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58183 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Os atropelos da pressa

Há um frenesi de velocidade no ar e muita gente já está ficando sufocada com esse novo tipo de poluição. Ser cada vez mais rápido se tornou uma obsessão quase que neurótica na sociedade consumista atual. É o nosso computador que tem de ser mais veloz e, portanto, mais potente. É o celular que tem de ser trocado por ofertas mais tentadoras. Plantas que começam a produzir frutos em questão de semanas. Milhares de hectares de florestas são desmatados em apenas alguns dias pelos correntões dos tratores de esteira. Eficiência hoje é mais produção no menor tempo possível, para mais consumo e mais lucro. Até o nosso presidente, diante dessa crise financeira atual, está-nos aconselhando a consumir mais, já que isso significa mais emprego.

Sabemos que os sentimentos não podem conviver com o efêmero, nem com o fugidio. As nossas amizades, valores, crenças e os prazeres da alma são construídos de modo necessariamente lento. Por outro lado é sabido que todos nós gostamos de consumir, mas esse consumismo desbragado liberou, de modo tão exagerado, as amarras do desejo, esse sujeito ansioso, eternamente insatisfeito, que só se fala em busca, desapego e troca-troca interminável. Essas coisas passam longe do amor que é encontro, cuidado e merecimento. É certo que desejo e amor são partes constitutivas do humano, mas só o equilíbrio, que é a sábia opção do meio termo, poderia tornar a vida mais dignificante.

O mundo da pressa desgasta nossos valores maiores e dilacera o paciente e delicado tecido amoroso, que é feito com muita persistência, alegria, renúncia e doações. O mundo dos afetos não passa pela regulagem dos megabits, nem pelas trocas periódicas, ele é sabiamente vagaroso no seu desenvolver. Ele se sustenta nos pilares das coisas que não mudam assim tão facilmente. Estas coisas são os valores que nós perenizamos através das memórias e que comemoramos com o prazer da alma. É em homenagem a eles que fazemos as festas e algumas são muito especiais. A festa natalina, por exemplo, significa o nascimento da esperança em Jesus e o Ano Novo exprime a morte do velho e o nascimento de um novo tempo. Um tempo que se perpetua, porque não destrói, não muda e nem mata.

Portanto, fujamos dessa pressa incentivadora maior da ansiedade que penaliza a nossa capacidade de contemplar, de observar e de degustar com prazer o sabor do instante. Não podemos esquecer que um pouco de vagareza em nossas atitudes é um sinal positivo de que estamos tendo mais sabedoria, paz e serenidade em nosso bem viver. E assim, pronunciaremos mais raramente essa neurótica sentença: não tenho tempo!

TRANCOSO, Alfeu, JB Ecológico, dez. 2008. (Adaptado)

Assinale a opção cujo termo destacado DIFERE gramaticalmente dos demais.

 

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58182 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Os atropelos da pressa

Há um frenesi de velocidade no ar e muita gente já está ficando sufocada com esse novo tipo de poluição. Ser cada vez mais rápido se tornou uma obsessão quase que neurótica na sociedade consumista atual. É o nosso computador que tem de ser mais veloz e, portanto, mais potente. É o celular que tem de ser trocado por ofertas mais tentadoras. Plantas que começam a produzir frutos em questão de semanas. Milhares de hectares de florestas são desmatados em apenas alguns dias pelos correntões dos tratores de esteira. Eficiência hoje é mais produção no menor tempo possível, para mais consumo e mais lucro. Até o nosso presidente, diante dessa crise financeira atual, está-nos aconselhando a consumir mais, já que isso significa mais emprego.

Sabemos que os sentimentos não podem conviver com o efêmero, nem com o fugidio. As nossas amizades, valores, crenças e os prazeres da alma são construídos de modo necessariamente lento. Por outro lado é sabido que todos nós gostamos de consumir, mas esse consumismo desbragado liberou, de modo tão exagerado, as amarras do desejo, esse sujeito ansioso, eternamente insatisfeito, que só se fala em busca, desapego e troca-troca interminável. Essas coisas passam longe do amor que é encontro, cuidado e merecimento. É certo que desejo e amor são partes constitutivas do humano, mas só o equilíbrio, que é a sábia opção do meio termo, poderia tornar a vida mais dignificante.

O mundo da pressa desgasta nossos valores maiores e dilacera o paciente e delicado tecido amoroso, que é feito com muita persistência, alegria, renúncia e doações. O mundo dos afetos não passa pela regulagem dos megabits, nem pelas trocas periódicas, ele é sabiamente vagaroso no seu desenvolver. Ele se sustenta nos pilares das coisas que não mudam assim tão facilmente. Estas coisas são os valores que nós perenizamos através das memórias e que comemoramos com o prazer da alma. É em homenagem a eles que fazemos as festas e algumas são muito especiais. A festa natalina, por exemplo, significa o nascimento da esperança em Jesus e o Ano Novo exprime a morte do velho e o nascimento de um novo tempo. Um tempo que se perpetua, porque não destrói, não muda e nem mata.

Portanto, fujamos dessa pressa incentivadora maior da ansiedade que penaliza a nossa capacidade de contemplar, de observar e de degustar com prazer o sabor do instante. Não podemos esquecer que um pouco de vagareza em nossas atitudes é um sinal positivo de que estamos tendo mais sabedoria, paz e serenidade em nosso bem viver. E assim, pronunciaremos mais raramente essa neurótica sentença: não tenho tempo!

TRANCOSO, Alfeu, JB Ecológico, dez. 2008. (Adaptado)

Dentre as expressões destacadas abaixo, qual exerce a mesma função sintática de “... pelos correntões dos tratores de esteira.”?

