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Assinale a opção que se refere ao texto formal, denominado OFÍCIO.
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Leia o texto abaixo, extraído do livro Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
“Era assim concebida a petição:
Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, funcionário público, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao Brasil; certo também de que, por esse fato, o falar e o escrever em geral, sobretudo no campo das letras, se veem na humilhante contingência de sofrer continuamente censuras ásperas dos proprietários da língua; sabendo, além, que, dentro de nosso país, os autores e escritores, com especialidade os gramáticos, não se entendem no tocante à correção gramatical, vendo-se, diariamente, surgir azedas polêmicas entre os mais profundos estudiosos do nosso idioma – usando do direito que lhe confere a Constituição, vem pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani como língua oficial e nacional do povo brasileiro.
O suplicante, deixando de parte os argumentos históricos que militam em favor de sua ideia, pede vênia para lembrar que a língua é a mais lata manifestação da inteligência de um povo, é a sua criação mais viva e mais original; e, portanto, a emancipação política do país requer como complemento e consequência a sua emancipação idiomática.
Demais, Senhores Congressistas, o tupi-guarani, língua originalíssima (...) é a única capaz de traduzir as nossas belezas de pôr-nos em relação com a nossa natureza e adaptar-se perfeitamente aos nossos órgãos vocais e cerebrais, por ser criação de povos que aqui viveram e ainda vivem, portanto possuidores da organização fisiológica e psicológica para que tendemos, evitando-se dessa forma as estéreis controvérsias gramaticais, oriundas de uma difícil adaptação à nossa organização cerebral e ao nosso aparelho vocal – controvérsias que tanto empecem o progresso da nossa cultura literária, científica e filosófica.
Seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá encontrar meios para realizar semelhante medida e cônscio de que a Câmara e o Senado pesarão o seu alcance e utilidade
P. e E. deferimento”.
O texto acima é exemplo de uma forma padronizada de comunicação denominada:
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Assinale a opção INCORRETA com relação ao uso do verbo na construção da frase.
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Marque a alternativa em que todas as palavras foram corretamente grafadas.
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Para separar os diversos itens de enunciados enumerativos em textos como os de portarias e regulamentos, deve-se usar:
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Na carta abaixo, ocorre um deslize. Identifique-o.
TIMBRE
Loja Almada
Londrina, 2 de maio de 2010
DC– 1205-01
Atacadista Mundial Ltda
Demora nas entregas
Prezados senhores
Somos obrigados a abordar novamente o assunto das entregas. Infelizmente, continuamos insatisfeitos. O tempo decorrido entre a data da expedição e a efetiva entrega das mercadorias continua superior ao tolerável. Pedimos que revisem sua convicção de que a trans-portadora escolhida continua sendo a melhor opção.
Sugerimos, ainda, que seu representante agende esse assunto para a próxima visita.
Temos certeza de que V.Em.ª dará ao assunto a devida importância.
Atenciosamente,
Gilson Fernandes
GERENTE-GERAL
Em “Sugerimos, ainda, que seu representante agende esse assunto para a próxima visita.”, a oração grifada exerce função sintática de:
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Na carta abaixo, ocorre um deslize. Identifique-o.
TIMBRE
Loja Almada
Londrina, 2 de maio de 2010
DC– 1205-01
Atacadista Mundial Ltda
Demora nas entregas
Prezados senhores
Somos obrigados a abordar novamente o assunto das entregas. Infelizmente, continuamos insatisfeitos. O tempo decorrido entre a data da expedição e a efetiva entrega das mercadorias continua superior ao tolerável. Pedimos que revisem sua convicção de que a trans-portadora escolhida continua sendo a melhor opção.
Sugerimos, ainda, que seu representante agende esse assunto para a próxima visita.
Temos certeza de que V.Em.ª dará ao assunto a devida importância.
Atenciosamente,
Gilson Fernandes
GERENTE-GERAL
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Leia o texto abaixo, extraído do livro Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
“Era assim concebida a petição:
Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, funcionário público, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao Brasil; certo também de que, por esse fato, o falar e o escrever em geral, sobretudo no campo das letras, se veem na humilhante contingência de sofrer continuamente censuras ásperas dos proprietários da língua; sabendo, além, que, dentro de nosso país, os autores e escritores, com especialidade os gramáticos, não se entendem no tocante à correção gramatical, vendo-se, diariamente, surgir azedas polêmicas entre os mais profundos estudiosos do nosso idioma – usando do direito que lhe confere a Constituição, vem pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani como língua oficial e nacional do povo brasileiro.
O suplicante, deixando de parte os argumentos históricos que militam em favor de sua ideia, pede vênia para lembrar que a língua é a mais lata manifestação da inteligência de um povo, é a sua criação mais viva e mais original; e, portanto, a emancipação política do país requer como complemento e consequência a sua emancipação idiomática.
