental buscar o melhor impacto possível dos pontos de vista ambiental, social e individual. Ao contrário do que muita gente imagina, não significa abolir ou reduzir drasticamente o consumo, mas sim consumir diferente, procurando entender as formas de satisfazer as funções desempenhadas pelos produtos de forma a minimizar os impactos negativos e aumentar os positivos desde o estágio de produção até o de descarte.
Quando dizemos que tudo o que consumimos gera impacto, é tudo mesmo, inclusive no que se refere à nossa produção e arquivo de conteúdos em plataformas digitais.
Ou seja, aquela foto postada no Facebook ou aquele vídeo no Instagram geram impactos negativos para o meio ambiente. Claro que o impacto individual de uma foto ou vídeo são muito pequenos, mas considerando que, se o Facebook fosse um país cujos habitantes fossem os usuários, ele seria o segundo mais populoso do mundo, depois da China. E a tendência é que cada vez mais pessoas se conectem à internet ao redor do planeta, aumentando continuamente o impacto da produção e do arquivo de conteúdos, que precisa ser monitorado de perto.
O principal impacto decorre do fato de as redes sociais ou dos sistemas de armazenamento de informações e computação em nuvem dependerem de servidores armazenados em data centers para realizar suas atividades, e essas estruturas consomem uma enorme quantidade de energia elétrica. Por sua vez, a geração dessa energia elétrica, especialmente quando de fontes não renováveis (fósseis), emite gases causadores do efeito estufa GEE na atmosfera, além de causar outros impactos socioambientais.
Somente o setor de Tecnologia da Informação (TI) é responsável por 7% do consumo total mundial de energia elétrica, equivalente a 1.817 TWh. Já os data centers de todo o mundo respondem por 1,4% do consumo energético total mundial. Quanto à pegada de carbono do setor de TI, ela é responsável por 2% das emissões totais antropogênicas (geradas em atividades humanas) de GEE do mundo e, somente em 2016, emitiu quase 725 !$ MtCO_2 !$.
Os usuários brasileiros com conta ativa no Facebook são responsáveis pela emissão de 30,6 toneladas de dióxido de carbono equivalentes !$ tCO_2e !$ na atmosfera anualmente, quantidade equivalente à emitida por mais de quatro mil automóveis dando uma volta completa na Terra.
Mas o impacto não para por aí. A energia consumida pelos data centers do Facebook para atender a demanda dos usuários brasileiros chega a mais de 114 mil megawatt-hora (MWh) em um ano, equivalente ao consumo de energia de mais de 15,5 mil residências brasileiras pelo mesmo período.
Além disso, os data centers consomem grandes quantidades de água em seus sistemas de resfriamento. Uma das saídas encontradas pelo Facebook para minimizar esse consumo é utilizar ar fresco exterior e tecnologias de evaporação de água em seus data centers. Mesmo com essas alternativas, o consumo de água anual destinado a atender a utilização da plataforma pelos usuários ativos brasileiros é de mais de 55 milhões de litros, quantidade similar à utilizada na produção de frutas e vegetais para suprir a necessidade diária de mais de 263 mil pessoas por um dia, ou quase 8.800 pessoas por um mês, ou ainda 720 pessoas por um ano, segundo os valores recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)*.
*A OMS recomenda a ingestão diária de 400 g de frutas e verduras
distribuídas em cinco porções de 80 g cada, além de outros grupos
alimentares.
(Claudia Pereira, 21 de janeiro de 2019. Disponível em:
https://www.akatu.org.br/noticia/qual-o-impacto-ambiental-de-umpost-
nas-redes-sociais/.)
Entre os segundo e terceiro parágrafos a progressão textual é mantida e desenvolvida por meio de expressão cujo sentido:
 

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Em algumas organizações, sobretudo aquelas que atuam no setor industrial, as atividades relacionadas ao controle de estoque tendem a ser mais complexas. A maior gama de itens necessários para o suprimento de atividades administrativas e produtivas requer, por parte da empresa, um controle mais apurado na gestão dos diferentes tipos de almoxarifados. “Almoxarifado conhecido por conter materiais que ajudam e participam na execução e transformação do produto, que não se agregam a ele, mas são imprescindíveis no processo de fabricação.” Este almoxarifado denomina-se:
 

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Durante a entrega das notas em uma sala de aula, o professor informa que !$ { \large 1 \over 3} !$ dos alunos que fizeram a prova alcançaram notas acima de 80 pontos, !$ { \large 3 \over 5} !$ obtiveram notas entre 50 e 80 pontos e que apenas 4 alunos ficaram com pontuação abaixo de 50. Qual é o total de alunos que fizeram esta prova?
 

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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
“Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.” (12º§) Sobre o uso das palavras destacadas nesse trecho, é correto afirmar que:
 

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1308814 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3

As Resoluções Normativas (RN) nº 178/02 e 246/12 dispõem sobre o pedido de cancelamento de registro do profissional da área Química. Sobre as RNs supracitadas, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Para solicitar o cancelamento do seu registro, o profissional de Química deverá estar quite com o Conselho Regional de Química (CRQ) e não estar respondendo a processo ético profissional.

( ) O cadastro de registro do profissional atendido com o cancelamento será mantido pelo CRQ para eventual reativação.

( ) A solicitação de cancelamento de registro em CRQs por parte de profissionais vinculados à área de Química deverá atender, dentre outras, a seguinte exigência: no caso de sócio-proprietário, será exigida a apresentação de profissional de Química que lhe substitua em suas funções como tal.

A sequência está correta em

 

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1308277 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3

A Resolução Normativa (RN) 274/18 estabelece os valores a serem recolhidos ao Sistema Conselho Federal de Química/Conselho Regional de Química, por profissionais e empresas que laboram na área da Química, nos termos da legislação vigente, para o exercício de 2019. Em relação à referida RN, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) As contribuições a serem recolhidas aos CRQs pelas pessoas jurídicas, na forma de anuidade, ficam definidas apenas em função da receita bruta.

( ) O valor de anuidade para o profissional da Química com nível médio é de R$ 259,00.

( ) Os profissionais registrados que estejam desempregados e sem qualquer fonte de renda ficam dispensados do pagamento da respectiva anuidade, sem perda de seus direitos profissionais e sociais em relação ao CRQ de sua jurisdição, desde que comprovem a condição até o requerimento de isenção, que deverá ocorrer até 31 de março.

( ) Os professores que comprovarem que exercem suas atividades apenas no ensino médio pagarão sua anuidade correspondente ao cobrado do profissional de nível médio.

A sequência está correta em

 

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