Foram encontradas 255 questões.
Um produto está em promoção, com 15% de desconto sobre o preço antigo. Se o comprador optar por comprar esse produto na promoção e decidir pagar por PIX, ainda recebe um desconto de 5%. Se João comprou esse produto na promoção, pagando R$ 258,40 por PIX, o preço desse produto antes da promoção era um valor entre
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Certo número de amigos decidiu se cotizar para comprar um presente de casamento para Mariana. Cada um deveria dar o mesmo valor, o que cobriria o preço de R$ 1.800,00 do presente. Antes da compra, dois novos amigos ingressaram no grupo e, com isso, o valor individual por amigo para a compra do presente de Mariana foi reduzido em R$ 12,50. Sendo x o número de amigos antes do ingresso dos dois novos amigos no grupo, x é igual a solução positiva da equação:
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Os números naturais de 0 a 10 foram distribuídos em Rascunho dois conjuntos: M = {m1, m2, m3, m4, m5} e N = {n1, n2, n3, n4, n5, n6}, com mi + 1 > mi e ni + 1 > ni .
A tabela indica algumas informações estatísticas sobre os dois conjuntos:
| Média | Mediana | Amplitude | |
| M | 5 | 5 | 7 |
| N | 5 | 4,5 | 10 |
De acordo com as informações, o valor de m5 – m1 + n2 + n5 é
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Dois dados convencionais e honestos de seis faces são lançados simultaneamente. A probabilidade de que a soma dos números obtidos nos dois dados seja maior do que o produto dos números é de:
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Cinco carros de uma empresa, numerados de 1 a 5, estão estacionados na garagem em uma única fila. A diferença entre a numeração dos dois últimos carros da fila é igual a 2. O carro número 1 é o segundo da fila. Sabe-se, ainda, que a numeração dos carros não coincide com sua ordem na fila. Com relação apenas ao que foi dito, André, Breno e Clara fizeram as seguintes afirmações: André: – O carro 5 pode ser o primeiro da fila; Breno: – O carro 5 está imediatamente atrás do carro 1 na fila; Clara: – O carro 2 pode ser o primeiro da fila. É necessariamente correto o que afirma(m):
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Assinale a alternativa que preenche, respectivamente, as lacunas do texto, de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e verbal.
a todos nós oportunidades de refletir acerca do passar do tempo, e constatamos que a idade é o algoz que revela que nós somos finitos. Assim sendo, é bom que os anos que nos são concedidos.
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
A alternativa que reescreve, nos colchetes, o trecho destacado de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase é:
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
Para responder a esta questão, considere a seguinte passagem do sexto parágrafo: O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. Tendo em vista o contexto em que a palavra “deletéria” está empregada, conclui-se, com correção, que ela informa que a ação do tempo é
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o pronome destacado poderia também ser colocado depois do verbo a que se vincula.
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
A alternativa em que uma das vírgulas sinaliza a omissão de um termo é:
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