Foram encontradas 50 questões.
Dois produtos são oferecidos com seus preços unitários e promocionais segundo a tabela abaixo.

Um comprador optou pelos preços promocionais e adquiriu 3 unidades do produto A e 10 unidades do produto B. Ele economizou, em relação ao custo original:
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Uma complementação de orçamento foi recebida para ser dividida entre colaboradores de um projeto. Se a cota de cada um for
R$ 250,00, faltará R$ 100,00; se a complementação fosse acrescida de R$ 3.000,00, a cota poderia ser de R$ 350,00 e mais
dois colaboradores poderiam receber o auxílio. O valor da complementação inicial foi:
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A soma A + B + C dos números A, B e C tais que os produtos A × B = 24, B × C = 72 e A × C = 48, é:
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Ana, Bruno, Carla e Davi conquistaram as quatro primeiras posições de um torneio de xadrez e receberam as pontuações 1, 2, 3
e 4, não necessariamente nessa ordem. A soma das pontuações de Ana, Bruno e Davi é 6 e a soma das pontuações de Bruno e
Carla também é 6. Podemos corretamente afirmar que
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Em um consultório dentário anota-se diariamente o nome do paciente, o horário de início e término de cada consulta. A tabela a
seguir mostra as consultas realizadas em um dia.
Paciente Início Término A 10h45 11h20 B 11h30 12h15 C 14h 14h40 D 15h10 15h40 E 16h05 17h00
O tempo médio, em minutos, de uma consulta foi
Paciente Início Término A 10h45 11h20 B 11h30 12h15 C 14h 14h40 D 15h10 15h40 E 16h05 17h00
O tempo médio, em minutos, de uma consulta foi
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Um bolo pesa 1600 gramas. Ele foi cortado em 5 pedaços, sendo um deles mais pesado e os outros quatro com o mesmo peso.
O pedaço maior tem o mesmo peso dos quatro pedaços menores juntos. O peso do pedaço maior, em gramas, é
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Atenção: Leia o texto abaixo para responder à questão.
− Adorei, vô Ignácio! Mas conta: como era sacar o dinheiro?
Contei, porque fui tanto a banco! A pessoa chegava a um balcão, entregava o cheque a um atendente. Se fosse saque
pessoal, precisava mostrar a identidade. Recebia uma ficha de metal, oval ou retangular, pesada. Ia para outra fila ou esperava
sentada num banco − ou em pé mesmo −, rondando os caixas, que ficavam atrás de guichês com grades. Em geral grades douradas,
brilhantes − as faxineiras passavam sapólio toda manhã. Enquanto isso, o bancário conferia a assinatura do cheque num livro grande
ou em fichas dispostas em arquivos de madeira ou aço. Fazia uma pequena marcação, um OK, e passava a outro funcionário, que
consultava o saldo da pessoa. Conferia e já anotava o cheque, a quantia, a retirada e o saldo que restava na conta. Passava o cheque
a um terceiro, que rubricava e levava ao caixa. Este conferia o documento − como diziam −, chamava o número do cliente, pagava.
Havia uma coisa notável naquele tempo… Repito, naquele tempo. Pessoas levavam sacola, ou caixa de sapato, tal a quantia sacada.
Colocavam tudo ali e saíam para rua, frescos e maneiros. Por outro lado, vez ou outra havia longa espera, porque o sujeito vinha
depositar imensas quantias em notas e o caixa ficava ali conferindo, somando. Eu me lembro de sacos de dinheiro na boca do caixa.
Via-se de tudo, notas amassadas, amarfanhadas, engorduradas. Hoje é tudo mais saudável, asséptico.
(BRANDÃO, Inácio de Loyola. Para desfrutar o hoje, é bom saber do ontem. Disponível em: https://portal.febraban.org.br)
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Atenção: Leia o texto abaixo para responder à questão.
− Adorei, vô Ignácio! Mas conta: como era sacar o dinheiro?
Contei, porque fui tanto a banco! A pessoa chegava a um balcão, entregava o cheque a um atendente. Se fosse saque
pessoal, precisava mostrar a identidade. Recebia uma ficha de metal, oval ou retangular, pesada. Ia para outra fila ou esperava
sentada num banco − ou em pé mesmo −, rondando os caixas, que ficavam atrás de guichês com grades. Em geral grades douradas,
brilhantes − as faxineiras passavam sapólio toda manhã. Enquanto isso, o bancário conferia a assinatura do cheque num livro grande
ou em fichas dispostas em arquivos de madeira ou aço. Fazia uma pequena marcação, um OK, e passava a outro funcionário, que
consultava o saldo da pessoa. Conferia e já anotava o cheque, a quantia, a retirada e o saldo que restava na conta. Passava o cheque
a um terceiro, que rubricava e levava ao caixa. Este conferia o documento − como diziam −, chamava o número do cliente, pagava.
