Foram encontradas 50 questões.
Considere as afirmativas abaixo sobre os Poderes da República no Brasil.
I – O Poder Executivo estadual é exercido pelo Governador do Estado, auxiliado pelos Secretários de Estado.
II – O Poder Legislativo estadual é exercido pela Assembleia Legislativa.
III – O Poder Judiciário municipal é exercido pelos Juízes de Direito.
IV – O Poder Executivo federal é exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
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TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES:
O PREÇO DO TEMPO PERDIDO
Quem não passou pelo pesadelo de sair de casa
para um compromisso com hora marcada e ver o
cronograma estourar por causa do trânsito? Assim se
perderam viagens, reuniões de negócios, provas na
5 escola e outras oportunidades. Resultado: prejuízo na
certa. Seja ele financeiro ou mesmo moral — afinal,
como fica a cara de quem chega atrasado ao trabalho?
Mas será que existe um mecanismo que leve ao cálcu-
lo das perdas provocadas por estes preciosos minutos
10 gastos dentro de um automóvel — ou transporte coleti-
vo — numa avenida de uma grande cidade brasileira?
Quanto custa um engarrafamento? As respostas para
estas perguntas, infelizmente, ninguém sabe ao certo.
Estudo do Denatran, em parceria com o Ipea, so-
15 bre “Impactos Sociais e Econômicos dos Acidentes de
Trânsito nas Rodovias Brasileiras” revela que — além
da perda de tempo — a retenção no trânsito provoca
ainda o aumento do custo de operação de cada veículo
— combustível e desgaste de peças. Os congestio-
20 namentos trazem danos também para os governos.
Cidades e estados gastam fortunas com esquemas de
tráfego, engenheiros, equipamentos e guardas de trân-
sito.
Quando motivado por acidente, o engarrafamento
25 fica ainda mais caro, pois envolve bombeiros, ambu-
lâncias, médicos, hospitais, internações, medicamen-
tos, lucros cessantes e, eventualmente, custos fúne-
bres, além das perdas familiares. Nos Estados Unidos,
as autoridades incluíram, no custo financeiro do engar-
30 rafamento, o estresse emocional provocado em suas
75 maiores cidades. Conta final: U$ 70 bilhões/ano. Isso
sem falar nos custos ambientais — é consenso na co-
munidade científica que a queima de combustíveis fós-
seis, como o petróleo, pelos automóveis é uma das prin-
35 cipais causas de emissões de carbono, um dos causa-
dores do aquecimento global.
A maior cidade do Brasil tem também os maiores
engarrafamentos. A frota da Grande São Paulo atingiu,
em 2008, a marca de seis milhões de veículos. Este
40 número só aumenta: são vendidos cerca de 600 carros
por dia — segundo a Associação Nacional dos Fabri-
cantes de Veículos Automotores (Anfavea). O consul-
tor de tráfego Horácio Figueira só vê uma solução: “É
preciso priorizar o transporte coletivo. Caso contrário,
45 as cidades vão parar”, alerta. Enquanto 60% da popu-
lação do país utilizam o transporte público, apenas 47%
dos paulistanos seguem o mesmo exemplo. A falta de
conforto e os itinerários limitados dos ônibus levaram
30% dos usuários a optar pelas vans, realimentando os
50 quilométricos congestionamentos da cidade.
CARNEIRO, Claudio. In: Opinião e Notícia, 20 mar. 2008. Disponível em: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/transito-nas-grandes-cidades-opreco-do-tempo-perdido. Acesso em: 3 ago. 2009
Indique uma afirmação que NÃO está contida no período “Isso sem falar...aquecimento global.” (l. 31-36)
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TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES:
O PREÇO DO TEMPO PERDIDO
Quem não passou pelo pesadelo de sair de casa
para um compromisso com hora marcada e ver o
cronograma estourar por causa do trânsito? Assim se
perderam viagens, reuniões de negócios, provas na
5 escola e outras oportunidades. Resultado: prejuízo na
certa. Seja ele financeiro ou mesmo moral — afinal,
como fica a cara de quem chega atrasado ao trabalho?
Mas será que existe um mecanismo que leve ao cálcu-
lo das perdas provocadas por estes preciosos minutos
10 gastos dentro de um automóvel — ou transporte coleti-
vo — numa avenida de uma grande cidade brasileira?
Quanto custa um engarrafamento? As respostas para
estas perguntas, infelizmente, ninguém sabe ao certo.