 

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58181 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Os atropelos da pressa

Há um frenesi de velocidade no ar e muita gente já está ficando sufocada com esse novo tipo de poluição. Ser cada vez mais rápido se tornou uma obsessão quase que neurótica na sociedade consumista atual. É o nosso computador que tem de ser mais veloz e, portanto, mais potente. É o celular que tem de ser trocado por ofertas mais tentadoras. Plantas que começam a produzir frutos em questão de semanas. Milhares de hectares de florestas são desmatados em apenas alguns dias pelos correntões dos tratores de esteira. Eficiência hoje é mais produção no menor tempo possível, para mais consumo e mais lucro. Até o nosso presidente, diante dessa crise financeira atual, está-nos aconselhando a consumir mais, já que isso significa mais emprego.

Sabemos que os sentimentos não podem conviver com o efêmero, nem com o fugidio. As nossas amizades, valores, crenças e os prazeres da alma são construídos de modo necessariamente lento. Por outro lado é sabido que todos nós gostamos de consumir, mas esse consumismo desbragado liberou, de modo tão exagerado, as amarras do desejo, esse sujeito ansioso, eternamente insatisfeito, que só se fala em busca, desapego e troca-troca interminável. Essas coisas passam longe do amor que é encontro, cuidado e merecimento. É certo que desejo e amor são partes constitutivas do humano, mas só o equilíbrio, que é a sábia opção do meio termo, poderia tornar a vida mais dignificante.

O mundo da pressa desgasta nossos valores maiores e dilacera o paciente e delicado tecido amoroso, que é feito com muita persistência, alegria, renúncia e doações. O mundo dos afetos não passa pela regulagem dos megabits, nem pelas trocas periódicas, ele é sabiamente vagaroso no seu desenvolver. Ele se sustenta nos pilares das coisas que não mudam assim tão facilmente. Estas coisas são os valores que nós perenizamos através das memórias e que comemoramos com o prazer da alma. É em homenagem a eles que fazemos as festas e algumas são muito especiais. A festa natalina, por exemplo, significa o nascimento da esperança em Jesus e o Ano Novo exprime a morte do velho e o nascimento de um novo tempo. Um tempo que se perpetua, porque não destrói, não muda e nem mata.

Portanto, fujamos dessa pressa incentivadora maior da ansiedade que penaliza a nossa capacidade de contemplar, de observar e de degustar com prazer o sabor do instante. Não podemos esquecer que um pouco de vagareza em nossas atitudes é um sinal positivo de que estamos tendo mais sabedoria, paz e serenidade em nosso bem viver. E assim, pronunciaremos mais raramente essa neurótica sentença: não tenho tempo!

TRANCOSO, Alfeu, JB Ecológico, dez. 2008. (Adaptado)

A temática tratada no texto pode ser traduzida pelo(a)

 

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58180 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

A chave de partida estática (Soft Starter) é um equipamento utilizado para efetuar a partida de motores de indução de forma suave. A respeito dessa chave, considere as afirmativas a seguir.

I – O motor de indução a ser acionado deve ter os terminais de todos os seus enrolamentos disponíveis.

II – Essas chaves permitem também a aceleração, desaceleração e proteção de motores de indução trifásicos.

III – O controle da tensão aplicada ao motor, mediante o ajuste do ângulo de disparo dos tiristores, é que permite obter partidas e paradas suaves.

É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)

 

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58179 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Enunciado 58179-1

O circuito elétrico da figura acima alimenta e controla a energia dissipada numa resistência de carga (Rcarga). Inicialmente as duas chaves, Ch A e Ch B, estão abertas. Em um dado momento, fecham-se as chaves por 1 minuto e, após esse tempo, as duas chaves são novamente abertas. Deseja-se que a corrente máxima de gatilho do SCR seja 100 mA, e que a tensão máxima de gatilho seja de 2V.

Nestas condições, a resistência Rg, em \( Ω \), e a energia dissipada na carga, em J, tendo decorrido 2 minutos após o fechamento das chaves, respectivamente, são:

 

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58178 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Enunciado 58178-1

A figura acima apresenta um circuito digital contendo flip-flops JK. As tensões de +5V e 0V correspondem, respectivamente, aos níveis lógicos 1 e 0. Sabe-se que o sinal VIN(t) é uma onda quadrada com período de 0,1s, alternando os valores de 0V e +5V. Considerando um período do sinal Vo(t), a porcentagem de tempo que este sinal permanece em nível lógico 1 é

 

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58177 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Enunciado 58177-1

A figura acima apresenta um circuito digital, onde X, Y, Z e W são sinais binários de entrada e F a saída do circuito. A expressão booleana correspondente ao sinal F é

 

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58176 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Enunciado 58176-1

O circuito na figura acima é usado para amplificar uma tensão contínua (Vi) e alimentar uma carga resistiva (RL ). Considerando o AmpOp ideal, o valor da tensão (Vi ) na entrada, em volt, é

 

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58175 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

No circuito da figura abaixo, os componentes reativos são calculados de maneira que o circuito tenha as características de um filtro.

Enunciado 58175-1

A resposta em frequência que mais se aproxima com a do circuito acima é

 

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58174 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: DECEA

Enunciado 58174-1

O circuito da figura acima corresponde a um amplificador com ganho variável, ajustável pelo potenciômetro Rv de 22,5k\( Ω \). Assim, o potenciômetro pode apresentar valores de resistências de 0 até 22,5k\( Ω \), conforme o ponto de ajuste escolhido. O amplificador operacional pode ser considerado ideal. Nestas condições, qual a faixa de ganho possível apresentada pelo circuito?

De até

 

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