Foram encontradas 375 questões.
Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder a questão.
TEXTO III
— Bié...
— Seu Nacib...
— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu
patrão...
Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os
pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:
— Não pode mais não, Bié...
— O que?
— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.
Assustou-se:
— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?
— Pode não.
— E por que?
— Você é uma senhora, de posses, de representação.
— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...
— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra
cama.
— Moço bonito...
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Releia o trecho a seguir.
“— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?”
A seguinte figura de linguagem pode ser percebida na expressão em destaque:
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Leia o texto III a seguir, retirado da obra Gabriela, cravo e canela para responder a questão.
TEXTO III
— Bié...
— Seu Nacib...
— Por que “seu” Nacib? Sou seu marido, não seu
patrão...
Ela sorriu, arrancou os sapatos, começou a arrumar, os
pés descalços. Ele tomou-lhe da mão, repreendeu:
— Não pode mais não, Bié...
— O que?
— Andar sem sapatos. Agora você é uma senhora.
Assustou-se:
— Posso não? Andar descalça, de pé no chão?
— Pode não.
— E por que?
— Você é uma senhora, de posses, de representação.
— Sou não, seu Nacib. Sou só Gabriela...
— Vou te educar – tomou-a nos braços, levou-a pra
cama.
— Moço bonito...
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
As reticências presentes no excerto foram usadas para
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Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder a questão.
TEXTO II

Disponível em: <encurtador.com.br/ivxIW>. Acesso em: 25 out. 2019.
Releia o trecho a seguir.
“Por que não há nada mas lindo
Do que ver todos menino
Se molhar no terrerão
Os veio vira menino”
Nesse excerto há algumas palavras que, de acordo com a norma-padrão, estão grafadas equivocadamente. No entanto, em duas delas essa variação ortográfica muda sua classe gramatical.
As palavras em que isso ocorre são:
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Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder a questão.
TEXTO II

Disponível em: <encurtador.com.br/ivxIW>. Acesso em: 25 out. 2019.
Releia o trecho a seguir.
“Por que não há nada mas lindo Do que ver todos menino Se molhar no terrerão Os veio vira menino”
As alterações efetuadas adequaram as estrofes à norma-padrão, exceto em:
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Leia o texto II a seguir, “Chuva no sertão”, de Ezequiel Fernando, para responder a questão.
TEXTO II

Disponível em: <encurtador.com.br/ivxIW>. Acesso em: 25 out. 2019.
Sobre a literatura de cordel, assinale a alternativa incorreta.
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Leia o texto I a seguir para responder a questão.
TEXTO I
“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Todos os excertos a seguir, retirados de distintas obras literárias brasileiras, coincidem em contexto situacional com esse trecho da obra Gabriela, cravo e canela, exceto:
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Leia o texto I a seguir para responder a questão.
TEXTO I
“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Releia o trecho a seguir.
“A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços.”
O pronome ‘seus’ refere-se aos ‘traços’
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Leia o texto I a seguir para responder a questão.
TEXTO I
“Só Gabriela parecia não sentir a caminhada, seus pés como que deslizando pela picada muitas vezes aberta na hora a golpes de facão, na mata virgem. Como se não existissem as pedras, os tocos, os cipós emaranhados. A poeira dos caminhos da caatinga a cobrira tão por completo que era impossível distinguir seus traços. Nos cabelos já não penetrava o pedaço de pente, tanto pó se acumulara. Parecia uma demente perdida nos caminhos. Mas Clemente sabia como ela era deveras e o sabia em cada partícula de seu ser, na ponta dos dedos e na pele do peito. Quando os dois grupos se encontraram, no começo da viagem, a cor do rosto de Gabriela e de suas pernas era ainda visível e os cabelos rolavam sobre o cangote, espalhando perfume. Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba.”
AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela. 1958.
Releia este trecho.
“Ainda agora, através da sujeira a envolvê-la, ele a enxergava como a vira no primeiro dia, encostada numa árvore, o corpo esguio, o rosto sorridente, mordendo uma goiaba”.
Nesse excerto, pode-se identificar a seguinte característica da personagem na obra de Jorge Amado:
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Algumas análises químicas de rotina em laboratório de qualidade de água e esgoto utilizam método indiretos para mensurar componentes químicos. A concentração de fósforo (P) é medida, normalmente, em equipamento que tem capacidade de leitura da quantidade de radiação absorvida pela amostra (ABS), sendo assim, quanto maior o valor de ABS, maior será a concentração de P em miligramas por litro (mg L–1).
Para se obter o resultado da concentração de P, gera-se uma curva-padrão entre concentrações conhecidas de P em função da ABS e em seguida compara-se com a ABS da amostra a ser analisada.
Observe o gráfico da curva-padrão apresentado a seguir.

Qual será a concentração de P em miligramas por litro, de uma amostra de água cuja ABS é de 0,115?
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Entre os vários parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de um efluente doméstico, a demanda bioquímica de oxigênio (DBO 5 dias, 20 ºC) e a demanda química de oxigênio (DQO) estão entre os mais utilizados e discutidos.
Analise as seguintes afirmativas sobre esses parâmetros e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A DBO corresponde à quantidade de oxigênio consumida pela degradação da matéria orgânica por processos biológicos e agentes químicos.
( ) A DQO corresponde à quantidade de oxigênio consumida no processo de degradação da matéria orgânica por meio de agentes químicos.
( ) A DBO tende a ser maior que a DQO em efluentes domésticos, pois estes apresentam maior carga orgânica biodegradável.
( ) A relação entre DQO e DBO é um indicativo do quão biodegradável será a matéria orgânica de um efluente doméstico.
Assinale a sequência correta.
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