Demais, Senhores Congressistas, o tupi-guarani, língua originalíssima (...) é a única capaz de traduzir as nossas belezas de pôr-nos em relação com a nossa natureza e adaptar-se perfeitamente aos nossos órgãos vocais e cerebrais, por ser criação de povos que aqui viveram e ainda vivem, portanto possuidores da organização fisiológica e psicológica para que tendemos, evitando-se dessa forma as estéreis controvérsias gramaticais, oriundas de uma difícil adaptação à nossa organização cerebral e ao nosso aparelho vocal – controvérsias que tanto empecem o progresso da nossa cultura literária, científica e filosófica.
Seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá encontrar meios para realizar semelhante medida e cônscio de que a Câmara e o Senado pesarão o seu alcance e utilidade
P. e E. deferimento”.
Assinale a opção que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase abaixo.
Passei telefonista mensagens endereçadas todos os departamentos.
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Leia o texto abaixo, extraído do livro Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
“Era assim concebida a petição:
Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, funcionário público, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao Brasil; certo também de que, por esse fato, o falar e o escrever em geral, sobretudo no campo das letras, se veem na humilhante contingência de sofrer continuamente censuras ásperas dos proprietários da língua; sabendo, além, que, dentro de nosso país, os autores e escritores, com especialidade os gramáticos, não se entendem no tocante à correção gramatical, vendo-se, diariamente, surgir azedas polêmicas entre os mais profundos estudiosos do nosso idioma – usando do direito que lhe confere a Constituição, vem pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani como língua oficial e nacional do povo brasileiro.
O suplicante, deixando de parte os argumentos históricos que militam em favor de sua ideia, pede vênia para lembrar que a língua é a mais lata manifestação da inteligência de um povo, é a sua criação mais viva e mais original; e, portanto, a emancipação política do país requer como complemento e consequência a sua emancipação idiomática.
Demais, Senhores Congressistas, o tupi-guarani, língua originalíssima (...) é a única capaz de traduzir as nossas belezas de pôr-nos em relação com a nossa natureza e adaptar-se perfeitamente aos nossos órgãos vocais e cerebrais, por ser criação de povos que aqui viveram e ainda vivem, portanto possuidores da organização fisiológica e psicológica para que tendemos, evitando-se dessa forma as estéreis controvérsias gramaticais, oriundas de uma difícil adaptação à nossa organização cerebral e ao nosso aparelho vocal – controvérsias que tanto empecem o progresso da nossa cultura literária, científica e filosófica.
Seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá encontrar meios para realizar semelhante medida e cônscio de que a Câmara e o Senado pesarão o seu alcance e utilidade
P. e E. deferimento”.
Identifique, abaixo, um trecho que NÃO funciona como argumento para defender a tese de Quaresma.
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Leia o texto abaixo, extraído do livro Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto.
“Era assim concebida a petição:
Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, funcionário público, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao Brasil; certo também de que, por esse fato, o falar e o escrever em geral, sobretudo no campo das letras, se veem na humilhante contingência de sofrer continuamente censuras ásperas dos proprietários da língua; sabendo, além, que, dentro de nosso país, os autores e escritores, com especialidade os gramáticos, não se entendem no tocante à correção gramatical, vendo-se, diariamente, surgir azedas polêmicas entre os mais profundos estudiosos do nosso idioma – usando do direito que lhe confere a Constituição, vem pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani como língua oficial e nacional do povo brasileiro.
O suplicante, deixando de parte os argumentos históricos que militam em favor de sua ideia, pede vênia para lembrar que a língua é a mais lata manifestação da inteligência de um povo, é a sua criação mais viva e mais original; e, portanto, a emancipação política do país requer como complemento e consequência a sua emancipação idiomática.
Demais, Senhores Congressistas, o tupi-guarani, língua originalíssima (...) é a única capaz de traduzir as nossas belezas de pôr-nos em relação com a nossa natureza e adaptar-se perfeitamente aos nossos órgãos vocais e cerebrais, por ser criação de povos que aqui viveram e ainda vivem, portanto possuidores da organização fisiológica e psicológica para que tendemos, evitando-se dessa forma as estéreis controvérsias gramaticais, oriundas de uma difícil adaptação à nossa organização cerebral e ao nosso aparelho vocal – controvérsias que tanto empecem o progresso da nossa cultura literária, científica e filosófica.
Seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá encontrar meios para realizar semelhante medida e cônscio de que a Câmara e o Senado pesarão o seu alcance e utilidade
P. e E. deferimento”.
Em “...evitando-se dessa forma as estéreis controvérsias gramaticais, oriundas de uma difícil adaptação à nossa organização cerebral e ao nosso aparelho vocal...”, segundo o autor da petição, as controvérsias são:
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