Foram encontradas 560 questões.
Respondida
Com relação a aspectos gramaticais do texto, assinale a
opção correta.
Respondida
Com base nas ideias desenvolvidas no texto, verifi ca-se
que a autora do texto
Respondida
Atende à norma gramatical da língua padrão e preserva o
sentido do texto original a seguinte substituição:
Respondida
No que concerne à linguagem e às estruturas linguísticas
empregadas no texto, assinale a opção correta.
Respondida
Assinale a opção correta a respeito do texto.
Respondida
Assinale a opção em que foram plenamente atendidas as
regras de emprego de sinais de pontuação.
A
Faz cem anos que foi inaugurada, em Porto Velho
(RO), a ferrovia Madeira-Marmoré, cuja implantação
na Floresta Amazônica, custou a vida de 6 mil
trabalhadores de trinta nacionalidades. Um século
depois, parte do que resta da memória física da ferrovia
épica, vai submergir sob as águas das hidrelétricas do
Rio Madeira.
B
Raramente um historiador lida com a história ao
vivo, mas, em Rondônia, isso ainda é possível, pois
o que sobrou da sucateada ferrovia ainda pode ser
vislumbrado. Muitos vestígios estão lá: locomotivas
abandonadas, trilhos perdidos no mato, um museu em
Porto Velho, outro em Guajará-Mirim, um cemitério
abarrotado de cruzes, ruínas de estações fantasmas
e pontes metálicas enferrujadas.
C
Parte desse legado está submergindo sob as águas
represadas das hifrelétricas de Santo Antônio e Jirau
no Rio Madeira, como a ponte metálica Jaci-Paraná
com 84 metros de vão: um ícone da ferrovia. “Essa vai
para baixo d’água”, lamenta, o historiador Aleksander
Plitot, da Fundação Getúlio Vargas.
D
O descaso com a preservação do que resta da
ferrovia histórica, leva o arquiteto, L. Oliveira, a
denunciar: “a degradação, o abandono e o completo
desaparecimento, que atingirão o orgulho de termos
construído uma obra considerada ciclópica na época.”
Exagero? Nem tanto. Na ocasião a construção
da estrada foi comparada à abertura do Canal do
Panamá.
E
Na virada do século XX, a Amazônia ganhou
prosperidade, com o ciclo da borracha graças à
seringueira Hevea brasiliensis. Espalhadas pela
fl oresta, as árvores produziam borracha de qualidade
única, essencial, para o transporte, a comunicação e a
indústria da época. Até 1910, a borracha foi o segundo
produto de exportação brasileira perdendo apenas
para o café.
Respondida
Assinale a opção correta a respeito dos sentidos aspectos
gramaticais do texto.
Respondida
Assinale a opção que expressa ideia que se confi rma no
texto.
Respondida
Assinale a opção em que o trecho adaptado da obra
“Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da
modernidade”, de Marshall Berman, foi totalmente
transcrito com correção gramatical.
A
A perspectiva do novo homem no carro gerará os
paradigmas do planejamento e design urbanos do
século XX. O novo homem, diz Le Corbusier, precisa
de “outro tipo de rua”, no qual será “uma máquina
para o tráfego” ou para variar a metáfora básica, “uma
fábrica para produzir tráfego”.
B
Uma rua moderna precisa de ser bem equipada como
uma fábrica. Nela, como a fábrica moderna, o modelo
mais bem equipado é o mais altamente automatisado:
nada de pessoas, exceto, as que operam as máquinas;
nada de pedestres, desprotegidos para retardar o
fl uxo. Na cidade do futuro, o macadame pertencerá
somente ao tráfego.
C
partir do relance mágico de Le Corbusier, nasceu
uma visão de um novo mundo: um mundo inteiramente
integrado de torres altíssimas, circundadas de vastas
extensões de grama e espaço aberto, ligados por
super-rodovias aéreas e servido por garagens e
shopping-centers subterraneos.
D
Nos novos ambientes urbanos, a antiga rua, com
sua volátil mistura de pessoas e tráfego, negócios e
residencias, ricos e pobres, foi eliminado, cedendo
lugar a compartimentos separados, com as entradas
e as saídas estritamente monitorados.
E
Uma nova onda de modernização neutralizou as
forças anárquicas e explosivas que a modernização
urbana, outrora, havia reunido. Os modernistas não
perceberam que o velho “caos” urbano, na verdade,
constituía uma ordem humana rica e complexa.
Respondida
Assinale a opção correta a respeito das estruturas
linguísticas do texto.
A
A forma verbal pronominal “se constrói” (l.7) está na
voz passiva e, portanto, corresponde, no texto, à
locução verbal “é construído”.
B
A oração iniciada pelo conector “que” (l.1) restringe o
sentido da expressão antecedente “memória social”, o
que justifi ca o emprego da vírgula após este termo.
C
O emprego de itálico no substantivo extra-ordinário
(l.15) deve-se à grafi a anômala, com hífen, recurso
utilizado para ressaltar um dos elementos da formação
desse vocábulo e coerente com o expresso no trecho
subsequente: “como o próprio nome indica”.
D
Na linha 19, estaria igualmente correto o emprego
da forma verbal “permitem”, visto que, conforme
as regras de concordância, o verbo poderia, nessa
construção, concordar com o núcleo do sujeito mais
próximo: “faces”.
E
No trecho “são modos que a sociedade tem de
exprimir-se, de atualizar-se concretamente” (l.20 e
21), após a forma verbal “tem” poderia ser usado
“que”, em vez da preposição “de”, como faculta a
norma gramatical.