Estudo do Denatran, em parceria com o Ipea, so-
15 bre “Impactos Sociais e Econômicos dos Acidentes de
Trânsito nas Rodovias Brasileiras” revela que — além
da perda de tempo — a retenção no trânsito provoca
ainda o aumento do custo de operação de cada veículo
— combustível e desgaste de peças. Os congestio-
20 namentos trazem danos também para os governos.
Cidades e estados gastam fortunas com esquemas de
tráfego, engenheiros, equipamentos e guardas de trân-
sito.
Quando motivado por acidente, o engarrafamento
25 fica ainda mais caro, pois envolve bombeiros, ambu-
lâncias, médicos, hospitais, internações, medicamen-
tos, lucros cessantes e, eventualmente, custos fúne-
bres, além das perdas familiares. Nos Estados Unidos,
as autoridades incluíram, no custo financeiro do engar-
30 rafamento, o estresse emocional provocado em suas
75 maiores cidades. Conta final: U$ 70 bilhões/ano. Isso
sem falar nos custos ambientais — é consenso na co-
munidade científica que a queima de combustíveis fós-
seis, como o petróleo, pelos automóveis é uma das prin-
35 cipais causas de emissões de carbono, um dos causa-
dores do aquecimento global.
A maior cidade do Brasil tem também os maiores
engarrafamentos. A frota da Grande São Paulo atingiu,
em 2008, a marca de seis milhões de veículos. Este
40 número só aumenta: são vendidos cerca de 600 carros
por dia — segundo a Associação Nacional dos Fabri-
cantes de Veículos Automotores (Anfavea). O consul-
tor de tráfego Horácio Figueira só vê uma solução: “É
preciso priorizar o transporte coletivo. Caso contrário,
45 as cidades vão parar”, alerta. Enquanto 60% da popu-
lação do país utilizam o transporte público, apenas 47%
dos paulistanos seguem o mesmo exemplo. A falta de
conforto e os itinerários limitados dos ônibus levaram
30% dos usuários a optar pelas vans, realimentando os
50 quilométricos congestionamentos da cidade.
CARNEIRO, Claudio. In: Opinião e Notícia, 20 mar. 2008. Disponível em: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/transito-nas-grandes-cidades-opreco-do-tempo-perdido. Acesso em: 3 ago. 2009
“— afinal, como fica a cara de quem chega atrasado ao trabalho?” (l. 6-7)
Quem chega atrasado ao trabalho em virtude de problemas no trânsito provavelmente demonstrará
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A placa dos veículos é uma das formas de exteriorizar sua identificação e pode auxiliar o agente de trânsito na responsabilização dos culpados pelas ocorrências de trânsito. Dentre as regras relativas às placas, está aquela que
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Os veículos abaixo são registráveis no órgão de trânsito, segundo a disciplina do Código de Trânsito Brasileiro, EXCETO os
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No que tange à fiscalização dos caminhões de carga, considere as afirmativas a seguir.
I – É admitida a fiscalização do excesso de peso por meio da análise da documentação da carga, já que nem todo posto de controle possui equipamento de pesagem.
II – Trafegar com excesso de peso constitui infração grave, mas é admitida certa margem de tolerância.
III – A fiscalização por excesso de carga é atribuição dos órgãos e entidades executivos rodoviários de todos os entes da Federação.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
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O Código de Trânsito Brasileiro prevê a existência de uma estatística geral de trânsito, que engloba não apenas os acidentes e as vítimas, mas as habilitações, as autuações, as penalidades aplicadas, entre outros aspectos. Sobre essa estatística geral, analise as afirmativas a seguir.
I - É organizada pelos órgãos executivos de trânsito dos estados, sendo apenas arquivada pelo órgão de trânsito máximo da União.
II - Reúne dados coletados pelos diferentes órgãos e entidades de trânsito da Federação, sendo vedada sua divulgação, por questão de segurança.
III - Haverá modelo padrão de coleta das informações, fixado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União.
IV - Os dados estatísticos para sua elaboração serão remetidos pelos órgãos executivos de trânsito em intervalos não superiores a dois meses.
É(São) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)
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Após completar sua formação como motorista, Cristina fez exames para obter a Carteira Nacional de Habilitação. Sobre esse documento, asinale a afirmação correta.
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Jair foi autuado por uma infração de trânsito e recorreu. A autoridade de trânsito encaminhou o recurso à Junta Administrativa de Recursos de Infrações. O recurso ainda não foi julgado. Nessa situação, Jair
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O órgão executivo de trânsito, para aplicar uma penalidade por determinada infração, deve seguir um procedimento estabelecido pela legislação de trânsito. Neste procedimento, destaca-se a
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