Havia uma coisa notável naquele tempo… Repito, naquele tempo. Pessoas levavam sacola, ou caixa de sapato, tal a quantia sacada.
Colocavam tudo ali e saíam para rua, frescos e maneiros. Por outro lado, vez ou outra havia longa espera, porque o sujeito vinha
depositar imensas quantias em notas e o caixa ficava ali conferindo, somando. Eu me lembro de sacos de dinheiro na boca do caixa.
Via-se de tudo, notas amassadas, amarfanhadas, engorduradas. Hoje é tudo mais saudável, asséptico.
(BRANDÃO, Inácio de Loyola. Para desfrutar o hoje, é bom saber do ontem. Disponível em: https://portal.febraban.org.br)
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(Disponível em: Reprodução/Facebook/Tirinhas da Mafalda/Veja SP)
A respeito da tirinha acima, considere as seguintes afirmativas.
I. No segundo quadrinho, a palavra "por que" introduz uma causa. II. No primeiro quadrinho, o pronome "este" é empregado para indicar algo que está próximo do falante. III. No terceiro quadrinho, "porque" é grafado desta forma pois denota explicação.
Está correto o que se afirma em
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Atenção: Leia os Textos 01 e 02 para responder à questão.
Texto 01

(Disponível em: https://site.sabesp.com.br/site/interna/)
Texto 02
Inquilinos
1. Ninguém é responsável pelo funcionamento do mundo. Nenhum de nós precisa acordar cedo para acender as caldeiras e
checar se a Terra está girando em torno do seu próprio eixo na velocidade apropriada e em torno do Sol, de modo a garantir a correta
sucessão das estações. Como num prédio bem administrado, os serviços básicos do planeta são providenciados sem que se enxergue o síndico − e sem taxa de administração. Imagine se coubesse à humanidade, com sua conhecida tendência ao desleixo e à
improvisação, manter a Terra na sua órbita e nos seus horários, ou se − coroando o mais delirante dos sonhos liberais − sua gerência
fosse entregue a uma empresa privada, com poderes para remanejar os ventos e suprimir correntes marítimas, encurtar ou alongar
dias e noites, e até mudar de galáxia, conforme as conveniências de mercado, e ainda por cima sujeita a decisões catastróficas,
fraudes e falência.
2. É verdade que, mesmo sob o atual regime impessoal, o mundo apresenta falhas na distribuição dos seus benefícios, favorecendo alguns andares do prédio metafórico e martirizando outros, tudo devido ao que só pode ser chamado de incompetência
administrativa. Mas a responsabilidade não é nossa. A infraestrutura já estava pronta quando nós chegamos. Apesar de tentativas
como a construção de grandes obras que afetam o clima e redistribuem as águas, há pouco que podemos fazer para alterar as regras
do seu funcionamento.
3. Podemos, isto sim, é colaborar na manutenção da Terra. Todos os argumentos conservacionistas e ambientalistas teriam mais
força se conseguissem nos convencer de que somos inquilinos no mundo. E que temos as mesmas obrigações de qualquer inquilino,
inclusive a de prestar contas por cada arranhão no fim do contrato. A escatologia cristã deveria substituir o Salvador que virá pela
segunda vez para nos julgar por um Proprietário que chegará para retomar seu imóvel. E o Juízo Final, por um cuidadoso inventário
em que todos os estragos que fizemos no mundo seriam contabilizados e cobrados.
4. − Cadê a floresta que estava aqui? − perguntaria o Proprietário. − Valia uma fortuna.
5. E:
6. − Este rio não está como eu deixei…
7. E, depois de uma contagem minuciosa:
8. − Estão faltando cento e dezessete espécies.
9. A Humanidade poderia tentar negociar. Apontar as benfeitorias − monumentos, parques, áreas férteis onde outrora existiam
desertos − para compensar a devastação. O Proprietário não se impressionaria.
10. − Para que eu quero o Taj Mahal? Sete Quedas era muito mais bonita.
11. − E a Catedral de Chartres? Fomos nós que construímos. Aumentou o valor do terreno em…
12. − Fiquem com todas as suas catedrais, represas, cidades e shoppings, quero o mundo como eu o entreguei.
13. Não precisamos de uma mentalidade ecológica. Precisamos de uma mentalidade de locatários. E do terror da indenização.
(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro e o que nós temos a ver com isso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 19-22)
(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro e o que nós temos a ver com isso. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010, p. 19-22)
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